Sócrates é um dos piores (talvez mesmo o pior) primeiro-ministro desde o "25 de Abril". E chefia o pior Governo de todos.
Não tenho qualquer dúvida.
"Espremendo" o trabalho de José Sócrates enquanto governante o resultado é muito próximo do zero. E o Governo tem ministros que... só vendo, porque contando ninguém acredita! As trapalhadas sucedem-se de tal forma que Jorge Sampaio já estará arrependido de ter afastado Santana Lopes.
Normalmente, quando critico o Governo, há sempre alguém que diz: «Tens razão. Mas quem é que o pode substituir? Não há alternativas...»
A resposta, fruto da "lavagem ao cérebro" promovida pela "intelligentzia" socialista, irrita-me solenemente. E, por isso, desenvolvi uma resposta que, até ao momento, se tem revelado mortífera.
«Não há alternativas?! Há muitas! Qualquer um será melhor do que Sócrates!»
Em 90% dos casos, o interlocutor cala-se. Mas há um ou outro que tenta ripostar: «Então diz lá um nome, um só!».
A minha resposta surge de imediato: «Eu! Eu sou melhor do que Sócrates! Tenho sabido governar muito melhor a minha casa do que ele tem sabido governar o país. E como eu, há milhares e milhares de portugueses que fariam melhor do que Sócrates!»
Até hoje ainda não houve ninguém que conseguisse contrariar esta afirmação.
sábado, 9 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
O telejornal da Manuela
Tenho um feitio muito especial: gosto de ser "do contra".
Nunca tinha visto um telejornal, um único sequer, apresentado por Manuela Moura Guedes, à sexta-feira, na TVI. Por um lado, o principal, porque não vejo normalmente a TVI. Por outro, porque não aprecio particularmente o "estilo".
Sabia o que ia sucedendo de forma indirecta, por artigos nos jornais, nas revistas e na web.
No entanto, no dia em que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a "Alta Autoridade" do sector, anunciou iniciar um processo à TVI, decidi nesse instante que, sempre que possível, passaria a ver o telejornal apresentado por Manuela Moura Guedes.
Hoje, vi o terceiro.
Como estou numa fase de adaptação ao "Twitter", fui colocando on-line o alinhamento do noticiário da TVI.
Foi assim:
19h59 - Sentado frente ao televisor para assistir pela 3.ª vez ao Telejornal de Manuela Moura Guedes.
20h11 - É pá, já são três os "casos menos claros" e o telejornal ainda só vai em 11 minutos!
20h22 - Já vamos em 5 ou 6 "casos". Já lhes perdi a conta... Mas o tema de fundo é sempre o mesmo.
20h26 - BPP.
20h35 - Bairro da Bela Vista.
20h41 - Biometrics/BPN em Porto Rico.
20h48 - Cavaco / Conselho de Estado / Dias Loureiro / Eleições europeias.
20h49 - FC Porto à beira do título. Vou jantar.
Fui jantar. Continuei a ver o telejornal, mas já sem "twittar".
E ainda tive tempo para ver um grupo de médicos de família portugueses a participar num congresso ginecológico em Kuala-Lumpur, na Malásia. E, dentro do programa, a fazerem uma viagem de 700 km de avião, para cada lado, para ir jantar e andar de barco à volta de uma ilha paradisíaca.
Como hoje estou bem disposto, apetece-me mostrar solidariedade aos clínicos: deve ser muito cansativo, rapaziada, juntar ao esforço de participar num congresso, o cansaço de uma viagem à Malásia, mais a trabalheira de outra viagem de avião de 700 kms, para cada lado. Estou convosco, malta. Ser médico, assim, é uma chatice.
Nunca tinha visto um telejornal, um único sequer, apresentado por Manuela Moura Guedes, à sexta-feira, na TVI. Por um lado, o principal, porque não vejo normalmente a TVI. Por outro, porque não aprecio particularmente o "estilo".
Sabia o que ia sucedendo de forma indirecta, por artigos nos jornais, nas revistas e na web.
No entanto, no dia em que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a "Alta Autoridade" do sector, anunciou iniciar um processo à TVI, decidi nesse instante que, sempre que possível, passaria a ver o telejornal apresentado por Manuela Moura Guedes.
Hoje, vi o terceiro.
Como estou numa fase de adaptação ao "Twitter", fui colocando on-line o alinhamento do noticiário da TVI.
Foi assim:
19h59 - Sentado frente ao televisor para assistir pela 3.ª vez ao Telejornal de Manuela Moura Guedes.
20h11 - É pá, já são três os "casos menos claros" e o telejornal ainda só vai em 11 minutos!
20h22 - Já vamos em 5 ou 6 "casos". Já lhes perdi a conta... Mas o tema de fundo é sempre o mesmo.
