Mostrar mensagens com a etiqueta Lopes da Mota. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lopes da Mota. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"O" Lopes (*)

Há pormenores esclarecedores. Na Quadratura do Círculo, António Costa referiu-se ao procurador Lopes da Mota - aquele nosso brilhante presidente do Eurojust - como "o" Lopes da Mota. O artigo definido não constituiu lapso freudiano. Mota foi secretário de Estado de um governo de Guterres onde Costa também pontificava. A mulher de Mota é sua vereadora - imagine-se - da cultura, em Lisboa, e dá pelo nome de Rosália Vargas (Lopes da Mota). Grande Lopes. O "nosso" Lopes. "O" Lopes.

(*) Sucinto e esclarecedor. Texto de João Gonçalves no "Portugal dos Pequeninos".

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Depois de Câncio... Rangel

Fernanda Câncio, pelo que li, abandonou o programa de debates na TVI em que participava.
Mas o Governo continua a ter um grande defensor nas noites da TVI.
Estou a ver, pela segunda vez, o programa em que participa Emídio Rangel.
Começou há quatro ou cinco minutos e, sobre o "Caso Lopes da Mota/Eurojust", Emídio Rangel acaba de dizer precisamente o mesmo que o ministro Santos Silva afirmara nos noticiários desta noite.

Estou a escrever e ouço Emídio Rangel diz que o "Caso Lopes da Mota" ainda não é político.
É bem verdade que estamos sempre a aprender.

Sem palavras

«O presidente da Eurojust, Lopes da Mota, disse hoje à agência Lusa que reitera tudo o que disse sobre as alegadas pressões no caso Freeport e aguarda de "consciência tranquila" o resultado o processo disciplinar de que é alvo.»

Este texto deveria ser um desenho para poder escrever por baixo, à laia de legenda, a célebre expressão "Sem palavras".
Não é um desenho, mas escrevo-a à mesma: "Sem palavras".

domingo, 17 de maio de 2009

Dois excelentes textos (no "Público")

No jornal "Público" de hoje, dois textos de opinião "encheram-me as medidas" pelo seu brilhantismo.
Um, de Miguel Esteves Cardoso, com "ar" brincalhão.
Outro, de António Barreto, sério e profundo.

Dei o dinheiro gasto na compra do jornal por (muito) bem empregue. Mais a mais porque o li numa esplanada, em manhã de sol, ao lado do Oceanário de Lisboa, a olhar o Tejo.
Há domingos assim...

* * * * *

Sinal dos tempos, os textos estão já disponíveis na Net.
Deixo um excerto de cada. Se os quiserem ler na íntegra basta clicar.

«Toda a gente acha que tem piada – é talvez a maior tragédia humana. Quem não conhece a agonia e a humilhação de ter de forçar um risinho falso quando é confrontado com uma má piada emitida por alguém que não se pode mandar calar, como o nosso patrão, ou um moribundo? Agora imagine-se o desconforto que não vai pela comitiva do Presidente da República desde que ele descobriu o Ricardo Araújo Pereira que há dentro dele.»
(Miguel Esteves Cardoso)

«O MAGISTRADO Lopes da Mota não deve sair do EUROJUST. Não deve suspender o seu cargo. Nem pedir a demissão. Nem ser demitido. Se a representação de um Estado deve traduzir a verdade, ele é o homem certo no lugar certo. Não se compreenderia, por exemplo, que o representante do Estado português, em qualquer organização internacional, não soubesse falar a língua materna. Nem que o delegado de Portugal à NATO fosse um pacifista militante e um notório objector de consciência.»
(António Barreto)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ainda não há demissão

«Confirmadas pressões sobre juízes no 'Caso Freeport'»
Este é o título que domina os noticiários.

São 20h20.
Lopes da Mota ainda não se demitiu.
Nem foi demitido.