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segunda-feira, 8 de março de 2010

Parolos

«O primeiro ministro tem-se mostrado confiante na recuperação das finanças públicas, salientando que consegue reduzir o défice para 3%:" Já fiz este exercício, sei como o fazer." Bagão Félix recorda que o ponto de partida da última vez foi 5,2% e não 9,3%. "Sócrates trata-nos como uma cambada de parolos ao afirmar isso", diz ainda o economista.»

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Outra "trapalhada"

O Governo tinha anunciado a entrega do Orçamento de Estado na Assembleia da República para as 17h00.
Afinal, o documento não está pronto e a entrega foi adiada para as 22h00.
Vamos ver se a hora não será ainda novamente alterada.

Os governos de José Sócrates são os campeões indiscutíveis das "trapalhadas". Esta é apenas mais uma.

PS - Se os credores internacionais estão à espera do Orçamento para aumentar os juros da dívida portuguesa, este atraso - que se sucede à "trapalhada" da entrega do mesmo documento no ano passado - não deixa certamente de ser significativo. Pelas piores razões, claro.

PS 1 - Esta situação diz bem da qualidade política de quem nos governa. Se nem um documento conseguem terminar à hora que eles próprios definem...

PS 2 - É preciso não esquecer que está em causa o Orçamento de Estado para 2010. E hoje é dia 26 de Janeiro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Governo folclórico

Os problemas do país são graves: desemprego, dívida externa, défice das contas públicas, acesso dos jovens ao mercado de trabalho, ensino de qualidade, saúde sem listas de espera, etc., etc.

O Governo começa a divulgar ideias a propósito do próximo Orçamento de Estado: portugueses vão poder votar em qualquer local do país, independentemente do local de recenseamento; abertura de conta-poupança em nome de cada criança que nascer.

Confirma-se que o Governo e o País são realidades distintas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Devo mais 466 euros ao estrangeiro?!

("Público" de hoje)

("Correio da Manhã" de hoje)


Chamem-lhe orçamento rectificativo, suplementar ou redistributivo (isto é uma paródia, pá!, o nome pouco interessa), a verdade é que Portugal continua a endividar-se a ritmo assustador.

Pelas minhas contas, se somos cerca de 10,5 milhões de portugueses e o Estado se vai endividar em mais 4,9 mil milhões de euros, esta noite vou deitar-me a dever mais 466 euros ao estrangeiro.

Confesso que não me sinto responsável pela dívida. Não comprei carro de luxo, não fiz férias no estrangeiro, não andei em grandes jantaradas, não organizei festanças... Mas vou ter de pagar.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Buraco do Estado: 36 milhões / dia

O défice do Estado regista uma média diária próxima de 36 milhões de euros, o que significa que em cada hora que passa o buraco entre as receitas e as despesas é de 1,5 milhões de euros. O ritmo do défice aumentou este ano 153% face aos primeiros oito meses de 2008. No ano passado o saldo negativo do Estado registava 3,436 mil milhões, este ano já ascende a 8,712 mil milhões.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Endividamento de Portugal em 106% do PIB

«O endividamento externo do país já ultrapassa os 100% da riqueza nacional. Este dado resulta dos números hoje divulgados pelo Banco de Portugal no seu boletim estatístico.»

Este é o país real. O resto é treta.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Política a sério

Quando, em Abril de 2002, Durão Barroso tomou posse do XV Governo Constitucional, cada português “tinha” uma dívida para com o Estado de cerca 7.400 euros (Dívida Pública: 73,6 biliões de euros). Em Março de 2005, com a posse do XVII Governo Constitucional (liderado por José Sócrates), essa dívida já ascendia a 9.300 euros.

A tomada de posse do XVIII Governo Constitucional só será realizada dentro de alguns meses, mas a dívida será, certamente, acima dos 12.900 euros (Julho de 2009)…


FONTE: "O Insurgente"

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sócrates campeão do desemprego

Diz Sócrates:
«Está por nascer um primeiro-ministro que tenha feito mais pelo défice.»
Responde o PCP:
«Está por nascer um primeiro-ministro que tenha feito tanto pelo desemprego.»

Excelente resposta.