«Se algum dia surgir uma vaga de fundo para limpar o nosso país (hipótese utópica...) e a Justiça funcionar, será que haverá instalações prisionais em número suficiente?» (lido na Net)
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Esta é forte!
O director do Sol considerou hoje que «há uma conivência do poder judicial para com o poder político».
«São factos gravíssimos, próprios de um país da América do Sul, o próprio responsável da máquina judicial avisar as pessoas que estão a ser ouvidas», referiu José António Saraiva na Comissão de Ética da Assembleia da República.
Depois de uma afirmação destas, alguma coisa irá acontecer.
«São factos gravíssimos, próprios de um país da América do Sul, o próprio responsável da máquina judicial avisar as pessoas que estão a ser ouvidas», referiu José António Saraiva na Comissão de Ética da Assembleia da República.
(in "Jornal de Negócios")
Depois de uma afirmação destas, alguma coisa irá acontecer.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Portugal à deriva

Esta notícia de hoje é bem o reflexo da situação a que chegou Portugal.
Governado por gente impreparada, sem sentido de futuro, o país vê-se confrontado com uma situação ridícula: os códigos Penal e do Processo Penal, revistos há apenas dois anos, vão ser alvo de novas alterações.
É pena que a Comunicação Social não repita, agora, as declarações que os responsáveis fizeram há dois anos atrás, defendendo a reforma então realizada. Que mais não fosse para que os cidadãos, olhando-os, pudessem dar umas valentes gargalhadas. De desprezo, é claro.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
sábado, 12 de dezembro de 2009
Escutas... em 2003
Nas minhas andanças pela internet, encontrei este video.
Vale a pena ver.
Vale a pena ver.
Tema(s):
António Costa,
Caso Casa Pia,
escutas,
Ferro Rodrigues,
Justiça,
Paulo Pedroso,
SIC
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Haverá asas brancas nas costas de Pinto Monteiro?
«Vamos ver se nos entendemos: Fernando José Pinto Monteiro é procurador-geral da República desde Outubro de 2006 e a sua nomeação foi uma escolha pessoal do primeiro-ministro José Sócrates. Pinto Monteiro, coitado, não tem culpa disso - são as regras da pátria -, mas factos são factos: ele deve a José Sócrates o gabinete mais espaçoso no palacete da Procuradoria. Não foi o Parlamento que o pôs lá. Não foi o Presidente da República (formalismos à parte) que o pôs lá. Foi o Governo, foi este primeiro-ministro.»
João Miguel Tavares, em mais uma crónica brilhante no "DN".
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Quem são os espiões políticos?
«O PS absteve-se e permitiu as explicações no Parlamento do ministro da Economia, Vieira da Silva, que qualificou de “pura espionagem política” as escutas em que José Sócrates surge a conversar com Armando Vara no processo Face Oculta.»
(in "Público.pt")
Espero que os deputados não deixem de fazer ao senhor ministro (muito calado nos últimos dias, pelo que me tenho apercebido) a pergunta óbvia: quem são os espiões políticos?
Investigadores da Polícia Judiciária? Juízes? Procuradores? Outros?
É que – como afirmaria La Palisse – só pode haver espionagem política com espiões políticos.
Investigadores da Polícia Judiciária? Juízes? Procuradores? Outros?
É que – como afirmaria La Palisse – só pode haver espionagem política com espiões políticos.
Violações e violadores
«Violar o segredo de justiça pode ser injusto para os inocentes. Mas não violar o segredo de justiça pode tornar tudo ainda mais fácil para os culpados.»
Mais um texto brilhante de João Miguel Tavares.
Antológico.
domingo, 22 de novembro de 2009
Magistrados no sanatório?... :)
«Se Pinto Monteiro tivesse decidido o contrário, seria um "adversário de Sócrates", um ressabiado, um ranhoso, etc. É assim o extremo respeito pelo "estado de direito". Também é necessário saber em que sanatório vão ser internados os magistrados de Aveiro e de Coimbra.
