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domingo, 21 de março de 2010

Benfica esmagador

O Benfica acaba de vencer claramente (3-0) o FC Porto na final da "Taça da Liga".

Alguns registos para mais tarde recordar:
1. Tenho uma dúvida: Bruno Alves deveria ter sido expulso uma vez, duas vezes ou três vezes?
2. O Benfica correu mais e foi mais rápido, apesar de ter jogado um desafio intenso na quinta-feira em Marselha.
3. O Benfica deixou Saviola, Cardoso, Ramires e Javi Garcia no "banco". Os três primeiros entraram na 2.ª parte, já com o resultado em 2-0.
3. Se o árbitro do jogo (Jorge Sousa) é o melhor juiz português... a arbitragem anda mesmo pelas ruas da amargura.
4. Nas bancadas registaram-se actos de vandalismo sem que os responsáveis, certamente, tenham sido (ou venham a ser) punidos. Pobre país.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Violência no Bairro da Bela Vista

António Lobo Xavier, brilhante, na "Quadratura do Círculo", a contestar as justificações apresentadas para a violência do bairro de Setúbal.
«Efeitos da crise? - pergunta ele - Gente que anda de Audi, tem motas potentes, armas?...»
Justificar a violência, acrescenta, conduz ao amolecimento do Estado.

Gostei de ver o meu antigo companheiro dos bancos do Liceu D. João III, indignado, a zurzir nos cérebros pretensamente bem-pensantes que estão sempre a arranjar desculpas para os actos criminosos.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O "caso da Quinta da Fonte"

«Cerca de 90% da população activa residente na Quinta da Fonte beneficia do Rendimento Social de Inserção, de acordo com dados da Câmara Municipal de Loures. E muitos, apesar de pagarem rendas de 4,26 euros por mês, devem neste momento à autarquia quantias que chegam aos oito mil euros, apurou o CM junto da Divisão Municipal de Habitação. Quer isto dizer que, desde que foram alojados na freguesia da Apelação, em 1997, muitos dos que beneficiaram do Programa Especial de Realojamento nunca cumpriram com o acordado

terça-feira, 15 de julho de 2008

Uns mais iguais que outros...

«O que aconteceu na Quinta da Fonte foi mais que grave. Percebemos que há ali interesses antagónicos de grupos rivais, "gangs" e concorrência. Os subúrbios vivem na clandestinidade, sem controlo da polícia e com o apoio de uma série de medidas sociais que permitem a um grupo vasto de indivíduos viverem à custa da comunidade, dos contribuintes, sem nada fazer, sem nada contribuírem. Ganharam um estatuto de impunidade e de totais regalias sociais. O rendimento mínimo garantido tem este lado perverso: permite a muitos calões viverem em permanente reforma, com casas pagas, ensino, saúde e tratamento personalizado.
Hoje, na SIC Notícias, Ferraz da Costa - uma personalidade nada simpática para mim - dizia uma grande verdade: que sentirão as famílias que vivem as maiores dificuldades em pagarem a prestação da sua casa, com o seu trabalho, perante isto?»

Luiz Carvalho, acutilante como sempre, no seu "Instante fatal".

E eu acrescento que já ouvi dizer, mais do que uma vez, que há gente a receber o rendimento mínimo que possui gordas contas bancárias. Será possível?...
(Grandes carros parecem ter, usando-os à vista de toda a gente. Serão os mesmos do rendimento mínimo?...)