Mostrar mensagens com a etiqueta FPF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta FPF. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Figo e Sócrates

António Boronha, que foi vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol e conhece bem Luís Figo, acaba de escrever isto no seu blogue:
«para mim, luís figo tomou o pequeno almoço com sócrates a troco de alguma coisa!
se de um chorudo contrato monetário?... se de uma ajuda na construção de uma rentável 'escolinha' de futebol?... se tudo isso e mais um terreno algures, 'suitable' para um projecto imobiliário?...
a minha resposta é: de tudo isso, muito mais, e, se possível, ainda de mais alguma coisa.
os norte-americanos ensinaram ao mundo de que não existem almoços de borla!
este triste episódio entre sócrates e figo veio provar que... 'pequenos almoços', tampouco!».
Está escrito.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Futebol à portuguesa

Ontem à noite acompanhei na íntegra a entrevista de Ricardo Costa (presidente da Comissão Disciplinar da Liga de Clubes) à SIC Notícias. Foi um tempo bem gasto.
Também ontem à noite estavam programadas entrevistas a Pinto da Costa (na RTP) e a Luís Filipe Vieira (na SIC). Não perdi sequer um segundo com qualquer delas. O tempo é um bem precioso e devemos utilizá-lo com qualidade.

Mais tarde, nos telejornais da meia noite, vi excertos das três entrevistas. E registei alguns momentos sublimes, que devem fazer parte de qualquer História do Futebol em Portugal.

1. A possibilidade de Martins do Santos poder ser o árbitro de uma final Benfica-FC Porto é algo de quase surreal!

2. Não deixa de ser significativo que Valentim Loureiro tenha telefonado a Luís Filipe Vieira a saber da possibilidade de Martins dos Santos arbitrar a tal final. Mas o que é que Valentim Loureiro tinha a ver com os árbitros?

3. A demissão de Hermínio Loureiro explicada por Pinto da Costa com base naquilo que umas pessoas contaram a outras pessoas é significativa da forma como o "diz-que-disse" tem condicionado o futebol português. Ricardo Costa arrasou completamente a tese do presidente do FC Porto.

4. O facto de Hermínio Loureiro ter tentado durante quatro horas contactar Ricardo Costa, sem o conseguir, foi salientado por Pinto da Costa. O professor de Direito esclareceu a situação num instante: estava a dar aulas na Faculdade de Direito de Coimbra. Conclui-se, portanto, que Ricardo Costa tem uma profissão e exerce-a.

5. A explicação de Ricardo Costa sobre o comportamento de Pinto da Costa quando chamado a concretizar, em inquérito, as acusações do denominado "apito encarnado" é clara: o presidente do FC Porto, que dizia saber tanta coisa, foi chamado a depor e... calou-se.

Actualização (13H30) – Ouço na televisão Hermínio Loureiro a confirmar a versão de Ricardo Costa. Conclusão: Pinto da Costa anda a ser mal informado pelos amigos que recebem as informações de outros amigos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

"Caso Hulk"

Para ler com atenção.
O texto completo está aqui.

domingo, 28 de março de 2010

Assim vai o futebol...

O FC Porto venceu esta noite o Belenenses no Restelo.
O primeiro golo, marcado em cima do intervalo, deveria ser mostrado em todos os cursos de formação de árbitros aquando da abordagem do fora-de-jogo. Não é possível existir situação mais clara para explicar o que é uma situação de "offside".

Hulk voltou a jogar pela equipa do FC Porto.
Há quem afirme que ele esteve afastado tempo demasiado. Não tenho essa certeza.

PS - Vejam este texto de António Boronha e leiam os comentários.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Resposta a Carlos Queirós

O seleccionador nacional disse ontem, no final do jogo, não compreender os assobios à selecção nacional.

Parece impossível como Carlos Queirós, sempre tão arguto, não compreende porque é que o público não gostou da exibição medíocre da equipa de Portugal perante um adversário da "3.ª divisão" mundial, a China (83.ª selecção do "ranking" da FIFA!).

E não foram só assobios... Durante minutos, e pela primeira vez que me lembre, ouviram-se "olés" à selecção portuguesa, enquanto os chineses trocavam a bola rudimentarmente!!!

Como Carlos Queirós não sabe, eu explico-lhe com uma imagem.
Basta olhar para o canto inferior esquerdo.




