Mostrar mensagens com a etiqueta pessoal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pessoal. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A descansar.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Outras paragens


Tenho andado arredio aqui do blogue.
Mas podem encontrar-me, de vez em quando, no Facebook.
É só clicar aqui.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Sejam felizes!


Tenham um bom fim-de-semana na companhia destes dois poetas de que me orgulho de ser amigo. E, já agora, façam o favor de ser felizes.

Santa Rainha


De dois em dois anos, a Santa que foi rainha desce à sua cidade.
E as gentes acorrem a recebê-la e a saudá-la. Milhares e milhares.

Ontem, assim sucedeu mais uma vez.
Como em tantos outros anos, fui acolhê-la junto à ponte.

A multidão, pareceu-me, foi das maiores de sempre.
Um gesto repetido: o lançar de pétalas de rosa sobre a imagem. Mas, desta vez, houve algo a que nunca assistira: aplausos repetidos, uma vez e outra, à passagem do andor. (Outra referência: nunca vira tantos estudantes de capa-e-batina na procissão.)

Ficam aqui algumas imagens obtidas com o telemóvel.
A qualidade é fraca. A contrastar com a intensidade do sentimento.

(Ontem, dei comigo a recordar o tempo em que a procissão percorria as ruas estreitas da velha Baixa. Vieram-me à memória, nítidas, imagens da Rainha Santa a passar na Rua Eduardo Coelho (a "Rua dos Sapateiros"), ao cimo da minha Rua das Padeiras... E comprovei que, hoje, o fervor e o respeito pelo acto religioso - a procissão - é muito diferente, para pior, do que então existia.)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Luto



Para ti, Júlio.
Estas vozes fazem sentido no Céu.


segunda-feira, 28 de junho de 2010

Júlio Ramalheira

Não voltaremos a pescar juntos em Vale da Chã.
Mas a tua alegria, o teu sorriso, ficará para sempre.
Descansa em paz, primo.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Doutor Carlos Carranca

Apenas uma razão como esta me poderia fazer regressar, por instantes, ao blogue: o meu querido amigo Carlos Carranca doutorou-se esta semana, em Lisboa. Nota final: 18 valores, por unanimidade. Brilhante!

No final de três horas de "exame", o novo Doutor foi convidado pelo reitor da Universidade Autónoma de Lisboa para uma fotografia com o júri

terça-feira, 18 de maio de 2010

O autor decidiu fazer uma pausa neste blogue, enquanto reflecte sobre a situação do triste povo a que pertence – um povo enganado e explorado por dirigentes de qualidade inferior, mas que parece gostar de ser subjugado e tratado como indigente mental.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A Baixa (de Coimbra) está marada!

Hoje fui à Baixa, manhã bem cedinho.
O alarme da Câmara Municipal toca ininterruptamente. Fê-lo durante mais de 20 minutos.
Na Rua da Sofia, uma montra anuncia que "Vende-se campas".
Mais à frente, no pavimento, "SLB" em letras brancas, garrafais, a contrastar com o negro do alcatrão. Uma vez e outra.
Ao lado, numa banca, o "ambulante" anuncia que plastifica cartões «a quente e aotoculante».
Junto aos semáforos, um jovem do alto do seu metro e noventa pergunta-me: «Ó chefe, vem aí na capa da "Bola" alguma coisa sobre o Sporting? E sobre a Briosa?».
Dei comigo a pensar se não estaria a ficar maluco. Pelo sim pelo não, decidi "pirar-me" o mais rapidamente possível.

domingo, 9 de maio de 2010

Queima das Fitas: 30 anos

A placa

António Maló de Abreu: o presidente da Comissão Central de 1980

(clique nas imagens para ampliar)

(mais fotos logo que possível)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Queima das Fitas está doente

Estão a matar a Queima das Fitas. Ontem houve aplausos e gritinhos histéricos no final da Balada da Despedida. E, pelo que ouvi na RUC, foram "fitados" a comportarem-se deste modo!!!
(escrito por mim esta manhã no "Facebook")

Veja aqui (arraste o cursor para 01:12:28 e ouça até ao fim).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Varreram a minha rua!

Os três montes de lixo que eu tinha varrido no dia 25 de Abril já lá não estão, defronte do prédio onde moro. Comemoraram o "1.º de Maio", calmos, junto ao passeio. E partiram ontem, rumo à lixeira, que é o lugar a que têm direito.
É verdade: a minha rua foi varrida ontem!

De nada valeram os meus esforços nos últimos anos. Nem a mensagem que enviei ao presidente da Junta, nem a reclamação que apresentei ao Provedor do Ambiente. O primeiro respondeu-me que a responsabilidade da limpeza era da Câmara. O segundo foi enganado, porque os serviços da autarquia responderam-lhe que a rua era limpa. Não era. Nunca o foi. E ele nada mais podia fazer.

