O ministro das universidades está muito preocupado com as praxes. Eu, se fosse a ele, preocupava-me com outras coisas. Por exemplo, com os professores que indicam ("vendem") os livros que eles escrevem aos próprios alunos.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Sorrir é o melhor remédio

Os espíritos andam muito crispados.
Já até se ouviram por aí umas vozes a pedir a demissão do Presidente da República! Vejam lá que o homem nem andou na Universidade Independente, nem tem uma licenciatura tipo Farinha Maizena (como disse o Professor Marcelo) e... querem que ele se demita. Eheheheheh.
Por isso, o melhor é encarar isto tudo com um sorriso e publicar aqui no blogue algumas "pérolas" dos últimos dias.
Façam o favor de sorrir.
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sábado, 30 de maio de 2009
Governo socialista? Não me façam rir...
«A manifestação de professores que juntou hoje 80 mil pessoas foi, segundo um dirigente sindical, "uma lição de dignidade" para o Ministério da Educação, mas a ministra reiterou que o Governo vai “prosseguir" as suas políticas.» (fonte: Lusa)
Metade dos professores portugueses manifestaram-se esta tarde em Lisboa.
O Governo, autista, mais uma vez demonstra não dar nenhuma importância à manifestação de vontade dos professores, repetidamente expressa.
Que raio de Democracia é esta?
A manifestação é uma forma democrática de expressão de vontade e um Governo democrático deve dar-lhe a maior atenção.
Mas este Governo, que de socialista só tem o nome, comporta-se como um qualquer "ditadorzeco" da América Latina.
Pobre país, pobre Portugal.
NOTA PESSOAL
Fui professor efectivo durante 13 anos. De um dia para o outro virei as costas à Educação, porque já nessa altura - há 16 anos! - sentia que o meu trabalho não era devidamente recompensado. E nem sequer me afastei por questões de salário. Foi uma das melhores decisões que tomei na vida. Sou feliz e, sobretudo, não tive de ser professor do filho de nenhum governante.
Metade dos professores portugueses manifestaram-se esta tarde em Lisboa.
O Governo, autista, mais uma vez demonstra não dar nenhuma importância à manifestação de vontade dos professores, repetidamente expressa.
Que raio de Democracia é esta?
A manifestação é uma forma democrática de expressão de vontade e um Governo democrático deve dar-lhe a maior atenção.
Mas este Governo, que de socialista só tem o nome, comporta-se como um qualquer "ditadorzeco" da América Latina.
Pobre país, pobre Portugal.
NOTA PESSOAL
Fui professor efectivo durante 13 anos. De um dia para o outro virei as costas à Educação, porque já nessa altura - há 16 anos! - sentia que o meu trabalho não era devidamente recompensado. E nem sequer me afastei por questões de salário. Foi uma das melhores decisões que tomei na vida. Sou feliz e, sobretudo, não tive de ser professor do filho de nenhum governante.
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Vital falará ou ficará calado?
A grande dúvida de hoje: Vital Moreira, o candidato independente pelos socialistas que já foi comunista, falará sobre a manifestação de professores ou ficará calado?
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Sócrates não saiu pelas traseiras...
Título na 1.ª página da edição de hoje do "Diário de Coimbra"Desta feita, José Sócrates não foi obrigado a sair pela porta das traseiras.
Mas a PSP (em maior número que os manifestantes!) não deixou que o primeiro-ministro recebesse um abaixo-assinado de professores.
É assim a democracia à portuguesa.
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Os professores e o ministro
O FACTO
A maioria socialista chumbou hoje o projecto do CDS-PP para suspender o actual modelo de avaliação dos professores, com 116 votos contra e 113 a favor. O diploma contou com o voto a favor dos proponentes, do PSD, PCP, BE, PEV e dos dois deputados não inscritos. Ao lado da oposição votaram ainda quatro socialistas (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho) e a independente Matilde Sousa Franco. (in "Público")
A OPINIÃO DO MINISTRO
«A derrota do projecto do CDS será a vitória da agenda reformista do Governo. (...) Será a vitória dos deputados livres que não se deixam chantagear, daqueles que não estão na câmara corporativa a defender interesses profissionais, estão na Assembleia da República a defender os interesses dos portugueses». (Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares)
A MINHA OPINIÃO
Penso de maneira diferente do ministro. Felizmente.