PS 1 - O jogo de ontem foi assim como ir a uma taberna comer carapaus alimados e ter de pagar como se comesse lagosta.

PS 2 - Eu não consigo assobiar a selecção. Nem gritar "olé". Mas compreendo perfeitamente os assobios e os "olés" de ontem. Mais: acho que foram perfeitamente justificados.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Que miséria! (resumo do jogo)

Relvado péssimo, jogo medíocre, vitória certa da equipa menos má. Que miséria!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

José Castro na selecção A

Já é conhecida a lista de convocados da Selecção Nacional - Clube Portugal para o duplo compromisso na Albânia (jogo de qualificação para o Mundial-2010, a 6 de Junho, em Tirana) e na Estónia (partida de carácter particular, no dia 10 de Junho, em Tallin).

Eis a lista de convocados:

Guarda-Redes - Beto (Leixões SC), Daniel Fernandes (VFL Bochum 1848), Eduardo (SC Braga) e Moreira (SL Benfica).

Defesas - Bosingwa (Chelsea FC), Bruno Alves (FC Porto), Gonçalo Brandão (AC Siena), José Castro (RC Deportivo), Miguel (Valencia CF), Pepe (Real Madrid), Ricardo Carvalho (Chelsea FC) e Rolando (FC Porto).

Médios - Deco (Chelsea FC), Duda (Málaga CF), Eliseu (Málaga CF), João Moutinho (Sporting CP), Raúl Meireles (FC Porto) e Tiago (Juventus FC).

Avançados - Boa Morte (West Ham Utd FC), Cristiano Ronaldo (Manchester Utd),Edinho (AEK), Hugo Almeida (SV Werder Bremen), Nani (Manchester Utd) E Simão Sabrosa (Atlético Madrid).

Uma saudação muito especial para um dos jogadores que mais admiro - José Castro - e que considero um símbolo (mal aproveitado...) da Académica e de Coimbra.
Felicidades, Zé!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

FPF multa equipa por cumprir regulamento

O Vigor da Mocidade (Coimbra) foi multado em 125 euros por se apresentar junto do árbitro à hora estipulada nos regulamentos (três minutos antes do início do jogo)!
Não acredita?
Leia o que aconteceu no blogue da minha equipa.

Conclusão: é por estas e por outras que o futebol português cheira mal.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

"Caso Naval"

O "Caso Naval" (em que o clube da Figueira da Foz foi punido e depois ilibado, apesar de ter provocado o atraso do jogo da última jornada) continua bem presente na memória.
Recorde-se que a Naval alegou que o atraso se ficou a dever à falta de corrente eléctrica no balneário, quando a equipa pretendia ver um video. (Como se os balneários fossem salas de visionamento de videos, para mais "em cima" da hora do jogo...)

Já que se tratou de uma "questão eléctrica", o treinador do Loures acaba de me enviar algumas fotos das instalações que a equipa utilizou esta semana, quando se deslocou à Figueira da Foz para jogar com a Naval.

Deixo-vos aqui apenas uma foto.
As outras estão no blogue da minha equipa.

Disjuntor

sábado, 2 de maio de 2009

Campeonato (da minha equipa) recomeça hoje

Após 71 dias de interrupção (!!!), recomeça hoje o campeonato nacional de juniores da 2.ª divisão, onde joga a minha equipa.

O motivo da interrupção do campeonato foi um processo disciplinar instaurado à Naval, que se atrasou no jogo da última jornada. O Conselho de Disciplina decidiu por unanimidade punir a Naval; o Conselho de Justiça decidiu depois, por unanimidade, ilibar a Naval. Invulgar.

Numa época de relativismo de valores e de "facilitismo" generalizado, o que aconteceu - em palavras simples - foi isto: a Naval cometeu uma infracção e não foi punida.
(E o Conselho de Justiça da FPF ainda se arroga no direito de afirmar que o "branqueamento da infracção" tem um valor pedagógico! Enfim...)

