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terça-feira, 11 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

Aprígio gosta do "estilo Sócrates"

O presidente da Naval tem hoje direito a lugar de destaque na capa do "Diário As Beiras". A frase escolhida para apresentar a entrevista do dirigente é esclarecedora: «Sócrates é um homem persistente e não é miserabilista».
La Palisse não diria melhor. Basta atentar na persistência de Sócrates para conseguir a licenciatura (estudando quando já era governante...) e nas despesas faustosas que conduziram Portugal à porta da bancarrota.
Eis um bom exemplo daquilo que pode ser considerado uma "frase assassina".

PS - Na capa do jornal diz-se também que Aprígio «não esconde "ódio de estimação" por Santana [Lopes]». Não conheço os motivos deste "ódio de estimação". Mas se tem a ver com prioridades autárquicas, parece-me muito melhor que a Figueira da Foz tenha um moderníssimo Centro de Artes e Espectáculos do que um novo (para quê?!!!) estádio de futebol.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Acredito neste homem

Para ler aqui.

Este homem, se estivesse disposto a voltar a exercer funções políticas, teria o meu voto. De olhos fechados.

Todos contra nós. Uma vergonha!

O Governo barafusta. Alguns opinadores indignam-se.
O mundo inteiro está contra nós. Já não chegavam as agências de "rating", agora é o próprio FMI!
Só os nossos queridos governantes acreditam que Portugal está a vencer a luta contra a crise.
«O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em forte baixa a sua previsão para o crescimento da economia portuguesa ao longo deste ano», escrevem os jornais. É o cúmulo!
O desemprego vai aumentar, noticia a Comunicação Social. Que absurdo!
Ao mesmo tempo, o nosso querido Governo reafirma a aposta no TGV. Qual luxo, qual carapuça... E a nossa querida Assembleia da República prepara-se para pagar viagens para Paris, todos os fins-de-semana, a uma deputada eleita por Lisboa. São apenas 6.000 euros por mês! Uns trocos.
Isto é Portugal no início do século XXI. Que tristeza.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Escandaloso!

Voos semanais e ajudas de custo serão suportadas pela AR

Jaime Gama tem despacho para Parlamento pagar viagens de Inês de Medeiros a Paris


Pergunta: a senhora representa os eleitores de Lisboa (círculo pelo qual se candidatou) ou os de Paris (onde vive)?

Provocação: é esta a alegada superioridade moral da República e dos republicanos?

quarta-feira, 31 de março de 2010

Portugal abandalhado

(título do "Correio da Manhã")

Eis um bom exemplo do estado a que chegou o meu país. «Porca miseria!», diria um italiano.
Que fique claro: sou contra esta bandalheira.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Portugal

(clique na imagem para ampliar)

sábado, 23 de janeiro de 2010

A herança de Sócrates

(jornal i)
clique na imagem para ampliar

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Governo folclórico

Os problemas do país são graves: desemprego, dívida externa, défice das contas públicas, acesso dos jovens ao mercado de trabalho, ensino de qualidade, saúde sem listas de espera, etc., etc.

O Governo começa a divulgar ideias a propósito do próximo Orçamento de Estado: portugueses vão poder votar em qualquer local do país, independentemente do local de recenseamento; abertura de conta-poupança em nome de cada criança que nascer.

Confirma-se que o Governo e o País são realidades distintas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Nação velha, gente velha

«Portugal já é o oitavo país mais envelhecido do mundo e o saldo demográfico de 2009 deve ter sido negativo outra vez.»
(informação de José Manuel Fernandes)


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A herança socialista


Máximo desde que há registos
Desemprego supera 10% em Portugal

A taxa de desemprego em Portugal superou a fasquia dos 10%, em Outubro, de acordo com os dados do Eurostat. Portugal tem agora a quarta taxa mais elevada da Zona Euro, com 10,2% de desempregados, registando um recorde de 26 anos.
Nunca a taxa esteve acima dos 10%, pelo menos desde que o Eurostat começou a recolher os dados, em 1983. São, assim, cerca de 570 mil os portugueses no desemprego.
Portugal surge como a quarta taxa mais elevada entre os países da Zona Euro, só superado pela Eslováquia, Irlanda e Espanha.
Segundo o Eurostat, a taxa de desemprego entre pessoas do sexo feminino em Portugal está agora nos 10,9%. Entre os homens, atingiu 9,6% em Outubro (no mesmo mês de 2008, era de 6,7%).
Os jovens continuam a ser os mais afectados pelo desemprego: a taxa entre os que têm menos de 25 anos fixou-se nos 18,9% em Outubro.


A crise é geral mas tem piores efeitos em Portugal. O nosso país também tem um piores governos da Zona Euro, mais voltado para festanças, tgv e auto-estradas que de nada servem, em vez de se preocupar com a vida das pessoas.