Quem demonstrou ser efectivamente livre dá pelo nome de Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho.
Em breve teremos, com toda a certeza, a "prova dos nove" dessa liberdade. Vai uma aposta?
A maioria socialista chumbou hoje o projecto do CDS-PP para suspender o actual modelo de avaliação dos professores, com 116 votos contra e 113 a favor. O diploma contou com o voto a favor dos proponentes, do PSD, PCP, BE, PEV e dos dois deputados não inscritos. Ao lado da oposição votaram ainda quatro socialistas (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho) e a independente Matilde Sousa Franco. (in "Público")
A OPINIÃO DO MINISTRO
«A derrota do projecto do CDS será a vitória da agenda reformista do Governo. (...) Será a vitória dos deputados livres que não se deixam chantagear, daqueles que não estão na câmara corporativa a defender interesses profissionais, estão na Assembleia da República a defender os interesses dos portugueses». (Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares)
A MINHA OPINIÃO
Penso de maneira diferente do ministro. Felizmente.
Quem demonstrou ser efectivamente livre dá pelo nome de Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho.
Em breve teremos, com toda a certeza, a "prova dos nove" dessa liberdade. Vai uma aposta?
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Professores: acto democrático
Esta dúzia de professores, deputados do Partido Socialista, votaram hoje ao lado do Governo e contra a proposta do CDS, que tentava dar força legal à vontade da esmagadora maioria dos professores, já manifestada de diversas formas.
A iniciativa de identificar os professores-deputados foi da Fenprof.
Uma iniciativa louvável.
Num regime democrático, como o nosso, qualquer deputado pode assumir as posições que a consciência lhe ditar. E nós, cidadãos eleitores, temos o direito de saber como votam.
Recordo que quando foi aprovada a "Lei do Aborto" quis saber como tinham votado os deputados eleitos por Coimbra. Contactei os serviços da Assembleia da República e diversos grupos parlamentares. E não consegui saber o que queria - apenas soube como votaram os deputados que apresentaram "declaração de voto".
Por tudo isso, acho louvável a atitude da Fenprof - uma organização de professores: dar a conhecer à comunidade (os professores e os não-professores) como votaram os deputados-professores numa questão que diz directamente respeito à sua actividade profissional.
Não, não é perseguição.
É, apenas, responsabilização.
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Governo, PIB e professores
O Governo prevê que o PIB português tenha um crescimento negativo de 0,8%. Bruxelas anuncia que o PIB português vai diminuir 1,6%. Ou seja, o dobro.
Eu acredito na previsão de Bruxelas.
O Governo diz que apenas 41% dos professores estiveram hoje em greve.
Aceitando que o Governo se engana na mesma proporção, acredito que hoje estiveram em greve, pelo menos, 82% dos professores.
Moral da história: eu não acredito no Governo.
(Aliás, é com alguma satisfação que penso, repetidamente, que «estes não me enganaram, são mesmo aquilo que sempre pensei»).
Eu acredito na previsão de Bruxelas.
O Governo diz que apenas 41% dos professores estiveram hoje em greve.
Aceitando que o Governo se engana na mesma proporção, acredito que hoje estiveram em greve, pelo menos, 82% dos professores.
Moral da história: eu não acredito no Governo.
(Aliás, é com alguma satisfação que penso, repetidamente, que «estes não me enganaram, são mesmo aquilo que sempre pensei»).
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Avaliação dos professores
Luiz Carvalho escreveu ontem no "Instante fatal" sobre a avaliação dos professores.
Transcrevo estas linhas:
«A verdade é que durante anos e anos os nossos sôtores tiveram uma vida airada com três meses de férias grandes, mais 15 dias no Natal, outros na Páscoa, mais meia dúzia no Carnaval.
Outra verdade: durante uma vida profissional muitos professores faltaram a seu belo prazer refugiados em atestados fantasmas e artigos quartos, viram as suas carreiras automaticamente actualizadas e desprezaram a nobre arte de ensinar.
