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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Foto de despedida

Acabo de encontrar esta foto na Internet.
Ao centro, a Ana, presidente honorária dos Estudantes Democratas Europeus, na Assembleia Geral que decorreu na semana passada em Limassol (Chipre).

terça-feira, 21 de julho de 2009

Chipre quente na despedida da Ana


Faz agora um ano, a Ana foi à assembleia geral dos Estudantes Democratas Europeus (EDS) despedir-se, depois de três anos como vice-presidente e dois como presidente. Regressou eleita presidente honorária.
Agora, acaba de partir para o Chipre para encerrar definitivamente um "dossier" que lhe ocupou um quarto da sua existência.

A Ana foi a primeira portuguesa (o primeiro cidadão português, também...) a presidir a uma organização que representa cerca de meio milhão de estudantes de mais de 30 países europeus.
Nestes seis anos, teve a oportunidade de conhecer como poucos a realidade europeia, de visitar países onde "nunca se vai", de contactar com os mais importantes dirigentes políticos, de discursar no Parlamento Europeu, de homenagear pessoalmente Lech Walesa.

Pouco importa que, por cá, lhe reconheçam (ou não) o mérito. Portugal é conhecido por ser um país pequenino, um mar de invejas. E, dentro de Portugal, Coimbra é - ainda mais - um "microcosmos" muito peculiar, onde não raro a competência cede lugar à mediocridade e ao "nome de família".
Pouco importa tudo isso, porque - como lhe tenho repetido ao longo dos anos - ninguém lhe pode retirar as experiências que já viveu, os contactos que manteve (e mantém), os conhecimentos que adquiriu.

Se os outros não quiserem reconhecer a evidência, o problema é sobretudo deles.
A Ana tem feito o seu caminho de forma irrepreensível - apesar da intensa actividade política, que teve o seu ponto alto com a recente inclusão na lista do PSD ao Parlamento Europeu, licenciou-se aos 23 anos (na Universidade de Coimbra), concluiu o estágio de advocacia aos 26 e acaba de ser seleccionada - após vários meses de provas - para trabalhar numa das mais prestigiadas empresas portuguesas.

No momento em que escrevo estas linhas, a Ana está de viagem para Limassol, preparada para virar esta (longa) página da sua vida, que encheu de orgulho a família – e não só.
Com natural emoção, recordo aqui algumas imagens da actividade da Ana Filipa Janine, a "senhora presidente".
Com um beijo de amor e de muita admiração.

Com Lech Walesa, numa emocionada homenagem em Gdansk

Com Nicolas Sarkozy, no Palácio do Elysée

Com Bill Clinton, em Yalta

Com Angela Merkel, em Roma

Na sede da AAC, na campanha para o Parlamento Europeu

A descer o Chiado, na campanha eleitoral para o PE

quarta-feira, 22 de abril de 2009

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

sábado, 10 de janeiro de 2009

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Recortes de família

"Despertar" de hoje

"Campeão das Províncias" de ontem
(clique nas imagens para ampliar)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Recortes (familiares) atrasados

Congresso da JSD

Eleições nos EDS

terça-feira, 7 de outubro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Parabéns, filhota!

(Terra Santa, Julho de 2008)

A Ana Filipa foi eleita esta tarde, em Malta, presidente honorária dos Estudantes Democratas Europeus (EDS).

(actualização em 18.07.2008)
("Diário As Beiras", 18 de Julho de 2008)


(actualização em 25.07.2008)

("Público", 21 de Julho de 2008)

terça-feira, 15 de julho de 2008

Calor em Malta

Introdução ao "Relatório Anual 2007-2008" dos EDS
(clique na imagem para ampliar)

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Orgulho de pai (II)

Aproximando-se o final do 2.º mandato como presidente dos Estudantes Democratas Europeus (EDS), a minha filha encontra-se esta semana em "visita de estudo" a Israel, a convite de responsáveis israelitas.

Daqui a menos de 15 dias, será substituída no cargo, durante a Assembleia Anual do organismo, em Malta, não se sabendo quem lhe sucederá, já que existem três candidatos.

Há pouco mais de uma semana, esteve em Paris, onde foi recebida no Palácio do Eliseu. É desta cerimónia a fotografia que hoje enviaram e aqui publico.
Recepção ao "Bureau" do EDS pelo Presidente francês no Élysée

Foi a primeira vez que um português (no caso, uma portuguesa) assumiu a liderança dos EDS, organismo que representa cerca de meio milhão de estudantes de toda a Europa, do Atlântico aos Urais.
Anteriormente, tinha sido vice-presidente durante três mandatos, o que significa que foi eleita pela primeira vez com 20 anos, facto inédito na história dos EDS.

Apesar da dupla periferia que a afecta (é de Portugal... e de Coimbra), e do esforço acrescido que esta desigualdade acarreta (basta pensar no desgaste das viagens), a Ana tem desempenhado o cargo com grande responsabilidade e invulgar dedicação, facto que lhe valeu a reeleição no ano passado, face a um candidato alemão.

