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terça-feira, 13 de abril de 2010

Chaves na final


Gostava que a Naval tivesse chegado à final da Taça de Portugal. Mas não gosto menos que o Chaves seja o finalista.
A explicação é simples: a única final a que assisti foi disputada entre Farense e Estrela da Amadora. Foi a maneira de me manifestar contra o "sistema" que já então vigorava no futebol português.

PS - Escreveu-se na altura que Estrela da Amadora e Farense não encheriam o Estádio Nacional. Pois... encheram-no duas vezes - na final e na finalíssima!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sentidos pêsames

(Dia da Cidade, 2003 / foto: Mário Martins)

O António Alberto partiu. A informação chegou por um amigo, o André, ainda em forma de dúvida. Outro amigo, o João, confirmou-a pouco depois.
O António era um amigo. Devo-lhe o convite para colaborar no "Diário de Coimbra" aí por 1978 ou 79. Ainda recordo a reunião que tivemos os dois com o Dr. Lino Vinhal, no gabinete deste, na qual o António Alberto me apresentou e justificou o interesse da colaboração. O António era tanto amigo que esta diligência foi da exclusiva iniciativa dele.
Já nos conhecíamos de há uns cinco ou seis anos antes, da bancada de Imprensa do Estádio do Calhabé, quando eu dava os primeiros passos na crónica desportiva no "Correio de Coimbra". Encontrámo-nos depois na Emissora Nacional (agora RDP) onde ele colaborou anos a fio à espera de uma vaga no quadro e eu desisti de esperar ao fim de poucos meses.
Ligava-nos também o facto de sermos sócios interessados do Clube Nacional da Imprensa Desportiva (hoje Associação de Jornalistas de Desporto) e de ser dele uma das primeiras adesões ao projecto do Clube da Comunicação Social de Coimbra.
À esposa e restante família apresento sentidos pêsames.
Sinto esta partida profundamente. Descansa em paz, Amigo!

O dia de hoje foi marcado por outra notícia dolorosa. A meio da manhã, o Horácio telefonou a informar que o filho da Adélia e do Quim, o André, falecera de madrugada após vários meses em estado de coma, na sequência de um acidente de viação.
Conheço o André desde que nasceu e a sua partida é dolorosa. Tento imaginar o sofrimento dos pais e do irmão, a quem envio um sentido abraço de solidariedade nesta hora difícil.
Quanto ao André, nunca vou esquecer aquele sorriso de criança.
Descansa em paz, miúdo!