20h26 - BPP.
20h35 - Bairro da Bela Vista.
20h41 - Biometrics/BPN em Porto Rico.
20h48 - Cavaco / Conselho de Estado / Dias Loureiro / Eleições europeias.
20h49 - FC Porto à beira do título. Vou jantar.
Fui jantar. Continuei a ver o telejornal, mas já sem "twittar".
E ainda tive tempo para ver um grupo de médicos de família portugueses a participar num congresso ginecológico em Kuala-Lumpur, na Malásia. E, dentro do programa, a fazerem uma viagem de 700 km de avião, para cada lado, para ir jantar e andar de barco à volta de uma ilha paradisíaca.
Como hoje estou bem disposto, apetece-me mostrar solidariedade aos clínicos: deve ser muito cansativo, rapaziada, juntar ao esforço de participar num congresso, o cansaço de uma viagem à Malásia, mais a trabalheira de outra viagem de avião de 700 kms, para cada lado. Estou convosco, malta. Ser médico, assim, é uma chatice.
Opiniões nos diários de Coimbra
É grande a semelhança entre os dois jornais diários que se publicam em Coimbra. (Tenho amigos - em ambos os jornais - que não concordam com esta avaliação. Mas, apesar disso, continuo convicto da razão que penso assistir-me.)
Se um cria uma secção nova, o outro arranja forma de a ter.
Se um cria um suplemento, o outro vai atrás.
Se um tem revista de automóveis, o outro também procura ter.
Penso que todos teriam a ganhar se a situação fosse diferente. Ganharia quem lê (pela diversidade a que teria acesso) e ganhariam os próprios jornais (porque alargariam o âmbito de potenciais leitores).
Mas o que me fez escrever este texto, aqui e agora, foi continuar a constatar o (baixo) nível de alguns artigos de opinião publicados tanto num como noutro jornal.
Num dos diários, há um opinador que tenta escrever correctamente português mas raramente o consegue. São frases incompletas, pontuação deslocada, ideias mal articuladas. Péssimo serviço à Língua.
No outro dos diários, há outro opinador que escreve textos indecifráveis para o comum dos leitores, mais parecendo tratar-se de "mensagens cifradas" para destinatários (pretensamente) desconhecidos. Conversa da treta entre eles.
Não sei, francamente, o que leva os dois jornais a gastar papel e tinta com tais articulistas.
Só se for o desejo de, também neste pormenor, serem semelhantes um ao outro.
Se um cria uma secção nova, o outro arranja forma de a ter.
Se um cria um suplemento, o outro vai atrás.
Se um tem revista de automóveis, o outro também procura ter.
Penso que todos teriam a ganhar se a situação fosse diferente. Ganharia quem lê (pela diversidade a que teria acesso) e ganhariam os próprios jornais (porque alargariam o âmbito de potenciais leitores).
Mas o que me fez escrever este texto, aqui e agora, foi continuar a constatar o (baixo) nível de alguns artigos de opinião publicados tanto num como noutro jornal.
Num dos diários, há um opinador que tenta escrever correctamente português mas raramente o consegue. São frases incompletas, pontuação deslocada, ideias mal articuladas. Péssimo serviço à Língua.
No outro dos diários, há outro opinador que escreve textos indecifráveis para o comum dos leitores, mais parecendo tratar-se de "mensagens cifradas" para destinatários (pretensamente) desconhecidos. Conversa da treta entre eles.
Não sei, francamente, o que leva os dois jornais a gastar papel e tinta com tais articulistas.
Só se for o desejo de, também neste pormenor, serem semelhantes um ao outro.
Tema(s):
Diário As Beiras,
Diário de Coimbra,
jornalismo,
opinião
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Árbitro do Chelsea-Barcelona
Encontrei esta no Twitter e... não resisti.
É o máximo.
«O árbitro norueguês do Chelsea-Barça conseguiu sair de Inglaterra com o nome falso de Lucilio Batista!»
É o máximo.
«O árbitro norueguês do Chelsea-Barça conseguiu sair de Inglaterra com o nome falso de Lucilio Batista!»
Vamos salvar os ricos
Contemporâneos - "Salvem os Ricos" (videoclip)
Felizmente, rir ainda não paga imposto.
Sejam felizes!
"Caso Naval"
O "Caso Naval" (em que o clube da Figueira da Foz foi punido e depois ilibado, apesar de ter provocado o atraso do jogo da última jornada) continua bem presente na memória.
Recorde-se que a Naval alegou que o atraso se ficou a dever à falta de corrente eléctrica no balneário, quando a equipa pretendia ver um video. (Como se os balneários fossem salas de visionamento de videos, para mais "em cima" da hora do jogo...)
