Mostrar mensagens com a etiqueta ironia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ironia. Mostrar todas as mensagens
domingo, 21 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Pensamento do dia
A passadeira é para passar; não é para passear.
(Se fosse para passear chamar-se-ia passeadeira.)
(Se fosse para passear chamar-se-ia passeadeira.)
domingo, 10 de janeiro de 2010
Casamento homossexual e Emídio Rangel

É-me indiferente que duas pessoas do mesmo sexo decidam viver maritalmente. Não o defendo, mas penso que quem o deseja deve ter toda a liberdade para o fazer.
Mas daí até chamar casamento a essa união vai uma grande distância. Sou totalmente contrário.
A ideia (cultural) de casamento remete-nos para toda uma tradição, forma de organização social e valores que não são compatíveis com o "estatuto" que agora se quer atribuir às uniões homossexuais. Sobretudo porque, ao mesmo tempo, se está a destruir a ideia de família, que é ideia-base da nossa sociedade.
Feitas estas considerações, transcrevo o que Emídio Rangel escreveu ontem no "Correio da Manhã": «(...)já não era possível prolongar por mais tempo uma questão que está resolvida em todos os países democráticos e com um grau civilizacional elevado: o casamento de pessoas do mesmo sexo.»
Ficamos a saber, pela voz de Rangel, que só existem OITO "países democráticos e com grau civilizacional elevado", porque só oito países (e apenas três europeus!) aprovaram o casamento homossexual.
Fiquei feliz: Portugal está entre os oito melhores do mundo. E esta alegria devo-a a Emídio Rangel.
Obrigado, pá.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Adeus, minha querida
Conhecemo-nos há alguns meses.
As nossas vidas cruzaram-se e num instante tornámo-nos amigos. Não sei bem como nem porquê. A verdade é que o nosso dia-a-dia passou a ser diferente depois daquele momento.
Fizeste-me companhia dias seguidos, noites seguidas. Ia à varanda fumar um cigarro depois do jantar e olhava-te com um misto de ternura e admiração. Saía de casa de manhã e saudava-te.
Tu, humilde, quase terna, tornaste-te presença obrigatória na minha vida. E foi assim crescendo o nosso relacionamento.
Fotografei-te vezes sem conta nos últimos meses.
A tua existência ajudava os meus dias a serem melhores. E isso é algo que nunca te poderei pagar, embora saiba que estes sentimentos entre amigos ultrapassam o simples deve-e-haver da vida a correr que hoje todos somos obrigados a viver.
A tua presença era estímulo e conforto. Sabia-te protegida junto de mim e creio que tu sentias o mesmo.
Ontem, ao chegar a casa, com a rua transformada num rio de águas soltas e violentas, senti um aperto no coração. Pressenti o pior.
Olhei e não te vi. A chuva caía frenética. Mesmo assim, saí do carro e fui ver de ti. Não te encontrei. Caminhei rua abaixo à tua procura e... nada.
Concretizaram-se os piores receios. A enxurrada, com a sua força brutal e estúpida, não percebera que tu, minha amiga, eras diferente e arrastara-te para longe de mim.
Fiquei triste, muito triste, por te saber perdida. Para sempre.
Entrei em casa, abatido, a alma a doer. Sem saber o que fazer, surgiu-me o pensamento de honrar a tua memória. E comecei a cogitar este texto, como preito de homenagem a um convívio diário de tantos meses.
É o que aqui tentei fazer. Com o coração despedaçado por hoje já não ter tido a tua companhia pela manhã, quando saí de casa para o trabalho.
Até sempre, "minha" querida escova de dentes azul com risca branca!
(Dedico este texto aos responsáveis pela limpeza urbana em Coimbra, com votos de que em 2010 prossigam com o meritório trabalho que desenvolvem. Como a rua onde vivo não é varrida há 14 anos, creio que será inglório não conseguir chegar, pelo menos, aos três lustros. Vamos a isso!)
As nossas vidas cruzaram-se e num instante tornámo-nos amigos. Não sei bem como nem porquê. A verdade é que o nosso dia-a-dia passou a ser diferente depois daquele momento.
Fizeste-me companhia dias seguidos, noites seguidas. Ia à varanda fumar um cigarro depois do jantar e olhava-te com um misto de ternura e admiração. Saía de casa de manhã e saudava-te.
Tu, humilde, quase terna, tornaste-te presença obrigatória na minha vida. E foi assim crescendo o nosso relacionamento.
Fotografei-te vezes sem conta nos últimos meses.
A tua existência ajudava os meus dias a serem melhores. E isso é algo que nunca te poderei pagar, embora saiba que estes sentimentos entre amigos ultrapassam o simples deve-e-haver da vida a correr que hoje todos somos obrigados a viver.
A tua presença era estímulo e conforto. Sabia-te protegida junto de mim e creio que tu sentias o mesmo.
Ontem, ao chegar a casa, com a rua transformada num rio de águas soltas e violentas, senti um aperto no coração. Pressenti o pior.
Olhei e não te vi. A chuva caía frenética. Mesmo assim, saí do carro e fui ver de ti. Não te encontrei. Caminhei rua abaixo à tua procura e... nada.
Concretizaram-se os piores receios. A enxurrada, com a sua força brutal e estúpida, não percebera que tu, minha amiga, eras diferente e arrastara-te para longe de mim.
Fiquei triste, muito triste, por te saber perdida. Para sempre.
Entrei em casa, abatido, a alma a doer. Sem saber o que fazer, surgiu-me o pensamento de honrar a tua memória. E comecei a cogitar este texto, como preito de homenagem a um convívio diário de tantos meses.
É o que aqui tentei fazer. Com o coração despedaçado por hoje já não ter tido a tua companhia pela manhã, quando saí de casa para o trabalho.
Até sempre, "minha" querida escova de dentes azul com risca branca!
(Dedico este texto aos responsáveis pela limpeza urbana em Coimbra, com votos de que em 2010 prossigam com o meritório trabalho que desenvolvem. Como a rua onde vivo não é varrida há 14 anos, creio que será inglório não conseguir chegar, pelo menos, aos três lustros. Vamos a isso!)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Uma explicação para a troca de telemóveis

É a notícia do dia! «A 25 de Junho vários suspeitos do processo "Face Oculta" trocaram de telemóveis». Um alarido enorme!
Pus-me a pensar nisto e concluí que, se calhar, a coisa nem tem nada de extraordinário.
Imaginem que na véspera (24 de Junho), os "vários suspeitos" foram ao Porto assinalar o S. João. Estavam na zona da Ribeira, não necessariamente todos juntos, a almoçar ao ar livre, com os telemóveis pousados em cima das mesas, quando de repente caíu uma grande chuvada.
Como se sabe, os telemóveis não podem apanhar água...
Parece-me uma explicação plausível. Só não sei se choveu no Porto naquele dia.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Vandalismos
Destruir sinais de trânsito é efectivamente um acto de vandalismo.
Mas... colocar 49 sinais em apenas um quilómetro (à razão de um sinal por cada 20 metros!) não será também uma outra forma de vandalismo?
Perguntar não ofende.
Mas... colocar 49 sinais em apenas um quilómetro (à razão de um sinal por cada 20 metros!) não será também uma outra forma de vandalismo?
Perguntar não ofende.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
