Mostrar mensagens com a etiqueta Rua da Liberdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rua da Liberdade. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Varreram a minha rua!

Os três montes de lixo que eu tinha varrido no dia 25 de Abril já lá não estão, defronte do prédio onde moro. Comemoraram o "1.º de Maio", calmos, junto ao passeio. E partiram ontem, rumo à lixeira, que é o lugar a que têm direito.
É verdade: a minha rua foi varrida ontem!

De nada valeram os meus esforços nos últimos anos. Nem a mensagem que enviei ao presidente da Junta, nem a reclamação que apresentei ao Provedor do Ambiente. O primeiro respondeu-me que a responsabilidade da limpeza era da Câmara. O segundo foi enganado, porque os serviços da autarquia responderam-lhe que a rua era limpa. Não era. Nunca o foi. E ele nada mais podia fazer.

Ontem, porém, as coisas mudaram. E senti o prazer de ver – ao regressar a casa, ao final da tarde – que o "lixo do feriado" já tinha sido removido.

Eu conto como as coisas se passaram...
De manhã, tinha consulta marcada no Centro de Saúde de Eiras. Ao chegar, vi três homens a limpar as imediações. Dirigi-me a eles. Eram funcionários da Junta de Freguesia de Eiras. Expliquei-lhes a situação: que a Câmara dizia que a responsabilidade da limpeza da rua era da Junta e que o anterior presidente da Junta me dissera que era a Câmara que devia limpar. E que eu vivia numa rua que não era varrida há 15 anos. Pelo menos.
Um dos três homens, o responsável pela equipa, explicou-me que a Junta de Freguesia de Eiras tem apenas cinco funcionários para tratar das árvores, da limpeza dos passeios, da recolha de lixo nas ruas e dos arranjos nas escolas primárias. Para além de outras tarefas.
Mas logo a seguir, depois de lhe ter dito que eu próprio varria regularmente a parte da rua onde vivo, «a minha testada», ele disse que ia lá recolher os resíduos e prometeu dar mais atenção, no futuro, à situação.

E, pronto, o que e-mails ao presidente da Junta, queixas ao Provedor (homem grande!) e informações transmitidas ao vereador não tinham resolvido, resolveu-se com uma conversa de homem para homem.
Um dia destes vou escrever à presidente da Junta. Dar-lhe-ei conta deste episódio e pedir-lhe-ei uma limpeza regular da rua onde moro. Não é preciso que haja varredura de manhã e de tarde (como existe noutras zonas da cidade). Nem sequer todos os dias. Nem dia-sim dia-não. Creio ser suficiente uma passagem semanal. E nem sempre: quando chove, como a rua onde moro é inclinada, a Natureza encarrega-se de lavar e limpar.

Uma palavra final: muito obrigado, senhor António!
(É por estas e por outras que Portugal só tem a ganhar se diminuir o número de políticos...)

sábado, 1 de maio de 2010

Agenda pessoal

Paguei ontem à tarde, último dia do prazo, a primeira prestação anual do IMI. Quase quatro centenas de euros por ter um modesto apartamento numa das zonas mais modestas do concelho de Coimbra! Impotente, tive de pagar. Mas sempre posso desabafar que me senti como daquela vez em que, ao chegar de manhã ao carro, vi que me tinham roubado o auto-rádio.

Hoje comemorei o Dia do Trabalhador com uma jornada de descanso. Durante a tarde andei à cata de qualquer de jeito nos satélites e encontrei um documentário da France 2 que me prendeu durante uma hora inteirinha: "Anos 70: a França que tira a roupa". Uma abordagem sociológica sobre as mudanças no estilo de vida francês em finais da década de 60 e inícios de 70. Soberbo! A ilustrar o tema, entre os filmes, referências a "Emmanuelle" e "O último tango em Paris". Entre as canções, "Je t'aime... mois non plus" e "L'aventura". Senti-me andar mais de 30 anos para trás no tempo.

