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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Portugal ganhou o "Mundial" de futebol

Temos de agradecer à Espanha o facto de ter conquistado o Campeonato do Mundo para Portugal.
De acordo com o Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, tudo o que fosse conquistado pela Espanha a leste do meridiano que passa a 370 léguas a leste da ilha de Santo Antão, no arquipélago de Cabo Verde, seria propriedade de Portugal.
Portanto, agora, podem fazer o favor de mandar a tacinha cá p'ra a gente?
(recebida por e-mail)

Mas não é que ganhámos mesmo?


(clique na imagem para ampliar)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Piada brejeira


Uma nova camisola na equipa da Coreia do Norte... :)))

quinta-feira, 4 de março de 2010

Resposta a Carlos Queirós

O seleccionador nacional disse ontem, no final do jogo, não compreender os assobios à selecção nacional.

Parece impossível como Carlos Queirós, sempre tão arguto, não compreende porque é que o público não gostou da exibição medíocre da equipa de Portugal perante um adversário da "3.ª divisão" mundial, a China (83.ª selecção do "ranking" da FIFA!).

E não foram só assobios... Durante minutos, e pela primeira vez que me lembre, ouviram-se "olés" à selecção portuguesa, enquanto os chineses trocavam a bola rudimentarmente!!!

Como Carlos Queirós não sabe, eu explico-lhe com uma imagem.
Basta olhar para o canto inferior esquerdo.




PS 1 - O jogo de ontem foi assim como ir a uma taberna comer carapaus alimados e ter de pagar como se comesse lagosta.

PS 2 - Eu não consigo assobiar a selecção. Nem gritar "olé". Mas compreendo perfeitamente os assobios e os "olés" de ontem. Mais: acho que foram perfeitamente justificados.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Dia de Portugal




ADITAMENTO (às 23h30, regressado do estádio) - Portugal fraquinho-fraquinho num estádio degradado que custa os "olhos da cara" aos cidadãos de Coimbra.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Portugal, Bósnia e a má educação (lá e... cá)

Portugal repetiu o resultado do Estádio da Luz e derrotou a Bósnia por 1-0.

Três ideias
VITÓRIA - A Bósnia (com)provou hoje que é uma equipa da "2.ª divisão europeia". Na Luz já se tinha visto isso, mas as bolas no poste, o medo de alguns portugueses (a começar por Carlos Queirós) e o facto de Portugal ter jogado com 10 (Deco andou sempre a passo) ajudaram a esbater a realidade. Hoje, Portugal marcou um golo e falhou pelo menos mais quatro "coelhos de cama". Só visto!
HINO - O hino nacional português foi assobiado durante toda a execução. Manda a verdade escrever que o mesmo sucedeu na Luz com o hino nacional bósnio. Com duas diferenças. Em Lisboa, foram talvez menos de 1.000 "atrasados mentais" que o fizeram. E no final da execução, o estádio em peso aplaudiu a equipa visitante. (Mas já que falamos de boa - e má - educação, escreva-se que no Estádio da Luz o guarda-redes da Bósnia foi brindado com um coro gigante de "filhoooo-da-putaaaa" de casa vez que recolocou a bola em jogo. Boa educação portuguesa, só pode ser...)
SEGURANÇA - A propósito da queda de objectos no relvado, e que atingiram até um dos fiscais-de-linha, o repórter da TVI lamentou a falta de segurança na entrada para o estádio. Devo aqui escrever que, no sábado passado, o grupo de quatro pessoas de que eu fazia parte também não foi alvo de qualquer revista por parte dos elementos da segurança. Entrámos no estádio com tudo o que quisemos.)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Que miséria! (resumo do jogo)

Relvado péssimo, jogo medíocre, vitória certa da equipa menos má. Que miséria!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

José Castro na selecção A

Já é conhecida a lista de convocados da Selecção Nacional - Clube Portugal para o duplo compromisso na Albânia (jogo de qualificação para o Mundial-2010, a 6 de Junho, em Tirana) e na Estónia (partida de carácter particular, no dia 10 de Junho, em Tallin).