Já que se tratou de uma "questão eléctrica", o treinador do Loures acaba de me enviar algumas fotos das instalações que a equipa utilizou esta semana, quando se deslocou à Figueira da Foz para jogar com a Naval.
Deixo-vos aqui apenas uma foto.
As outras estão no blogue da minha equipa.
Recorde-se que a Naval alegou que o atraso se ficou a dever à falta de corrente eléctrica no balneário, quando a equipa pretendia ver um video. (Como se os balneários fossem salas de visionamento de videos, para mais "em cima" da hora do jogo...)
Já que se tratou de uma "questão eléctrica", o treinador do Loures acaba de me enviar algumas fotos das instalações que a equipa utilizou esta semana, quando se deslocou à Figueira da Foz para jogar com a Naval.
Deixo-vos aqui apenas uma foto.
As outras estão no blogue da minha equipa.
As (más) contas do "Público"
«Um a um, os 30 candidatos a eurodeputados pelo PSD (22 efectivos e dez suplentes) foram chamados a assinar "um contrato" com os eleitores, sentando-se depois numa bancada de cadeiras aristocráticas montada no palanque de uma sala de um hotel em Lisboa.»
(in "Público" de hoje, página 6)
Desabafo (com) sentido
Arre! Porra! Chega! Basta!
Centrão?
Mais, não!
Parem!
Chega!
Basta!
Calem-se!
Estou enjoado!
Perdi a paciência!
Começo a ficar irritado!
Não têm mais nada com que se preocupar?!
Só vos oiço falar de vós mesmos.
É o financiamento dos partidos,
é o “Centrão”,
é o tabu do Alegre,
são as viagens do Alberto João Jardim,
são os calcanhares do Basílio e a Maizena do Rangel,
são os debates no Parlamento à volta dos umbigos dos deputados,
se Ferreira Leite é capaz,
se Sócrates conseguirá ou não a maioria,
se Louçã terá mais votos do que Jerónimo,
se Portas irá sobreviver depois das legislativas.
qual a relação entre Sócrates e Cavaco,
quem deve pedir desculpas a quem:
se o PS a Alegre ou Alegre ao PS.
Porra!
E nós?
E a crise que nos afunda?
E a pobreza que se descobre?
E o desemprego que não pára?
E a Justiça que é uma desgraça?
E a violência que aumenta nas ruas?
E os nossos jovens que nos abandonam?
Estou a ficar constipado com esta Gripe P, a dos políticos.
Arre!
Luís Castro
(in "Cheiro a pólvora")
quarta-feira, 6 de maio de 2009
João Cravinho, os partidos, o dinheiro e a corrupção
«João Cravinho apelou ontem à intervenção do Presidente da República, Cavaco Silva, na nova lei de financiamento dos partidos, por entender que o diploma é “um atentado ao bom funcionamento das instituições democráticas”. Em declarações no seu espaço semanal de opinião na Renascença, o socialista disse ainda que a lei é “uma pouca vergonha” e uma “porta aberta à corrupção”. (...)
“Abrir a porta a uma entrada de dinheiro 1.250.000 euros, sem qualquer fiscalização sem qualquer contraprova?”, questionou. E acrescentou: “Mais vale dizer que está aberto o leilão à corrupção, porque é isto mesmo que se trata. É uma pouca vergonha. É uma provocação”.
“Espantar-me-ia que o Presidente da república achasse isto tudo bem e não tivesse qualquer reparo a fazer”, assumiu, citado pela Renascença.»
Quem sou eu, ao lado de tão ilustre político do Partido Socialista, para pensar o mesmo?
No dia 30 de Abril, aqui no blogue, num texto intitulado "Portugal está a bater no fundo", escrevi o seguinte:
«A minha opinião: esta nova lei de financiamento dos partidos é uma vergonha. Vergonha!
Há poucos anos, aumentou-se o financiamento público dos partidos (argumentando que eram os "custos da Democracia") para evitar os donativos, já que são terreno propício a toda a espécie de corrupção.
Pois agora, com os bolsos cheios do dinheiro dos contribuintes (que paga toda a espécie de gastos extravagantes dos aparelhos partidários), os responsáveis políticos fazem marcha-atrás e voltam a estender a mão aos donativos.
Repito: isto é uma das maiores poucas-vergonhas de sempre da classe política.»
Hoje, ao ler as declarações de João Cravinho, sinto-me confortado.
Afinal, não estou maluco. Felizmente.
“Abrir a porta a uma entrada de dinheiro 1.250.000 euros, sem qualquer fiscalização sem qualquer contraprova?”, questionou. E acrescentou: “Mais vale dizer que está aberto o leilão à corrupção, porque é isto mesmo que se trata. É uma pouca vergonha. É uma provocação”.