Os professores comportavam-se como ainda hoje a classe dos juízes: achavam que eram donos dos alunos, dos pais, e que nada nem ninguém podia interferir nas suas aulas, consideradas coutadas invioláveis dos professores.»
Concordo no essencial com o que Luiz Carvalho escreveu.
Foi, aliás, por não aceitar alguns dos comportamentos descritos que, há 17 anos, senti que estava "a mais" no Ensino e, em face da oportunidade que me foi concedida pelo "Jornal de Notícias", optei por exercer outra profissão.
Tudo somado, porém, continuo a estar de acordo com o protesto dos professores.
Avaliação, sim. Mas com a participação dos directamente interessados. E com competência.
Transcrevo estas linhas:
«A verdade é que durante anos e anos os nossos sôtores tiveram uma vida airada com três meses de férias grandes, mais 15 dias no Natal, outros na Páscoa, mais meia dúzia no Carnaval.
Outra verdade: durante uma vida profissional muitos professores faltaram a seu belo prazer refugiados em atestados fantasmas e artigos quartos, viram as suas carreiras automaticamente actualizadas e desprezaram a nobre arte de ensinar.
Os professores comportavam-se como ainda hoje a classe dos juízes: achavam que eram donos dos alunos, dos pais, e que nada nem ninguém podia interferir nas suas aulas, consideradas coutadas invioláveis dos professores.»
Concordo no essencial com o que Luiz Carvalho escreveu.
Foi, aliás, por não aceitar alguns dos comportamentos descritos que, há 17 anos, senti que estava "a mais" no Ensino e, em face da oportunidade que me foi concedida pelo "Jornal de Notícias", optei por exercer outra profissão.
Tudo somado, porém, continuo a estar de acordo com o protesto dos professores.
Avaliação, sim. Mas com a participação dos directamente interessados. E com competência.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Professores: Governo confuso, apesar dos Magalhães
Ouço neste momento (17h10), na SIC Notícias, um secretário de Estado da Educação divulgar os "números da greve" dos professores.
Afirma que são «números recolhidos às 11 horas».
O Governo das novas tecnologias, das novas oportunidades, do "Simplex" e dos computadores Magalhães (mas que soma tantas "trapalhadas" que já lhes perdi a conta) demonstra ao país que anda atrasado. No mínimo, seis horas, porque às 5 da tarde só consegue divulgar dados das 11 da manhã.
Ou seja: na era da comunicação instantânea, deve continuar a utilizar os pombos-correio para a transmissão de mensagens.
* * * * *
À hora do almoço, no restaurante, ouvi um governante (seria o mesmo das 5 da tarde?) dizer que as escolas estavam abertas, quando a questão colocada era saber se os professores estavam a trabalhar.
Falava-se de "alhos" e o homem respondia com "bugalhos". Que tristeza!
(Desejo que o senhor governante nunca precise de recorrer às "Urgências" num dia em que os hospitais se encontrem abertos mas os médicos estejam em greve...)
* * * * *
[desabafo]
Estou farto deste Governo, que usa e abusa da arrogância, da ironia e do cinismo.
Farto!
* * * * *
Não deixa de ser curioso que José Sócrates, que concluiu a formação escolar da forma atribulada que todos conhecemos, tenha no sector da Educação o seu caso mais bicudo.
Não deixa de ser irónico...
* * * * *
Sei de uma escola que esteve hoje aberta.
Trabalharam 6 professores, 140 fizeram greve.
(Desconheço se o governante que está na televisão já conhecia estes "números" – e se os considera uma «derrota dos professores», como o ouvi dizer agora mesmo.)
* * * * *
[outro desabafo]
Abandonei a carreira docente em 1991.
Para trás ficaram 13 anos de serviço como professor efectivo, de nomeação definitiva.
Fi-lo com alguma mágoa, porque gostava muito da profissão.
Mas – desculpem a imodéstia – foi uma das boas decisões que tomei na vida.
Afirma que são «números recolhidos às 11 horas».
O Governo das novas tecnologias, das novas oportunidades, do "Simplex" e dos computadores Magalhães (mas que soma tantas "trapalhadas" que já lhes perdi a conta) demonstra ao país que anda atrasado. No mínimo, seis horas, porque às 5 da tarde só consegue divulgar dados das 11 da manhã.
