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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Emídio Rangel

(in "Correio da Manhã")
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Esta é uma daqueles frases que define um indivíduo.
Não é preciso mais nada.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Casamento homossexual e Emídio Rangel


É-me indiferente que duas pessoas do mesmo sexo decidam viver maritalmente. Não o defendo, mas penso que quem o deseja deve ter toda a liberdade para o fazer.
Mas daí até chamar casamento a essa união vai uma grande distância. Sou totalmente contrário.
A ideia (cultural) de casamento remete-nos para toda uma tradição, forma de organização social e valores que não são compatíveis com o "estatuto" que agora se quer atribuir às uniões homossexuais. Sobretudo porque, ao mesmo tempo, se está a destruir a ideia de família, que é ideia-base da nossa sociedade.

Feitas estas considerações, transcrevo o que Emídio Rangel escreveu ontem no "Correio da Manhã": «(...)já não era possível prolongar por mais tempo uma questão que está resolvida em todos os países democráticos e com um grau civilizacional elevado: o casamento de pessoas do mesmo sexo.»
Ficamos a saber, pela voz de Rangel, que só existem OITO "países democráticos e com grau civilizacional elevado", porque só oito países (e apenas três europeus!) aprovaram o casamento homossexual.
Fiquei feliz: Portugal está entre os oito melhores do mundo. E esta alegria devo-a a Emídio Rangel.
Obrigado, pá.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cá está o Rangel

Estou a ver a RTP-N.
Cá está Emídio Rangel alinhadíssimo com o Governo. (Neste caso, com a PT...)
E com a Prisa. (Não sei se, neste caso, também com o Governo...)

Já não tenho paciência para estas conversas.


PS (ou BE...) – A propósito do TGV, Rui Tavares fala da Áustria. Não percebi. A Áustria não tem TGV, nem está a pensar construí-lo.

PS 2 – A esquerda não muda: Rangel, Tavares (e Almeida Santos, à saída de Belém) não estão preocupados com o dinheiro. É gastar, é gastar!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Sócrates: currículo martelado

A frase da noite: «Nunca houve um primeiro-ministro com um currículo tão martelado como José Sócrates. Nem na Democracia, nem antes, nem no século XIX.»
Autor: Carlos Abreu Amorim.
Local: Debate na RTP N.

ADITAMENTO
Este debate é engraçado. De um lado, o autor da frase citada, situado politicamente à direita, mas a demonstrar liberdade de pensamento. Do outro lado do moderador, João Galamba (não conheço, mas visivelmente à esquerda) e Emídio Rangel (alinhadíssimo com o Governo do PS, como já aqui escrevi semanas atrás, numa postura de "socratismo 100% puro").
Não sei como um programa destes constará nas estatísticas da ERC, mas sinto-me - como telespectador e como cidadão que é obrigado a financiar a RTP N - defraudado, violentado mesmo. Onde está o pluralismo? E o equilíbrio?
(Não estou a falar de um canal privado. Estou a referir-me a um canal público, financiado pelo dinheiro dos contribuintes.)

ADITAMENTO 2
Fiz uma breve pesquisa e encontrei o nome João Galamba no blogue "Jugular", o mesmo em que escreve a jornalista Fernanda Câncio. Será o mesmo que está na RTP N?
(Será o mesmo que, há 15 dias, escreveu «Emidio Rangel é um evidente erro de casting e chega a ser penoso vê-lo na RTPn. Quem terá sido o artista responsável pela brilhante ideia de pô-lo a debater com o Rui Tavares e com o CAA?»?)

ADITAMENTO 3
Pensei escrever mais umas linhas, dedicadas exlusivamente a Emídio Rangel. Não vou perder tempo que já são 23h50. É hora de deitar, porque me levanto às 7.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Depois de Câncio... Rangel

Fernanda Câncio, pelo que li, abandonou o programa de debates na TVI em que participava.
Mas o Governo continua a ter um grande defensor nas noites da TVI.
Estou a ver, pela segunda vez, o programa em que participa Emídio Rangel.
Começou há quatro ou cinco minutos e, sobre o "Caso Lopes da Mota/Eurojust", Emídio Rangel acaba de dizer precisamente o mesmo que o ministro Santos Silva afirmara nos noticiários desta noite.

Estou a escrever e ouço Emídio Rangel diz que o "Caso Lopes da Mota" ainda não é político.
É bem verdade que estamos sempre a aprender.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Debate na TVI 24

Após cinco horas à volta do IRS, liguei o televisor.
Depois de alguns saltos, "aterrei" na TVI 24.

Vejo e ouço Emídio Rangel e outros dois comentadores (Rui Tavares e Carlos Abreu Amorim) à volta do tema Lopes da Mota/Freeport.
Uma evidência, ao fim de cinco minutos: Emídio Rangel alinhadíssimo com o Governo.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Palavras duras

«Não tenho o mínimo de consideração nem de respeito intelectual pelo saloio que detém no Governo a pasta da Comunicação Social e com quem mantenho, há anos, dissidências agravadas. Pelas baboseiras e falta de rigor que punha nas crónicas do ‘Público’, pela arrogância e pesporrência que exibia quando era ministro da Educação e logo a seguir da Cultura, sem ter feito nada, mesmo nada, nem pela educação nem pela cultura, porque o considero um dos ministros mais incompetentes do Governo de José Sócrates, tendo falhado de forma grotesca todas as decisões que tomou no âmbito da Comunicação Social, como sempre referenciei nas crónicas que escrevi ao longo do mandato do actual primeiro-ministro.»
(Emídio Rangel sobre Augusto Santos Silva, hoje, no "Correio da Manhã")

ACTUALIZAÇÃO - Na edição de hoje, domingo, 13 de Janeiro, Emídio Rangel conclui a análise ao desempenho do ministro socialista.
«Regulou tanto para controlar tudo que ninguém se entende. Esta visão (anos 60) de controleiro não deixou sequer incólume o trabalho dos jornalistas, essencial em democracia. Quis diminuir-lhes o estatuto social e profissional, mexeu em áreas vitais como a protecção das fontes de informação e, por isso, para além da oposição do mundo intelectual, foi ‘medalhado’ pelo Presidente da República com um veto sempre humilhante.»
(para ler aqui)