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segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Agenda pessoal
Paguei ontem à tarde, último dia do prazo, a primeira prestação anual do IMI. Quase quatro centenas de euros por ter um modesto apartamento numa das zonas mais modestas do concelho de Coimbra! Impotente, tive de pagar. Mas sempre posso desabafar que me senti como daquela vez em que, ao chegar de manhã ao carro, vi que me tinham roubado o auto-rádio.
Hoje comemorei o Dia do Trabalhador com uma jornada de descanso. Durante a tarde andei à cata de qualquer de jeito nos satélites e encontrei um documentário da France 2 que me prendeu durante uma hora inteirinha: "Anos 70: a França que tira a roupa". Uma abordagem sociológica sobre as mudanças no estilo de vida francês em finais da década de 60 e inícios de 70. Soberbo! A ilustrar o tema, entre os filmes, referências a "Emmanuelle" e "O último tango em Paris". Entre as canções, "Je t'aime... mois non plus" e "L'aventura". Senti-me andar mais de 30 anos para trás no tempo.
O lixo que varri na rua onde moro no dia 25 de Abril, e que juntei cuidadosamente em três montes na borda do passeio, continua no mesmo sítio. Jantei na segunda-feira passada com um grupo de amigos onde estava o vereador responsável pela limpeza urbana e o assunto foi tema de conversa, mas não por iniciativa minha. Outros, para me "picarem", falaram do tema. O vereador disse que desconhecia o assunto. Eu - que nada disse sobre o tema durante o jantar - aproveito agora para enviar um recado/sugestão: «Luís [Providência], podes passar cá pela rua e ver com os teus olhos.»
Voltando à temática francesa, deixo-vos com uma das canções da minha vida.
Tenham um bom domingo. E façam o favor de ser felizes.
Tema(s):
Edith Piaf,
France 2,
IMI,
Limpeza urbana,
música,
pessoal,
Rua da Liberdade,
televisão
domingo, 18 de abril de 2010
Que saudades desta "Menina"!
Esta canção entrou-me pelo computador adentro pela mão do Rogério, distinto professor universitário em Lisboa. E fez-me recuar uns 30 anos no tempo, como lhe lhe expliquei numa mensagem.
Esta:
«Que saudades, Rogério, que saudades! De quê? - perguntarás. Eu conto... Houve um tempo em que de Coimbra ao Algarve se demorava 10 ou 11 horas. Saía de Coimbra às 23 horas para estar cedinho em Tavira. Pois - e aqui está a razão do texto - o Pedro Barroso era a companhia obrigatória no leitor de cassetes quando o sol nascia Alentejo abaixo. Que saudades desta "Menina" ouvida assim! (E que saudades dos meus então 20 e poucos anos!) Obrigado, Rogério, por esta viagem ao passado. Abraço.»
Publico-a com votos de uma excelente semana para quantos acompanham este blogue.
E - já agora... - façam o favor de ser felizes.
Esta:
«Que saudades, Rogério, que saudades! De quê? - perguntarás. Eu conto... Houve um tempo em que de Coimbra ao Algarve se demorava 10 ou 11 horas. Saía de Coimbra às 23 horas para estar cedinho em Tavira. Pois - e aqui está a razão do texto - o Pedro Barroso era a companhia obrigatória no leitor de cassetes quando o sol nascia Alentejo abaixo. Que saudades desta "Menina" ouvida assim! (E que saudades dos meus então 20 e poucos anos!) Obrigado, Rogério, por esta viagem ao passado. Abraço.»
Publico-a com votos de uma excelente semana para quantos acompanham este blogue.
E - já agora... - façam o favor de ser felizes.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Grécia
Não gosto particularmente da Grécia: muitas ruínas, muito calor, muita poluição, pouco respeito pelas regras de trânsito.
De cada vez que lá fui voltei com a sensação de que ainda era pior do que eu pensava. Por isso, decidi não voltar.
Mas gosto da música grega.
Escutem, divirtam-se, tenham um bom domingo e... façam o favor de ser felizes.
quinta-feira, 18 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Imaculada Conceição
sábado, 28 de novembro de 2009
Susan Boyle em vez da corrupção
Valha-nos Deus! O país está transformado num enorme pântano, sendo praticamente impossível identificar referências ético-morais. Olhamos para um lado, olhamos para o outro, e o que vemos é gente sem princípios, sem valor, um "vale-tudo" que enoja até a mais calma das pessoas.
Olho para eles - sejam titulares de grandes fortunas ou de altos cargos, distribuidores de prebendas ou meros patifes que deveriam estar na prisão - como aquilo que são: gente reles.
É por isso que, cada vez mais, evito estar em sítios mal frequentados. E para não correr riscos de "encontros indesejados", fico-me pela pacatez da minha vida e da minha casa. Assim, sei que não irei encarar "figurões" e patifes. E vivo feliz.