Ou seja: na era da comunicação instantânea, deve continuar a utilizar os pombos-correio para a transmissão de mensagens.
* * * * *
À hora do almoço, no restaurante, ouvi um governante (seria o mesmo das 5 da tarde?) dizer que as escolas estavam abertas, quando a questão colocada era saber se os professores estavam a trabalhar.
Falava-se de "alhos" e o homem respondia com "bugalhos". Que tristeza!
(Desejo que o senhor governante nunca precise de recorrer às "Urgências" num dia em que os hospitais se encontrem abertos mas os médicos estejam em greve...)
* * * * *
[desabafo]
Estou farto deste Governo, que usa e abusa da arrogância, da ironia e do cinismo.
Farto!
* * * * *
Não deixa de ser curioso que José Sócrates, que concluiu a formação escolar da forma atribulada que todos conhecemos, tenha no sector da Educação o seu caso mais bicudo.
Não deixa de ser irónico...
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Sei de uma escola que esteve hoje aberta.
Trabalharam 6 professores, 140 fizeram greve.
(Desconheço se o governante que está na televisão já conhecia estes "números" – e se os considera uma «derrota dos professores», como o ouvi dizer agora mesmo.)
* * * * *
[outro desabafo]
Abandonei a carreira docente em 1991.
Para trás ficaram 13 anos de serviço como professor efectivo, de nomeação definitiva.
Fi-lo com alguma mágoa, porque gostava muito da profissão.
Mas – desculpem a imodéstia – foi uma das boas decisões que tomei na vida.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Ao lado dos professores
Antigo professor efectivo (abandonei a profissão há 17 felizes anos, porque já nessa altura pensava que o Estado me tratava mal) e casado com uma professora (que trabalha na mesma escola há 28 anos!), sei bem como os sucessivos governos têm espezinhado a classe docente.
[Aliás, cada vez reforço mais a minha convicção de há muito que a Educação só conhecerá melhores dias quando o ministro - ou a ministra - for um professor primário. Estamos fartos de ver o que dá ter como ministros professores do Ensino Secundário ou do Ensino Superior...]
Por isso, em homenagem aos professores de Portugal, sobretudo aos 120.000 (!!!) que se manifestaram no sábado em Lisboa, publico aqui um video retirado do blogue do meu grande amigo Carlos Carranca - também ele um professor que no sábado desfilou nas ruas da capital. E um verdadeiro socialista.
A manifestação no canal que eu vejo:
[Aliás, cada vez reforço mais a minha convicção de há muito que a Educação só conhecerá melhores dias quando o ministro - ou a ministra - for um professor primário. Estamos fartos de ver o que dá ter como ministros professores do Ensino Secundário ou do Ensino Superior...]
Por isso, em homenagem aos professores de Portugal, sobretudo aos 120.000 (!!!) que se manifestaram no sábado em Lisboa, publico aqui um video retirado do blogue do meu grande amigo Carlos Carranca - também ele um professor que no sábado desfilou nas ruas da capital. E um verdadeiro socialista.
A manifestação no canal que eu vejo:
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
Magalhães: a farsa
Não parece, mas é uma sessão de formação de professores sobre o já famoso "Magalhães".
Pobre país...
quinta-feira, 20 de março de 2008
Bandalheira
«Ao primeiro toque, o telemóvel deveria voar pela janela e o seu proprietário ser posto na rua. Depois, como no caso visionado, o energúmeno levaria duas competentes bofetadas no focinho só podendo sair da sala com elas bem dadas. Finalmente, e caso tivesse pais ou gente "responsável" pela sua educação, estes seriam informados da expulsão do estúpido monstro ou, no mínimo, da sua suspensão. A escola pública não serve para apascentar porcinos e porcinas.»
(in "Portugal dos pequeninos"; excerto)
quarta-feira, 12 de março de 2008
Sem papas na língua!
«Voltando à foto da mulher do presidente Costa. O que estava em causa não era ela ser mulher de, mas ser mulher do número dois do PS. O que estava em causa não era o senhor fulano de tal ir às putas, o que esteve em causa era o senhor fulano de tal ser governador de Nova York e nessa condição ter tido uma posição de justiceiro contra os pequenos crimes. O que estava em causa não era um engenhocas beirão nos anos 80 andar a assassinar projectos para amealhar uns cobres para o futuro dos filhos, o que estava em causa é que esse pândego acabou em primeiro-ministro e até criou um programa para acabar com os patos bravos como ele o tinha sido.»