“Espantar-me-ia que o Presidente da república achasse isto tudo bem e não tivesse qualquer reparo a fazer”, assumiu, citado pela Renascença.»
(in "Público")
Quem sou eu, ao lado de tão ilustre político do Partido Socialista, para pensar o mesmo?
No dia 30 de Abril, aqui no blogue, num texto intitulado "Portugal está a bater no fundo", escrevi o seguinte:
«A minha opinião: esta nova lei de financiamento dos partidos é uma vergonha. Vergonha!
Há poucos anos, aumentou-se o financiamento público dos partidos (argumentando que eram os "custos da Democracia") para evitar os donativos, já que são terreno propício a toda a espécie de corrupção.
Pois agora, com os bolsos cheios do dinheiro dos contribuintes (que paga toda a espécie de gastos extravagantes dos aparelhos partidários), os responsáveis políticos fazem marcha-atrás e voltam a estender a mão aos donativos.
Repito: isto é uma das maiores poucas-vergonhas de sempre da classe política.»
Hoje, ao ler as declarações de João Cravinho, sinto-me confortado.
Afinal, não estou maluco. Felizmente.
Tema(s):
corrupção,
financiamento dos partidos,
João Cravinho,
Política,
Público
A Maizena, o Rangel e... o Pinho
«Depois de, no sábado, ter sido o ministro da Agricultura a dizer a [Paulo] Rangel que este "está com muita pressa de ser líder", ontem foi a vez de o presidente da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo), Basílio Horta, acusar o candidato do PSD de "ignorância e arrogância". E, pouco depois, o ministro da Economia, Manuel Pinho, coroou, com o seu estilo peculiar, a polémica. Paulo Rangel, disse [o ministro], "tem de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares de Basílio Horta". Pinho queria, assim, chamar criança a Rangel, mas cometeu mais uma gaffe, porque o que se dá às crianças é farinha láctea, como a Cerelac ou a Milupa.»(in "Público" de hoje)
Aqui está uma frase que mostra a dimensão política do ministro Manuel Pinho.
Cá por mim, estou naquela fase em que - a ter de escolher entre dois políticos - não hesito em optar pelo mais novo. E porquê? Porque os mais velhos já mostraram do que (não) são capazes, conduzindo Portugal para o estado lastimável em que se encontra - moral, política, ética e economicamente falando.
Quando era miúdo e fazia colecções de cromos, o maior desprazer sentia-o quando abria uma saqueta e me deparava com... cromos repetidos. Era como se, num instante, desaparecesse todo o fascínio da colecção.
Claro que, depois, tratava de encontrar alguém a quem faltassem aqueles cromos, para os poder trocar. Mas havia cromos que ninguém queria e eu, de recursos financeiros limitados, via-me a braços com um monte de figurinhas inúteis e a colecção por completar.
Actualmente, a vida política é quase exclusivamente composta por "saquetas" com cromos repetidos. Alguns, de tanto insistirem em dedicar-se à "coisa pública", estão repetidos na minha colecção há 30 anos!
Por isso, decidi há muito que nas eleições de 2009 não votarei em cromos repetidos. Estou farto.
PS - Guardo do meu pai a memória de um homem simples, mas sábio. Disse-me ele, muitas vezes, que se devia votar sempre nos mesmos, «porque esses já estão cheios, não precisam de se encher mais». E acrescentava: «Se pomos lá novos, eles vão querer encher-se também...». Compreendo perfeitamente o que o meu pai queria dizer. Mas esta é uma das (raras) situações em que não concordo com ele. Mais: acredito que há que apostar em gente nova, com outros valores, outro sentido da "res publica", até porque os que se sentam à mesa do poder... continuam "a encher-se".
Tema(s):
eleições europeias,
Manuel Pinho,
memórias,
Paulo Rangel,
Política
terça-feira, 5 de maio de 2009
Sócrates: homem do espectáculo

«Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem e circo. Desde a primeira hora. É gente de circo. Eles prezam o espectáculo. Porque eles não percebem que os problemas não se resolvem com espectáculo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade, para sobreviver. E sobreviver para continuar a tomar conta do dinheiro do Estado, para pôr os amigos e negociar com os amigos.»
Medina Carreira, com frontalidade, em entrevista.
Para ler (e ver) no blogue do meu amigo Carlos Carranca ou no sítio do "Correio da Manhã".
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Política
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Outra queixa sobre Vital Moreira
NOTA: Afinal há mais quem se sinta "atingido" pelo discurso do cabeça-de-lista do PS às eleições europeias...
Tema(s):
eleições europeias,
Gonçalo Reis Torgal,
Política,
Vital Moreira
Automóvel anti-crise
Automóvel à venda em Portugal
a partir do segundo semestre de 2009...
;-) em KIT ou já montado.