O lixo que varri na rua onde moro no dia 25 de Abril, e que juntei cuidadosamente em três montes na borda do passeio, continua no mesmo sítio. Jantei na segunda-feira passada com um grupo de amigos onde estava o vereador responsável pela limpeza urbana e o assunto foi tema de conversa, mas não por iniciativa minha. Outros, para me "picarem", falaram do tema. O vereador disse que desconhecia o assunto. Eu - que nada disse sobre o tema durante o jantar - aproveito agora para enviar um recado/sugestão: «Luís [Providência], podes passar cá pela rua e ver com os teus olhos.»

Voltando à temática francesa, deixo-vos com uma das canções da minha vida.
Tenham um bom domingo. E façam o favor de ser felizes.

domingo, 25 de abril de 2010

O meu 25 de Abril



Chego a casa e percebo que perdi grandes discursos na cerimónia comemorativa do 25 de Abril na Assembleia da República. Nomeadamente os de Aguiar-Branco, Jaime Gama e Cavaco Silva.
Cheguei tarde porque estive a comemorar o 25 de Abril à minha maneira: a varrer a rua onde moro e a desentupir as sargetas. A testemunhá-lo, estão quatro montes de lixo, junto ao passeio, que simbolicamente ofereço nesta data solene aos responsáveis pela higiene urbana da minha cidade - esses mesmos que, há meses, "enganaram" o Provedor do Ambiente quando lhe disseram que a rua onde moro estava 100% limpa.

Finalmente, aos responsáveis do país recordo (com a imagem abaixo publicada) a evolução da taxa de abstenção, que na minha modesta opinião é o melhor indicador quanto ao cumprimento dos ideais de Abril.

Viva a Liberdade!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Adeus, minha querida

Conhecemo-nos há alguns meses.
As nossas vidas cruzaram-se e num instante tornámo-nos amigos. Não sei bem como nem porquê. A verdade é que o nosso dia-a-dia passou a ser diferente depois daquele momento.
Fizeste-me companhia dias seguidos, noites seguidas. Ia à varanda fumar um cigarro depois do jantar e olhava-te com um misto de ternura e admiração. Saía de casa de manhã e saudava-te.
Tu, humilde, quase terna, tornaste-te presença obrigatória na minha vida. E foi assim crescendo o nosso relacionamento.
Fotografei-te vezes sem conta nos últimos meses.
A tua existência ajudava os meus dias a serem melhores. E isso é algo que nunca te poderei pagar, embora saiba que estes sentimentos entre amigos ultrapassam o simples deve-e-haver da vida a correr que hoje todos somos obrigados a viver.
A tua presença era estímulo e conforto. Sabia-te protegida junto de mim e creio que tu sentias o mesmo.
Ontem, ao chegar a casa, com a rua transformada num rio de águas soltas e violentas, senti um aperto no coração. Pressenti o pior.
Olhei e não te vi. A chuva caía frenética. Mesmo assim, saí do carro e fui ver de ti. Não te encontrei. Caminhei rua abaixo à tua procura e... nada.
Concretizaram-se os piores receios. A enxurrada, com a sua força brutal e estúpida, não percebera que tu, minha amiga, eras diferente e arrastara-te para longe de mim.
Fiquei triste, muito triste, por te saber perdida. Para sempre.
Entrei em casa, abatido, a alma a doer. Sem saber o que fazer, surgiu-me o pensamento de honrar a tua memória. E comecei a cogitar este texto, como preito de homenagem a um convívio diário de tantos meses.
É o que aqui tentei fazer. Com o coração despedaçado por hoje já não ter tido a tua companhia pela manhã, quando saí de casa para o trabalho.
Até sempre, "minha" querida escova de dentes azul com risca branca!

(Dedico este texto aos responsáveis pela limpeza urbana em Coimbra, com votos de que em 2010 prossigam com o meritório trabalho que desenvolvem. Como a rua onde vivo não é varrida há 14 anos, creio que será inglório não conseguir chegar, pelo menos, aos três lustros. Vamos a isso!)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lixo na rua desde domingo!


