Hoje à tarde fui ao Luso assistir ao Académica-Candal, em juniores.
Na Briosa estão vários jovens da "minha equipa" e ainda não tinha tido oportunidade de os ver jogar esta época.
A Académica venceu (sem discussão) por 2-0. Aliás, o "resultado certo" (como se no futebol existissem "resultados certos"...) teria sido 4-1.
Ainda o jogo não tinha chegado ao descanso e ouço, ali ao lado, a seguinte expressão:
«O homem está carregado de razão. Deviam existir era mais quatro como ele!».
Falavam do bastonário da Ordem do Advogados.
Ou muito me engano ou o Povo já fez a sua avaliação sobre a polémica agora iniciada.
(PS - Gostaria de ter tempo para reflectir sobre este último tema, englobando o facto de ter existido uma "Operação Mãos Limpas" em Itália conduzida pelo poder judicial, de um famoso banqueiro estar detido em Espanha e de aqui ao lado trabalhar alguém como Baltasar Garzón, enquanto na minha terra é um advogado, no caso o bastonário da Ordem dos Advogados, a levantar a voz contra a corrupção, na sequência de um "alerta" do Presidente da República. Gostava de ter o talento necessário para "encaixar" as peças deste "puzzle". Ou seja: saber passar para o papel aquilo que sinto. Para já, de qualquer modo, deixo aqui uma palavra de solidariedade ao Marinho Pinto - o mesmo António Marinho que conheci nesta vida das notícias e que admiro).
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sábado, 26 de janeiro de 2008
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Advogados
A situação na Ordem dos Advogados está bonita.
Ai está, está.
Mas gostei de ouvir Rogério Alves, há pouco, na SIC Notícias.
Ai está, está.
Mas gostei de ouvir Rogério Alves, há pouco, na SIC Notícias.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Ordem
«Júdice saiu do PSD de Marques Mendes para se aproximar de Sócrates. O sinal mais evidente desta transumância em direcção ao poder consistiu em ser mandatário do actual presidente da CML. Neste edificante contexto, é natural que Júdice ressuma o seu ódio de classe - sim, ele é fundamentalmente um homem de negócios - contra o filho do polícia (Rogério Alves) e contra o filho da camponesa e do alfaiate (Marinho Pinto)».
(João Gonçalves, no "Portugal dos Pequenitos")
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