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sexta-feira, 29 de maio de 2009
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Menezes e... Simões
Luís Filipe Menezes acaba de demonstrar, em entrevista à SIC Notícias, as razões que o impedem de algum dia ser primeiro-ministro.
A forma como, rosto crispado, "disparou" sobre diversos militantes do PSD (Pacheco Pereira, Rui Rio, Paula Teixeira da Cruz, António Borges, Aguiar-Branco... e não sei se me esqueço de mais algum) mostra que ele não tem aquele "plus" que faz os grandes líderes.
Uma coisa é combater politicamente os adversários internos, outra é fazê-lo publicamente em frente de todo o país.
Luís Filipe Menezes reforçou, aliás, a ideia que tenho dele: é um bom comentador político. Domina bem as "querelas" político-partidárias, mas isso não chega - normalmente - para governar um país.
Por outro lado, Menezes mostrou a mesma incapacidade de Santana Lopes para compreender o que lhe aconteceu, preferindo lançar as culpas para cima de outros; os "críticos" internos, neste caso.
Curiosamente, a entrevista de Luís Filipe Menezes a Mário Crespo fez-me lembrar o... presidente da Académica. José Eduardo Simões, que já ganhou duas eleições, apresentou-se agora com o lema "Unir a Académica", mas após ser conhecido o resultado eleitoral esqueceu-se de dirigir uma palavra que fosse aos candidatos derrotados.
Embora possa ganhar muitas mais eleições, nunca atingirá o estatuto de Jorge Anjinho ou de João Moreno, para só referir dois dos grandes presidentes da Briosa que conheci.
Os líderes que perduram na memória colectiva têm "qualquer coisa" mais do que o simples facto de serem esforçados.
E isso é algo que notoriamente falta tanto a Luís Filipe Meneses como a José Eduardo Simões.
A forma como, rosto crispado, "disparou" sobre diversos militantes do PSD (Pacheco Pereira, Rui Rio, Paula Teixeira da Cruz, António Borges, Aguiar-Branco... e não sei se me esqueço de mais algum) mostra que ele não tem aquele "plus" que faz os grandes líderes.
Uma coisa é combater politicamente os adversários internos, outra é fazê-lo publicamente em frente de todo o país.
Luís Filipe Menezes reforçou, aliás, a ideia que tenho dele: é um bom comentador político. Domina bem as "querelas" político-partidárias, mas isso não chega - normalmente - para governar um país.
Por outro lado, Menezes mostrou a mesma incapacidade de Santana Lopes para compreender o que lhe aconteceu, preferindo lançar as culpas para cima de outros; os "críticos" internos, neste caso.
Curiosamente, a entrevista de Luís Filipe Menezes a Mário Crespo fez-me lembrar o... presidente da Académica. José Eduardo Simões, que já ganhou duas eleições, apresentou-se agora com o lema "Unir a Académica", mas após ser conhecido o resultado eleitoral esqueceu-se de dirigir uma palavra que fosse aos candidatos derrotados.
Embora possa ganhar muitas mais eleições, nunca atingirá o estatuto de Jorge Anjinho ou de João Moreno, para só referir dois dos grandes presidentes da Briosa que conheci.
Os líderes que perduram na memória colectiva têm "qualquer coisa" mais do que o simples facto de serem esforçados.
E isso é algo que notoriamente falta tanto a Luís Filipe Meneses como a José Eduardo Simões.
sexta-feira, 7 de março de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Última hora
Eduardo Simões: processo segue para julgamento
O processo por que José Eduardo Simões está acusado de corrupção passiva vai ser imediatamente enviado ao Tribunal de Coimbra - Vara Mista para marcação da audiência de julgamento, apurou hoje o “Campeão”.
O presidente da Académica/OAF, na qualidade de anterior director de urbanismo de Coimbra, foi acusado, em Dezembro de 2006, pelo Ministério Público, de eventual prática de oito crimes de corrupção passiva (quatro para acto lícito e quatro para acto ilícito).
A norma do Código Penal referente a corrupção passiva para acto ilícito prevê a punição com pena de prisão de um a oito anos para funcionário (corrompido) que, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, sem que lhe seja devida, vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para qualquer acto ou omissão contrários aos deveres do cargo. A corrupção passiva para acto lícito é punível com pena de prisão até dois anos ou multa até 240 dias.
Sobre Eduardo Simões recai a suspeita de, enquanto director de urbanismo na Câmara de Coimbra (2003/2005), ter favorecido promotores imobiliários a troco de donativos para a Académica/OAF (por ele liderada desde o início de 2005 e de que foi vice-presidente no biénio 2003/2004).
O processo por que José Eduardo Simões está acusado de corrupção passiva vai ser imediatamente enviado ao Tribunal de Coimbra - Vara Mista para marcação da audiência de julgamento, apurou hoje o “Campeão”.
O presidente da Académica/OAF, na qualidade de anterior director de urbanismo de Coimbra, foi acusado, em Dezembro de 2006, pelo Ministério Público, de eventual prática de oito crimes de corrupção passiva (quatro para acto lícito e quatro para acto ilícito).
A norma do Código Penal referente a corrupção passiva para acto ilícito prevê a punição com pena de prisão de um a oito anos para funcionário (corrompido) que, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, sem que lhe seja devida, vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para qualquer acto ou omissão contrários aos deveres do cargo. A corrupção passiva para acto lícito é punível com pena de prisão até dois anos ou multa até 240 dias.
Sobre Eduardo Simões recai a suspeita de, enquanto director de urbanismo na Câmara de Coimbra (2003/2005), ter favorecido promotores imobiliários a troco de donativos para a Académica/OAF (por ele liderada desde o início de 2005 e de que foi vice-presidente no biénio 2003/2004).
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