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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Escutas destruídas, escutas publicadas


No dia em que foram destruídas as escutas que envolviam o primeiro-ministro (segundo as notícias do início da tarde) recordo a capa do "Sol" de hoje.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Os salários de José Penedos e Rui Pedro Soares

«Diferente, porém, é o caso de alguns gestores cujos ordenados e prémios foram divulgados.
José Penedos será único e insubstituível? Rui Pedro Soares será único e insubstituível?

A favor dos seus robustos ordenados, há quem alinhe vários argumentos:
1. Os vencimentos que recebem são inferiores àqueles que se praticam a nível internacional no respectivo sector;
2. Estes gestores contribuem para os elevados lucros das suas empresas, devendo ser premiados por isso;
3. Se não lhes pagarem bem, as empresas arriscam-se a perdê-los.

Ora, nenhum destes argumentos é válido.
Vejamos:
1. A maioria destes quadros de que estamos a falar não chegaria a ocupar na Alemanha, em Inglaterra ou em França os cargos que ocupa aqui. Alguns dos nossos presidentes de empresas não seriam mais do que chefes de secção no estrangeiro. Além disso, o nível de vida na maioria desses países é muitíssimo superior ao nosso, pelo que os ordenados não são comparáveis: a vida em Lisboa é duas ou três vezes mais barata do que em Berlim, Londres ou Paris;
2. Com raras excepções, as empresas de que estamos a falar teriam os mesmos lucros com estes gestores ou com outros; além de que se pagam prémios de gestão em empresas que dão prejuízo;
3. Estes quadros não representam uma mais-valia para as empresas – as empresas é que representam uma mais-valia para eles. Se alguns deles saíssem, as empresas não perderiam nada e eles perderiam muito.
(...)
Tenho as mais fundadas dúvidas de que muitos destes administradores que recebem principescos ordenados e prémios dêem mais à sociedade do que recebem.
A maioria deles dá menos.
Ou seja: são pessoas que dão prejuízo à sociedade.
Em lugar de ser a sociedade a dever-lhes o contributo do seu saber, do seu empenho, da sua dedicação, são elas que devem à sociedade um nível de vida artificial, que não está de acordo com o que produzem.

Numa linguagem crua, mas verdadeira, estas pessoas são parasitas da sociedade.
Alguns desgraçados (e desgraçadas) que ganham 500 euros por mês, e levam uma vida inteira a trabalhar sem passarem da cepa torta, têm de contribuir para sustentar o nível de vida desses senhores que se passeiam em carros de luxo, vão para hotéis de 6 estrelas, viajam de avião em primeira classe e vivem em casas de cinco ou mais milhões de euros.
Isto é que é chocantemente imoral.
E nenhum regime o deve aceitar.»
(José António Saraiva, no último "Sol")

sexta-feira, 5 de março de 2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Esta é forte!

O director do Sol considerou hoje que «há uma conivência do poder judicial para com o poder político».
«São factos gravíssimos, próprios de um país da América do Sul, o próprio responsável da máquina judicial avisar as pessoas que estão a ser ouvidas», referiu José António Saraiva na Comissão de Ética da Assembleia da República.
(in "Jornal de Negócios")

Depois de uma afirmação destas, alguma coisa irá acontecer.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Escutas têm 500 interessados?

«Fora 500 pessoas (magistrados, polícias, spin doctors, jornalistas, políticos, intelectuais, colunistas, bloggers, activistas, patetas à boleia), e 500 é um número generoso, ninguém no país quer saber das escutas para nada. A maioria das pessoas não as percebe nem quer perceber.»
Um tal Eduardo Pitta escreve isto no blogue "Da Literatura".
Se o que ele escreve é verdade, cada um destes 500 interessados nas escutas deve ter comprado para aí uns 400 exemplares das últimas edições do "Sol".
Eu confesso que só comprei dois: um na sexta-feira e a "Edição Extra" no sábado.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

«O Poder bateu no fundo»


«O Poder bateu no fundo. O primeiro-ministro já mostrou a sua face oculta e a sua 'entourage' revela uma baixeza aterradora.
Depois dos casos da Universidade Independente, do Freeport, das escutas de Aveiro, das pressões de Lopes da Mota, ainda há alguém que tenha dúvidas?
José Sócrates tem jeito para o cargo - volto a dizê-lo.
Mas tem um problema de carácter que já não consegue esconder e que começa a envergonhar o lugar.»
(José António Saraiva, no "Editorial" de hoje do semanário "Sol").

