
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Gostava de ser como VPV
De regresso de dois dias em Lisboa, dou comigo a pensar que gostaria de analisar a realidade e escrever como fez ontem, na última página do "Público", Vasco Pulido Valente.
Um dos melhores (e mais concisos) textos que li nos últimos anos.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Dois excelentes textos (no "Público")
No jornal "Público" de hoje, dois textos de opinião "encheram-me as medidas" pelo seu brilhantismo.Um, de Miguel Esteves Cardoso, com "ar" brincalhão.
Outro, de António Barreto, sério e profundo.
Dei o dinheiro gasto na compra do jornal por (muito) bem empregue. Mais a mais porque o li numa esplanada, em manhã de sol, ao lado do Oceanário de Lisboa, a olhar o Tejo.
Há domingos assim...
* * * * *
Sinal dos tempos, os textos estão já disponíveis na Net.
Deixo um excerto de cada. Se os quiserem ler na íntegra basta clicar.
«Toda a gente acha que tem piada – é talvez a maior tragédia humana. Quem não conhece a agonia e a humilhação de ter de forçar um risinho falso quando é confrontado com uma má piada emitida por alguém que não se pode mandar calar, como o nosso patrão, ou um moribundo? Agora imagine-se o desconforto que não vai pela comitiva do Presidente da República desde que ele descobriu o Ricardo Araújo Pereira que há dentro dele.»
(Miguel Esteves Cardoso)
«O MAGISTRADO Lopes da Mota não deve sair do EUROJUST. Não deve suspender o seu cargo. Nem pedir a demissão. Nem ser demitido. Se a representação de um Estado deve traduzir a verdade, ele é o homem certo no lugar certo. Não se compreenderia, por exemplo, que o representante do Estado português, em qualquer organização internacional, não soubesse falar a língua materna. Nem que o delegado de Portugal à NATO fosse um pacifista militante e um notório objector de consciência.»
(António Barreto)
terça-feira, 29 de julho de 2008
A grande mamadeira
«Aqueles que criticaram João Soares por teimar em fazer um elevador para o Castelo porque seria uma ruptura na cidade, aqueles que atrasaram as obras do túnel do Marquês (e que nos custou a nós contribuintes uma fortuna!), aqueles que estiveram contra o projecto moderno e arrojado de Ghery, aqueles que vomitavam ódio ao CCB, esses esquerdalhos que elegeram um empata para Lisboa, porque não voltam a dar a cara e a defenderem uma cidade que se orgulhe do seu passado e se projecte num futuro de arrojo? Estão escondidos ou já fazem parte do sistema da grande mamadeira?»
É por estas e por outras que sou fã do blogue de Luiz Carvalho.
É por estas e por outras que sou fã do blogue de Luiz Carvalho.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Portugal, século XXI
«Em poucas horas a cidade e arredores ficaram de rastos:
- linha do norte cortada;
- autoestrada do norte cortada;
- autoestrada do oeste cortada;
- marginal de Cascais cortada;
- metade da cidade de Lisboa com abastecimento de gás limitado;
- vários concelhos limítrofes sem fornecimento de electricidade;
- parte da cidade sem abastecimento de água;
- circulação do metropolitano com limitações;
- circulação ferroviária com graves perturbações(...)»
- linha do norte cortada;
- autoestrada do norte cortada;
- autoestrada do oeste cortada;
- marginal de Cascais cortada;
- metade da cidade de Lisboa com abastecimento de gás limitado;
- vários concelhos limítrofes sem fornecimento de electricidade;
- parte da cidade sem abastecimento de água;
- circulação do metropolitano com limitações;
- circulação ferroviária com graves perturbações(...)»
(texto intitulado «O inimigo no terrível dia 18 de Fevereiro de 2008» para ler no Adufe 4.0)
domingo, 16 de dezembro de 2007
Domingo capital
Dia lindo de sol no Parque das Nações.
Temperatura: 5 graus. Vento gélido.
Dentro do "Vasco da Gama" está-se bem.
Sento-me com o carioca de café à frente.
Chega alguém para a mesa ao lado. Traz uma chávena na mão e uma viola eléctrica ao peito.
Lisboa é diferente, já se sabe.
Tão diferente que pouco depois aparece um bizarro casal de jovens. Quentes.
Ele de óculos espelhados, calções de banho pelo joelho e chinelos de enfiar no dedo. Ela puxando um "trolley" de formato grande, mini-vestido de praia transparente e chapéu de pano na cabeça.
Têm todo o ar de terem acabado de chegar das Caraíbas. Passeiam-se pelo centro comercial, por entre olhares espantados e sorrisos mais ou menos explícitos.
Quem disse que do lado de fora estão 5 graus centígrados?
Lá como cá, as capitais são assim - diferentes.
Temperatura: 5 graus. Vento gélido.
Dentro do "Vasco da Gama" está-se bem.
Sento-me com o carioca de café à frente.
Chega alguém para a mesa ao lado. Traz uma chávena na mão e uma viola eléctrica ao peito.
Lisboa é diferente, já se sabe.
Tão diferente que pouco depois aparece um bizarro casal de jovens. Quentes.
Ele de óculos espelhados, calções de banho pelo joelho e chinelos de enfiar no dedo. Ela puxando um "trolley" de formato grande, mini-vestido de praia transparente e chapéu de pano na cabeça.
Têm todo o ar de terem acabado de chegar das Caraíbas. Passeiam-se pelo centro comercial, por entre olhares espantados e sorrisos mais ou menos explícitos.
Quem disse que do lado de fora estão 5 graus centígrados?
Lá como cá, as capitais são assim - diferentes.
domingo, 6 de maio de 2007
Portugal, século XXI
domingo, 18 de março de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)