Anti-crise.
a partir do segundo semestre de 2009...
;-) em KIT ou já montado.
Anti-crise.
O que fazemos, fazemos bem.
Finalmente um automóvel totalmente MADE IN PORTUGAL.
É o Magalhães dos automóveis!
José Sócrates que aproveite para fazer campanha.
sábado, 2 de maio de 2009
Empate nas Caldas
A minha equipa empatou hoje (1-1) nas Caldas da Rainha, com o golo do Vigor a ser apontado por Tiago.
Os locais desperdiçaram uma grande-penalidade (defesa do guarda-redes) e várias outras oportunidades de golo. A minha equipa, porém, enviou uma bola à trave da baliza do Caldas no último minuto.
Foi o primeiro jogo da minha equipa a que não assisti, por razões particulares.
Os locais desperdiçaram uma grande-penalidade (defesa do guarda-redes) e várias outras oportunidades de golo. A minha equipa, porém, enviou uma bola à trave da baliza do Caldas no último minuto.
Foi o primeiro jogo da minha equipa a que não assisti, por razões particulares.
Vital Moreira olhado por Luiz Carvalho
«As gaffes do homem de Coimbra não acabam. Cada cavadela uma minhoca. Os camaradas que em 1975 proibiram a entrada de Mário Soares e Manuel Alegre no Estádio 1º de Maio ( eu estava lá e tenho fotos desses momentos) foram os mesmos que hoje quiseram sovar Vital. Mas há 35 anos Vital Moreira estava do lado dos que o enxotaram hoje, e ele terá achado que era democrático proibir a entrada de direitistas na festa operária. O camarada está agora do outro lado da barricada. Passou-se do comunismo revisionista para o socialismo liberalóide, sem ideologia, nem cartilha, nem ambição social. O socialismo dos amarelos, dos verdadeiros traidores da classe operária.»
Excerto de um texto imperdível de Luiz Carvalho no "Instante fatal".
Excerto de um texto imperdível de Luiz Carvalho no "Instante fatal".
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Vital Moreira
Campeonato (da minha equipa) recomeça hoje
Após 71 dias de interrupção (!!!), recomeça hoje o campeonato nacional de juniores da 2.ª divisão, onde joga a minha equipa.
O motivo da interrupção do campeonato foi um processo disciplinar instaurado à Naval, que se atrasou no jogo da última jornada. O Conselho de Disciplina decidiu por unanimidade punir a Naval; o Conselho de Justiça decidiu depois, por unanimidade, ilibar a Naval. Invulgar.
Numa época de relativismo de valores e de "facilitismo" generalizado, o que aconteceu - em palavras simples - foi isto: a Naval cometeu uma infracção e não foi punida.
(E o Conselho de Justiça da FPF ainda se arroga no direito de afirmar que o "branqueamento da infracção" tem um valor pedagógico! Enfim...)
Dois meses e meio depois, regressa o campeonato com a minha equipa a deslocar-se às Caldas da Rainha.
Boa sorte, malta!
O motivo da interrupção do campeonato foi um processo disciplinar instaurado à Naval, que se atrasou no jogo da última jornada. O Conselho de Disciplina decidiu por unanimidade punir a Naval; o Conselho de Justiça decidiu depois, por unanimidade, ilibar a Naval. Invulgar.
Numa época de relativismo de valores e de "facilitismo" generalizado, o que aconteceu - em palavras simples - foi isto: a Naval cometeu uma infracção e não foi punida.
(E o Conselho de Justiça da FPF ainda se arroga no direito de afirmar que o "branqueamento da infracção" tem um valor pedagógico! Enfim...)
Dois meses e meio depois, regressa o campeonato com a minha equipa a deslocar-se às Caldas da Rainha.
Boa sorte, malta!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Portugal está a bater no fundo
«O líder parlamentar socialista, Alberto Martins, considerou hoje "muito positiva" a nova lei do financiamento partidário, assegurando que a duplicação do valor admissível para donativos privados "não põe em causa o objectivo central da transparência".»
A minha opinião: esta nova lei de financiamento dos partidos é uma vergonha. Vergonha!
Há poucos anos, aumentou-se o financiamento público dos partidos (argumentando que eram os "custos da Democracia") para evitar os donativos, já que são terreno propício a toda a espécie de corrupção.
Pois agora, com os bolsos cheios do dinheiro dos contribuintes (que paga toda a espécie de gastos extravagantes dos aparelhos partidários), os responsáveis políticos fazem marcha-atrás e voltam a estender a mão aos donativos.
Repito: isto é uma das maiores poucas-vergonhas de sempre da classe política.
(Notícia do "Público" aqui.)