Eis a lista de convocados:

Guarda-Redes - Beto (Leixões SC), Daniel Fernandes (VFL Bochum 1848), Eduardo (SC Braga) e Moreira (SL Benfica).

Defesas - Bosingwa (Chelsea FC), Bruno Alves (FC Porto), Gonçalo Brandão (AC Siena), José Castro (RC Deportivo), Miguel (Valencia CF), Pepe (Real Madrid), Ricardo Carvalho (Chelsea FC) e Rolando (FC Porto).

Médios - Deco (Chelsea FC), Duda (Málaga CF), Eliseu (Málaga CF), João Moutinho (Sporting CP), Raúl Meireles (FC Porto) e Tiago (Juventus FC).

Avançados - Boa Morte (West Ham Utd FC), Cristiano Ronaldo (Manchester Utd),Edinho (AEK), Hugo Almeida (SV Werder Bremen), Nani (Manchester Utd) E Simão Sabrosa (Atlético Madrid).

Uma saudação muito especial para um dos jogadores que mais admiro - José Castro - e que considero um símbolo (mal aproveitado...) da Académica e de Coimbra.
Felicidades, Zé!

terça-feira, 31 de março de 2009

E depois do adeus

(clique na imagem para ampliar)

Em Junho, foi o adeus ao Europeu nos quartos-de-final.
No sábado passado, foi o adeus ao Mundial ainda na fase de qualificação.

Já são adeus que bastem.
Esperemos que hoje não seja o adeus a mais qualquer coisa...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Um homem sem medo

«Para que vou eu falar em nomes se os nomes são conhecidos? O poder todos sabemos quem é e onde tem estado sempre, e o poder nunca gostou de mim. Tenho pago uma factura elevadíssima por me ter batido pela transparência. Basta ver aquilo em que se transformou o futebol português nos últimos 30 anos para perceber quem venceu.»
Manuel José, treinador de futebol. Hoje, no "Diário de Notícias".

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Foi há um ano

Depois de um jogo triste, a atitude censurável de Scolari.
Senti-me envergonhado.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A derrota da Selecção


Um ano depois, voltei ao Estádio de Alvalade, para ver jogar a selecção.
Estive lá em 12 de Setembro do ano passado, num triste embate com a Sérvia (1-1), no fim do qual Scolari teve o gesto lamentável que correu mundo e foi punido com 4 jogos de suspensão e 12 mil euros de multa.
Ontem, o adversário foi a Dinamarca e Carlos Queirós sentou-se no lugar de Scolari.

«Solicita-se aos adeptos da Dinamarca que permaneçam sentados nos seus lugares até 20 minutos após o final do jogo, por razões de segurança».
O aviso, em inglês, foi feito a cerca de 5 minutos do final do desafio, numa altura em que Portugal vencia por 1-0.
A equipa portuguesa estava na frente, a selecção dinamarquesa parecia adormecida e os adeptos nórdicos não tinham grandes razões para festejar. Num instante, porém, tudo mudou... E nenhum dinamarquês respeitou o pedido feito pela instalação sonora do estádio.

Gostei da selecção portuguesa. Sem Quaresma, sem Ronaldo (a “estrela da companhia”), a equipa mostrou um futebol que já não lhe via há muito. Talvez tenha sido no Portugal-Inglaterra, do “Euro 2004”, no Estádio da Luz, que assisti a uma exibição tão boa como a de ontem. Nem mesmo a vitória frente à República Checa, em Junho passado, em Genebra, me deu tanto prazer como alguns momentos vividos ontem em Alvalade.
Frente à Dinamarca, houve momentos de intensa magia dentro do campo. E notou-se, contrariamente ao que sucedia nos últimos de Scolari, que Portugal tem uma equipa.

Continua a notar-se, no entanto, que falta um “patrão” à equipa portuguesa, problema visível desde que Figo deixou de ter tempo para envergar a camisola das quinas.
Ontem, um jornalista bem conhecedor dos meandros da selecção explicou-me assim a situação:
– Antes havia Figo, Pauleta e Costinha, que eram jogadores que se impunham. Gritavam alto e os outros ouviam-nos. Saíram todos, agora não há um líder natural na equipa.
– Então... e o Deco? – perguntei.
– O Deco fala baixinho, muito bai...xi...nho. Não é líder de coisa nenhuma.
Fiquei esclarecido.
É por estas e por outras que vale a pena ir assistir aos jogos da selecção.

