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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

PSD à deriva

«O ex-comissário europeu João de Deus Pinheiro renunciou hoje ao mandato de deputado do PSD e vai ser substituído já esta tarde pelo presidente nacional da JSD, Pedro Rodrigues, disse à Lusa fonte social-democrata.»

(Ver notícia no "Público")

Pergunto: quantos votos perdeu o PSD pela presença de Deus Pinheiro na lista de deputados? E... para quê?

terça-feira, 21 de julho de 2009

Chipre quente na despedida da Ana


Faz agora um ano, a Ana foi à assembleia geral dos Estudantes Democratas Europeus (EDS) despedir-se, depois de três anos como vice-presidente e dois como presidente. Regressou eleita presidente honorária.
Agora, acaba de partir para o Chipre para encerrar definitivamente um "dossier" que lhe ocupou um quarto da sua existência.

A Ana foi a primeira portuguesa (o primeiro cidadão português, também...) a presidir a uma organização que representa cerca de meio milhão de estudantes de mais de 30 países europeus.
Nestes seis anos, teve a oportunidade de conhecer como poucos a realidade europeia, de visitar países onde "nunca se vai", de contactar com os mais importantes dirigentes políticos, de discursar no Parlamento Europeu, de homenagear pessoalmente Lech Walesa.

Pouco importa que, por cá, lhe reconheçam (ou não) o mérito. Portugal é conhecido por ser um país pequenino, um mar de invejas. E, dentro de Portugal, Coimbra é - ainda mais - um "microcosmos" muito peculiar, onde não raro a competência cede lugar à mediocridade e ao "nome de família".
Pouco importa tudo isso, porque - como lhe tenho repetido ao longo dos anos - ninguém lhe pode retirar as experiências que já viveu, os contactos que manteve (e mantém), os conhecimentos que adquiriu.

Se os outros não quiserem reconhecer a evidência, o problema é sobretudo deles.
A Ana tem feito o seu caminho de forma irrepreensível - apesar da intensa actividade política, que teve o seu ponto alto com a recente inclusão na lista do PSD ao Parlamento Europeu, licenciou-se aos 23 anos (na Universidade de Coimbra), concluiu o estágio de advocacia aos 26 e acaba de ser seleccionada - após vários meses de provas - para trabalhar numa das mais prestigiadas empresas portuguesas.

No momento em que escrevo estas linhas, a Ana está de viagem para Limassol, preparada para virar esta (longa) página da sua vida, que encheu de orgulho a família – e não só.
Com natural emoção, recordo aqui algumas imagens da actividade da Ana Filipa Janine, a "senhora presidente".
Com um beijo de amor e de muita admiração.

Com Lech Walesa, numa emocionada homenagem em Gdansk

Com Nicolas Sarkozy, no Palácio do Elysée

Com Bill Clinton, em Yalta

Com Angela Merkel, em Roma

Na sede da AAC, na campanha para o Parlamento Europeu

A descer o Chiado, na campanha eleitoral para o PE

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Imagens da campanha eleitoral





Debate na sede da Associação Académica de Coimbra
(21 de Maio de 2009)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A "minha" candidata

(clique na imagem para ampliar)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Recortes do dia


(clique nas imagens para ampliar)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Recortes (familiares) atrasados

Congresso da JSD

Eleições nos EDS

domingo, 30 de novembro de 2008

Reeleição


A Ana Filipa Janine foi reeleita directora do Gabinete de Relações Internacionais da JSD, durante o congresso da organização que hoje terminou em Penafiel.
Integrou a lista de Pedro Rodrigues, reeleito presidente com 308 votos. A lista opositora, liderada por Bruno Ventura, obteve 245 votos.

A Ana Filipa Janine foi ainda a relatora do grupo de trabalho que apresentou ao congresso a moção "Portugal no mundo", aprovada por unanimidade.

Parabéns, filha!

domingo, 2 de novembro de 2008

Manuela, o desemprego e a JS

Não gosto particularmente de Manuela Ferreira Leite.
Pelas recordações que a memória me disponibiliza, não deixou particulares saudades nem como responsável pela Educação (na "agonia" da década governativa de Cavaco Silva) nem na pasta das Finanças (no tempo de Durão Barroso).

No entanto, apreciei a referência que ela fez hoje à relação entre obras públicas e desemprego, em entrevista à TSF.
«Interrogada se não considera que "as obras públicas ajudarão, pelo menos, ao factor desemprego", a presidente do PSD respondeu: "[Ao] desemprego de Cabo Verde, desemprego da Ucrânia, isso ajudam. Ao desemprego de Portugal, duvido".» (in "noticias.rtp.pt")
Esta é uma das tais "frases assassinas". José Sócrates pode dar as voltas que quiser - a partir de agora, ninguém vai acreditar que o "boom" de obras públicas ajudará a diminuir o desemprego.

(A Manuela Ferreira Leite só faltou acrescentar que as obras públicas são importantes é para engordar os lucros das construtoras e não só...)

Esta tarde, o líder da Juventude Socialista veio acusar a presidente do PSD de «falta de sentido de Estado».
Quem?...
Mas quem é o líder da JS? E a falar de «sentido de Estado»?
Onde é que ele aprendeu o «sentido de Estado»? A trabalhar? Nas obras públicas?

quarta-feira, 25 de junho de 2008

sexta-feira, 5 de outubro de 2007