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domingo, 6 de junho de 2010

Carlos Encarnação "por" João Silva

«O presidente da Câmara [de Coimbra] nunca sabe de nada, não ouviu nada, não é responsável por nada, tendo apenas a convicção de que haja o problema que houver é coisa que já devia ter sido resolvida há 30 anos. (...) O dr. Carlos Encarnação é, pois, um caso de amnésia em estado puro, que merece estudo.»
(João Silva, ex-vereador do PS, no "Campeão das Províncias")

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Como eu sei disto...

(clique na imagem para ampliar)

Lá em casa somos quatro.
No entanto, dois (os mais novos) já não vivem em Coimbra; partiram à procura de futuro melhor.

Bem me parecia...


Este título apenas veio confirmar aquilo que há muito pressentia. Afinal, é mesmo verdade.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pérolas eleitorais (XIX)

Pérolas da campanha eleitoral

"Campeão das Províncias" de ontem

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Mais um...

("Campeão das Províncias" de ontem)
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Mais um exemplo da célebre "teoria do eucaplito".
Há, na verdade, quem consiga secar tudo à sua volta...

Entretanto, o deserto (há quem lhe chame mediocridade) avança.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Luís Bettencours: uma voz livre


Não o conheço, nem nunca ouvi falar dele.
Um texto de opinião, no "Campeão das Províncias", ontem, despertou a minha atenção.
Tem a ver com o governo do município. É obrigatório lê-lo.

Chama-se Luís Bettencours o autor do texto.
Fez-me saber muita coisa que ignorava. Estou-lhe grato por isso, embora me tenha feito sentir (muito) envergonhado.
A situação, afinal, é bem mais negra do que eu imaginava.

Luís Bettencours tem um blogue.
Visitei-o pela primeira vez.
Transcrevo aqui algumas linhas do texto que o autor hoje publicou. Faço-o como forma de homenagem a um homem livre, a uma voz independente, a um cidadão que merece o meu maior respeito.

«Não sou político (nem quero) e nunca dependi da política, dos políticos e da Administração Pública para rigorosamente nada. Sou, por isso, absolutamente livre para emitir a minha opinião sem pudor, medo ou inibição.
(...)
Fui habituado a lutar desde muito cedo para conseguir o que pretendia e almejava. Desde muito cedo fui educado a trabalhar, estudar e ser o melhor profissional na área que escolhesse. O meu pai sempre me disse que jamais "meteria cunhas" para conseguir vagas e que teria de demonstrar o meu valor e mérito sozinho.
(...)
Por isso não aceito facilitismos e preferências resultantes de relações familiares e políticas. Também não admito que os políticos usem o poder que nós todos cidadãos lhes damos para, em nosso nome, gerirem o interesse público quando o que fazem é usá-lo para defender interesses particulares.
E até estou à vontade pois em 2001 decidi votar pela mudança, em Carlos Encarnação. Arrependi-me

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Bastonário candidato a PR?

Imagem (parcial) da 1.ª página da edição de hoje do "Campeão das Províncias"

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

De perfil

(edição de hoje do "Campeão das Províncias")
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Recortes de família

"Despertar" de hoje

"Campeão das Províncias" de ontem
(clique nas imagens para ampliar)

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Desobediência cívica

O “grau zero” da Política, que é aquele em que vivemos, levanta muitos desafios ao cidadão. O regime democrático é mais aparente do que real e, portanto, a possibilidade de influenciar o rumo das decisões é quase inexistente.

Os partidos políticos são os grandes responsáveis por este estado de coisas. Apresentam programas, vencem as eleições e, uma vez no poder, fazem exactamente o contrário daquilo a que se comprometeram. Violam impunemente o contrato estabelecido com os cidadãos.

A nossa República é mais monárquica do que outra coisa. Antes eram os “afilhados” que tinham o futuro garantido, agora são os filhos que herdam os lugares dos pais. À vista de toda a gente, sem pingo de vergonha. Muitas “famílias” habituaram-se a viver à custa do Orçamento do Estado, numa lógica de aparente democraticidade onde o mérito é substituído pela consaguinidade.

De vez em quando, em vésperas de eleições, lá vêm eles (alguns dos quais “agarrados” ao poder desde 1974 ou pouco mais) apelar ao voto, confiados na falta de memória dos cidadãos e no espírito básico-clubístico de muitos eleitores que votam neste ou naquele tal como são do Benfica ou do Sporting.

