Cavaco Silva defendeu ontem, nas comemorações do 5 de Outubro, a importância social do trabalho dos professores.
À noite, nos telejornais, ouvi Mário Nogueira (Fenprof) e Carvalho da Silva (CGTP) elogiarem as palavras do Presidente da República, mas sem nunca lhe referirem o nome nem o cargo.
Falavam de qualquer coisa como "órgãos institucionais".
Não gostei, sinceramente.
É nestas alturas que penso nas "correias de transmissão" do Partido Comunista.
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sábado, 6 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Bem me parece...
O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, disse num almoço de celebração do 37.º aniversário da organização sindical que «aquilo a que se chama crise não é crise, é uma opção que interessa a alguns».
«Instituiu-se a crise, mas a crise não é para todos. Choca que no país haja uns quantos que determinam quanto querem enriquecer e depois, em nome da crise, pedem sacrifícios», afirmou Carvalho da Silva.
Segundo o líder da CGTP, este ambiente de crise serve para impor sacrifícios sociais. «A aposta em Portugal é levar o sacrifício social até ao limite».
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