Os "dias da presidente" começam sempre antes das 7h00 (no outro extremo da Europa já são quase 10h00...) e terminam muito tarde.
As deslocações à sede do organismo, em Bruxelas, são frequentes. Há que assegurar o funcionamento da estrutura, tratar de aspectos burocráticos, apresentar candidaturas, acompanhar a "vida financeira" e a edição de publicações, assinar documentos, organizar encontros e sessões de estudo, programar deslocações, avaliar iniciativas, participar nas reuniões plenárias do Partido Popular Europeu, elaborar relatórios e orçamentos.
Mesmo agora, quando sabe que não pode ser reeleita por determinação estatutária, não deixa de cumprir os seus compromissos com rigor, facto não muito vulgar num jovem da sua idade, pelo que me tem sido dado perceber em variadas ocasiões.

Chegou o "tempo das despedidas". Há cerca de dois meses, em Bruxelas, falou no plenário do PPE, tendo ouvido referências elogiosas ao seu trabalho por parte do respectivo presidente.
No mês passado foi editado o último número sob a sua responsabilidade da revista dos EDS, que coordenou desde 2003.
Neste momento, prepara a publicação do "Relatório Anual 2007-2008" e a transição de poderes para o novo presidente, porque é assim que deve ser e porque ela sabe as dificuldades que teve (e os problemas que encontrou) quando assumiu o cargo.

A mais recente campanha lançada pelos EDS

Aos 25 anos, a Ana completou há dois anos a licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra com elevada classificação (15 valores) depois de ter estado um ano a estudar em Siena (Itália), faz parte das Mondeguinas e do Orfeon Académico da Universidade de Coimbra, foi dirigente da Associação Académica de Coimbra e há vários anos que integra a direcção nacional da JSD, onde desempenhou diversas funções e actualmente é responsável pelas Relações Internacionais. Nas últimas eleições partidárias foi a mandária distrital para a Juventude de Pedro Passos Coelho.

É minha filha e, por isso, olho para ela de maneira diferente. É inevitável.
Mas isso não me obriga a ser hipócrita ou falsamente modesto.

Independentemente das opções políticas que tem tomado, considero-a um exemplo para os jovens – exemplo de participação cívica, exemplo de responsabilidade, exemplo de conciliação entre as tarefas escolares e os interesses sociais.

O exemplo da Ana ainda se torna mais valioso num tempo em que, na nossa sociedade, é comum ver valorizada a mediocridade arrogante e atrevida, que na maior dos casos só vai (sobre)vivendo à custa dos apelidos paternos ou maternos.

Não é, obviamente, o caso da Ana.
Ela tem, por isso, motivos para se sentir feliz com o que vai realizando.
E nós, a família, felizes por (e com) ela.
Mais: orgulhosos.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

TAP não vai lá

No mesmo dia em que o presidente da TAP se desdobrava em entrevistas a vários canais de televisão, anunciando o prejuízo de 100 milhões de euros no 1.º semestre deste ano, aconteceu esta "estória" que seria cómica se não fosse trágica.


Ela comprou o bilhete para Paris por 384 euros (o que não é nada barato!), com partida na quarta-feira e regresso no domingo.
Na quinta-feira, ao final do dia, foi informada do falecimento do avô e tratou de antecipar a viagem de regresso, de domingo para sexta-feira, para poder participar no funeral.
Contactou a TAP.
Foi informada que a alteração do regresso custava 370 euros. Um escândalo! (para não escrever outra coisa, que este é um blogue bem-educado...)
Perguntou por alternativas. A funcionária de serviço sugeriu-lhe, então, a compra de um novo bilhete. O mais barato era um bilhete de ida-e-volta (apesar de ela só querer vir...) e custava 270 euros. Outro escândalo! (para não escrever outra coisa, que este blogue continua a ser bem-educado...)
A passageira agradeceu e desligou o telefone.
Eram 8 da noite. Sentou-se ao computador e passados 10 minutos tinha encontrado solução para o problema: um bilhete de Paris (do aeroporto de Orly, tal como o bilhete da TAP) para o Porto, para dali a menos de 12 horas, por 211 euros.
Comprou-o.
(Ou seja, em linguagem popular: a TAP queria tanto dinheiro que acabou por não ver nenhum!)

PS - Durante o diálogo com a funcionária da TAP, a cliente perguntou se o facto de se tratar do funeral de um familiar próximo não lhe permitia ter prioridade nalgum voo e, ao mesmo tempo, alterar o bilhete sem custos. Resposta pronta do outro lado da linha: «Primeiro, tem de pagar e depois deve apresentar a certidão de óbito para pedir o reembolso. Mas essa regra só se aplica quando se trata de pais, irmãos ou do próprio...». (Deveria ser lindo ver «o próprio» a ligar para a TAP para alterar um voo!)

Moral da história: com atitudes destas é fácil prever que a TAP não vai conseguir melhorar a sua situação financeira.
Voilà.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Porto chuvoso

Reunião do YEPP

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Bruxelas molhada

Reunião política do PPE

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Itália nublada

Cadenabbia (Lago de Como), Itália
(reunião do Garrick Club, formado por ex-dirigentes dos EDS)