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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Guilherme x Vítor

Quatro frases de Guilherme Silva (PSD) para Vítor Baptista (PS) na SIC Notícias:
- Desculpe, a sua leitura é absurda.
- Seja honesto, seja sério.
- Não minta.
- Seja verdadeiro.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

A herança de Sócrates

(jornal i)
clique na imagem para ampliar

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ministro muito errado

Teixeira dos Santos foi o que mais errou nas previsões do défice em toda a Europa
O Governo português foi o que mais subestimou o impacto que a crise teria no défice orçamental. Há apenas dois meses, em Setembro, Teixeira dos Santos enviou um relatório a Bruxelas (o chamado reporte dos défices excessivos) onde garantia que encerraria o ano com um saldo orçamental negativo de 5,9% do PIB.

Temos fundadas razões para estar preocupados com a capacidade de previsão do ministro das Finanças.
Tamanho erro em apenas DOIS MESES é difícil de entender.

Imaginem que isto se passava na casa de cada um de nós...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Um Governo de... piores

Um inquérito divulgado esta semana conclui que José Sócrates é considerado o pior primeiro-ministro desde 1985.
Os agricultores há muito que afirmam ser Jaime Silva o pior ministro da Agricultura que encontraram pela frente.
Há tempos chegaram-nos notícias da Europa que referiam que Teixeira dos Santos era considerado o pior ministro das Finanças da União Europeia.
Há dias, Pinto Balsemão afirmou que Augusto Santos Silva é o pior ministro de sempre na área da Comunicação Social.
Os professores, como se sabe, "adoram" a ministra Maria de Lurdes Rodrigues.

É isto que está em jogo.
É esta avaliação que está em causa no próximo domingo.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Sócrates com cartão Visa

Luiz Carvalho, arquitecto e jornalista do "Expresso", é um dos meus 'bloggers' preferidos. Vejam só duas "pérolas" que ele acaba de publicar...
(Vale a pena ler o texto completo.)


«Os autarcas andaram a fazer construções faraónicas, de rotundas a centros de congressos, os governos andaram a comprar material bélico e submarinos, transformámos o país numa placa giratória de auto-
estradas, este governo quer TGV e aeroporto e dá computadores a crianças que nem sabem a tabuada, e agora os contribuintes que poupem?»

«Já percebemos que Sócrates até ao fim do mandato se vai comportar como uma esposa largada num centro comercial com um cartão VISA platina, que já não tem plafond, mas que ela nem sabe o que é isso.»

(Luiz Carvalho, no indispensável "Instante fatal")

sexta-feira, 24 de abril de 2009

25 de Abril, "Simplex" e um Cartão de Contribuinte que nunca mais chega

Um ano à espera do cartão de contribuinte

O meu familiar que se inscreveu nas Finanças e requereu o Cartão de Contribuinte em 18 de Abril de 2008 ainda não tem o referido documento, pela simples razão de que as Finanças ainda não lho enviaram.
É obra: 53 semanas (ou seja, um ano e uma semana) não chegam para emitir um simples cartão!

Na verdade,
1) - Eu compreendo que a emissão do "cartão de contribuinte" é coisa demorada e que exige altos padrões de segurança na feitura. Sobretudo depois do 11 de Setembro há que ter cuidados redobrados.
2) - Eu sei que, agora, há o "Simplex", que pretende modernizar os serviços públicos, torná-los mais acessíveis e mais próximos dos cidadãos. E, portanto, as atenções da Administração Pública estão concentradas nesse desígnio nacional.
3)- Eu percebo que o Estado terá assuntos mais urgentes a tratar do que emitir um simples cartão. O desemprego, a inflação, a reforma do sector educativo, as questões ligadas às energias renováveis e a distribuição do "Magalhães" são incomparavelmente mais importantes do que o cartão de contribuinte do meu familiar.
4)- Eu entendo que a crise global que se abateu sobre as economias mundiais veio criar um cenário tão negro que ocupa as preocupações dos nossos dirigentes (e, certamente, dos funcionários seus subordinados) desde que se levantam até que se deitam. O futuro do mundo está muito mais dependente da evolução desses temas do que de um simples cartão de contribuinte.
5)- Em vésperas de celebrar "25 de Abril", e logo os 35 anos da Revolução!, a força da Nação deve estar totalmente concentrada nesse desígnio, não devendo qualquer esforço - por mínimo que seja - desviar-se do essencial.

Eu percebo isto tudo. Entendo, compreendo.
Mas - porra! - não acham que já é tempo de emitir e enviar o malfadado cartão de contribuinte?

sexta-feira, 6 de março de 2009

Avaliação da casa

A tua casa vista por ti

A tua casa vista pelo comprador

A tua casa vista pelo banco

A tua casa vista pelo avaliador

A tua casa vista pelas Finanças

(recebida por e-mail)

sábado, 10 de janeiro de 2009

Impressões na mudança de ano

O prometido é devido.
Embora com um dia de atraso («O homem põe e Deus dispõe»), cá estão as impressões sobre alguns acontecimentos do final de 2008 e início de 2009.

