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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Via Verde: 100 km para mudar a pilha!!!


Sabia que o centro Via Verde da Mealhada foi deslocalizado para Marinha das Ondas? Sabia que em nenhuma das saídas de Coimbra na A1 existe um centro Via Verde?

Para mudar uma simples pilha do identificador da Via Verde os habitantes de Coimbra e arredores têm obrigatoriamente de se deslocar a Aveiro ou Leiria, o que implica realizar uma viagem de mais de 100 quilómetros (ida e volta).
Entretanto, abriram novas lojas Via Verde em Lisboa, a acrescer às várias que lá havia!

1. Se não concorda com a forma como Coimbra tem sido destratada nos últimos tempos com a deslocalização de diversos serviços para outros pontos do país.
2. Se também se sente prejudicado com esta medida da Via Verde.
3. Se concorda que Coimbra também merece um Centro/Loja Via Verde.

Então... proteste!
Vamos fazer a Administração da Via Verde sentir que Coimbra está viva e percebe o que lhe vão fazendo. Por um serviço Via Verde eficaz e digno em Coimbra, subscreva esta petição.

(NOTA: Se está a pensar aderir à Via Verde, pense pelo menos duas vezes...)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Acidentes na auto-estrada

Nunca houve, que me lembre, tantos acidentes na auto-estrada, na zona de Coimbra, como agora.
Desde que a Brisa começou as obras de alargamento entre Condeixa e Coimbra-Norte quase não há dia sem acidentes neste troço. Hoje foi logo pela madrugada, junto à saída de Condeixa.
Quem faz a estatística destes últimos meses? E quem é responsável?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Portugal, século XXI

(clique na imagem para ampliar)

Recebi hoje pelo correio um documento datado de 30 de Novembro.
Da sede da Brisa a minha casa, segundo o "site" Via Michelin, são cerca de 225 quilómetros.
Feitas as contas, o documento viajou – não sei se por culpa da Brisa se dos CTT, pouco importa para o caso... – a uma velocidade média de 5,6 km por dia. Ou seja, percorreu 234 metros por hora.
É por estas (e por outras como estas) que não deixamos a cauda da Europa.

domingo, 18 de novembro de 2007

Selecção em Leiria

PRELIMINARES
«Olhó cachecol do jogo! 5 euros!».
O cachecol do jogo tem o nome do estádio, a data e é metade de uma equipa e metade da outra.
«Queijadas de Sintra!».
O cachecol do jogo deve ser comprado no final e não antes. E porquê?... Por uma razão simples: depois do jogo, o preço baixa, por vezes para metade.
Ontem à noite, porém, o preço já estava esmagado duas horas antes do jogo, tal era a quantidade de vendedores ambulantes em Leiria.
Logo à frente, nos parques de estacionamento, uma autêntica floresta de publicidade. A maioria da qual da responsabilidade da TBZ, a anunciar o Académica-Benfica do próximo fim-de-semana. Um exagero!
Mas também autocolantes e marcadores de livros a alertar para o número de vítimas mortais nas estradas portuguesas. Já no estádio, o “jornal da selecção” e a bandeirinha da TMN.

O vidro traseiro e os panfletos do Académica-Benfica

NAS BANCADAS
Um frio de rachar. No final o termómetro do carro assinalava 4 graus.
(Pior, pior, estava a temperatura em Pombal: 1 grau).
Muita gente nas bancadas, uma parte do estádio ainda por concluir, três anos depois do Euro’2004. Originalidades portuguesas.
Nelly Furtado continua a dar “Força” à selecção portuguesa e os espectadores continuam a bater palmas a compasso. Desta feita também para enganar o frio.
O estádio tem 23.888 lugares sentados e cobertos, entraram nos portões 22.048 pessoas; ou seja, ficaram 1.840 cadeiras vazias. Ainda é alguma coisa.

Mais de 1.800 cadeiras ficaram vazias...

O JOGO
Fracote. Portugal poderia ter marcado aos 3 minutos (Simão rematou à trave), mas acabou por marcar a 3 minutos do intervalo, por Hugo Almeida.
Pelo meio, uma actuação medíocre, como o público fez questão de salientar com duas enormes assobiadelas, aos 81 e 83 minutos, quando a selecção portuguesa (8.ª melhor selecção a nível mundial) defendia a vantagem conseguida frente à “poderosa” Arménia (82.ª classificada do “ranking” da FIFA)!
Mas as assobiadelas, ainda que pouco perceptíveis, começaram antes do jogo. Foi na altura da apresentação das equipas. Dois nomes da equipa portuguesa mereceram alguns assobios, o que é invulgar.
Quem foram eles? – perguntará algum leitor deste espaço.
Vão ter uma surpresa: Pepe e… Scolari.

Golo!


O REGRESSO
Em Agosto, aquando da final da Supertaça, demorei quase uma hora a entrar na auto-estrada em Leiria, no final do jogo.
Como “gato escaldado de água fria tem medo”, ontem optei por fazer o percurso Leiria-Pombal pela EN 1. Depois, entrei na auto-estrada, parei na área de serviço (informaram-me que a chegada à auto-estrada, afinal, tinha sido rápida) e cheguei a Coimbra 55 minutos depois de ter entrado no automóvel na zona do estádio em Leiria. Nada mau.
Afinal, a única “nota negra” da noite foi a exibição da equipa portuguesa.

Um outro olhar sobre o estádio de Leiria

AS MINHAS EQUIPAS
Foi um sábado vitorioso, já que as minhas equipas venceram.
À tarde, em Fala, os juniores do Vigor derrotaram o Portomosense por 2-0, num jogo de qualidade mediana.
À noite, a selecção portuguesa venceu a Arménia por 1-0, num jogo bem pior – técnica, táctica e espectacularmente.
Há sábados assim.

terça-feira, 16 de outubro de 2007