Quando o Provedor do Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra questionou os serviços de higiene da autarquia, a propósito de um texto escrito neste blogue, os referidos serviços (não respondendo à questão de fundo: a rua não é varrida há mais de 10 anos!) responderam-lhe que estava tudo bem: não havia lixo no chão, nem ervas nos passeios, nem manchas de óleo no pavimento.
Pois bem: aqui está uma imagem que desmente os referidos serviços: há lixo, há ervas e há (perigosas) manchas de óleo, apesar de ter chovido a bom chover nos últimos dias.
Quanto ao lixo que a foto documenta, está no local desde domingo e hoje é quarta-feira.
As ervas ainda não chegaram ao metro de altura que tiveram no início do Verão mas para lá caminham. A passos largos.
As manchas de óleo são tão visíveis que algumas ainda guardam o "perfil" dos pneus dos automóveis que lá derraparam.

A situação é tanto mais ridícula quanto as ruas adjacentes são varridas: a do topo superior pelos serviços camarários e a do topo inferior pela Junta de Freguesia de Eiras, porque parece estar integrada na "zona rural" da freguesia.
Vá lá a gente compreender quem manda nestas coisas.

[Felizmente, de vez em quando chove, de vez em quando faz vento, e o lixo mais volumoso desaparece num dia de muita chuva ou de muito vento. Porque a rua, felizmente, é bem inclinada...]

Por isso, penso que é cada mais justificável que a Câmara Municipal mande colocar este cartaz no "espantalho" que na última semana surgiu defronte do prédio onde vivo. Assim, os cidadãos serãocorrectamente informados - e não "agredidos" com publicidade ou com outras mensagens de pura propaganda.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Um espantalho na rua!


Hoje acordei com este espantalho colocado em frente do prédio onde moro.
Como uma das faces ainda não está ocupada, proponho que fique assim:

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Rua limpa

A rua onde moro está finalmente limpa.
Não, não foram os serviços da autarquia, que teimam em não a varrer há dezena e meia de anos.
Foi a chuva. Abençoada.

sábado, 19 de setembro de 2009

Apetece-me votar no... S. Pedro

Chove em Coimbra.
Estou feliz!
A minha rua foi finalmente varrida - e lavada!

Nas próximas eleições autárquicas, apetece-me votar em... S. Pedro.
Não me cobra IMI e limpa-me a rua.

domingo, 13 de setembro de 2009

A minha rua é uma pista

Choveu esta noite.
Na minha rua os motores dos automóveis fizeram-se ouvir bem alto.

Explico: quem subia a rua... patinava.

A rua, que não é varrida (nem lavada) há anos, está suja. E torna-se perigosa.
Nas faixas de rodagem, junto aos contentores do lixo, acumula-se o óleo derramado pelos camiões de recolha.

É verdade: a minha rua parece uma pista... de gelo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Resposta da Provedoria do Ambiente

«Assunto: Falta de limpeza urbana na Rua da Liberdade
N/ Ref.ª: Processo n.º 648.1-2009/AEV
N/ Ofício n.º 2158/010609
Coimbra, 01 de Junho de 2009

Ex.mo Sr. Mário Martins,

Relativamente ao assunto supramencionado, a Provedoria do Ambiente e da Qualidade de Vida Urbana de Coimbra vem informar que recebeu, a 29 de Maio do corrente ano, os seguintes esclarecimentos do Departamento de Ambiente e Qualidade de Vida, da Câmara Municipal de Coimbra:

1. Após deslocação ao local, foi possível comprovar que a Rua da Liberdade, localizada entre o Bairro da Escola Primária e o Bairro de S. Miguel (freguesia de Eiras) se encontra com um aspecto limpo, não apresentando resíduos depositados junto aos contentores de RSU ou nos arruamentos. Os passeios encontram-se igualmente desprovidos de vegetação;

2. Este local é alvo de varreduras periódicas uma vez que se encontra contemplado no circuito de limpeza urbana realizado pelo Serviço Urbano de Higiene da Autarquia de Coimbra.