As notícias deste fim-de-semana continuam a ser assustadoras, revelando a promiscuidade que atravessa sectores basilares da sociedade, supostamente independentes. Coleccionei uma série de textos, publicados ontem e hoje na Imprensa, que lidos conjuntamente nos ajudam a ver o quão negro é o momento presente.
Voltámos a 1975. Estamos num PREC de características diferentes e com um sentido histórico oposto. Caminhamos a passos largos - estou convicto - para uma qualquer espécie de ditadura.
Sinto por vezes, como já aqui escrevi, a vontade de encerrar o blogue. Mas vou resistindo, porque acho que esta é também uma forma - ainda que modestíssima - de denunciar a gravidade da situação e contribuir para a "limpeza" que se torna cada vez mais urgente. Mas que duvido venha a acontecer.
Haverá quem não goste do que aqui escrevo, mas... é a vida. Como tenho por adquirido desde há muito, não nasci para ser simpático, nem hipócrita. Digo e escrevo o que penso, com a maior liberdade possível, como bem sabe quem me conhece. Não ando na vida para arranjar "amigos" de ocasião, para sorrir a quem desprezo ou para cumprimentar quem eu julgo que tem as mãos sujas. Sou humilde mas sinto-me limpo. E se assim cheguei aos 53 anos, em cada dia que passa reforço ainda mais as minhas convicções. Nunca tive apetência por luxos e honrarias, nem por "comer à mesa do Orçamento", como muitos dos que por aí andam.
Há páginas de jornal e reportagens de televisão que só não me fazem vomitar porque já estou muito traquejado. Quando essa gentinha me aparece pela frente (gente que mente com a maior desfaçatez, gente que infringe a lei e se assume como moralista, gente pequena que - por mais dinheiro que tenha ou títulos que lhes coloquem em cima - nunca conseguirá ter a estatura e a dignidade de tantas Ti Marias e Ti Antónios anónimos), escrevia que quando essa gentinha pequena me aparece pela frente opto sempre pela medida mais higiénica possível: desligar o televisor, colocar o jornal no lixo.
Talvez por tudo isto é que este blogue tem um média de visitas muito pequena, mas muito estável - são os meus amigos e mais uns poucos. Quem cá aparece "por acaso", raramente volta. Quem pensa que insulta na caixa de comentários, deixa de vir ainda mais rapidamente, porque essas opiniões vão directamente para o "caixote do lixo". [Se o blogue é meu e "dou a cara", é evidente que não tolero injúrias anónimas. Era só o que faltava... Por aqui, há decência.]
A sociedade está gravemente doente. Olho para isto e sinto dor; não por mim, que tenho uma vida construída e continuo a ter forças para trabalhar, nem que seja para pegar numa enxada e tirar da terra o sustento do dia-a-dia. Sinto dor pelos jovens - e, entre eles, os meus filhos. Que raio de país lhes vamos deixar...
Eles, a Ana e o João, sabem bem o que lhes digo desde muito pequenos: o futuro está fora daqui. De Coimbra. E de Portugal.
Há muito que intuí que os tempos vindouros serão penosos. Sem desígnio, sem projectos mobilizadores, sem elites de qualidade (como ainda ontem escreveu o director do "Sol"), com uma população activa maioritariamente funcionalizada, Portugal arrisca-se a ser no futuro - como há muito profetizou um jornalista creio que alemão num encontro ocasional em Bruxelas - apenas um "lar de terceira idade" para a classe média europeia.
Queria escrever apenas algumas linhas, entusiasmei-me e saiu isto.
Vamos ao que verdadeiramente interessa; formular os habituais votos de bom fim-de-semana, desta feita com a proposta de recordarem aqueles escassos segundos que transformaram Susan Boyle em personalidade mundial, ela que acaba de bater esta semana o recorde de pré-vendas de um cd na história da internet.
Cliquem na imagem ou aqui. E façam o favor de serem felizes.
Tema(s):
corrupção,
Democracia,
Internet,
música,
pessoal,
Portugal,
reflexão,
Susan Boyle
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Acordar com um sorriso
Deixem-se de tretas, de corruptos, de incompetentes, de filhos-de-boas-famílias-mas-incapazes, de cretinos, trafulhas, vendedores de banha-da-cobra e outros que tais.
Não se importem se fizer frio, chover e o vento soprar com força.
Amanhã, acordem com um sorriso e pensem que esse, o dia que já nasceu, pode ser o «primeiro dia» de uma vida nova.
Tenham um bom fim-de-semana!
E façam o favor de ser felizes.
Não se importem se fizer frio, chover e o vento soprar com força.
Amanhã, acordem com um sorriso e pensem que esse, o dia que já nasceu, pode ser o «primeiro dia» de uma vida nova.
Tenham um bom fim-de-semana!
E façam o favor de ser felizes.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Bom fim-de-semana!
Proponho à família e aos amigos (não, esta fórmula não tem nada a ver com as notícias dos jornais...) a escuta desta canção.
Bom fim-de-semana!
E façam o favor de ser felizes.
Bom fim-de-semana!
E façam o favor de ser felizes.
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