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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Calinadas

"Site" do Correio da Manhã, hoje.
O Mario Balotelli está muito parecido com o Manuel Fernandes...

"Site" do Google, hoje de manhã.
Aqui em Coimbra está de sol e hoje é segunda-feira...

"Newsleter" da LIDL, recebida hoje.
Não sei como é que dia 26 de Julho será quinta-feira, mas eles lá saberão...

Estabelecimento no Mercado Municipal da Figueira da Foz, ontem à tarde.
Se fosse no Porto daria para escrever "Há carago!".

domingo, 21 de março de 2010

"Lei da rolha" e estádio da Naval

Duas perguntas. Primeira: o PS não anunciou que ia discutir a "lei da rolha do PSD" na Assembleia da República na semana que terminou? Segunda: para que quer o presidente da Naval um novo estádio se o actual chega e sobra para os 1.000 espectadores que o clube tem?

Estas linhas foram escritas ontem no "Facebook".
Hoje encontrei uma imagem num blogue figueirense que vem mesmo a calhar.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Regresso

O blogue esteve de férias em Agosto.
Apenas aqui vim esporadicamente, designadamente no dia 17 para ajudar a Câmara Municipal de Coimbra a divulgar o concurso para estágios pagos a mais de 900 euros por mês.
(Foi um acto de cidadania: se queremos os melhores a trabalhar no Município, temos o dever de fazer chegar a informação dos concursos o mais longe possível.)

Regresso hoje com a ambição de sempre: tentar actualizar diariamente este espaço, o que – podendo parecer fácil – não é assim tão simples para quem tem responsabilidades profissionais como as minhas.
Faço-o, acima de tudo, pelo prazer que esta actividade me dá.
Mas, também, por respeito por aqueles que visitam regularmente o blogue, apesar da irritante publicidade que teima em aparecer. (Uma solução possível é bloquear os "pop-ups" nas opções do seu navegador.)
Mesmo sem textos novos, cerca de 25 pessoas visitaram o blogue diariamente em Agosto (ver imagem abaixo), o que faz esbater o desejo – sempre presente – de terminar com esta experiência.


Regresso mais forte.
Felizmente, vivi as melhores férias da última década.
A temperatura da água do mar (ver imagem abaixo), a experiência de trabalho voluntário com os desportistas com deficiência mental, o reencontro com amigos que se revêem de ano a ano, a mão-cheia de excelentes textos que li, as noites quentes junto da Ria Formosa e as noites ventosas na foz do Mondego, as experiências gastronómicas, as transmissões de jogos com equipas portuguesas na televisão digital espanhola...
Um Verão cheio. Felizmente.

(clique nas imagens para ampliar)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Simplex: nasceu na ambulância

Figueira da Foz: Bombeiros voluntários assistem a mais um parto
Já teve dois filhos dentro de ambulância

O quarto filho de uma mulher residente na Gala, Figueira da Foz, nasceu numa ambulância, a cinco minutos da Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, na madrugada de ontem.
"A mãe teve duas contracções muito fortes que desencadearam o parto e só tivemos tempo de segurar o bebé", contou a bombeira Isabel Silva, dos Voluntários da Figueira da Foz.
O parto foi tão rápido que a ambulância nem chegou a parar", explicou Isabel Silva, elogiando o comportamento da parturiente, de 30 anos, que esteve sempre "muito calma e nunca gritou".
Para além da bombeira Isabel Silva, uma médica do INEM – da viatura médica de emergência e reanimação do Hospital da Figueira da Foz – seguia na ambulância, já que a grávida, que ia na 36ª semana de gravidez, tem um historial de desencadear partos rápidos e outro dos seus filhos também nasceu numa ambulância.
Para a bombeira, foi o primeiro parto a que assistiu numa ambulância e, por isso, uma experiência única: "Preferia ter chegado à maternidade, pois o bebé nasceria noutras condições, mas não houve tempo para isso e o parto ocorreu ao km 194 do IC2", contou, revelando que "o bebé é um menino e nasceu perfeitinho".
Os 55 quilómetros entre a Gala, onde a parturiente reside, e a Maternidade de Coimbra foram percorridos pela ambulância em marcha lenta, numa última tentativa de evitar a expulsão do bebé. Mas a bombeira depressa se apercebeu de que o parto estava iminente, pois "já se via a cabecita do bebé e a dilatação estava quase feita".
O bebé e a mãe estão bem de saúde, encontrando-se internados na Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra.