Dois meses e meio depois, regressa o campeonato com a minha equipa a deslocar-se às Caldas da Rainha.
Boa sorte, malta!

terça-feira, 21 de abril de 2009

"Caso Naval": o texto da Agência Lusa

Futebol: Conselho Justiça da FPF absolve equipa de juniores da Naval 1º de Maio da pena de desclassificação e suspensão por dois anos

Figueira da Foz, Coimbra, 21 Abr (Lusa) - O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) absolveu a equipa da Naval 1º de Maio da pena de desclassificação e suspensão desportiva (duas épocas) do campeonato nacional de juniores da II Divisão.
Em acórdão promulgado hoje, o CJ absolveu a equipa de juniores da Naval da condenação feita pelo Conselho de Disciplina (CD) daquela instituição na pena de "multa de 500 euros, derrota de 3-0, desclassificação, baixa de divisão e suspensão por duas épocas desportivas".
Na origem do processo estava o relatório do árbitro da partida, realizada a 21 de Fevereiro entre o Rio Maior e a Naval, jogo que os figueirenses venceram por 8-1 e consequentemente se apuraram para a segunda fase da competição.
O juiz da partida no seu relatório mencionou ter iniciado a partida com 10 minutos de atraso, imputando responsabilidades pelo facto à equipa da Figueira da Foz por acto negligente - atraso de dois minutos - na apresentação da equipa para identificação.
O clube figueirense intentou o respectivo recurso da decisão do CD sendo-lhe dada razão no acórdão hoje promulgado "revogando-se em consequência a decisão da recorrida (Conselho de Disciplina), indo a decorrente (Naval 1º de Maio) absolvida".
Os conselheiros do CJ não consideraram como "acto de negligência" o atraso de dois minutos da equipa figueirense, bem como "não culpada pelo atraso de 10 minutos" com que se iniciou a partida de Rio Maior.
O CJ, na sua argumentação, frisa: "entendemos excessivo, contrário à verdade, estranhamente persecutório, dar-se como provado, que a Associação Naval 1º de Maio, na circunstância agiu voluntária, livre e conscientemente no plano da culpa".
Depois de analisados os factos, o CJ entendeu que a culpa tem a ver com elementos subjectivos, "não ficando provado que por parte dos jogadores e dirigentes da Naval presentes tenha havido a intenção o propósito de atrasar a hora do início do jogo".
"A condenação proferida anteriormente, nos termos em que o foi, traria efeitos desastrosos e imprevisíveis para alguns, pelo menos, os atletas, afastando-os da prática desportiva", pode ler-se no acórdão.

FPF dá provimento a recurso da Naval

O Conselho de Justiça da FPF deu hoje provimento ao recurso da Naval, que havia sido castigada pelo Conselho Disciplina por ser responsável pelo atraso com que começou o jogo da última jornada da 1.ª fase do campeonato, situação que os regulamentos punem duramente (e, na minha opinião, exageradamente).

Assim, ao que parece, a Naval acaba a fase inicial do campeonato no 3.º lugar, o Loures no 4.º lugar e o Vigor (a minha equipa) no 5.º lugar.

Vamos esperar para ver como é que a FPF vai recuperar o atraso.
Só falta que a direcção da Federação marque os jogos em atraso para dias em que os jogadores devem estar nas escolas e nas universidades... (O Vigor tem, em 21 atletas, sete universitários, obrigados a estar presentes em aulas práticas, aulas laboratoriais, etc. Ou seja, um terço da equipa "joga" primeiramente na universidade e só depois nos campos de futebol!)

PS - Já nada me espanta no futebol português.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Campeonato de juniores suspenso

O campeonato nacional de juniores da 2.ª divisão encontra-se suspenso até conclusão de processo disciplinar instaurado à Naval.
No último jogo do campeonato, em Rio Maior, a equipa da Figueira da Foz entrou atrasada em campo, incorrendo por isso no disposto no artigo 75.º do Regulamento Disciplinar.

A confirmar-se a infracção, a Naval será punida com pena de derrota. Nesse caso, o Loures subirá ao 3.º lugar (disputando o acesso à 1.ª divisão) e a minha equipa, o Vigor, subirá ao 4.º lugar (discutindo com o Linda-a-Velha o acesso à fase final de subida de divisão).

Está tudo explicado no blogue da minha equipa, onde também publiquei hoje as fotos do jogo da última jornada da 1.ª fase do campeonato, com o Lousanense.

ADITAMENTO

Ainda não vi este tema, que interessa a dezenas de equipas, tratado na Comunicação Social regional, apesar de estarem envolvidos "emblemas" de Coimbra. E já tem alguns dias... Ainda hoje, o "Diário As Beiras" refere que a Naval venceu em Rio Maior, apesar disso ter sucedido há mais de duas semanas!!! Quanto ao processo disciplinar... nada.

