Acabo de ouvir Paulo Rangel apresentar a candidatura à presidência do PSD.
Mais uma vez (já se escreve neste blogue sobre Paulo Rangel há três anos...), creio que ele fez um diagnóstico brilhante da situação do país. Ruptura é a palavra de ordem.
Para já, Paulo Rangel pode contar com o meu voto de cidadão livre de compromissos político-partidários em futuras eleições legislativas. No entanto, vou esperar para ver quem o acompanha na tarefa de credibilizar o PSD, porque ser for buscar "esqueletos" ao armário (como fez Manuela Ferreira Leite) terei de encontrar outra opção.
(A SIC mostrou dois deputados eleitos por Coimbra ao fundo da sala. Um visivelmente à-vontade, o outro nem tanto...)
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Vital regressou
«É preciso não ter o mínimo de escrúpulos políticos»: é «simplesmente obsceno.» É desta forma que Vital Moreira, que foi cabeça-de-lista do PS nas eleições europeias de Junho, classifica a reacção do seu rival político, Paulo Rangel, que hoje voltou a dizer existir «condicionamento da liberdade de expressão» em Portugal.
(in "Jornal de Negócios")
Tal como noutras ocasiões, sinto-me muito mais perto de Rangel do que de Moreira.
domingo, 13 de setembro de 2009
E tudo o Rangel levou...
Acabo de ouvir José Sócrates afirmar que não se devem antecipar cenários porque não tem a certeza de ser eleito primeiro-ministro.
Como está mudado!
Há quatro meses (quatro meses!) não se cansava de falar (ele, e Vital, e Ana Gomes, e Edite Estrela...) em maioria absoluta.
Não há dúvida: tudo o vento (Rangel) levou.
Como está mudado!
Há quatro meses (quatro meses!) não se cansava de falar (ele, e Vital, e Ana Gomes, e Edite Estrela...) em maioria absoluta.
Não há dúvida: tudo o vento (Rangel) levou.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Primeiro-ministro... publicitário
Rangel diz que Sócrates ficará na história como o "primeiro-ministro dos anúncios".
(in Debate do Estado da Nação, na Assembleia da República)
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Política,
Público
domingo, 24 de maio de 2009
SIC na campanha de Paulo Rangel
Ricardo Costa, director-geral adjunto da SIC, acompanhou hoje a campanha de Paulo Rangel (PSD) e disso acaba de dar conta no telejornal das 20h00.
Espanto! Ricardo Costa acaba de afirmar que uma bandeira da Europa com 12 estrelas está desactualizada, porque lhe faltam 15 estrelas.
E terminou mais ou menos assim a peça jornalística:
«Tal como esta bandeira está desactualizada, também a campanha do PSD está desactualizada...».
Nem queria acreditar!
Ricardo Costa tem a obrigação de saber que o número de estrelas da bandeira que identifica a Europa nada tem a ver com o número de países que fazem parte da União Europeia.
A bandeira não está desactualizada. Aquela é que é a bandeira – e ponto final.
Mas se Ricardo Costa não sabe, basta ir ao "site" da Europa.
O que lá está escrito é esclarecedor.

«Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.
O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.»
Se a afirmação de Ricardo Costa não tem como base o desconhecimento, então a situação é mais grave.
Espanto! Ricardo Costa acaba de afirmar que uma bandeira da Europa com 12 estrelas está desactualizada, porque lhe faltam 15 estrelas.
E terminou mais ou menos assim a peça jornalística:
«Tal como esta bandeira está desactualizada, também a campanha do PSD está desactualizada...».
Nem queria acreditar!
Ricardo Costa tem a obrigação de saber que o número de estrelas da bandeira que identifica a Europa nada tem a ver com o número de países que fazem parte da União Europeia.
A bandeira não está desactualizada. Aquela é que é a bandeira – e ponto final.
Mas se Ricardo Costa não sabe, basta ir ao "site" da Europa.
O que lá está escrito é esclarecedor.

«Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.
O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.»