JAIME SOARES não concorda com a decisão de Manuela Ferreira Leite de impedir os candidatos autárquicos de concorrerem à Assembleia da República. Li as declarações no "Público". Jaime Soares diz que os autarcas que forem eleitos para a Assembleia só lá podem estar seis meses; depois terão de optar. Para ele é tudo claro. Penso que faltou ao jornalista fazer duas perguntas: se optar pela Assembleia, não estará a enganar os eleitores do concelho (que votaram para que ficasse na Câmara)? e se optar pela Câmara, não estará a enganar os eleitores do distrito (que votaram para ficasse na Assembleia)? Claro que Jaime Soares nem sequer pensa nisso. É por estas e por outras que a credibilidade dos políticos está como está. Basta ler os comentários no "Público" para perceber como a realidade do dia-a-dia, das pessoas que trabalham e pagam impostos, é diferente da realidade política.

A DERROTA mais dolorosa da "minha equipa" aconteceu no sábado passado em Porto de Mós, como já relatei no blogue respectivo.

OS "FOGUETES DE LÁGRIMAS", como se dizia quando era miúdo, voltaram a Coimbra na passagem de ano. Vi à distância, no terraço de um amigo. Foram 13 minutos a queimar, bem mais (e melhor) fogo do que nas Festas da Rainha Santa, quando dezenas de milhar de pessoas visitavam a cidade. Crise?! Qual crise? (A mesma Câmara que gastou milhares de euros com os foguetes veio, dias depois, pedir aos cidadãos para oferecerem cobertores para distribuir aos sem-abrigo. Parece que andamos a brincar, num "país de malucos"...)

APROXIMAM-SE ELEIÇÕES e o "Diário As Beiras" foi ouvir os responsáveis concelhios dos partidos. Tenho lido os títulos e olhado as fotos. (Prometi a mim mesmo perder pouco tempo com as "tricas" da Política: eles dizem uma coisa, a malta vota neles e depois eles fazem outra, impunemente. Então, já que não é possível puni-los, pelo menos não me sinto enganado. Não leio, pronto. E quanto a ir votar... estou a reflectir.) Mas voltemos ao jornal e às entrevistas. Manuel Oliveira: «Encarnação saberá ouvir Concelhia PSD na escolha dos vereadores». Henrique Fernandes: «PS vai ganhar as eleições em Coimbra». Francisco Queirós: «Candidato será conhecido a 14 de Fevereiro». Luís Providência: «CDS garante estabilidade da coligação na Câmara de Coimbra». Estes foram os títulos de 1.ª página. Agora olhem para as fotos que os acompanham e digam-me o que acham. Para mim, a única afirmação que acolho sem reservas é a do dirigente comunista.

A BRIOSA continua, imparável, a caminhar para o abismo. O clube perdeu identidade e, como resultado disso, as bancadas do estádio situado dentro do ECC (Empreendimento Comercial do Calhabé) estão cada vez mais vazias. Esta semana, num jogo para a "Taça da Liga", terão estado 615 espectadores (números oficiais) ou 287 (contagem da Rádio Universidade). Ao que isto chegou! Há um amigo meu que está convencido que o sistema de contagem de espectadores soma os pés, mas que depois esquece-se de dividir o número por dois... Cá por mim, há cerca de ano e meio que decidi deixar de me deslocar ao estádio, porque não vou a sítios aonde me sinta maltratado. E como me sinto tratado de forma terceiro-mundista no estádio do Calhabé (se quiserem, eu explico porquê), deixei de lá ir. Mas fui pagando as quotas de associado da Briosa. Até há pouco.

LIXO na cidade é muito. A cidade está porca. Sobretudo em algumas zonas. Até pensei que tinha deixado de haver varredores. Mas não, não acabaram. Noutro dia encontrei vários deles, em plena actividade. Até tirei fotos aos homens, às vassouras e ao carro de mão. Sabem onde? Na Solum, nas imediações do "Dolce Vita". Na minha rua, na freguesia de Eiras, nunca os vi - e já lá moro há 13 anos. Ou seja, a "Coimbra dos ricos" tem varredores, a "Coimbra dos pobres" não tem. Porca miséria.

A OBRA DO ANO 2008 em Coimbra, para mim, é indiscutível: a rotunda da Estrada de Eiras. Uma beleza! Volto a escrever o que já aqui escrevi: o autor do projecto deveria ser distinguido e o seu nome conhecido de todos os conimbricenses. Foi construída, logo alterada e depois novamente alterada. Os acidentes sucedem-se. Os trabalhadores da Câmara estão no local repetidamente para "remendar" os estragos. É a obra mais acompanhada de sempre em Coimbra. Os veículos pesados vêm-se aflitos para a circundar, os camiões de abastecimento do "Minipreço" não conseguem entrar à primeira. É um óptimo local para recolher jantes, pára-choques e outros adereços automóveis. Basta passar perto das 8 da manhã para ver o espólio da rotunda aumentar. Tenho fotos de várias destas situações, que em breve aparecerão aqui no blogue. Bem sei que é uma simples rotunda. Mas é nas pequenas obras que, muitas vezes, se alicerçam as grandes políticas. A rotunda da Estrada de Eiras é exemplar.