O comunicado que suspende o campeonato

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vassourada no futebol, precisa-se

A Assembleia Geral da FPF tomou decisões no sábado que hoje, segunda-feira, ainda não se sabem muito bem quais são.
A Liga de Clubes organizou uma competição, "meteu água" no regulamento e hoje, segunda-feira, ainda não se sabe se haverá jogos (e que jogos...) depois de amanhã.

O que isto está a precisar é de uma vassourada geral.
No futebol, claro.

E, já agora, na política - que as semelhanças são mais do que muitas.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A derrota da Selecção


Um ano depois, voltei ao Estádio de Alvalade, para ver jogar a selecção.
Estive lá em 12 de Setembro do ano passado, num triste embate com a Sérvia (1-1), no fim do qual Scolari teve o gesto lamentável que correu mundo e foi punido com 4 jogos de suspensão e 12 mil euros de multa.
Ontem, o adversário foi a Dinamarca e Carlos Queirós sentou-se no lugar de Scolari.

«Solicita-se aos adeptos da Dinamarca que permaneçam sentados nos seus lugares até 20 minutos após o final do jogo, por razões de segurança».
O aviso, em inglês, foi feito a cerca de 5 minutos do final do desafio, numa altura em que Portugal vencia por 1-0.
A equipa portuguesa estava na frente, a selecção dinamarquesa parecia adormecida e os adeptos nórdicos não tinham grandes razões para festejar. Num instante, porém, tudo mudou... E nenhum dinamarquês respeitou o pedido feito pela instalação sonora do estádio.

Gostei da selecção portuguesa. Sem Quaresma, sem Ronaldo (a “estrela da companhia”), a equipa mostrou um futebol que já não lhe via há muito. Talvez tenha sido no Portugal-Inglaterra, do “Euro 2004”, no Estádio da Luz, que assisti a uma exibição tão boa como a de ontem. Nem mesmo a vitória frente à República Checa, em Junho passado, em Genebra, me deu tanto prazer como alguns momentos vividos ontem em Alvalade.
Frente à Dinamarca, houve momentos de intensa magia dentro do campo. E notou-se, contrariamente ao que sucedia nos últimos de Scolari, que Portugal tem uma equipa.

Continua a notar-se, no entanto, que falta um “patrão” à equipa portuguesa, problema visível desde que Figo deixou de ter tempo para envergar a camisola das quinas.
Ontem, um jornalista bem conhecedor dos meandros da selecção explicou-me assim a situação:
– Antes havia Figo, Pauleta e Costinha, que eram jogadores que se impunham. Gritavam alto e os outros ouviam-nos. Saíram todos, agora não há um líder natural na equipa.
– Então... e o Deco? – perguntei.
– O Deco fala baixinho, muito bai...xi...nho. Não é líder de coisa nenhuma.
Fiquei esclarecido.
É por estas e por outras que vale a pena ir assistir aos jogos da selecção.

Estive em Aveiro, na goleada às Ilhas Faroé, e não gostei da selecção.
Vi a 2.ª parte do jogo em Malta, pela televisão, e já gostei um bocadinho mais da equipa; mas não fiquei convencido.
Ontem, apesar da derrota, gostei bastante da exibição da selecção, apesar dos recorrentes erros defensivos. Não temos um guarda-redes que mande na área (nunca tivemos...) e aquela dupla de “centrais” não transmite a mínima confiança.

No “Euro 2004” fui ver alguns jogos graças a bilhetes ganhos no sorteio de um cartão de crédito. Sorte pura.
No “Mundial 2006”, na Alemanha, só consegui bilhete para um jogo, apesar de me ter inscrito nas vendas da FIFA e da FPF. Fui ver o Portugal-Inglaterra, o tal do desempate por “penaltis”.
Este ano, no “Euro 2008”, voltei a inscrever-me na venda de bilhetes da UEFA e da FPF. Não tive sorte. Acabei por ver dois jogos porque um familiar ganhou bilhetes num concurso promovido por um jornal e porque, à última da hora, um amigo me cedeu bilhetes para outro jogo.
Tento não falhar um jogo da selecção, “a minha (outra) equipa”, em Portugal. E o público que comparece a estes jogos é muito diferente do outro que aparece nas fases-finais de “Europeus” e “Mundiais”. Cá é o “povo do futebol” que se desloca aos estádios, lá fora surgem os “senhores da bola”, alguns dos quais devem gostar tanto de futebol como eu gosto de boxe. (Esclareço que detesto boxe...).