Estive em Aveiro, na goleada às Ilhas Faroé, e não gostei da selecção.
Vi a 2.ª parte do jogo em Malta, pela televisão, e já gostei um bocadinho mais da equipa; mas não fiquei convencido.
Ontem, apesar da derrota, gostei bastante da exibição da selecção, apesar dos recorrentes erros defensivos. Não temos um guarda-redes que mande na área (nunca tivemos...) e aquela dupla de “centrais” não transmite a mínima confiança.

No “Euro 2004” fui ver alguns jogos graças a bilhetes ganhos no sorteio de um cartão de crédito. Sorte pura.
No “Mundial 2006”, na Alemanha, só consegui bilhete para um jogo, apesar de me ter inscrito nas vendas da FIFA e da FPF. Fui ver o Portugal-Inglaterra, o tal do desempate por “penaltis”.
Este ano, no “Euro 2008”, voltei a inscrever-me na venda de bilhetes da UEFA e da FPF. Não tive sorte. Acabei por ver dois jogos porque um familiar ganhou bilhetes num concurso promovido por um jornal e porque, à última da hora, um amigo me cedeu bilhetes para outro jogo.
Tento não falhar um jogo da selecção, “a minha (outra) equipa”, em Portugal. E o público que comparece a estes jogos é muito diferente do outro que aparece nas fases-finais de “Europeus” e “Mundiais”. Cá é o “povo do futebol” que se desloca aos estádios, lá fora surgem os “senhores da bola”, alguns dos quais devem gostar tanto de futebol como eu gosto de boxe. (Esclareço que detesto boxe...).

A má educação (ou falta de cultura, se preferirem) dos portugueses vê-se em pormenores simples.
Nunca percebi o motivo dos guarda-redes adversários serem brindados com o coro de «filho da p...» sempre que pontapeiam a bola.
Também não entendo a razão dos portugueses tentarem calar os adeptos do clube adversário com uma assobiadela monumental sempre que estes começam a gritar pela sua equipa. Não seria mais bonito tentar calá-los com um grito de apoio à equipa portuguesa?

Está instalada a moda de fazer cachecóis alusivos a cada jogo da selecção, com a data e os nomes do estádio e do adversário.
Aplaudo. A colecção vai crescendo.

domingo, 8 de junho de 2008

A selecção e os jornais

Hoje não vi nenhum dos jogos do Euro 2008.
Tive um (longo) dia de trabalho.

No entanto, ainda houve tempo para dar uma olhadela aos jornais.
Estou espantado!
Todos falam em três bolas nos ferros da baliza turca: duas de Nuno Gomes e uma de Cristiano Ronaldo.

Peço desculpa, mas vi quatro.
Bosingwa também centrou-rematou ao poste. Mais concretamente ao poste esquerdo da baliza da Turquia.
Foi assim ou... vi mal?

PS - Entrei na área de serviço e escolhi o "Público". Cheguei à caixa e paguei. Ia a virar costas quando a funcionária me diz: «Só um momento. Leve também este. É oferta». Aceitei. Saí também com o «Diário de Notícias» debaixo do braço. Sinal dos tempos...

sábado, 7 de junho de 2008

Caminhada pela Selecção


Foi uma manhã de sábado diferente.
Por iniciativa do "Diário de Coimbra", caminhei da Praça 8 de Maio até ao Parque Verde do Mondego, com passagem pelo Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.
Agradável.
E ainda me ofereceram uma t-shirt, uma bandeira, um pêssego, uma garrafa de água e o jornal.

PS - O passeio serviu para comprovar que as margens do Mondego estão diferentes para (muito) melhor. Mas também são vários os sinais de desleixo. É o mal português: não sabemos cuidar do que temos.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Euro 2008 não vai ser fácil


Começa amanhã a aventura portuguesa no Euro 2008 e o mais natural é tentar agora prever a carreira da equipa comandada por Scolari.