Luiz Carvalho, no "Instante fatal" de leitura diária obrigatória.
Luiz Carvalho, no "Instante fatal" de leitura diária obrigatória.
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terça-feira, 11 de março de 2008
Uma entre 100.000

Um facto está a "agitar" a Net desde ontem: a presença da esposa de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, na manifestação dos professores, no sábado passado.Hoje, o próprio "Diário de Notícias" dá honras de 1.ª página à presença da professora na "manif" anti-ministra da Educação e anti-Governo.
(Luiz Carvalho vai mais longe e lembra as críticas de Maria Antónia Palla, mãe de António Costa, à decisão do Governo de encerrar a Caixa de Previdência dos Jornalistas).
Foto do "Fotografia sempre", onde há mais imagens da manifestação de professores.
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sexta-feira, 7 de março de 2008
Amanhã há manifestação
Se formos todos, o país tem de perceber que há qualquer coisa que não bate certo!
Experimentem a satisfação de poder dizer um dia:
- Eu estive lá!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Caminho da LIBERDADE
Ex.ma sra. governadora civil
ooo O acima assinado, cidadão português e cronista, vem, muito respeitosamente, expor e requerer a V. Ex.ª o seguinte
1 - Tendo o signatário tido conhecimento de que a PSP identificou três professores que, convocados por sms, se reuniram no sábado na Avenida dos Aliados para, supõe-se, não dizer bem das políticas educativas do Ministério da Educação;
2 - Mais tendo sabido que, entre as centenas de presentes, a PSP decidiu identificar (já que tinha que identificar alguém e não levara consigo bolinhas numeradas para proceder a um sorteio) três pessoas que falaram às TV's;
3 - E tendo sabido ainda que tal identificação (e tudo o que se lhe seguirá) se deveu ao facto de as pessoas em causa não terem, em devido tempo, informado V. Ex.ª de que pretendiam ir nessa tarde à Avenida dos Aliados;
4 - Tendo, por fim, conhecimento de que, pelo mesmo motivo, um sindicalista foi recentemente condenado em Oeiras;
ooo vem o signatário solicitar autorização de V. Ex.ª para, logo à noite, se reunir com alguns amigos no Café Convívio, sito na Rua Arquitecto Marques da Silva, nº 303, no Porto, a fim de discorrerem todos ociosamente sobre assuntos diversos, entre os quais provavelmente não dizer bem das políticas educativas do Ministério da Educação.
ooo Pede deferimento.
ooo O acima assinado, cidadão português e cronista, vem, muito respeitosamente, expor e requerer a V. Ex.ª o seguinte
1 - Tendo o signatário tido conhecimento de que a PSP identificou três professores que, convocados por sms, se reuniram no sábado na Avenida dos Aliados para, supõe-se, não dizer bem das políticas educativas do Ministério da Educação;
2 - Mais tendo sabido que, entre as centenas de presentes, a PSP decidiu identificar (já que tinha que identificar alguém e não levara consigo bolinhas numeradas para proceder a um sorteio) três pessoas que falaram às TV's;
3 - E tendo sabido ainda que tal identificação (e tudo o que se lhe seguirá) se deveu ao facto de as pessoas em causa não terem, em devido tempo, informado V. Ex.ª de que pretendiam ir nessa tarde à Avenida dos Aliados;
4 - Tendo, por fim, conhecimento de que, pelo mesmo motivo, um sindicalista foi recentemente condenado em Oeiras;
ooo vem o signatário solicitar autorização de V. Ex.ª para, logo à noite, se reunir com alguns amigos no Café Convívio, sito na Rua Arquitecto Marques da Silva, nº 303, no Porto, a fim de discorrerem todos ociosamente sobre assuntos diversos, entre os quais provavelmente não dizer bem das políticas educativas do Ministério da Educação.
ooo Pede deferimento.
("Por outras palavras", de Manuel António Pina, no "Jornal de Notícias")
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