Ontem, porém, as coisas mudaram. E senti o prazer de ver – ao regressar a casa, ao final da tarde – que o "lixo do feriado" já tinha sido removido.

Eu conto como as coisas se passaram...
De manhã, tinha consulta marcada no Centro de Saúde de Eiras. Ao chegar, vi três homens a limpar as imediações. Dirigi-me a eles. Eram funcionários da Junta de Freguesia de Eiras. Expliquei-lhes a situação: que a Câmara dizia que a responsabilidade da limpeza da rua era da Junta e que o anterior presidente da Junta me dissera que era a Câmara que devia limpar. E que eu vivia numa rua que não era varrida há 15 anos. Pelo menos.
Um dos três homens, o responsável pela equipa, explicou-me que a Junta de Freguesia de Eiras tem apenas cinco funcionários para tratar das árvores, da limpeza dos passeios, da recolha de lixo nas ruas e dos arranjos nas escolas primárias. Para além de outras tarefas.
Mas logo a seguir, depois de lhe ter dito que eu próprio varria regularmente a parte da rua onde vivo, «a minha testada», ele disse que ia lá recolher os resíduos e prometeu dar mais atenção, no futuro, à situação.

E, pronto, o que e-mails ao presidente da Junta, queixas ao Provedor (homem grande!) e informações transmitidas ao vereador não tinham resolvido, resolveu-se com uma conversa de homem para homem.
Um dia destes vou escrever à presidente da Junta. Dar-lhe-ei conta deste episódio e pedir-lhe-ei uma limpeza regular da rua onde moro. Não é preciso que haja varredura de manhã e de tarde (como existe noutras zonas da cidade). Nem sequer todos os dias. Nem dia-sim dia-não. Creio ser suficiente uma passagem semanal. E nem sempre: quando chove, como a rua onde moro é inclinada, a Natureza encarrega-se de lavar e limpar.

Uma palavra final: muito obrigado, senhor António!
(É por estas e por outras que Portugal só tem a ganhar se diminuir o número de políticos...)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Textos rápidos

Pensamentos que publiquei nos últimos dias no "Facebook". Para memória futura...


Jesualdo Ferreira volta a entrar-me pelo televisor adentro. Insinua que Olegário não é competente nem corajoso. Dou-lhe razão. Os primeiros amarelos a jogadores do Benfica não se justificaram. E o "vermelho" a Fucile deveria ter sido mostrado, pelo menos, meia hora antes.

"O Sexo e a Cidade" mostra-nos fotos da passagem de Pedro Passos Coelho por Coimbra na última sexta-feira. Ao ver algumas dei comigo a pensar «É preciso não ter vergonha!».

Vi agora na tv e só uma vez: o golo do Braga foi marcado em "offside", não foi?

Pronto, o futebol já passou. Permanece um país à beira da bancarrota, com 10,5% de desempregados (mais os que estão sem trabalho e não entram nas contas), um primeiro-ministro como nós sabemos, o TGV à porta, o novo aeroporto quase-quase e 15% dos jovens cérebros a emigrarem. Isto é que é importante.

Jesualdo Ferreira fala de arbitragens na sala de Imprensa. Mas não falou dos dois "penaltis" contra o FC Porto que ficaram por marcar no jogo com a Académica nas Antas. (Aquele em que um jogador do FC Porto empurra o jogador da Académica com ambas as mãos é, para mim, o melhor penalti-não-marcado da época).

«O partido que domina o governo há 15 anos é o PS, que tentou convencer os portugueses que a despesa pública era a maneira de criar riqueza a Portugal. A economia parou e estagnou.» (Rui Ramos) Texto completo no "Portugal dos pequeninos".

Se Sócrates promoveu um almoço (com mulheres, se bem me recordo) para celebrar os 100 dias de governo, será que vai agora convidar empresários e financeiros para assinalar o trambolhão da Bolsa?

Uma pergunta para José Sócrates (e "sus muchachos"): com que então Portugal era o país que melhor estava a enfrentar a crise e seria o primeiro a sair dela? [Se a situação não fosse trágica, apetecia-me dar agora uma gargalhada...]

sábado, 1 de maio de 2010

Agenda pessoal

Paguei ontem à tarde, último dia do prazo, a primeira prestação anual do IMI. Quase quatro centenas de euros por ter um modesto apartamento numa das zonas mais modestas do concelho de Coimbra! Impotente, tive de pagar. Mas sempre posso desabafar que me senti como daquela vez em que, ao chegar de manhã ao carro, vi que me tinham roubado o auto-rádio.

