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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Professores: acto democrático
Esta dúzia de professores, deputados do Partido Socialista, votaram hoje ao lado do Governo e contra a proposta do CDS, que tentava dar força legal à vontade da esmagadora maioria dos professores, já manifestada de diversas formas.
A iniciativa de identificar os professores-deputados foi da Fenprof.
Uma iniciativa louvável.
Num regime democrático, como o nosso, qualquer deputado pode assumir as posições que a consciência lhe ditar. E nós, cidadãos eleitores, temos o direito de saber como votam.
Recordo que quando foi aprovada a "Lei do Aborto" quis saber como tinham votado os deputados eleitos por Coimbra. Contactei os serviços da Assembleia da República e diversos grupos parlamentares. E não consegui saber o que queria - apenas soube como votaram os deputados que apresentaram "declaração de voto".
Por tudo isso, acho louvável a atitude da Fenprof - uma organização de professores: dar a conhecer à comunidade (os professores e os não-professores) como votaram os deputados-professores numa questão que diz directamente respeito à sua actividade profissional.
Não, não é perseguição.
É, apenas, responsabilização.
sábado, 6 de outubro de 2007
Política... educativa?
Cavaco Silva defendeu ontem, nas comemorações do 5 de Outubro, a importância social do trabalho dos professores.
À noite, nos telejornais, ouvi Mário Nogueira (Fenprof) e Carvalho da Silva (CGTP) elogiarem as palavras do Presidente da República, mas sem nunca lhe referirem o nome nem o cargo.
Falavam de qualquer coisa como "órgãos institucionais".
Não gostei, sinceramente.
É nestas alturas que penso nas "correias de transmissão" do Partido Comunista.
À noite, nos telejornais, ouvi Mário Nogueira (Fenprof) e Carvalho da Silva (CGTP) elogiarem as palavras do Presidente da República, mas sem nunca lhe referirem o nome nem o cargo.
Falavam de qualquer coisa como "órgãos institucionais".
Não gostei, sinceramente.
É nestas alturas que penso nas "correias de transmissão" do Partido Comunista.
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