Vitalino Canas, porta-voz do PS, acusou os outros partidos de estarem a fazer um aproveitamento político do "Caso Lopes da Mota".
Lopes da Mota, recorde-se, é membro do Eurojust com o "beneplácito" de dois ministros do Governo do PS.
Lopes da Mota, relembre-se, foi membro de um anterior Governo do PS.
Lopes da Mota é suspeito de ter pressionado os procuradores que investigam o "Caso Freeport", utilizando para o efeito o nome de um ministro do PS.
Lopes da Mota foi, em tempos, alvo da suspeita (que acabou arquivada) de ter passado informações relacionadas com o processo do "saco azul" a Fátima Felgueiras, do PS.
Vitalino Canas, realmente, tem razão: aproveitar politicamente o "Caso Lopes da Mota" é uma redundância. Como diria o diácono Remédios, «não há nexexidade».
PS - Por onde anda a denominada (não me façam rir...) "ética republicana"?
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domingo, 17 de maio de 2009
terça-feira, 18 de março de 2008
Citação
«Quando se fazem balanços é, certamente, para realçar aquilo que se fez bem. E foram tantas as coisas que fizemos bem, que não temos de perder tempo com o que fizemos mal.»A frase acima podia ter sido proferida por um qualquer louco no auge do Terceiro Reich, não foi. Podia ter sido dita por Pol Pot himself - também não foi. Podia até ter sido proferida por Oliveira Salazar, mas também não foi. A frase acima foi proferida por Vitalino Canas, simplesmente porta-voz do Partido Socialista.
É, porventura, a frase que melhor retrata o estado de espírito, a forma de fazer política, e a 'moral' (whatever it takes) deste governo, e deste regime.
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