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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cortesia socialista

O ainda ministro da Presidência, Augusto Santos Silva, diz ao SOL desta sexta-feira que Manuela Ferreira Leite, a líder da oposição, usa uma linguagem semelhante à do Bloco de Esquerda ou do MRPP, sendo por isso uma «interlocutora precária». E adianta que ela faz lembrar uma «anarquista espanhola»
(in "Sol")

Aqui está uma forma simpática, elegante até, de um alto dirigente do PS falar da líder do principal partido da oposição.
Percebe-se perfeitamente que os socialistas vivem agora a "fase do diálogo".

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O grande educador

«Manuela Ferreira Leite não está a compreender bem a nova situação política. Uma maioria relativa do PS implica responsabilidade do lado PS, que tem de formar Governo e procurar os entendimentos necessários para aprovar as suas iniciativas, mas também a responsabilidade dos partidos da oposição, a começar pelo maior» (Augusto Santos Silva, na foto, ao Rádio Clube).

Depois de Arnaldo de Matos, na minha juventude "o grande educador da classe operária", temos agora Augusto Santos Silva na versão "educador da classe política".
Só nos faltava mais este!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Um Governo de... piores

Um inquérito divulgado esta semana conclui que José Sócrates é considerado o pior primeiro-ministro desde 1985.
Os agricultores há muito que afirmam ser Jaime Silva o pior ministro da Agricultura que encontraram pela frente.
Há tempos chegaram-nos notícias da Europa que referiam que Teixeira dos Santos era considerado o pior ministro das Finanças da União Europeia.
Há dias, Pinto Balsemão afirmou que Augusto Santos Silva é o pior ministro de sempre na área da Comunicação Social.
Os professores, como se sabe, "adoram" a ministra Maria de Lurdes Rodrigues.

É isto que está em jogo.
É esta avaliação que está em causa no próximo domingo.

sábado, 20 de junho de 2009

Impressões

I
Empreiteiros "à rasca" com manifesto dos economistas

II
Santos Silva transfigurado: diz que não fala!

III
Jornais das TVs: RTP abre com regresso de Ronaldo a Portugal; SIC com Sócrates; TVI com Gripe (informação de Luciano Alvarez)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Crise: a pergunta que ninguém faz (nem ninguém esclarece)

Na TVI 24, Santos Silva continua a interromper sistematicamente Morais Sarmento.
E a dizer que a crise é mundial e não apenas portuguesa.

É verdade: a crise é mundial.
No entanto, dr. Santos Silva, explique quando puder - para não ir mais longe do que a fronteira... - porque é que, antes da crise, Portugal crescia menos do que Espanha e, agora, Portugal desce mais do que Espanha.

(Enquanto escrevi este texto, Santos Silva interrompeu Morais Sarmento quatro vezes.)

terça-feira, 31 de março de 2009

Debate interrompido

Aguentei meia hora de debate entre Augusto Santos Silva (PS) e Nuno Morais Sarmento (PSD) na TVI24.
Acabei por desistir quando o social-democrata disse que em 2008 os assaltos a bancos e os assaltos a bombas de gasolina aumentaram para o dobro e o socialista disse que o aumento da criminalidade teve a ver com a violência doméstica.
Desliguei. (Ou seja, desliguei-os.)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Figuras do presente

"Sol" de sábado passado
(clique na imagem para ampliar)

sábado, 12 de janeiro de 2008

Palavras duras

«Não tenho o mínimo de consideração nem de respeito intelectual pelo saloio que detém no Governo a pasta da Comunicação Social e com quem mantenho, há anos, dissidências agravadas. Pelas baboseiras e falta de rigor que punha nas crónicas do ‘Público’, pela arrogância e pesporrência que exibia quando era ministro da Educação e logo a seguir da Cultura, sem ter feito nada, mesmo nada, nem pela educação nem pela cultura, porque o considero um dos ministros mais incompetentes do Governo de José Sócrates, tendo falhado de forma grotesca todas as decisões que tomou no âmbito da Comunicação Social, como sempre referenciei nas crónicas que escrevi ao longo do mandato do actual primeiro-ministro.»
(Emídio Rangel sobre Augusto Santos Silva, hoje, no "Correio da Manhã")

ACTUALIZAÇÃO - Na edição de hoje, domingo, 13 de Janeiro, Emídio Rangel conclui a análise ao desempenho do ministro socialista.
«Regulou tanto para controlar tudo que ninguém se entende. Esta visão (anos 60) de controleiro não deixou sequer incólume o trabalho dos jornalistas, essencial em democracia. Quis diminuir-lhes o estatuto social e profissional, mexeu em áreas vitais como a protecção das fontes de informação e, por isso, para além da oposição do mundo intelectual, foi ‘medalhado’ pelo Presidente da República com um veto sempre humilhante.»
(para ler aqui)