Já cheguei a esta conclusão há muito tempo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Expliquem-me como se eu fosse muito burro

Segundo noticia o "Sol", «a ministra da Educação, Isabel Alçada, mostrou-se hoje "surpreendida pelo relevo que tem sido dado" às notícias sobre a nomeação da nova directora regional de Educação do Centro, Beatriz Proença, afirmando que há informação "falsa" a ser divulgada».
«Eu fico até muito surpreendida pelo relevo que tem sido dado a esta notícia (…) Nós indigitámos uma profissional que é inspectora e ela iria ser nomeada directora regional do Centro (…) No decurso desse processo (de nomeação), veio a verificar-se que tinha saído uma lei, em Agosto, que impedia a possibilidade de as pessoas que tinham exercido cargos de inspecção assumirem cargos dirigentes e então tivemos de informar que havia uma incompatibilidade. Foi apenas isto, tudo o resto é falso», afirmou Isabel Alçada, de acordo com o "site" do "Sol".
No mesmo texto, o jornal refere que «Beatriz Proença desempenhou funções de directora regional de Educação do Centro até quarta-feira, em Coimbra, no gabinete que pertenceu à anterior responsável, Engrácia Castro, mas não chegou a tomar posse.»
Expliquem-me, como seu eu fosse muito burro, como é que alguém pode exercer funções no Estado sem tomar posse.
Por favor, expliquem-me lá.

sábado, 28 de novembro de 2009

«Temos gente que não presta...»

«O país constatou que em algumas universidades funcionavam verdadeiros gangues, gente sem escrúpulos organizada em termos de associação criminosa.
Foi isto o que se passou na área do ensino superior privado.»


«Só que ao escândalo do BCP seguiu-se o do BPN e a este o do BPP. E, aqui, toda a área ficou sob suspeita.
Tal como sucedeu nas universidades – em que, depois de conhecidas as fraudes, só as públicas e a Católica não passaram a ser olhadas com desconfiança –, na banca portuguesa só a Caixa Geral de Depósitos não foi afectada pela hecatombe.»


«Ora, tal como sucedeu nas duas áreas anteriores, depois de o futebol ter sido entregue a si próprio não tardou muito a que começasse a falar-se de escândalos.
O mais célebre foi o Apito Dourado, mas muitos outros ocorreram envolvendo árbitros, dirigentes e presidentes de Câmara: José Guímaro, Pimenta Machado, Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, José Eduardo Simões, etc., etc.»


«Todos os países podem ter melhores ou piores Governos.
Mas os países só podem verdadeiramente andar para a frente se tiverem boas elites.
Se, nos sectores vitais da sociedade, houver gente capaz, séria, competente e empreendedora.
Ora em várias áreas-chave temos tido demasiada gente que não presta.
Gente que não hesita em recorrer à fraude, à corrupção, à usura para alcançar os objectivos.»


São quatro excertos do "Editorial" de sexta-feira do jornal "Sol", da autoria de José António Saraiva. Um texto brilhante, que pode ler na íntegra aqui.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Uma explicação para a troca de telemóveis


É a notícia do dia! «A 25 de Junho vários suspeitos do processo "Face Oculta" trocaram de telemóveis». Um alarido enorme!

Pus-me a pensar nisto e concluí que, se calhar, a coisa nem tem nada de extraordinário.
Imaginem que na véspera (24 de Junho), os "vários suspeitos" foram ao Porto assinalar o S. João. Estavam na zona da Ribeira, não necessariamente todos juntos, a almoçar ao ar livre, com os telemóveis pousados em cima das mesas, quando de repente caíu uma grande chuvada.
Como se sabe, os telemóveis não podem apanhar água...