Não estou particularmente optimista.
A juntar aos factores habituais que levam a selecção portuguesa a claudicar nos momentos decisivos, há um conjunto de circunstâncias que em nada favorecem a equipa nacional.

Eis algumas:
- a forma atabalhoada como foi conseguido o apuramento, sem qualquer vitória sobre os três principais adversários;
- a agressão e consequente castigo de Scolari, facto que o coloca numa posição fragilizada perante árbitros e dirigentes da UEFA;
- a recente recusa da participação do FC Porto na Liga dos Campeões, que inevitalmente desprestigia o futebol português no seu todo;
- a novela em torno da ida de Cristiano Ronaldo para Madrid, pela instabilidade que terá provocado no atleta;
- a juventude de muitos dos jogadores, confrontados pela primeira vez com as exigências de uma fase final do "Europeu";
- a tradicional teimosia de Scolari na escolha da equipa titular, aliada à sua já conhecida "moleza" para alterar o rumo dos acontecimentos quando as coisas não estão a correr bem;
- a predisposição dos árbitros para interpretar as constantes quedas dos jogadores portugueses como simulações.

Do lado contrário, o das mais-valias, contamos sobretudo com a presença do melhor jogador do mundo. Com um Cristiano Ronaldo "em grande", a selecção portuguesa será uma; com ele "em baixo", a equipa será outra.

Cristiano Ronaldo é, de facto, a nossa grande esperança, mesmo se o madeirense ainda não conseguiu mostrar que é um jogador decisivo nos grandes momentos. Aí ele costuma "apagar-se".

Não estou, por tudo isto, muito optimista.
Mas desejo - como todos os portugueses - que a selecção possa fazer uma campanha vitoriosa. Para alegria do vasto mundo lusitano espalhado pelos quatro cantos da Terra e, também para que eu possa ter o prazer de os ver jogar no próximo dia 29, em Viena.
O bilhete já está pago.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Camisolas "falsas"?

«A Nike acusou a Modelo Continente de estar a vender camisolas da Selecção Nacional de Futebol não licenciadas, apurou o Jornal de Negócios. Em causa chegou a estar um processo por contrafacção contra a empresa do Grupo Sonae mas a Modelo diz que estava autorizada por escrito pela Olivedesportos. A empresa de Joaquim Oliveira já terá reconhecido o erro.»

A pergunta de Scolari

Pergunta Scolari, num anúncio televisivo:
– Às vezes, penso: e se eu me dedicasse à vinicultura? Quem me apoiaria?
Resposta pronta de um amigo meu, simpatizante do FC Porto:
– Eu apoio. Podes ir embora.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Uma tarde em Viseu

Não foi uma grande tarde dentro das quatro linhas, mas houve festa sábado à tarde no Estádio do Fontelo. A exibição cinzenta de Portugal serve para tudo: pode ser presságio de um grande “Europeu” ou, por outro lado, dar razão aos que – como eu – pensam que nem tudo serão rosas nos estádios suíços. O sorteio da FPF atribuiu-me bilhetes para a final, em Viena, mas tenho receio de que, como há dois anos (também tinha bilhetes para a final em Berlim...), a história se repita e acabe por ficar em Coimbra a assistir à final do campeonato pela televisão. Há quem diga que a História não se repete, mas não tenho tanta certeza. Aguardemos.

Conversa ao intervalo
Simão Sabrosa marca de grande-penalidade
Animação antes de um jogo pouco animado
O momento dos hinos nacionais de Portugal e da Geórgia
Ronaldo chega aos balneários
Bruno Alves e Ricardo Carvalho
O lanche da selecção
Adeptos do Real Madrid esperaram o “craque” português à porta do estádio
(Reportagem fotográfica publicada hoje no jornal "Centro")

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Selecção: nuvens no horizonte

GENEBRA
Portugal-TurquiaGENEBRA
Rep. Checa-Portugal
BASILEIA
Suíça-Portugal
Ou seja, "traduzindo" para o futebol: duas vitórias sofridas e um empate? Ou dois empates e uma derrota?