Este "caso" é outra das inúmeras trapalhadas em que o actual Governo tem estado envolvido, a maior das quais terá sido mudar um aeroporto (aeroporto!) para o local onde o ministro das Obras Públicas tinha dito que «Jámé!» (escrevo assim para se perceber melhor).
Há que esclarecer o motivo que levou o Ministério da Educação a autorizar filmagens numa escola para o "tempo de propaganda" de um partido. Esta é que é a questão.
(Notícia do "Público" aqui.)
MORAL DESTAS DUAS HISTÓRIAS
Portugal está a bater no fundo, ética e moralmente. E das duas, uma: ou viramos costas a isto tudo, enojados, ou então há que começar a pensar em alternativas. Talvez um novo "25 de Abril"...
(in "JN")
A minha opinião: esta nova lei de financiamento dos partidos é uma vergonha. Vergonha!
Há poucos anos, aumentou-se o financiamento público dos partidos (argumentando que eram os "custos da Democracia") para evitar os donativos, já que são terreno propício a toda a espécie de corrupção.
Pois agora, com os bolsos cheios do dinheiro dos contribuintes (que paga toda a espécie de gastos extravagantes dos aparelhos partidários), os responsáveis políticos fazem marcha-atrás e voltam a estender a mão aos donativos.
Repito: isto é uma das maiores poucas-vergonhas de sempre da classe política.
(Notícia do "Público" aqui.)
* * * * *
«O PSD disse hoje estar à espera que o Governo, através do primeiro-ministro ou do Ministério da Educação, dê explicações sobre as imagens de alunos recolhidas a seu pedido e utilizadas num tempo de antena do PS.»(in "JN")
Este "caso" é outra das inúmeras trapalhadas em que o actual Governo tem estado envolvido, a maior das quais terá sido mudar um aeroporto (aeroporto!) para o local onde o ministro das Obras Públicas tinha dito que «Jámé!» (escrevo assim para se perceber melhor).
Há que esclarecer o motivo que levou o Ministério da Educação a autorizar filmagens numa escola para o "tempo de propaganda" de um partido. Esta é que é a questão.
(Notícia do "Público" aqui.)
MORAL DESTAS DUAS HISTÓRIAS
Portugal está a bater no fundo, ética e moralmente. E das duas, uma: ou viramos costas a isto tudo, enojados, ou então há que começar a pensar em alternativas. Talvez um novo "25 de Abril"...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
PS, o "partido da Europa"
«Nuns cartazes que andam espalhados pelas ruas, o PS auto-proclama-se "o partido da Europa". Aparece Sócrates ligado a um tratado de Lisboa que não existe, aparece Guterres agarrado a uma moeda de euro como se a tivesse criado e, finalmente, aparece o dr. Soares, curvado, a assinar a adesão à dita Europa. Todavia, "o partido da Europa" esqueceu-se que este último evento ocorreu a 12 de Junho de 1985 (no dia seguinte Soares demitiu-se do cargo de 1º ministro por causa da emergência de Cavaco na política portuguesa, o mesmo Cavaco que acabou expeditamente com o "bloco central" que algumas mentes mais criativas julgam que ele deseja agora) e não a 12 de Junho de 1986 como consta do cartaz. E é isto, mais Vital Moreira, o "partido da Europa".»
João Gonçalves, brilhante, no "Portugal dos Pequeninos".
João Gonçalves, brilhante, no "Portugal dos Pequeninos".
PSD inova na Internet

Novas formas de fazer política neste endereço.
* * * * *
«Arrancou hoje. Gosto da simplicidade do site. E de assumir os donativos sem complexos, caso raro cá. Falta ver se as redes sociais são vistas pelo PSD como placards publicitários ou zona de interacção e diálogo.»
Paulo Querido
(talvez o maior especialista português em “Internet e afins”)
(talvez o maior especialista português em “Internet e afins”)
O meu IMI não baixou, Prof. Vital Moreira!
Ouvi noutro dia o candidato do PS ao Parlamento Europeu afirmar na televisão que o Imposto Municipal de Imóveis (IMI) tinha baixado nos últimos [dois] anos.
Hoje, acabo de liquidar a 1.ª prestação do IMI.
Fui ao computador tentar encontrar comprovativos do pagamento do IMI nos anos anteriores. Encontrei os pagamentos de 2007 e 2008. São rigorosamente iguais ao deste ano.
Ou seja: o meu IMI não baixou um cêntimo sequer.
Deixo-lhe aqui, portanto, Prof. Vital Moreira, esta informação, que lhe poderá ser útil: o cidadão Mário Martins que vive num apartamento simples na freguesia de Eiras - que, como sabe, é uma das "zonas modestas" de Coimbra - pagou agora de IMI rigorosamente o mesmo que pagara em 2007 e 2008. Largas centenas de euros.