Parece-me uma explicação plausível. Só não sei se choveu no Porto naquele dia.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cortesia socialista

O ainda ministro da Presidência, Augusto Santos Silva, diz ao SOL desta sexta-feira que Manuela Ferreira Leite, a líder da oposição, usa uma linguagem semelhante à do Bloco de Esquerda ou do MRPP, sendo por isso uma «interlocutora precária». E adianta que ela faz lembrar uma «anarquista espanhola»
(in "Sol")

Aqui está uma forma simpática, elegante até, de um alto dirigente do PS falar da líder do principal partido da oposição.
Percebe-se perfeitamente que os socialistas vivem agora a "fase do diálogo".

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Recortes do dia

Blogue "31 da Armada"


"Sol" de hoje

"Correio da Manhã" de hoje

"Expresso" de hoje

"Sol" de hoje

clique nas imagens para ampliar

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Vital com zero votos

Vital com zero votos para o Conselho Científico da Faculdade de Direito

O cabeça-de-lista do Partido Socialista ao Parlamento Europeu foi o docente menos votado nas eleições para o Conselho Científico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Vital Moreira não recebeu nenhum voto no escrutínio de terça-feira.
Segundo a acta da Comissão Eleitoral para as Eleições do Conselho Científico da FDUC, Vital Martins Moreira não colheu qualquer voto e ficou em último lugar nas preferências dos docentes da faculdade.
A votação realizou-se terça-feira, 2 de Junho. Entre os candidatos contavam-se todos os docentes doutorados que não tivessem declarado indisponibilidade para concorrer a um lugar no conselho científico.
Vital Moreira não manifestou indisponibilidade para continuar naquele órgão para o qual foi eleito em 2006, apesar não ter comparecido a qualquer reunião do conselho durante dois anos.
Nesse período, o constitucionalista também acumulou faltas injustificadas às aulas e não apresentou sumários da lições, como a lei exige. No entanto, Vital não foi alvo de qualquer processo disciplinar.
(in "Sol")

sexta-feira, 29 de maio de 2009

terça-feira, 17 de março de 2009

A net, essa malvada...

Um dos receios das forças democráticas é a tomada de controlo dos media independentes pelo poder socratino, cujo principal segredo é o controlo directo (veja-se o lançamento do diário i) e indirecto dos meios de comunicação social. Só mediante esse controlo de rédea curta é que foi possível manter a farsa da túnica linda do rei que ia nu.

Nesse controlo há quem estranhe a independência do grupo Prisa em Portugal face ao Governo. Porém, fechados sobre os problemas domésticos, descura-se a análise do contexto internacional.

A TVI (e o grupo Media Capital) é agora a jóia da Prisa, batida por problemas muito sérios e de difícil solução em Espanha. Zapatero quer a pele deles porque, apesar da tradição pós-franquista de apoio ao PSOE, acha que colaboraram subtilmente com Aznar até à noite de 13 de Março de 2004. Por isso, lançou-lhes em cima do Plus dois canais televisivos e ainda o diário espanhol Público, não se abstendo, além disso, de intervir na sucessão do grupo após a morte de Jesús de Polanco.

Não é que a Sócrates falte a vontade de controlar todos os media - e assim tentar inverter o rumo da TVI e do Sol. Mas estamos num tempo tecnológico que não consente a concretização dessa veleidade. Como temos explicado, existe a net...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Freeport e a fábrica de pneus

"Sol" de sábado passado
(clique na imagem para ampliar)

Quem tem medo do Freeport?

"Sol" de sábado passado
(clique na imagem para ampliar)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Freeport: a notícia do dia

(clique na imagem para ampliar)

Acompanhe o desenvolvimento do caso no "site" do SOL. E os comentários.

Nota pessoal: Já fui duas vezes à Academia do Sporting, em Alcochete, que tem uns seis ou sete campos de futebol. Mas nunca entrei no Freeport, que - soube hoje - ocupa uma área equivalente a 55 campos de futebol. Talvez porque seja "futebol" a mais para a minha camioneta...