CORTEJO DOS REIS voltou às ruas de Coimbra. Li os dois diários, pela manhã, e fiquei a saber que a cidade se alheara da iniciativa. Afinal, as notícias diziam uma coisa e a realidade tinha sido outra... Mais tarde, um amigo que se deslocara aos Olivais, para assistir à chegada dos Reis disse-me que muitas centenas de pessoas enchiam por completo a escadaria da Igreja de Santo António. Afinal, os jornais - pressionados pela hora tardia do cortejo e a necessidade de "fechar" as edições - falavam do início do cortejo; o meu amigo falou-me do final do cortejo. A "vida dos jornais" tem destes perigos.

O CHEQUE referia 25 euros em algarismos e «trinta e cinco euros» por extenso. A instituição bancária onde o cheque foi depositado decidiu devolvê-lo e debitar mais de 13 euros ao titular da conta. A proceder assim, não tenho dúvidas de que os lucros da Banca vão continuar a ser substanciais. O "caso do cheque" segue agora para o Banco de Portugal.

ASUS é marca de computadores de que nem quero ouvir falar. O computador de secretária, comprado há dois ou três anos, necessita de uma fonte de alimentação nova. Ando há dois meses a tentar comprá-la, já enviei uma dezena de e-mails para a Asus e... nada. Portanto, se comprarem um Asus, tiverem um problema como eu tive e ficarem com uma máquina quase nova inutilizada, não se queixem, por favor. Estão avisados.

«CARTÃO DE CONTRIBUINTE no país do Simplex» bem poderia ser o tema de um conto. Ou de uma novela. O cidadão que requereu a emissão de um cartão de contribuinte em Fevereiro de 2008 ainda continua à espera que as Finanças lho enviem. Afinal, só se passaram 11 meses!!! As televisões mostaram-nos um país de Empresa na Hora, Cartão do Cidadão, Simplex e Magalhães. A realidade, afinal, é bem mais negra. (Aliás, parece que uma televisão vai contar em breve este caso exemplar...).

CASO DO CONCURSO CAMARÁRIO. O tal que foi aberto durante três dias em pleno Verão. E que acabou em finais de Dezembro de forma pouco habitual. Prometo e cumpro: não falo nele. Mas penso que alguém deveria investigar.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cartão de Contribuinte e... Simplex

O jovem fez 18 anos e quis "legalizar-se" perante as Finanças.
Dirigiu-se aos serviços das Finanças na Loja do Cidadão e requisitou o Cartão de Contribuinte.
Pagou a taxa definida e recebeu uma guia válida por 30 dias.
Foi em Março.
Passou Abril, passou Maio, passou Junho e Julho está no fim.
O cartão nunca mais é entregue.
Felizmente, vivemos no "tempo do Simplex", que tantos elogios tem recebido do poder socialista.
Se assim não fosse, estaríamos tramados.

* * * * *

Duas perguntas apenas: Quatro meses por um simples cartão não será demasiado? É este o "tal" país de sucesso que aposta nas novas tecnologias?

Um comentário final: Apetece-me dar uma gargalhada. De desprezo.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Manuela e o (meu/dela) IMI

Manuela Ferreira Leite foi entrevistada ontem na RTP.

Luiz Carvalho, no indispensável "Instante fatal", entre outras coisas que merecem leitura atenta, escreve o seguinte:
«Mas foi a própria Leite (pasme-se!!) que veio agora dizer que criou um monstro chamado IMI que está a desgraçar as famílias de rendimentos mais baixos, mas (claro!!!) a culpa era de Sócrates que devia ter já rectificado o imposto.»

Depois da ex-ministra confessar que criou um monstro, já posso escrever aquilo que sinto quando sou obrigado a pagar o IMI: sinto que estou a ser roubado!

NOTA - Ninguém pense que algum dia conseguirei votar em tal senhora.

Limitação de responsabilidade (disclaimer): Não sou, nem nunca fui, filiado ou militante em qualquer partido político.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

2,5 milhões de declarações de IRS no lixo

Os formulários das próximas declarações de IRS foram mandados imprimir duas vezes. Ao todo, foram desperdiçados 2,5 milhões de cópias porque a primeira versão enviada pelas Finanças à Imprensa Nacional Casa da Moeda não tinha um campo para o NIB do contribuinte.

As Finanças não avançam com o custo deste desperdício, remetendo para uma negociação posterior com a Casa da Moeda.

COMENTÁRIO – A notícia não o refere, mas nós sabemos bem quem vai pagar este disparate.