A PRIMEIRA VEZ
Este foi o primeiro parto ocorrido naquela ambulância de socorro do INEM, que está ao serviço dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz desde Dezembro.
OITO PARTOS
Noutra ambulância de socorro dos Voluntários da Figueira da Foz, baptizada com o nome de ‘Senhora do Ó’, já nasceram oito bebés desde Dezembro de 2006.
OFERTA ESPECIAL
A ambulância ‘Senhora do Ó’ foi oferecida pelo Casino da Figueira da Foz, em virtude do encerramento do bloco de partos da Maternidade.
(in "Correio da Manhã" de hoje)
Ora aqui está um parto modernaço. Simplex.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ando mesmo sem tempo

Ainda não é hoje que consigo fazer o "balanço" das férias e partilhar com os leitores do blogue algumas opiniões.

Tenho ideia de falar dos Jogos Olímpicos (e do novo "herói", o lançador Marco Fortes), de um dos livros que li nas tardes de esplanada à beira-mar ("Golpe de estádio"), do prazer de assistir descansado ao melhor telejornal português (o "Jornal das 9", da SIC Notícias) e da redescoberta de ler algumas reportagens de "A Bola" com satisfação.

Tanta coisa... E a insegurança crescente nas ruas, os filhos de José Sócrates a estudar em colégio privado, o silêncio da líder do PSD, o "kitsh" das noites de Buarcos, a ida à ópera no CAE Santana Lopes e o constante mau cheiro junto à estação elevatória de esgotos na marginal da Figueira (que também lá tem uma placa a informar que foi Santana Lopes quem a inaugurou).

Não posso deixar de louvar o profissionalismo do carteiro que honra os CTT ao longo da Avenida do Brasil e lamentar a falta de "sentido comercial" de estabelecimentos que encerram às 22 horas numa zona de férias ou daqueles que não deixam de fechar portas mesmo em Julho e Agosto.
E da ida à "feira de Agosto", no dizer de um dos funcionários, no Casino da Figueira, onde se assiste a espectáculo de qualidade pelo preço de um descafeinado.

Foram umas férias cheias, descansadas.
Falta-me ainda o tempo para falar delas com a tranquilidade exigida.

domingo, 27 de julho de 2008

O monstro

Vale do Galante (marginal da Figueira da Foz)

A pergunta (já) habitual: e ninguém vai preso?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Férias tecnológicas

Para assinalar os 25 anos de férias em Tavira, quedei-me pela... Figueira da Foz.

Como a neblina tem levantado tarde e a nortada quase sempre aparece "a horas", a que acresce a opção deste ano em querer cumprir as recomendações de quem sabe (não é saudável apanhar sol entre as 11h00 e as 17h00), a primeira semana de férias tem sido passada essencialmente na esplanada do "bar azul", um espaço agradável, protegido do vento e em cima do areal.
Ou seja, tenho ido à praia todos os dias.
E até já molhei os pés duas vezes.

Normalmente, a sul, a temperatura da água ronda os 20 graus, podendo chegar facilmente aos 22/23.
Por aqui, dizem-me que está agora pelos 18, mas na semana passada andou pelos 16 graus.
Ora é precisamente esta diferença de 5 graus - que faz toda a diferença para um "friorento" como eu - que me tem empurrado no último quarto de século para as fantásticas praias da Ilha e do Barril.

