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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Frases cruzadas

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(in "Jornal de Negócios")

sábado, 25 de abril de 2009

Madeira espectacular!


É fantástico ver que os portugueses continuam a ser um povo criativo.
Esta manifestação, à porta do Governo Regional da Madeira, prova isso mesmo.

Alberto João Jardim, que passou por Coimbra como estudante, não terá certamente deixado de sorrir perante tão grande prova de irreverência.

Para ver aqui. E ler aqui.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Reflexões avulsas

"Oceano Pacífico" é nome de programa de rádio.
Já me acompanhou durante dezenas e dezenas de horas.
Hoje ouço-o menos do que no passado, mas continuo a saber que existe e que, sempre que necessário, é um "companheiro 5 estrelas".
Acabo de ler que o "Oceano Pacífico" vai ser já em Outubro uma estação de rádio on-line.
Aplaudo vibrantemente.

Cristiano Ronaldo continua nas "bocas do mundo".
Pena é que não seja pelo brilhantismo das suas exibições no Euro 2008...
Aqui pode ver imagens das "férias quentes" com Nereida. E dela. Só.

Euro 2008...
Por falar nisso, já é tempo de terminar a publicação das minhas recordações do Campeonato da Europa.
Talvez hoje, talvez amanhã.

Alberto João Jardim não muda.
Como estamos em tempo de (pré)férias, convido-vos a ouvir o político madeirense a discursar sobre «os espíritos que se auto-masturbam». Aqui.
Uma intervenção de acordo com a "silly season".

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Análise política (popularucha)

Alberto João Jardim anunciou que não se candidatará à liderança do PSD; ouviu-se no país um prolongado suspiro de alívio.

José Sócrates disse desconhecer que não se pode fumar nos aviões; ouviu-se no país uma enorme gargalhada.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Aguiar-Branco

Gostei de ler a entrevista de Aguiar-Branco à "Visão".
Finalmente surge alguém disposto a lutar por ideias, contrariando a "lógica aparelhística".

Gostei, sobretudo, de o ver afirmar-se como social-democrata.
(Não me recordo de José Sócrates se afirmar socialista; e se o fizesse, a reacção seria uma enorme gargalhada nacional).

Esta política que vamos tendo, em que todos são diferentes mas afinal são iguais, é a principal razão para o descrédito generalizado e o desinteresse dos cidadãos.

Se Aguiar-Branco conseguir assumir um PSD novo, jovem, determinado, a lutar por ideias e por ideais, poderá terá sucesso.
Para já, agitou as "águas" deste "mar Morto" em que se vive.

A luta, contra os instalados da política, será difícil.
Mas é daquelas batalhas que só enobrecerá quem a travar.

NOTA - Alberto João Jardim ainda ontem disse aos jornalistas que só voltaria a falar após a visita de Cavaco Silva à Madeira. Hoje, porém, não resistiu. Veio dizer que o PSD é do Povo e não da alta burguesia do Porto. Não percebi. Afinal, quem era... Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro? Jardim tem esta característica: fala muito. E, por vezes, mais valia que ficasse em silêncio. Hoje, por exemplo, perdeu uma boa oportunidade de estar calado.

(Alberto João Jardim, que já admirei em tempos recuados, é um daqueles políticos cujo "prazo de validade" está ultrapassado. Entrou na política no "25 de Abril" e nunca mais saiu; ficou, ficou, ficou, ficou, ficou, ficou... Até parece que, no Portugal de 10 milhões de habitantes, há uma "casta" minoritária de predestinados e uma esmagadora maioria de incapazes. Felizmente, a tendência será para haver cada vez menos políticos como ele...)

ACTUALIZAÇÃO (às 0h30 de 18/04/2008) - Acabo de chegar a casa e tomo conhecimento da notícia de "demissão" de Luís Filipe Menezes. Afinal, parece que houve quem não gostasse da entrevista à Visão".

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Citação

«O apego ao poder é o pior que há na raça humana. Pior que o apego ao poder só pode ser a ganância, o vale-tudo para se conquistar um lugar no poleiro a qualquer preço. Ou passando por cima daqueles a quem se deve respeito, lealdade e ética, ou queimando etapas para se inchar de regozijo perante esse deslumbramento.
Isto aplica-se aos grandes cargos como aos pequenos.»

Estou a tornar-me um admirador de Luiz Carvalho.
Recomendo vivamente a leitura.