PS - Fui procurar mais ainda e encontrei o comprovativo do pagamento de 2006: menos 10 euros, por prestação, do que agora sou obrigado a pagar. Ou seja: de 2006 para 2009 o meu IMI subiu!!! Esta é a (minha) verdade.
Hoje, acabo de liquidar a 1.ª prestação do IMI.
Fui ao computador tentar encontrar comprovativos do pagamento do IMI nos anos anteriores. Encontrei os pagamentos de 2007 e 2008. São rigorosamente iguais ao deste ano.
Ou seja: o meu IMI não baixou um cêntimo sequer.
Deixo-lhe aqui, portanto, Prof. Vital Moreira, esta informação, que lhe poderá ser útil: o cidadão Mário Martins que vive num apartamento simples na freguesia de Eiras - que, como sabe, é uma das "zonas modestas" de Coimbra - pagou agora de IMI rigorosamente o mesmo que pagara em 2007 e 2008. Largas centenas de euros.
PS - Fui procurar mais ainda e encontrei o comprovativo do pagamento de 2006: menos 10 euros, por prestação, do que agora sou obrigado a pagar. Ou seja: de 2006 para 2009 o meu IMI subiu!!! Esta é a (minha) verdade.
PS desorientado
O PS mandou afixar cartazes a reclamar a "paternidade" da adesão de Portugal à CEE.
Se a ideia já era ridícula, mais ridícula se tornou porque a adesão foi em 12 de Junho de 1985 e os cartazes do PS referiam 12 de Junho de 1986.
Estavam errados em "apenas" um ano.
Eheheheheheh.
Se a ideia já era ridícula, mais ridícula se tornou porque a adesão foi em 12 de Junho de 1985 e os cartazes do PS referiam 12 de Junho de 1986.
Estavam errados em "apenas" um ano.
Eheheheheheh.
"Simplex"... nada!
Acabo de ouvir na televisão que, na "Loja do Cidadão" das Laranjeiras (Lisboa), o tempo médio de espera para tirar o cartão do cidadão é de 230 minutos!
Quase quatro horas, portanto.
Viva o "Simplex"!
O meu familiar que pediu o cartão de contribuinte em 18 de Abril de 2008 continua sem o receber.
Mais de um ano, portanto.
Viva o "Simplex"!
Quase quatro horas, portanto.
Viva o "Simplex"!
* * * * *
O meu familiar que pediu o cartão de contribuinte em 18 de Abril de 2008 continua sem o receber.
Mais de um ano, portanto.
Viva o "Simplex"!
terça-feira, 28 de abril de 2009
As aparências podem iludir
Susan Boyle - "I dreamed a dream"
(Britains Got Talent 2009)
Continuo fascinado com este "conto de fadas" dos tempos actuais.
Como o vídeo ficou outra vez disponível para "ligação directa" ao YouTube, aqui está ele de novo.
Fantastic!
ADITAMENTO (29.04.2009)
O "link" directo está outra vez inacessível.
Clique aqui.
ADITAMENTO (30.04.2009)
Versão legendada em português aqui.
Como o vídeo ficou outra vez disponível para "ligação directa" ao YouTube, aqui está ele de novo.
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Teremos de respeitar (politicamente) Vital Moreira?
Carlos Vidal
«(...) Vejamos o problema que as confrangedoras prestações de Vital Moreira nesta campanha eleitoral para o Parlamento Europeu tem colocado. Para além das suas paupérrimas prestações em debates com adversários políticos (dado consensual), decidiu o candidato enveredar, desde a passada semana, por uma antidemocrática e ilegítima retórica de chantagem política, exigindo ao eleitorado uma maioria absoluta para o PS nas próximas legislativas (ouvi e escrevi bem??? Legislativas???). (...)»
«Na semana passada, Vital Moreira, em campanha para o PE pediu maioria absoluta para o PS nas próximas legislativas, sob pena de o próximo (????) governo PS ter de, se tal objectivo falhar, rapidamente pedir a demissão ao Presidente da República. (...) Ora, nem vale a pena falar desta chantagem ilegítima e antidemocrática, basta-nos, como faz Vítor Dias (e seguidamente, espero, todos nós), perguntar: porque é que um candidato ao PE está a fazer campanha para as legislativas? Que respeito merece um político que pratica esta fraude e mistificação, misturando eleições, pedindo maiorias absolutas para uma coisa enquanto está em campanha para outra?»
«(...) Que legitimidade tem este candidato ao Parlamento Europeu para, não falando de Europa, enfatizar um pedido de maioria absoluta para umas eleições que não são assunto neste momento?»
OUTRO TEXTO aqui.