Os números não mentem. É este o retrato mais nítido dos 13 anos de governação socialista.

Dia de Portugal


Dia de honrar os que retomaram o destino de Portugal.

sábado, 28 de novembro de 2009

«Temos gente que não presta...»

«O país constatou que em algumas universidades funcionavam verdadeiros gangues, gente sem escrúpulos organizada em termos de associação criminosa.
Foi isto o que se passou na área do ensino superior privado.»


«Só que ao escândalo do BCP seguiu-se o do BPN e a este o do BPP. E, aqui, toda a área ficou sob suspeita.
Tal como sucedeu nas universidades – em que, depois de conhecidas as fraudes, só as públicas e a Católica não passaram a ser olhadas com desconfiança –, na banca portuguesa só a Caixa Geral de Depósitos não foi afectada pela hecatombe.»


«Ora, tal como sucedeu nas duas áreas anteriores, depois de o futebol ter sido entregue a si próprio não tardou muito a que começasse a falar-se de escândalos.
O mais célebre foi o Apito Dourado, mas muitos outros ocorreram envolvendo árbitros, dirigentes e presidentes de Câmara: José Guímaro, Pimenta Machado, Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, José Eduardo Simões, etc., etc.»


«Todos os países podem ter melhores ou piores Governos.
Mas os países só podem verdadeiramente andar para a frente se tiverem boas elites.
Se, nos sectores vitais da sociedade, houver gente capaz, séria, competente e empreendedora.
Ora em várias áreas-chave temos tido demasiada gente que não presta.
Gente que não hesita em recorrer à fraude, à corrupção, à usura para alcançar os objectivos.»


São quatro excertos do "Editorial" de sexta-feira do jornal "Sol", da autoria de José António Saraiva. Um texto brilhante, que pode ler na íntegra aqui.

Susan Boyle em vez da corrupção

Valha-nos Deus! O país está transformado num enorme pântano, sendo praticamente impossível identificar referências ético-morais. Olhamos para um lado, olhamos para o outro, e o que vemos é gente sem princípios, sem valor, um "vale-tudo" que enoja até a mais calma das pessoas.
Olho para eles - sejam titulares de grandes fortunas ou de altos cargos, distribuidores de prebendas ou meros patifes que deveriam estar na prisão - como aquilo que são: gente reles.
É por isso que, cada vez mais, evito estar em sítios mal frequentados. E para não correr riscos de "encontros indesejados", fico-me pela pacatez da minha vida e da minha casa. Assim, sei que não irei encarar "figurões" e patifes. E vivo feliz.

As notícias deste fim-de-semana continuam a ser assustadoras, revelando a promiscuidade que atravessa sectores basilares da sociedade, supostamente independentes. Coleccionei uma série de textos, publicados ontem e hoje na Imprensa, que lidos conjuntamente nos ajudam a ver o quão negro é o momento presente.
Voltámos a 1975. Estamos num PREC de características diferentes e com um sentido histórico oposto. Caminhamos a passos largos - estou convicto - para uma qualquer espécie de ditadura.

Sinto por vezes, como já aqui escrevi, a vontade de encerrar o blogue. Mas vou resistindo, porque acho que esta é também uma forma - ainda que modestíssima - de denunciar a gravidade da situação e contribuir para a "limpeza" que se torna cada vez mais urgente. Mas que duvido venha a acontecer.
Haverá quem não goste do que aqui escrevo, mas... é a vida. Como tenho por adquirido desde há muito, não nasci para ser simpático, nem hipócrita. Digo e escrevo o que penso, com a maior liberdade possível, como bem sabe quem me conhece. Não ando na vida para arranjar "amigos" de ocasião, para sorrir a quem desprezo ou para cumprimentar quem eu julgo que tem as mãos sujas. Sou humilde mas sinto-me limpo. E se assim cheguei aos 53 anos, em cada dia que passa reforço ainda mais as minhas convicções. Nunca tive apetência por luxos e honrarias, nem por "comer à mesa do Orçamento", como muitos dos que por aí andam.

Há páginas de jornal e reportagens de televisão que só não me fazem vomitar porque já estou muito traquejado. Quando essa gentinha me aparece pela frente (gente que mente com a maior desfaçatez, gente que infringe a lei e se assume como moralista, gente pequena que - por mais dinheiro que tenha ou títulos que lhes coloquem em cima - nunca conseguirá ter a estatura e a dignidade de tantas Ti Marias e Ti Antónios anónimos), escrevia que quando essa gentinha pequena me aparece pela frente opto sempre pela medida mais higiénica possível: desligar o televisor, colocar o jornal no lixo.