3. A vegetação das áreas envolventes é igualmente eliminada, por monda manual ou química, pelo menos duas vezes por ano, visando, deste modo, garantir as condições de higiene e salubridade do espaço.

Sem outro assunto.
Com os mais cordiais cumprimentos,

P´lo Provedor do Ambiente e Qualidade de Vida Urbana
A Técnica Superior
Carolina Goucha Gaspar»

Em face da mensagem acima transcrita, apraz-me fazer os seguintes comentários:
1. Nunca vi fazer a varredura da minha rua.
2. No Verão passado, a altura das ervas nos passeios (mais de 1 metro!) foi noticiada no "Diário de Coimbra".
3. Há bem pouco, três seringas estiveram na rua, junto ao passeio, durante mais de dois meses! Acabaram por desaparecer, moídas pelos automóveis. Uma lata de coca-cola teve o mesmo destino.
4. Este ano não há grandes ervas. Há algumas, com não mais do que 20 centímetros. Ainda não cresceram...
5. Eu tenho feito, desde há muitos meses, a limpeza das grelhas dos bueiros. E tenho varrido a rua na zona fronteira ao prédio em que habito (normalmente, ao domingo de manhã).
6. Ultimamente, o grau de limpeza geral tem melhorado. Ligeiramente. O contentor do lixo que está colocado à minha porta, porém, está preto no interior, de tão encardido e de falta de lavagem.
7. Como é óbvio, vou manter-me atento à situação. Com uma ligeira diferença: a partir de agora, prometo aos leitores deste blogue, sempre que a situação o justifique, fotos do "lixo na rua".
8. Felizmente, a rua onde moro é bastante inclinada. E quando chove ou faz vento... fica limpa.
9. Lamento que o Departamento de Ambiente e Qualidade de Vida não tenha referido a periodicidade da varredura. Bi-diária? Diária? Semanal? Mensal?
10. Agradeço à Provedoria do Ambiente, em especial ao Provedor (Prof. Doutor Salvador Massado Cardoso), a atenção dispensada ao assunto e, sobretudo, a rapidez com que actuou. Não é vulgar encontrar um "serviço público" tão eficiente. Como o país seria diferente se todos actuassem deste modo... (Lembro, a propósito, que a espera pelo Cartão de Contribuinte já vai em 409 dias!!! Eu deveria poder pagar os impostos com a mesma dilação...)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Provedor do Ambiente analisa "lixo na rua"

Assunto: Falta de limpeza urbana na Rua da Liberdade
N/ Ref.ª: Processo n.º 648.1-2009/AEV
N/ Ofício n.º 2098/270309

Coimbra, 27 de Março de 2009


Exmo. Sr. Mário Martins,

A Provedoria do Ambiente e Qualidade de Vida Urbana de Coimbra vem, por este meio, informar que, após tomar conhecimento da falta de limpeza da Rua da Liberdade, através do seu blogue pessoal, registou o seu processo com o número mencionado em epígrafe, o qual deverá ser utilizado sempre que se dirigir ao nosso gabinete, solicitando e/ou adicionando qualquer informação ao processo.

Segundo o artigo 7.º da Designação, Competências e Mandato do Provedor, os munícipes têm direito de resposta no prazo de 90 dias. Esperamos desta forma ir ao encontro das suas expectativas na resolução do problema apresentado.