Resta dizer que Pinto Monteiro não poderia ter decido de outra forma. A única coisa que sabemos de ciência segura é que o PGR sabe de tudo isto desde Julho. E em Setembro houve eleições.»
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Lusa, Vara e a verdade
A agência Lusa divulgou esta tarde uma notícia que, no essencial, diz o seguinte: Armando Vara quer «esclarecer tudo» quando amanhã for ouvido pelo juiz de instrução criminal.
Não, não foi La Palisse quem escreveu isto. Foi um jornalista da agência Lusa.
Mas, com o devido respeito, isto não é notícia nenhuma, porque é suposto que TODOS os arguidos queiram sempre esclarecer todas as acusações que recaem sobre eles.
É a velha história do "cão que morde um homem" não ser notícia, porque isso é mais do que previsível.
Ainda dou comigo a pensar: que raio de "notícia"...

("Público" de hoje)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Director do "Público" não poupa Dias Loureiro

«As suspeitas que recaem sobre Dias Loureiro são demasiado sérias para que não renuncie de imediato ao seu mandato como membro do Conselho de Estado. Tal não corresponde a uma admissão de culpa, pelo contrário: corresponde a uma demonstração de confiança na sua inocência e na Justiça. Ao teimar manter-se no Conselho de Estado sabendo que não pode ser demitido, Dias Loureiro apenas adensa as suspeitas que rodeiam o seu comportamento pois transmite a ideia de que necessita da sombra protectora de imunidade.
Se tivesse um mínimo de decência, se não sofresse de uma indesmentível “problemática do ego”, também já teria entendido que a sua teimosia embaraça todos os restantes membros do Conselho de Estado – alguns dos quais já o verbalizaram – e coloca numa situação politicamente insustentável o Presidente da República.
Mas a decência e a lealdade não parecem fazer parte das qualidades de um dos políticos portugueses que mais enriqueceu durante e depois de ter exercido cargos públicos.»
"Caras" vais às prisões?
«Se a Justiça deste país funcionasse, a "Caras" tinha de abrir delegações em Custóias, Pinheiro da Cruz...»
(frase encontrada no "Twitter")
terça-feira, 12 de maio de 2009
Ainda não há demissão
«Confirmadas pressões sobre juízes no 'Caso Freeport'»
Este é o título que domina os noticiários.
São 20h20.
Lopes da Mota ainda não se demitiu.
Nem foi demitido.
Este é o título que domina os noticiários.
São 20h20.
Lopes da Mota ainda não se demitiu.
Nem foi demitido.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Outra "trapalhada"
O secretário de Estado da Justiça [Tiago Silveira] considerou hoje "muito grave" a Ordem dos Notários pedir aos cartórios notariais a relação das escrituras feitas pelo primeiro-ministro e outras pessoas para facultar a um jornalista, no âmbito do caso Freeport.
Ouço na televisão a bastonária da Ordem dos Notários (e o bastonário anterior) dizer o óbvio: as escrituras são públicas e, portanto, acessíveis a qualquer cidadão.
Em que é que ficamos: o secretário de Estado da Justiça já se demitiu? Ou já foi demitido?
(Público)
Ouço na televisão a bastonária da Ordem dos Notários (e o bastonário anterior) dizer o óbvio: as escrituras são públicas e, portanto, acessíveis a qualquer cidadão.
Em que é que ficamos: o secretário de Estado da Justiça já se demitiu? Ou já foi demitido?
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Alberto Costa em Macau
Recebo todas as semanas "O Clarim - semanário católico de Macau".
Na edição de 27 de Março, que agora chegou, vem publicado um texto sobre o ministro da Justiça português, Alberto Costa, que se encontra em visita oficial a Macau e à China.
Vale a pena lê-lo.
Na edição de 27 de Março, que agora chegou, vem publicado um texto sobre o ministro da Justiça português, Alberto Costa, que se encontra em visita oficial a Macau e à China.
