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sábado, 12 de setembro de 2009

Mar oceano

«Mar oceano».
É assim que lhe chamo, é assim que gosto dele.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Apetece-me voltar à praia...


... mas a "água quente" está tão longe.

sábado, 26 de julho de 2008

Sons da praia

- Bolachinha americana! É fixe e é bacana!

- Olhós gelados! Estes são fresquinhos, fazem crescer os peitinhos!

- Chora, chora, que a mãe compra. E quem não compra também não chupa!

- Bolacha do Noddy, só come quem "pody"!

- Ó minha senhora, quer uma bolacha americana? Da Floribela? Dos Morangos com Açúcar? Do Noddy? Ou da Playboy?

sexta-feira, 21 de março de 2008

Mar azul

Praia Azul

domingo, 9 de setembro de 2007

Sabor a mar


Poucas coisas sabem tão bem como um dia inteiro de praia, em final de Verão, com temperatura agradável, água razoável e um peixe grelhado comido em cima do próprio areal.
Excelente praia a de Mira. Equipamentos numerosos e de qualidade.
Mas carota, a começar nos 50 cêntimos por hora de estacionamento.

(E aqueles 15 minutos para atravessar Mira, ao final da tarde, sem apoio policial e sujeitos ao abre-fecha dos semáforos, são coisa do século passado...)

domingo, 2 de setembro de 2007

Praia com povo

Vesti uma t-shirt estampada, peguei no chapéu de sol e fui à praia.

Os 15 dias de férias na praia estão destinados há 25 anos. A sul, junto a Tavira, num lugar que nunca enche (nem parece que estamos no Algarve) e onde se encontram casas mais baratas do que na Figueira da Foz. Ah… e com a temperatura da água do mar a chegar, por vezes, aos 23 graus – o que, anormalmente, não foi o caso deste Verão.

Mas antes ou depois destes 15 dias, há sempre um fim-de-semana ou outro aproveitado para ir à praia. E o destino – tradicionalmente, a Figueira – é desde há muitos anos a Praia de Quiaios.
Gosto da calma de Quiaios, da qualidade dos serviços, do lugar livre para estacionar o carro, da tranquilidade, do cheiro a pinhal combinado com a maresia e… dos amigos.

Hoje, para variar, decidi ir a outra praia, do tipo pais a gritar com os filhos, “Vem para aqui! Já te disse para estares quieto com a bola…”, famílias de três gerações debaixo de vários chapéus colados uns aos outros, mais o quebra-vento e os sacos do farnel, “Ó Luís, tem cuidado, olha c’a bola bate nos senhores!”.

Voltei à Praia da Tocha. Durante anos, a “Cova do Finfas” era destino regular para o almoço de fim-de-semana. Na última década, porém, o futebol obrigou a mudar de planos: o almoço, agora, é onde joga “a minha equipa”. E assim deixei de ir à Praia da Tocha e à Praia de Mira. Voltei hoje.

Cheguei por volta das 10h30, a neblina não deixava ver o mar e a venda de jornais ainda estava por abrir. Estacionei o carro num parque com lugares cobertos – grátis! Sentei-me na esplanada, bebi o habitual carioca de café e paguei 60 cêntimos. Estava a começar bem o dia. Desci ao areal e encontrei uma praia limpíssima e, como atracção, o puxar das redes de pesca – sempre espectacular, embora os bois tenham sido substituídos por potentes tractores.

Quatro horas de praia. O cheiro intenso a mar e o frio a subir ossos acima quando se molham os pés. E depois o almoço, de boa qualidade e a preço razoável.

Razão teve a sexagenária que, à chegada, preveniu: "Hoje não se vai ver o mar...". Palavras sábias. Apesar disso gostei de voltar à Praia da Tocha.

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Reparo 1 - Porque será que a sinalização em Portugal é pensada para quem já conhece o caminho? Porque é que, à chegada à praia, não aparece LOGO a indicação do parque de estacionamento?

Reparo 2 – Dentro da Tocha não utilize o “percurso alternativo” para chegar à praia! É uma coisa do outro mundo! E muito perigoso.

(Conselho: Se quiser ir de carro até à marginal da Praia da Tocha acho que deve seguir uma placa com duas palavras estrangeiras, que parecem ser o nome de uma empresa…)

sábado, 10 de março de 2007