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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O país de Sócrates

«Já confirmei que artigo de Mário Crespo devia ter sido publicado hoje no Jornal de Notícias mas que o director desse jornal o mandou retirar»
(José Manuel Fernandes, ex-director do "Público", no Facebook)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Nação velha, gente velha

«Portugal já é o oitavo país mais envelhecido do mundo e o saldo demográfico de 2009 deve ter sido negativo outra vez.»
(informação de José Manuel Fernandes)


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Dinheiro para gastar mal

José Manuel Fernandes no "Facebook": «Suspender o Código Contributivo não é aumentar as despesas, como está a dizer Sócrates, mas impedir o aumento escondido e obsceno da receitas.»
Acrescento eu: quanto menos dinheiro estiver nas mãos do Estado melhor será para todos. Como se está a ver todos os dias.

Querem baixar o défice?
Acabem com as festanças, com a corte de assessores, com os luxos. Ou, então, paguem do próprio bolso. (Neste momento do texto, quase escrevi um palavrão. Mas contive-me.)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

País real

(clique na imagem para ampliar)

«No mandato de Sócrates número de desempregados passou de 412,6 mil para 547,7 mil.»

(José Manuel Fernandes)

domingo, 4 de outubro de 2009

Sócrates, o Tratado de Lisboa e o "sim" da Irlanda

«Igualmente extraordinário foi o comentário de José Sócrates – extraordinário e revelador: “Essa notícia é muito importante para nós portugueses, muito importante para a Europa e também muito importante para mim.” Extraordinário porque se fosse assim tão importante para os portugueses, os portugueses teriam sido chamados, tranquilamente, a referendar o Tratado, ao contrário do que sucedeu. Revelador por ser importante para o próprio José Sócrates, pois mostra até que ponto este acha que é importante apesar de o essencial do trabalho que permitiu chegar ao acordo de Lisboa se ter ficado a dever à Alemanha e a Angela Merkel. Enfim, já conhecemos o primeiro-ministro – e se há alguma surpresa na frase é a referência a si próprio só vir em último lugar.»
(Editorial de hoje do "Público")

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Director do "Público" não poupa Dias Loureiro


«As suspeitas que recaem sobre Dias Loureiro são demasiado sérias para que não renuncie de imediato ao seu mandato como membro do Conselho de Estado. Tal não corresponde a uma admissão de culpa, pelo contrário: corresponde a uma demonstração de confiança na sua inocência e na Justiça. Ao teimar manter-se no Conselho de Estado sabendo que não pode ser demitido, Dias Loureiro apenas adensa as suspeitas que rodeiam o seu comportamento pois transmite a ideia de que necessita da sombra protectora de imunidade.

Se tivesse um mínimo de decência, se não sofresse de uma indesmentível “problemática do ego”, também já teria entendido que a sua teimosia embaraça todos os restantes membros do Conselho de Estado – alguns dos quais já o verbalizaram – e coloca numa situação politicamente insustentável o Presidente da República.

Mas a decência e a lealdade não parecem fazer parte das qualidades de um dos políticos portugueses que mais enriqueceu durante e depois de ter exercido cargos públicos.»
(por José Manuel Fernandes; Editorial de hoje no "Público.pt")

Eduardo Dâmaso, no "Correio da Manhã", também é duríssimo. Leia aqui.


ADITAMENTO (17h20)
Dias Loureiro demite-se do Conselho de Estado. Leia aqui.