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quarta-feira, 24 de junho de 2009

PS e Louçã à deriva

Estava a jantar mas nem isso impediu que soltasse uma forte gargalhada.
Foi quando Louçã apareceu no televisor a falar dos «interesses da República».
Olha quem fala?!
Mas quem é Louçã para falar nos «interesses da República»? É ele quem os define? Com os 10% de votos que conseguiu agora e que nas próximas eleições vão necessariamente minguar? Ou foi a República que lhe telefonou a dizer quais eram os interesses?
Só mesmo Louçã para me fazer interromper o jantar com uma forte gargalhada.

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Já depois do jantar, outra gargalhada.
Desta feita, o responsável foi o novo porta-voz do Partido Socialista, aquele jovem secretário de Estado que disse que as escrituras públicas eram... privadas! (E que noutro país tinha sido demitido de imediato, depois daquela afirmação.)
Ora o novo porta-voz veio com a "cantilena" do costuma, a dizer que o PSD não propõe alternativas, não tem um rumo para o país, blá-blá-blá e mais blá-blá-blá.
Ó homem, fale lá com os consultores de comunicação do seu partido, ou com os "marketeiros" de serviço, e diga-lhes que o Povo já não acredita nessa "cantiga"!
Então Manuela Ferreira Leite faz uma série de propostas alternativas e o senhor, 10 minutos depois, vem dizer que ela não diz nada?!
Vejo que vocês, lá no PS, não aprenderam mesmo nada com os resultados das últimas eleições, não perceberam o que aconteceu. Paciência... o problema é vosso.
Vão ver que a "porrada" em Setembro/Outubro vai ser ainda maior. Vai uma apostazinha?

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Não sou "cliente" nem da PT nem da TVI. (Só comecei a ver o Jornal Nacional da Sexta-feira depois da ERC ter aberto uma investigação...) Tanto me faz que a PT compre a TVI como não, tanto me faz que o Moniz seja afastado como não.
Uma conclusão, porém, é indiscutível: no tempo de Cavaco como primeiro-ministro a Comunicação Social saíu das mãos do Estado; no tempo de Guterres e de Sócrates o Estado voltou a "pôr a mão" na Comunicação Social.
E se não querem que a gente pense assim, então vendam a "golden share" que o Estado tem na PT. Pois é.

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A concluir: o PS pensa que a malta é parva.
São parvos, claro.


PS - Será que a PT vai convidar Ricardo Costa para a TVI? Levem-no da SIC, que ele não deixa falar ninguém. Depressa.

domingo, 24 de maio de 2009

SIC na campanha de Paulo Rangel

Ricardo Costa, director-geral adjunto da SIC, acompanhou hoje a campanha de Paulo Rangel (PSD) e disso acaba de dar conta no telejornal das 20h00.

Espanto! Ricardo Costa acaba de afirmar que uma bandeira da Europa com 12 estrelas está desactualizada, porque lhe faltam 15 estrelas.
E terminou mais ou menos assim a peça jornalística:
«Tal como esta bandeira está desactualizada, também a campanha do PSD está desactualizada...».

Nem queria acreditar!
Ricardo Costa tem a obrigação de saber que o número de estrelas da bandeira que identifica a Europa nada tem a ver com o número de países que fazem parte da União Europeia.
A bandeira não está desactualizada. Aquela é que é a bandeira – e ponto final.

Mas se Ricardo Costa não sabe, basta ir ao "site" da Europa.
O que lá está escrito é esclarecedor.


«Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.
O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.»

Se a afirmação de Ricardo Costa não tem como base o desconhecimento, então a situação é mais grave.