«(...) Vejamos o problema que as confrangedoras prestações de Vital Moreira nesta campanha eleitoral para o Parlamento Europeu tem colocado. Para além das suas paupérrimas prestações em debates com adversários políticos (dado consensual), decidiu o candidato enveredar, desde a passada semana, por uma antidemocrática e ilegítima retórica de chantagem política, exigindo ao eleitorado uma maioria absoluta para o PS nas próximas legislativas (ouvi e escrevi bem??? Legislativas???). (...)»
«Na semana passada, Vital Moreira, em campanha para o PE pediu maioria absoluta para o PS nas próximas legislativas, sob pena de o próximo (????) governo PS ter de, se tal objectivo falhar, rapidamente pedir a demissão ao Presidente da República. (...) Ora, nem vale a pena falar desta chantagem ilegítima e antidemocrática, basta-nos, como faz Vítor Dias (e seguidamente, espero, todos nós), perguntar: porque é que um candidato ao PE está a fazer campanha para as legislativas? Que respeito merece um político que pratica esta fraude e mistificação, misturando eleições, pedindo maiorias absolutas para uma coisa enquanto está em campanha para outra?»
«(...) Que legitimidade tem este candidato ao Parlamento Europeu para, não falando de Europa, enfatizar um pedido de maioria absoluta para umas eleições que não são assunto neste momento?»
OUTRO TEXTO aqui.
A corrupção começa aqui
Nuno Ramos de Almeida
«O Ministério da Educação pediu a uma escola do primeiro ciclo de Castelo de Vide autorização para filmar crianças a utilizar o Magalhães. Mas, segundo conta hoje o Rádio Clube e o jornal “24 Horas”, as imagens acabaram por passar num tempo de antena do Partido Socialista, na RTP, no passado dia 22.»
Esta notícia é indicadora da degradação total da chamada moral republicana. Corrupção é a utilização indevida daquilo que é do Estado para fins privados. É esta confusão, do que é de todos com os interesses privados, que é o caldo ideologico que permite todas as coisas. Vendo bem, não nos esconderam nada: esta utilização do Ministério da Educação, como extensão do aparelho de propaganda do PS, já estava inscrita nos astros. Há alguns meses, a própria ministra da Educação confessou a um jornal ficar comovida quando uma criança lhe disse, depois da distribuição do Magalhães, que quando for grande ia votar PS. Dai até à cedência de imagens, foi só um passo.
NOTÍCIA aqui.
RECORTE do "24 Horas" de hoje:
«O Ministério da Educação pediu a uma escola do primeiro ciclo de Castelo de Vide autorização para filmar crianças a utilizar o Magalhães. Mas, segundo conta hoje o Rádio Clube e o jornal “24 Horas”, as imagens acabaram por passar num tempo de antena do Partido Socialista, na RTP, no passado dia 22.»
Esta notícia é indicadora da degradação total da chamada moral republicana. Corrupção é a utilização indevida daquilo que é do Estado para fins privados. É esta confusão, do que é de todos com os interesses privados, que é o caldo ideologico que permite todas as coisas. Vendo bem, não nos esconderam nada: esta utilização do Ministério da Educação, como extensão do aparelho de propaganda do PS, já estava inscrita nos astros. Há alguns meses, a própria ministra da Educação confessou a um jornal ficar comovida quando uma criança lhe disse, depois da distribuição do Magalhães, que quando for grande ia votar PS. Dai até à cedência de imagens, foi só um passo.
NOTÍCIA aqui.
RECORTE do "24 Horas" de hoje:
Tema(s):
5 dias,
corrupção,
Magalhães,
Ministério da Educação,
Política
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Dia grande
Após um fim-de-semana de trabalho (sábado e domingo), hoje comecei às 7h30 e terminei às 20h00.
Felizmente.
Felizmente.
domingo, 26 de abril de 2009
Discursos do "25 de Abril"
Estive a ver a gravação da cerimónia de ontem na Assembleia da República.
Uma olhadela aqui, outra ali.
Duas referências: Ana Drago e Paulo Rangel.
O líder parlamentar do PSD já ganhou lugar na história do Parlamento: depois da claustrofobia democrática (há dois anos) falou agora do sequestro do futuro.
As palavras de Rangel, que provocaram visível incomodidade nas bancadas do PS e do Governo, foram mais uma prova da grande qualidade deste político.
Uma olhadela aqui, outra ali.
Duas referências: Ana Drago e Paulo Rangel.
O líder parlamentar do PSD já ganhou lugar na história do Parlamento: depois da claustrofobia democrática (há dois anos) falou agora do sequestro do futuro.
As palavras de Rangel, que provocaram visível incomodidade nas bancadas do PS e do Governo, foram mais uma prova da grande qualidade deste político.
Tema(s):
25 de Abril,
Ana Drago,
Bloco de Esquerda,
Paulo Rangel,
PSD
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