Talvez por tudo isto é que este blogue tem um média de visitas muito pequena, mas muito estável - são os meus amigos e mais uns poucos. Quem cá aparece "por acaso", raramente volta. Quem pensa que insulta na caixa de comentários, deixa de vir ainda mais rapidamente, porque essas opiniões vão directamente para o "caixote do lixo". [Se o blogue é meu e "dou a cara", é evidente que não tolero injúrias anónimas. Era só o que faltava... Por aqui, há decência.]

A sociedade está gravemente doente. Olho para isto e sinto dor; não por mim, que tenho uma vida construída e continuo a ter forças para trabalhar, nem que seja para pegar numa enxada e tirar da terra o sustento do dia-a-dia. Sinto dor pelos jovens - e, entre eles, os meus filhos. Que raio de país lhes vamos deixar...
Eles, a Ana e o João, sabem bem o que lhes digo desde muito pequenos: o futuro está fora daqui. De Coimbra. E de Portugal.
Há muito que intuí que os tempos vindouros serão penosos. Sem desígnio, sem projectos mobilizadores, sem elites de qualidade (como ainda ontem escreveu o director do "Sol"), com uma população activa maioritariamente funcionalizada, Portugal arrisca-se a ser no futuro - como há muito profetizou um jornalista creio que alemão num encontro ocasional em Bruxelas - apenas um "lar de terceira idade" para a classe média europeia.

Queria escrever apenas algumas linhas, entusiasmei-me e saiu isto.
Vamos ao que verdadeiramente interessa; formular os habituais votos de bom fim-de-semana, desta feita com a proposta de recordarem aqueles escassos segundos que transformaram Susan Boyle em personalidade mundial, ela que acaba de bater esta semana o recorde de pré-vendas de um cd na história da internet.
Cliquem na imagem ou aqui. E façam o favor de serem felizes.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Acordar com um sorriso

Deixem-se de tretas, de corruptos, de incompetentes, de filhos-de-boas-famílias-mas-incapazes, de cretinos, trafulhas, vendedores de banha-da-cobra e outros que tais.
Não se importem se fizer frio, chover e o vento soprar com força.
Amanhã, acordem com um sorriso e pensem que esse, o dia que já nasceu, pode ser o «primeiro dia» de uma vida nova.

Tenham um bom fim-de-semana!
E façam o favor de ser felizes.

domingo, 8 de novembro de 2009

Estaleiro de sucata

«O país está transformado num grande estaleiro de sucata. Sucata politica. Sucata legislativa. Sucata partidária. Sucata ideológica.»

(lido na internet)

sábado, 7 de novembro de 2009

Medina Carreira: homem brilhante



Admiro este homem.
Quando falo nele junto de algum político (ou "candidato-a-político"), respondem-me logo que é um pessimista, um tremendista. Ainda bem que o é: a situação do país é tremendamente perigosa. E ele denuncia-a; não tem "papas na língua".

Acredito, aliás, que o progresso surge dos pessimistas e não dos optimistas, surge dos que criticam e não dos que aplaudem, surge dos insatisfeitos e não dos satisfeitos.
Se não houvesse insatisfeitos, ainda hoje a roda seria quadrada (como foi...), porque mesmo quadrada já serviria muito bem.

É a velha opção: escolher o caminho difícil da vida ou optar pelo "carreiro" mais fácil.

* * * * *
Hoje, ao navegar sem destino pela internet, encontrei esta entrevista de Medina Carreira ao Expresso, há cerca de 15 dias.
Transcrevo algumas frases com as quais me identifico.


«Enquanto não vir gente capaz de tomar conta deste país, sou incómodo. Quando olho para os partidos, para estes dirigentes, não posso ser outra coisa.»

«Se me derem uma hora na televisão, viro muita gente do avesso! O problema é que a gente que precisa de ser virada não o quer ser. Este sistema de vida é bom para eles.»

«Presumo que seja incómodo. A mim não me convidam para ir à RTP, por exemplo.»

«As nossas escolas são fábricas de analfabetos. No meu tempo, os alunos com a 4.ª classe davam menos erros do que alguns ministros agora.»

«O problema da Educação é simples. Primeiro tem de haver ordem nas escolas, programas feitos com gente com cabeça e não por semi-analfabetos.»

«Aquilo que quero é tentar levar as pessoas a perceber os caminhos que trilham, fazer um pouco de pedagogia. Fazê-las entender que estão a ser burladas. O país não pode continuar a ser dirigido por trafulhas.»

«Eu defendo o presidencialismo, mesmo que seja por 15 ou 20 anos. Os partidos precisavam de sossego para se arrumarem e arranjarem gente menos ambiciosa, menos amante do dinheiro alheio.»

«Em Portugal, nos últimos 40 anos, deixou de se produzir pesca, agricultura, minas e indústria. Hoje, os serviços representam 70%. Se não mudarmos a estrutura produtiva, reforçando o sector primário e o industrial, não conseguimos vencer estas dificuldades económicas.»

