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sábado, 1 de maio de 2010

Aprígio gosta do "estilo Sócrates"

O presidente da Naval tem hoje direito a lugar de destaque na capa do "Diário As Beiras". A frase escolhida para apresentar a entrevista do dirigente é esclarecedora: «Sócrates é um homem persistente e não é miserabilista».
La Palisse não diria melhor. Basta atentar na persistência de Sócrates para conseguir a licenciatura (estudando quando já era governante...) e nas despesas faustosas que conduziram Portugal à porta da bancarrota.
Eis um bom exemplo daquilo que pode ser considerado uma "frase assassina".

PS - Na capa do jornal diz-se também que Aprígio «não esconde "ódio de estimação" por Santana [Lopes]». Não conheço os motivos deste "ódio de estimação". Mas se tem a ver com prioridades autárquicas, parece-me muito melhor que a Figueira da Foz tenha um moderníssimo Centro de Artes e Espectáculos do que um novo (para quê?!!!) estádio de futebol.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Coincidências

António José Seguro faltou à Convenção do PS.
Santana Lopes faltou à Convenção do PSD.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Que trapalhada!

Aí está mais uma (grande) trapalhada do Governo de Sócrates.
A entrega do Orçamento de Estado para 2009 redundou numa novela terceiro-mundista.

Confirma-se que entre Santana e Sócrates as diferenças são apenas de estilo.
Entretanto, Portugal continua a caminhar para o abismo.

Pobre país.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Menezes e... Simões

Luís Filipe Menezes acaba de demonstrar, em entrevista à SIC Notícias, as razões que o impedem de algum dia ser primeiro-ministro.

A forma como, rosto crispado, "disparou" sobre diversos militantes do PSD (Pacheco Pereira, Rui Rio, Paula Teixeira da Cruz, António Borges, Aguiar-Branco... e não sei se me esqueço de mais algum) mostra que ele não tem aquele "plus" que faz os grandes líderes.
Uma coisa é combater politicamente os adversários internos, outra é fazê-lo publicamente em frente de todo o país.

Luís Filipe Menezes reforçou, aliás, a ideia que tenho dele: é um bom comentador político. Domina bem as "querelas" político-partidárias, mas isso não chega - normalmente - para governar um país.

Por outro lado, Menezes mostrou a mesma incapacidade de Santana Lopes para compreender o que lhe aconteceu, preferindo lançar as culpas para cima de outros; os "críticos" internos, neste caso.

Curiosamente, a entrevista de Luís Filipe Menezes a Mário Crespo fez-me lembrar o... presidente da Académica. José Eduardo Simões, que já ganhou duas eleições, apresentou-se agora com o lema "Unir a Académica", mas após ser conhecido o resultado eleitoral esqueceu-se de dirigir uma palavra que fosse aos candidatos derrotados.
Embora possa ganhar muitas mais eleições, nunca atingirá o estatuto de Jorge Anjinho ou de João Moreno, para só referir dois dos grandes presidentes da Briosa que conheci.

Os líderes que perduram na memória colectiva têm "qualquer coisa" mais do que o simples facto de serem esforçados.
E isso é algo que notoriamente falta tanto a Luís Filipe Meneses como a José Eduardo Simões.