Os princípios deram lugar às promessas fantásticas, as ideologias foram substituídas pela necessidade de garantir o emprego à corte subserviente. Muitos, violando-se a si próprios, engolem sapos atrás de sapos em nome da segurança de fazer parte do rebanho.

Perante tal situação (negra, mas que descrevi apenas em tons de cinzento), o que faz o comum dos mortais? Afasta-se. Ainda há dias, um amigo, empresário, confidenciava não votar há mais de 20 anos. E o argumento é inatacável: «Eles são todos iguais!».
Quem sabe se, um dia, a continuar este estado de coisas, não serão apenas os candidatos e respectivas cortes aqueles que irão votar? É possível – já faltou mais.

Pela minha parte, prefiro assumir constantemente uma atitude de desobediência cívica. Não sei se o conceito existe, mas para mim consiste em fazer precisamente o contrário daquilo que pretendem os que governam. Sempre dentro da legalidade, mas de modo a que os efeitos se façam sentir.

O Governo quer aumentar receitas e sobe o imposto sobre a gasolina em 2%? Eu tento consumir menos 2% de gasolina, ou ainda menos. O Governo aumenta brutalmente o imposto sobre imóveis? Adio a troca de casa. Fixa montantes mínimos de colecta para a actividade liberal? Descanso mais e cancelo os “recibos verdes”.

Estes são apenas alguns exemplos, porque a “desobediência” estende-se aos vários sectores da vida. Sempre com a esperança que haja mais cidadãos a pensar de igual modo e que, por esta via, se obrigue os responsáveis a alterar comportamentos. Se vivemos numa economia de mercado, creio ser indipensável assumir uma atitude de consumidor consciente, tanto na acção política como na actividade económica ou nas relações sociais.

Mas esta atitude – pensarão alguns – não tem efeitos práticos. Discordo. Conheço várias situações que dizem precisamente o contrário. Se assumirmos o que pensamos sem rodeios, com rigor, sem medo e com frontalidade, aqueles que decidem – sejam eles ministros (ou ministras), autarcas ou gestores de empresas públicas, simples capatazes ou presidentes de conselhos de administração – acabam por ter de alterar a sua conduta. Ou, então, ficam com os “estádios” às moscas.

Com a Política tal como está, subordinada na generalidade aos medíocres poderes aparelhísticos, sem vergonha e sem princípios, resta ao cidadão resistir. Desobedecer civicamente. Todos os dias. Sempre com a esperança de que “isto” terá de mudar – para melhor, é claro, porque para pior já basta assim.

PS – Poderia ter escrito um texto “ao contrário”, a enaltecer as qualidades de quem nos governa e os benefícios decorrentes da sua acção. Um texto simpático, esquecendo que Portugal é o país onde mais tem aumentado o fosso entre ricos e pobres e que tem dos mais elevados níveis de corrupção. É verdade, poderia ter escrito um texto desses. Mas estaria a mentir.

(texto publicado na edição de hoje do "Campeão das Províncias")

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Campeão

A edição de hoje do "Campeão das Províncias" traz muito para ler.
Dois exemplos...

«O advogado José Manuel Ferreira da Silva arrasa a proposta de revisão dos Estatutos da Académica/OAF. Insurge-se contra a eventual redução do número de membros efectivos da Direcção, alegando que isso implicaria o definhamento do Departamento Cultural, rejeita a possibilidade de aquele órgão criar categorias de sócios e alerta para presumíveis ilegalidades.»

«A Comissão de Ética da Assembleia da República recebeu ontem, segundo apurou o “Campeão”, um pedido de levantamento da imunidade parlamentar de um deputado do PSD eleito por Coimbra, tendo em vista a sua inquirição e eventual e posterior constituição como arguido, caso se confirmem indícios de prática de actos ilícitos. O pedido foi feito pelo Ministério Público, sendo necessário o levantamento da imunidade parlamentar para que a Polícia Judiciária possa ouvir o deputado presencialmente.»

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Capas de hoje

Uma primeira página com muito para ler...
Um jornal todo ele apresentado em banda desenhada.
Só mesmo o "Libération".
(clique nas imagens para ampliar)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

quarta-feira, 24 de outubro de 2007