«Portugal é o país dos achadores. Toda a gente acha. Liga-se a televisão e ouve-se toda a gente a achar.»

«A escola inclusiva é uma vigarice. Põem lá a tropa toda. Como todos somos diferentes, há uns que querem estudar e outros não. Há uns que são capazes e outros não. Quem não aprende não faz sentido lá estar. (...) Isto de todos serem iguais é uma trafulhice.»

«Se eu quisesse falar como o resto da malta tinha aqui o escritório cheio, de auto-estradas, de aeroporto, como os outros têm.»

«Vivemos num mundo muito estranho. Um dia destes fui comprar o jornal e estava uma pequena de 8 anos ao meu lado. Fiz-lhe uma festa na cabeça e perguntei-lhe como se chamava. Respondeu que tinha ordem dos pais para não falar a estranhos. Agora fujo dos miúdos, senão qualquer dia o Rui Teixeira põe-me na choça...»

«[Qual é o seu jogador preferido?] O Messi, porque é um grande jogador e um tipo modesto. Não gosto do Cristiano Ronaldo, porque é um grande jogador e um tipo insuportável. Mesmo um sábio, um compositor, um génio tem de ser modesto. A imodéstia é um sintoma de estupidez.»

«Quando aparece o Sócrates na televisão, eu mudo de canal. Para espectáculo, vou ao circo.»

«Custa-me ver que a classe política não quer julgar os crimes da corrupção, porque não lhes convém, é uma defesa corporativa. Não nos podemos fiar num certo tipo de pimpões que andam por aí...»

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

República monárquica

«É difícil esconder o estendal de filhos, cônjuges e unidos de facto, netos, irmãos, sobrinhos, e demais familiares, colocados na administração central e local, instituições dependentes e empresas controladas.»

Um texto, de 30 de Outubro, que vale a pena ler.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O meu país

«País TRISTE e VERGADO. Isto é o que penso e não digo mais nada. Aonde está o meu país?»
(texto/desabafo encontrado na Net)

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Portugal, rabejador da Europa

«Quando eu nasci, Portugal estava na cauda da Europa. Veio o PREC, e Portugal continuou na cauda da Europa. Depois chegou alguma estabilidade, e aí Portugal continuou na cauda da Europa. Entrámos na CEE, e permanecemos na cauda da Europa. Vieram os governos de Cavaco Silva, mais os milhões comunitários, e - então sim - Portugal continuou na cauda da Europa. Nisto, o PS voltou ao poder. E Portugal manteve-se na cauda da Europa. A seguir, o PSD regressou ao governo. E Portugal na cauda da Europa. Depois, mais governos do PS até hoje. E Portugal firme na cauda da Europa. Onde fica Portugal? Na cauda da Europa. Não se sabe que bicho é a Europa, mas lá que tem uma cauda é garantido. E não há dúvidas nenhumas de que Portugal está nela sozinho.

Nem sempre foi assim. No princípio, Portugal estava na cauda da Europa acompanhado. Nos anos 70, Espanha estava taco a taco connosco na cauda. Ora valia mais o escudo, ora valia mais a peseta. Primeiro, nós íamos ao El Corte Inglés fazer compras baratas. Entretanto, o El Corte Inglés veio para cá fazer vendas caras. De repente, os espanhóis meteram uma abaixo e começaram a galgar pela Europa acima - e nós ficámos na cauda com a Grécia. Nisto, os gregos também amarinharam. Abriu-se a União Europeia a países que estavam igualmente na cauda, como a Irlanda, e todos foram abandonando a cauda a caminho, suponho, do lombo da Europa.

Como se explica este fenómeno da nossa longa estada na cauda da Europa? Creio que só pode ser uma opção. E, sendo uma opção, tem de ser estratégica. É muito raro uma opção não ser estratégica. Já tivemos vários governos e regimes, e todos, sem excepção, optaram por nos manter na cauda. Deve haver um plano. Outros países, que não têm coragem de permanecer na cauda, foram avançando para a garupa. É lá com eles. Mais fica de cauda para nós.

A verdade é que alguém tem de ficar na cauda. E, no que diz respeito a caudas de continentes, a estar nalguma que seja na da Europa. Temos a experiência, o talento e, pelos vistos, a vocação para estar na cauda. Seria uma pena desperdiçar décadas e décadas de prática. Será sensato que um país com o tamanho do nosso se aventure para fora da cauda da Europa? É importante não esquecer que é com a cauda que se enxotam as moscas. E que a cauda consegue enxotar tudo, menos o que está na cauda. Os pessimistas dirão: temos o último lugar garantido. Os optimistas hão-de notar que, ao menos, é um lugar. E que está garantido. Já não é nada mau.»
(Ricardo Araújo Pereira, na "Visão" de ontem)

Brilhante!