Hoje comemorei o Dia do Trabalhador com uma jornada de descanso. Durante a tarde andei à cata de qualquer de jeito nos satélites e encontrei um documentário da France 2 que me prendeu durante uma hora inteirinha: "Anos 70: a França que tira a roupa". Uma abordagem sociológica sobre as mudanças no estilo de vida francês em finais da década de 60 e inícios de 70. Soberbo! A ilustrar o tema, entre os filmes, referências a "Emmanuelle" e "O último tango em Paris". Entre as canções, "Je t'aime... mois non plus" e "L'aventura". Senti-me andar mais de 30 anos para trás no tempo.

O lixo que varri na rua onde moro no dia 25 de Abril, e que juntei cuidadosamente em três montes na borda do passeio, continua no mesmo sítio. Jantei na segunda-feira passada com um grupo de amigos onde estava o vereador responsável pela limpeza urbana e o assunto foi tema de conversa, mas não por iniciativa minha. Outros, para me "picarem", falaram do tema. O vereador disse que desconhecia o assunto. Eu - que nada disse sobre o tema durante o jantar - aproveito agora para enviar um recado/sugestão: «Luís [Providência], podes passar cá pela rua e ver com os teus olhos.»

Voltando à temática francesa, deixo-vos com uma das canções da minha vida.
Tenham um bom domingo. E façam o favor de ser felizes.

domingo, 25 de abril de 2010

O meu 25 de Abril



Chego a casa e percebo que perdi grandes discursos na cerimónia comemorativa do 25 de Abril na Assembleia da República. Nomeadamente os de Aguiar-Branco, Jaime Gama e Cavaco Silva.
Cheguei tarde porque estive a comemorar o 25 de Abril à minha maneira: a varrer a rua onde moro e a desentupir as sargetas. A testemunhá-lo, estão quatro montes de lixo, junto ao passeio, que simbolicamente ofereço nesta data solene aos responsáveis pela higiene urbana da minha cidade - esses mesmos que, há meses, "enganaram" o Provedor do Ambiente quando lhe disseram que a rua onde moro estava 100% limpa.

Finalmente, aos responsáveis do país recordo (com a imagem abaixo publicada) a evolução da taxa de abstenção, que na minha modesta opinião é o melhor indicador quanto ao cumprimento dos ideais de Abril.

Viva a Liberdade!

domingo, 18 de abril de 2010

Que saudades desta "Menina"!



Esta canção entrou-me pelo computador adentro pela mão do Rogério, distinto professor universitário em Lisboa. E fez-me recuar uns 30 anos no tempo, como lhe lhe expliquei numa mensagem.
Esta:
«Que saudades, Rogério, que saudades! De quê? - perguntarás. Eu conto... Houve um tempo em que de Coimbra ao Algarve se demorava 10 ou 11 horas. Saía de Coimbra às 23 horas para estar cedinho em Tavira. Pois - e aqui está a razão do texto - o Pedro Barroso era a companhia obrigatória no leitor de cassetes quando o sol nascia Alentejo abaixo. Que saudades desta "Menina" ouvida assim! (E que saudades dos meus então 20 e poucos anos!) Obrigado, Rogério, por esta viagem ao passado. Abraço.»

Publico-a com votos de uma excelente semana para quantos acompanham este blogue.
E - já agora... - façam o favor de ser felizes.

sábado, 17 de abril de 2010

Pensamento do dia


Confesso que me dá algum prazer ver que os poderosos do mundo, afinal, ficam retidos como qualquer vulgar cidadão, devido à fuligem expelida por um vulcão islandês...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Em "cash"

(clique na imagem para ampliar)

Sem surpresa, o Académica-Benfica de domingo vai ser jogado num estádio quase cheio. Fala-se numa receita da ordem do milhão de euros (200 mil contos, na moeda antiga). Em notas.

Uma pessoa amiga deslocou-se há dias ao estádio para comprar bilhetes e, no momento de pagar, foi-lhe dito que só aceitavam dinheiro. "Cash". Não era aceite cheque nem sequer o pagamento por cartão multibanco. E, perante isto, o comprador não teve outro remédio do que dirigir-se a um caixa multibanco e levantar dinheiro. Vivo.

Numa altura em que já se compram bilhetes para o futebol pela internet, e em que os clubes têm todo o interesse em chamar espectadores aos estádios, não deixa de ser invulgar o comportamento da Académica/OAF.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Um pedaço de céu

António Portugal
(imagem retirada daqui)

Finalmente!
É uma das mais belas guitarradas de Coimbra, escrita pelo saudoso António Portugal.
Ouvi-a uma única vez, numa audição restrita, com a guitarra dedilhada pelo autor, acompanhado pelo também inesquecível Pinho Brojo.
Anteontem, ao deambular pela internet, encontrei-a no "site" do grupo Capas Negras. Está aqui.
Ouçam e façam o favor de ser felizes.