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terça-feira, 13 de abril de 2010

Chaves na final


Gostava que a Naval tivesse chegado à final da Taça de Portugal. Mas não gosto menos que o Chaves seja o finalista.
A explicação é simples: a única final a que assisti foi disputada entre Farense e Estrela da Amadora. Foi a maneira de me manifestar contra o "sistema" que já então vigorava no futebol português.

PS - Escreveu-se na altura que Estrela da Amadora e Farense não encheriam o Estádio Nacional. Pois... encheram-no duas vezes - na final e na finalíssima!

domingo, 22 de novembro de 2009

Bruno Paixão: um mau árbitro

(foto do "Público")

Bruno Paixão é, em minha opinião, um dos piores árbitros portugueses.
Por isso, a decisão de não efectuar o Oliveirense-FC Porto pode ser outros dos erros em que a sua carreira tem sido fértil.
Há, portanto, que escrutiná-la ao pormenor: as marcações não eram visíveis?... A bola flutuava?...
Qual terá sido o motivo para a não realização do jogo?

Ouvi há pouco, na televisão, adeptos da Oliveirense a afirmarem que, no domingo passado, o campo estava em piores condições e o jogo realizou-se.

A obrigação primeira de um árbitro é realizar o jogo e levá-lo até ao fim.
Foi isso, aliás, que sucedeu em Tóquio, num campo completamente coberto de neve, quando os portistas venceram a Taça Intercontinental. Eu vi.

Não me espanta nada que Bruno Paixão tenha cometido (mais) um erro.

domingo, 18 de maio de 2008

Expulsão no Jamor

Final da "Taça", 71 minutos.
João Paulo vê o cartão vermelho após entrada violenta sobre João Moutinho.
Decisão correcta do árbitro.

O comportamento do jogador portista fez-me lembrar uma final da Supertaça em Coimbra, quando a equipa do FC Porto perseguiu José Pratas pelo campo fora.
Desta feita, João Paulo não obrigou o árbitro a recuar tantos metros, mas empurrou, empurrou, encostou a cabeça.
Todos viram, afinal, o que se passou.

Aqui está um incidente que pode ser um barómetro sobre a situação actual do futebol em Portugal.
Basta esperar pelo castigo disciplinar ao jogador portista.

PS - Estou curioso para ver quantos minutos resiste Bruno Alves no Campeonato da Europa (se jogar... e se jogar deste modo....) sem ver, pelo menos, o cartão amarelo.

A minha final da "Taça"

Há 18 anos assisti à final da Taça de Portugal, no Estádio do Jamor.
Foi a primeira - e única até ao momento.

Aconteceu a 27 de Maio de 1990.
Finalistas: Farense e Estrela da Amadora.

Logo que foram conhecidas as equipas que iriam disputar a final comecei a ler nos jornais que Estádio Nacional não iria encher, como sempre acontece nesta ocasião, porque não estaria lá nenhum dos "grandes".
Foi aí que decidi ir ver o jogo. Primeiro, para demonstrar solidariedade para com dois "pequenos" clubes. Depois, para dar testemunho da minha revolta contra o "sistema", que nessa altura já era bem visível para quem acompanhava de perto a modalidade.

Fui para Lisboa, com a minha mulher, de comboio. Entrámos num autocarro especial da Carris, na Praça do Comércio, e seguimos para o Jamor. Comemos umas sandes e entrámos.

O Estádio Nacional encheu! Assisti calmamente, aplaudi uns e outros.
O jogo terminou empatado (1-1) e na semana seguinte teve lugar nova final, novamente com as bancadas repletas.
(Ou seja: em vez de uma final, houve duas, sempre com o estádio cheio, embora os finalistas fossem duas equipas "pequenas"!)

No fim, quando preparava o regresso a Coimbra pelas mesmas vias (autocarro + comboio), encontrei o então presidente da Académica, Jorge Anjinho, que nos ofereceu "boleia".
Deste modo, uma tarde que já tinha sido agradável pelo jogo de futebol, culminou com duas horas e meia de conversa muito interessante.

Está contada a "estória" da minha ida a uma final da Taça de Portugal.