A má educação (ou falta de cultura, se preferirem) dos portugueses vê-se em pormenores simples.
Nunca percebi o motivo dos guarda-redes adversários serem brindados com o coro de «filho da p...» sempre que pontapeiam a bola.
Também não entendo a razão dos portugueses tentarem calar os adeptos do clube adversário com uma assobiadela monumental sempre que estes começam a gritar pela sua equipa. Não seria mais bonito tentar calá-los com um grito de apoio à equipa portuguesa?

Está instalada a moda de fazer cachecóis alusivos a cada jogo da selecção, com a data e os nomes do estádio e do adversário.
Aplaudo. A colecção vai crescendo.

sábado, 26 de julho de 2008

O parecer

Levantei-me bem cedo, mas o dia amanheceu manhoso.
Aproveitei para ler as 136 páginas do parecer do Professor Freitas do Amaral.
Depois, os semanários e mais alguns jornais.
Agora, rompeu o sol.
Almocei. Vou até à praia.
Mas se encontrar o dr. Gonçalves Pereira (ex-presidente do Conselho de Justiça da FPF) prometo que lhe dou os parabéns: «Ó homem, nunca vi ninguém levar tanta porrada junta, carago!».
E dou-lhe um conselho: «Demita-se, pá! Já!».
Antes que a maré suba.

Gonçalves Pereira

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Futebol à portuguesa

«Com a presidência do Conselho de Justiça da FPF nas mãos de um vereador de Gondomar, ficamos sujeitos à administração da justiça, se não em causa, de certeza em casa própria.»
(António Boronha, no seu blogue)

É por estas e por outras que eu já não perco tempo (e dinheiro) com o futebol nacional...

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Euro 2008 não vai ser fácil


Começa amanhã a aventura portuguesa no Euro 2008 e o mais natural é tentar agora prever a carreira da equipa comandada por Scolari.

Não estou particularmente optimista.
A juntar aos factores habituais que levam a selecção portuguesa a claudicar nos momentos decisivos, há um conjunto de circunstâncias que em nada favorecem a equipa nacional.

Eis algumas:
- a forma atabalhoada como foi conseguido o apuramento, sem qualquer vitória sobre os três principais adversários;
- a agressão e consequente castigo de Scolari, facto que o coloca numa posição fragilizada perante árbitros e dirigentes da UEFA;
- a recente recusa da participação do FC Porto na Liga dos Campeões, que inevitalmente desprestigia o futebol português no seu todo;
- a novela em torno da ida de Cristiano Ronaldo para Madrid, pela instabilidade que terá provocado no atleta;
- a juventude de muitos dos jogadores, confrontados pela primeira vez com as exigências de uma fase final do "Europeu";
- a tradicional teimosia de Scolari na escolha da equipa titular, aliada à sua já conhecida "moleza" para alterar o rumo dos acontecimentos quando as coisas não estão a correr bem;
- a predisposição dos árbitros para interpretar as constantes quedas dos jogadores portugueses como simulações.

Do lado contrário, o das mais-valias, contamos sobretudo com a presença do melhor jogador do mundo. Com um Cristiano Ronaldo "em grande", a selecção portuguesa será uma; com ele "em baixo", a equipa será outra.

Cristiano Ronaldo é, de facto, a nossa grande esperança, mesmo se o madeirense ainda não conseguiu mostrar que é um jogador decisivo nos grandes momentos. Aí ele costuma "apagar-se".

Não estou, por tudo isto, muito optimista.
Mas desejo - como todos os portugueses - que a selecção possa fazer uma campanha vitoriosa. Para alegria do vasto mundo lusitano espalhado pelos quatro cantos da Terra e, também para que eu possa ter o prazer de os ver jogar no próximo dia 29, em Viena.
O bilhete já está pago.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Camisolas "falsas"?

«A Nike acusou a Modelo Continente de estar a vender camisolas da Selecção Nacional de Futebol não licenciadas, apurou o Jornal de Negócios. Em causa chegou a estar um processo por contrafacção contra a empresa do Grupo Sonae mas a Modelo diz que estava autorizada por escrito pela Olivedesportos. A empresa de Joaquim Oliveira já terá reconhecido o erro.»