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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Razões de esperança
Depois de olhar as capas do "Correio da Manhã" dos últimos dois dias, sinto que ainda há razões para encarar o futuro com um mínimo de esperança.
Tema(s):
Apito Dourado,
Correio da Manhã,
corrupção,
futebol,
Política,
tribunais
terça-feira, 16 de setembro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
E esta, hein? (2)
«O advogado de Valentim Loureiro, Amílcar Fernandes, alertou hoje em Gondomar para um "excesso de celeridade" no início do julgamento do processo Apito Dourado e que, "provavelmente", haverá "inconstitucionalidade" em alguns actos processuais.»
(in "Público on-line")
Por vezes, sinto que ou é o mundo que está a ficar "de pernas para o ar" ou, então, sou eu que começo a perder o sentido das realidades.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
E esta?!
Jornalista da SIC ganha processo no Tribunal Europeu
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) deu razão ao jornalista José Manuel Mestre, que fora condenado por difamação em Portugal após afirmar que Jorge Nuno Pinto da Costa era o “patrão dos árbitros”, na altura em que o dirigente desportivo era também presidente da Liga de Clubes.
Na origem do caso está uma entrevista realizada em 1996 ao então secretário-geral da UEFA, Gerhard Aigner, a quem o jornalista perguntou como era possível que o presidente da Liga de Clubes, sendo simultaneamente presidente de um clube, se sentasse no banco de suplentes, à frente do árbitro, de quem era, por inerência, patrão.
Com a decisão do TEDH fica sem efeito a condenação ao pagamento de uma multa de 3990 euros imposta pela Justiça portuguesa ao jornalista e à SIC, sendo o Estado português condenado a pagar 2104,72 euros a José Manuel Mestre e 687,37 euros à estação de televisão, mais 10.000 euros a cada um dos implicados no caso pelos gastos na acção para o TEDH.
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) deu razão ao jornalista José Manuel Mestre, que fora condenado por difamação em Portugal após afirmar que Jorge Nuno Pinto da Costa era o “patrão dos árbitros”, na altura em que o dirigente desportivo era também presidente da Liga de Clubes.
Na origem do caso está uma entrevista realizada em 1996 ao então secretário-geral da UEFA, Gerhard Aigner, a quem o jornalista perguntou como era possível que o presidente da Liga de Clubes, sendo simultaneamente presidente de um clube, se sentasse no banco de suplentes, à frente do árbitro, de quem era, por inerência, patrão.
Com a decisão do TEDH fica sem efeito a condenação ao pagamento de uma multa de 3990 euros imposta pela Justiça portuguesa ao jornalista e à SIC, sendo o Estado português condenado a pagar 2104,72 euros a José Manuel Mestre e 687,37 euros à estação de televisão, mais 10.000 euros a cada um dos implicados no caso pelos gastos na acção para o TEDH.
(informação do Sindicato dos Jornalistas)
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Brilhante!
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