Atenciosamente,

P'lo Provedor do Ambiente e Qualidade de Vida Urbana
A Técnica Superior
(Maria João Martins)


Ainda me parece impossível!
Ontem ao princípio da noite, o Provedor do Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra enviou um comentário para o blogue, a propósito do texto que escrevi ao final da tarde sobre a falta de limpeza na rua onde moro.
Informava que tinha lido o texto e solicitava informação sobre o assunto.
Na resposta, enviei-lhe cópias das mensagens que enviei em Junho passado ao presidente da Junta de Freguesia de Eiras, José Passeiro (e da respectiva resposta), ao vereador Luís Providência em Outubro (que não teve resposta) e à Câmara Municipal de Coimbra há 10 dias (que também não obteve resposta).
Esta tarde, recebi a mensagem que acima transcrevo.

Ainda me parece impossível!
Não é vulgar os serviços públicos funcionarem em Portugal com tamanha rapidez.
(Apenas um exemplo: um familiar meu continua à espera, há 11 meses!!!, da chegada do "cartão de contribuinte".)
Não é vulgar, creio eu, um "provedor" tomar conhecimento de um assunto por um blogue e, em escassa hora e meia, decidir agir.

Felizmente há pessoas da craveira do Prof. Doutor Salvador Massano Cardoso, Provedor do Ambiente e da Qualidade de Vida Urbana de Coimbra e professor catedrático da Faculdade de Medicina, para (ainda) nos fazerem acreditar na qualidade da Democracia em que vivemos.
Muito obrigado.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Lixo na rua

O texto que ontem aqui escrevi sobre a falta de varredura na minha rua (há, pelo menos, 13 anos!!!) mereceu comentário bem humorado em "O Sexo e a Cidade", um dos blogues de leitura diária obrigatória.

Entretanto, continuo a reflectir sobre o melhor caminho a tomar, dado que a mensagem que enviei à Câmara Municipal de Coimbra continua sem resposta.

Alertar novamente o vereador da Higiene e Limpeza, Luís Providência (CDS-PP), a quem enviei uma mensagem pessoal sobre o assunto em Outubro e que também não obteve resposta?
Escrever ao Provedor do Ambiente?

Ou haverá alguma entidade a que o cidadão possa recorrer em caso de manifesta informação incorrecta, como é o caso da que se encontra no "site" da Câmara Municipal de Coimbra, como prova esta imagem?


É que a minha rua não tem papeleiras. Nem limpeza. Nem diária, nem semanal, nem mensal, nem trimestral, nem semestral, nem anual. Não tem, ponto final.

(Até há pouco, a minha rua nem sequer tinha placa toponímica. Nunca tivera. Mas isso já o incansável vereador Mário Nunes resolveu. Bastou uma inocente "provocação" num qualquer encontro informal e, poucos dias depois, recebi um telefonema: «Já viu as placas?» Não tinha visto, mas elas já lá estavam. Estão lá.)

quarta-feira, 25 de março de 2009

Não chove, infelizmente...

Contrariando as previsões, acabou por não chover em Coimbra no último fim-de-semana.
E, ao parece, não irá chover nos próximos 15 dias.
Ora isto cria-me um grande problema.

Eu vivo na mesma rua há 13 anos - tantos como os que a rua não foi varrida!
Noutro dia escrevi à Câmara Municipal a perguntar a razão desta falta de limpeza, mas não obtive resposta.

A minha esperança é que chova.
Porque, como a rua é inclinada, sempre que chove a água acaba por levar a sujidade para longe.
Como não chove há várias semanas, o lixo acumula-se.

Ao fim da tarde, quando chego a casa, abro a garagem, pego numa vassoura e limpo a minha "testada". Por vezes, pego no isqueiro e faço arder papéis e outros detritos.
Faço o que posso.

Este é um retrato real, apesar de não vir em página de jornal, desta Coimbra no início do século XXI.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Finalmente!


Há 13 anos que moro nesta rua.
Nunca por lá passou um varredor, nem sequer um carro de lavagem.
Ontem, finalmente, teve direito a limpeza.
Pela mão dos Sapadores e com a ajuda da PSP.

(A "estória" completa será publicada logo que possível. Para já, fica uma imagem...)