Vale a pena lê-lo.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Portugal está podre
Assistir actualmente aos noticiários televisivos é confirmar a ideia de que o país está podre.
Começa a ser tempo de acabar com este estado de coisas.
Como? Prendendo quem deve ser preso, punindo quem deve ser punido, afastando quem deve ser afastado, correr com a "malta" que desde a década de 70 se sentou à "mesa do Orçamento" e não quer largar os "tachos", chamar outros protagonistas, dar lugar aos jovens e definir padrões ético-legais muito mais exigentes.
Ao mesmo tempo, é tempo de acabar com nomeações de amigalhaços, concursos à medida, gastos sem controlo, salários escandalosos, obras sumptuosas, despesas de representação, empresas públicas e municipais sem justificação, repartição familiar de cargos públicos, projectos faraónicos, e..., e..., e....
Estou farto disto. E desta gente.
Começa a ser tempo de acabar com este estado de coisas.
Como? Prendendo quem deve ser preso, punindo quem deve ser punido, afastando quem deve ser afastado, correr com a "malta" que desde a década de 70 se sentou à "mesa do Orçamento" e não quer largar os "tachos", chamar outros protagonistas, dar lugar aos jovens e definir padrões ético-legais muito mais exigentes.
Ao mesmo tempo, é tempo de acabar com nomeações de amigalhaços, concursos à medida, gastos sem controlo, salários escandalosos, obras sumptuosas, despesas de representação, empresas públicas e municipais sem justificação, repartição familiar de cargos públicos, projectos faraónicos, e..., e..., e....
Estou farto disto. E desta gente.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Corrupção: é fartar, vilanagem!
No dizer de Cândida Almeida, o normativo português sobre o combate à corrupção «não acompanhou a sofisticação dos meios utilizados pelos corruptos e corruptores».
«É como se anda andássemos de cavalo, ou mesmo de burro, enquanto os outros andam de Porsche ou de Maserati», comentou.
Segundo a directora do DCIAP, esta alegada desactualização dos normativos permite que políticos que ganhem cinco mil euros mensais consigam reunir, ao fim de um ano, vários milhões, podendo desculpar-se com o argumento que se tratava de dinheiro que a sogra guardava na frigideira.
Embora admitisse que os números concretos poderão ter sido outros, a procuradora assegurou que esta situação aconteceu mesmo, num processo já público, mas que não quis identificar.
«O argumento da sogra é a justificação que está nos autos. Foi assim que ganhou os milhões que espalhou pela Europa», contou.
Cândida Almeida defendeu também o recurso à via preventiva para o combate à corrupção e, desde logo, nos bancos das escolas, com a introdução de uma disciplina de Cidadania.
É por estas e por outras que nos tornámos no "nojo" de país que somos.
(Já que o processo é público, vamos esperar que algum jornal/televisão com veia de serviço público acabe por identificar o político em questão...)
«É como se anda andássemos de cavalo, ou mesmo de burro, enquanto os outros andam de Porsche ou de Maserati», comentou.
Segundo a directora do DCIAP, esta alegada desactualização dos normativos permite que políticos que ganhem cinco mil euros mensais consigam reunir, ao fim de um ano, vários milhões, podendo desculpar-se com o argumento que se tratava de dinheiro que a sogra guardava na frigideira.
Embora admitisse que os números concretos poderão ter sido outros, a procuradora assegurou que esta situação aconteceu mesmo, num processo já público, mas que não quis identificar.
«O argumento da sogra é a justificação que está nos autos. Foi assim que ganhou os milhões que espalhou pela Europa», contou.
Cândida Almeida defendeu também o recurso à via preventiva para o combate à corrupção e, desde logo, nos bancos das escolas, com a introdução de uma disciplina de Cidadania.
(excerto de notícia da TVI24)
É por estas e por outras que nos tornámos no "nojo" de país que somos.
(Já que o processo é público, vamos esperar que algum jornal/televisão com veia de serviço público acabe por identificar o político em questão...)
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