Se a afirmação de Ricardo Costa não tem como base o desconhecimento, então a situação é mais grave.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A Maizena, o Rangel e... o Pinho
«Depois de, no sábado, ter sido o ministro da Agricultura a dizer a [Paulo] Rangel que este "está com muita pressa de ser líder", ontem foi a vez de o presidente da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo), Basílio Horta, acusar o candidato do PSD de "ignorância e arrogância". E, pouco depois, o ministro da Economia, Manuel Pinho, coroou, com o seu estilo peculiar, a polémica. Paulo Rangel, disse [o ministro], "tem de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares de Basílio Horta". Pinho queria, assim, chamar criança a Rangel, mas cometeu mais uma gaffe, porque o que se dá às crianças é farinha láctea, como a Cerelac ou a Milupa.»(in "Público" de hoje)
Aqui está uma frase que mostra a dimensão política do ministro Manuel Pinho.
Cá por mim, estou naquela fase em que - a ter de escolher entre dois políticos - não hesito em optar pelo mais novo. E porquê? Porque os mais velhos já mostraram do que (não) são capazes, conduzindo Portugal para o estado lastimável em que se encontra - moral, política, ética e economicamente falando.
Quando era miúdo e fazia colecções de cromos, o maior desprazer sentia-o quando abria uma saqueta e me deparava com... cromos repetidos. Era como se, num instante, desaparecesse todo o fascínio da colecção.
Claro que, depois, tratava de encontrar alguém a quem faltassem aqueles cromos, para os poder trocar. Mas havia cromos que ninguém queria e eu, de recursos financeiros limitados, via-me a braços com um monte de figurinhas inúteis e a colecção por completar.
Actualmente, a vida política é quase exclusivamente composta por "saquetas" com cromos repetidos. Alguns, de tanto insistirem em dedicar-se à "coisa pública", estão repetidos na minha colecção há 30 anos!
Por isso, decidi há muito que nas eleições de 2009 não votarei em cromos repetidos. Estou farto.
PS - Guardo do meu pai a memória de um homem simples, mas sábio. Disse-me ele, muitas vezes, que se devia votar sempre nos mesmos, «porque esses já estão cheios, não precisam de se encher mais». E acrescentava: «Se pomos lá novos, eles vão querer encher-se também...». Compreendo perfeitamente o que o meu pai queria dizer. Mas esta é uma das (raras) situações em que não concordo com ele. Mais: acredito que há que apostar em gente nova, com outros valores, outro sentido da "res publica", até porque os que se sentam à mesa do poder... continuam "a encher-se".
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Política
domingo, 26 de abril de 2009
Discursos do "25 de Abril"
Estive a ver a gravação da cerimónia de ontem na Assembleia da República.
Uma olhadela aqui, outra ali.
Duas referências: Ana Drago e Paulo Rangel.
O líder parlamentar do PSD já ganhou lugar na história do Parlamento: depois da claustrofobia democrática (há dois anos) falou agora do sequestro do futuro.
As palavras de Rangel, que provocaram visível incomodidade nas bancadas do PS e do Governo, foram mais uma prova da grande qualidade deste político.
Uma olhadela aqui, outra ali.
Duas referências: Ana Drago e Paulo Rangel.
O líder parlamentar do PSD já ganhou lugar na história do Parlamento: depois da claustrofobia democrática (há dois anos) falou agora do sequestro do futuro.
As palavras de Rangel, que provocaram visível incomodidade nas bancadas do PS e do Governo, foram mais uma prova da grande qualidade deste político.
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Eleições europeias na RTP
Duas conclusões sobre a 2.ª parte (só vi a 2.ª parte) do "Prós e Contras" que há pouco terminou:
1. Paulo Rangel muito seguro, apesar da alegada juventude.
2. Não vai ser nada fácil a tarefa de Vital Moreira.
(PS - Não me admirava nada que, neste momento, já estivessem a tocar as "campainhas de alarme" no gabinete eleitoral socialista...)
1. Paulo Rangel muito seguro, apesar da alegada juventude.
2. Não vai ser nada fácil a tarefa de Vital Moreira.
(PS - Não me admirava nada que, neste momento, já estivessem a tocar as "campainhas de alarme" no gabinete eleitoral socialista...)
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Paulo Rangel, claro!