* * * * * *

Estas férias diferentes, para além da indispensável companhia de (muitos) jornais, têm permitido a experimentação de novas tecnologias.
A banda larga sem fios funciona bem - tanto a da Vodafone como a da Portugal Telecom.
A "Mobile TV" da Vodafone regista alguns "cortes", mas mesmo assim merece nota bem positiva. Sobretudo porque a operadora oferece um mês de utilização gratuita, sem compromisso de utilização futura.
Por isso, o facto de poder acompanhar a emissão da SIC Notícias em plena praia é, para já, a melhor recordação destas férias. Um "must".

domingo, 13 de julho de 2008

Agenda pessoal

Quinta-feira.
A Santa desce ao velho burgo.
Milhares e milhares nas ruas.
O fascínio de sempre.

Sexta-feira.
Jardins da Fundação Bissaya Barreto.
Coro do Teatro Nacional de S. Carlos.
Hora e meia mágica.

Sábado / Domingo.
Figueira da Foz.
A "minha" janela.
A atracção pelo mar.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Sabor a mar

Tarde de sol.
Mar calmo.
Cheiro intenso a maresia.
O oceano aqui tão perto...

domingo, 2 de setembro de 2007

Praia com povo

Vesti uma t-shirt estampada, peguei no chapéu de sol e fui à praia.

Os 15 dias de férias na praia estão destinados há 25 anos. A sul, junto a Tavira, num lugar que nunca enche (nem parece que estamos no Algarve) e onde se encontram casas mais baratas do que na Figueira da Foz. Ah… e com a temperatura da água do mar a chegar, por vezes, aos 23 graus – o que, anormalmente, não foi o caso deste Verão.

Mas antes ou depois destes 15 dias, há sempre um fim-de-semana ou outro aproveitado para ir à praia. E o destino – tradicionalmente, a Figueira – é desde há muitos anos a Praia de Quiaios.
Gosto da calma de Quiaios, da qualidade dos serviços, do lugar livre para estacionar o carro, da tranquilidade, do cheiro a pinhal combinado com a maresia e… dos amigos.

Hoje, para variar, decidi ir a outra praia, do tipo pais a gritar com os filhos, “Vem para aqui! Já te disse para estares quieto com a bola…”, famílias de três gerações debaixo de vários chapéus colados uns aos outros, mais o quebra-vento e os sacos do farnel, “Ó Luís, tem cuidado, olha c’a bola bate nos senhores!”.

Voltei à Praia da Tocha. Durante anos, a “Cova do Finfas” era destino regular para o almoço de fim-de-semana. Na última década, porém, o futebol obrigou a mudar de planos: o almoço, agora, é onde joga “a minha equipa”. E assim deixei de ir à Praia da Tocha e à Praia de Mira. Voltei hoje.

Cheguei por volta das 10h30, a neblina não deixava ver o mar e a venda de jornais ainda estava por abrir. Estacionei o carro num parque com lugares cobertos – grátis! Sentei-me na esplanada, bebi o habitual carioca de café e paguei 60 cêntimos. Estava a começar bem o dia. Desci ao areal e encontrei uma praia limpíssima e, como atracção, o puxar das redes de pesca – sempre espectacular, embora os bois tenham sido substituídos por potentes tractores.

Quatro horas de praia. O cheiro intenso a mar e o frio a subir ossos acima quando se molham os pés. E depois o almoço, de boa qualidade e a preço razoável.

Razão teve a sexagenária que, à chegada, preveniu: "Hoje não se vai ver o mar...". Palavras sábias. Apesar disso gostei de voltar à Praia da Tocha.

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Reparo 1 - Porque será que a sinalização em Portugal é pensada para quem já conhece o caminho? Porque é que, à chegada à praia, não aparece LOGO a indicação do parque de estacionamento?

Reparo 2 – Dentro da Tocha não utilize o “percurso alternativo” para chegar à praia! É uma coisa do outro mundo! E muito perigoso.

(Conselho: Se quiser ir de carro até à marginal da Praia da Tocha acho que deve seguir uma placa com duas palavras estrangeiras, que parecem ser o nome de uma empresa…)