Um diálogo no Twitter atirou-me, agora mesmo, para a RTP 1 e para o "Prós e Contras", programa a que normalmente não assisto.
"Zapo" e apanho Paulo Rangel a falar no minuto anterior à «ida para intervalo».
São apenas cerca de 60 segundos, mas são demolidores.
Visado: Vital Moreira, o candidato dos cartazes "Nós, Europeus".
Já não bastavam os cartazes (para mim, sem sentido) e o candidato do PS ainda encontra pela frente um jovem político de enorme qualidade - é azar redobrado.
"Zapo" e apanho Paulo Rangel a falar no minuto anterior à «ida para intervalo».
São apenas cerca de 60 segundos, mas são demolidores.
Visado: Vital Moreira, o candidato dos cartazes "Nós, Europeus".
Já não bastavam os cartazes (para mim, sem sentido) e o candidato do PS ainda encontra pela frente um jovem político de enorme qualidade - é azar redobrado.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Paulo Rangel: 19 valores
Paulo Rangel e Alfredo Barroso, há instantes, no frente-a-frente da SIC-Notícias.
O deputado social-democrata "arrasou" o interlocutor e obriga-me, depois dos 18 valores desta tarde, a atribuir-lhe agora 19 valores.
Se fosse um combate de boxe, Rangel teria vencido por KO.
Ou melhor: vários KO.
O deputado social-democrata "arrasou" o interlocutor e obriga-me, depois dos 18 valores desta tarde, a atribuir-lhe agora 19 valores.
Se fosse um combate de boxe, Rangel teria vencido por KO.
Ou melhor: vários KO.
Paulo Rangel: 18 valores
Paulo Rangel, líder da bancada parlamentar do PSD, foi hoje extremamente duro com José Sócrates, na Assembleia da República, durante o debate quinzenal.
Não poupou nas palavras e atacou o primeiro-ministro directamente, centrando as críticas naquilo que mais faz sofrer Sócrates: a credibilidade.
Excelente. 18 valores.
Ler sobre o assunto
"Jornal de Notícias" - PSD acusa Governo de mentir quanto à autoria de estudo sobre educação
«O Governo encomendou um estudo por sua conta, que tem por base um relatório do Ministério da Educação, em que foram consultadas sete autarquias – seis do PS e a de Gondomar», criticou Paulo Rangel.
(Comentário meu – As seis autarquias do PS percebe-se porque foram escolhidas, agora a de Gondomar...)
Não poupou nas palavras e atacou o primeiro-ministro directamente, centrando as críticas naquilo que mais faz sofrer Sócrates: a credibilidade.
Excelente. 18 valores.
Ler sobre o assunto
"Jornal de Notícias" - PSD acusa Governo de mentir quanto à autoria de estudo sobre educação
«O Governo encomendou um estudo por sua conta, que tem por base um relatório do Ministério da Educação, em que foram consultadas sete autarquias – seis do PS e a de Gondomar», criticou Paulo Rangel.
(Comentário meu – As seis autarquias do PS percebe-se porque foram escolhidas, agora a de Gondomar...)
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Rangel e Sócrates
Paulo Rangel começou em grande como líder parlamentar do PSD.
Rangel demonstrou dimensão política acima da média e disse aquilo que há muito alguém já deveria ter dito a Sócrates: o primeiro-ministro comporta-se, muitas vezes, como secretário-geral do PS.
(E eu acrescento: muitas vezes parece comentador político de um qualquer canal televisivo.)
Rangel lembrou ainda (e deve repeti-lo sempre que se falar do passado) que Sócrates foi ministro de Guterres no tempo do "pântano".
A pouco e pouco, debate a debate, José Sócrates torna-se mais pequenino.
Rangel demonstrou dimensão política acima da média e disse aquilo que há muito alguém já deveria ter dito a Sócrates: o primeiro-ministro comporta-se, muitas vezes, como secretário-geral do PS.
(E eu acrescento: muitas vezes parece comentador político de um qualquer canal televisivo.)
Rangel lembrou ainda (e deve repeti-lo sempre que se falar do passado) que Sócrates foi ministro de Guterres no tempo do "pântano".
A pouco e pouco, debate a debate, José Sócrates torna-se mais pequenino.
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