segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Manuel Alegre e José Lello
Apenas um comentário: Manuel Alegre deve estar muito preocupado com a falta de "empenho" de José Lello. Nem deve dormir...
"Saldos" no TGV
Por mais que leia a notícia, não consigo compreender.
Como é que a construção do TGV pode ter um desconto de 40%?
Eu bem sei que estamos na época de saldos, mas nem assim entendo como uma coisa destas é possível.
Se alguém quiser esclarecer-me, agradeço que o faça como se eu fosse muito burro.
Santo António casamenteiro sem "gays"
No meio da euforia da aprovação do casamento homossexual, a Câmara de Lisboa anunciou que os "gays" também iriam ter lugar nos "casamentos de Santo António".
A Igreja Católica, desta vez, foi lesta a reagir e informou que se retirava da cerimónia.
Perante tal atitude, a autarquia lisboeta "travou a fundo" e recuou na intenção.
Por uma vez, a Igreja soube responder à actualidade em tempo útil.
Espero que tenha sido o primeiro exemplo de uma nova postura.
Nação velha, gente velha
«Portugal já é o oitavo país mais envelhecido do mundo e o saldo demográfico de 2009 deve ter sido negativo outra vez.»
(informação de José Manuel Fernandes)
(informação de José Manuel Fernandes)
domingo, 17 de janeiro de 2010
Sport TV: não se pode calá-los?
Vi alguns minutos do Marítimo-Benfica.
Mas chegaram para comprovar, mais uma vez, que pior do que o futebol que se joga em Portugal são os comentários que acompanham muitas das transmissões televisivas.
(Sugestão para "valorização profissional": vejam o Eurosport. Não custa nada...)
Mas chegaram para comprovar, mais uma vez, que pior do que o futebol que se joga em Portugal são os comentários que acompanham muitas das transmissões televisivas.
(Sugestão para "valorização profissional": vejam o Eurosport. Não custa nada...)
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Aldeia Global: mentira e fraude
A ideia de que vivemos numa aldeia global é aceite pela generalidade das pessoas.
No entanto, ao ver a tragédia do Haiti, onde há tanta gente que vai morrendo a cada hora enquanto espera há três dias (!!!) pela ajuda internacional, comprovamos que a tão publicitada aldeia global não passa de uma gigantesca mentira.
Uma fraude.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Contra a co-incineração
O meu amigo Paulo Marques escreve hoje no "Diário As Beiras", com a classe habitual, sobre a reunião da passada segunda-feira.
Discordo dele num ponto: não compreendo porque é que os deputados do PS deveriam ter um tratamento diferente dos outros deputados eleitos pelo círculo de Coimbra.
Serão "mais que os outros"? "Primas donas"? "Estrelas" de grandeza diferente?...
A única diferença que encontro é esta: foram os únicos que não participaram na reunião. O que diz muito.
Caixinha de surpresas
A blogosfera é uma autêntica "caixinha de surpresas".
Vejam lá o que acabo de encontrar...
Vejam lá o que acabo de encontrar...
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Lixo tóxico: PS ausente da sala

Decorreu esta noite uma reunião entre a comissão representativa da Assembleia Municipal coimbrã e os deputados da Assembleia da República eleitos pelo círculo de Coimbra para debater a suspensão do processo de co-incineração de resíduos industriais perigosos, vulgo lixo tóxico.
Compareceram todos os deputados (um do CDS, um do Bloco de Esquerda e quatro do PSD) menos os que foram eleitos pelo Partido Socialista.
O Partido Comunista fez-se representar por uma deputada eleita pelo círculo de Lisboa, já que não elegeu qualquer deputado por Coimbra.
Esta é apenas mais uma prova da vontade de dialogar dos socialistas.
Portugal à deriva

Esta notícia de hoje é bem o reflexo da situação a que chegou Portugal.
Governado por gente impreparada, sem sentido de futuro, o país vê-se confrontado com uma situação ridícula: os códigos Penal e do Processo Penal, revistos há apenas dois anos, vão ser alvo de novas alterações.
É pena que a Comunicação Social não repita, agora, as declarações que os responsáveis fizeram há dois anos atrás, defendendo a reforma então realizada. Que mais não fosse para que os cidadãos, olhando-os, pudessem dar umas valentes gargalhadas. De desprezo, é claro.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Casamento homossexual e Emídio Rangel

É-me indiferente que duas pessoas do mesmo sexo decidam viver maritalmente. Não o defendo, mas penso que quem o deseja deve ter toda a liberdade para o fazer.
Mas daí até chamar casamento a essa união vai uma grande distância. Sou totalmente contrário.
A ideia (cultural) de casamento remete-nos para toda uma tradição, forma de organização social e valores que não são compatíveis com o "estatuto" que agora se quer atribuir às uniões homossexuais. Sobretudo porque, ao mesmo tempo, se está a destruir a ideia de família, que é ideia-base da nossa sociedade.
Feitas estas considerações, transcrevo o que Emídio Rangel escreveu ontem no "Correio da Manhã": «(...)já não era possível prolongar por mais tempo uma questão que está resolvida em todos os países democráticos e com um grau civilizacional elevado: o casamento de pessoas do mesmo sexo.»
Ficamos a saber, pela voz de Rangel, que só existem OITO "países democráticos e com grau civilizacional elevado", porque só oito países (e apenas três europeus!) aprovaram o casamento homossexual.
Fiquei feliz: Portugal está entre os oito melhores do mundo. E esta alegria devo-a a Emídio Rangel.
Obrigado, pá.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Contra a queima do lixo tóxico

(imagem retirada daqui)
A convite de um dos meus grandes amigos, vou regressar à luta contra a co-incineração. Tal como há dez anos atrás (em que até discursei à porta de cimenteira de Souselas...), trata-se de uma questão cidadania.
Por isso, mal fui convidado a colaborar nesta luta, respondi imediatamente «Presente!».
Visão
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Factos de 2009
Lei da rolha na Câmara de Coimbra
Reclamar, sempre!
Cavaco-Sócrates
Coimbra nos jornais (e os jornais de Coimbra)
Nota: Desenvolvimentos logo que possível.
Reclamar, sempre!
Cavaco-Sócrates
Coimbra nos jornais (e os jornais de Coimbra)
Nota: Desenvolvimentos logo que possível.
Adeus, minha querida
Conhecemo-nos há alguns meses.
As nossas vidas cruzaram-se e num instante tornámo-nos amigos. Não sei bem como nem porquê. A verdade é que o nosso dia-a-dia passou a ser diferente depois daquele momento.
Fizeste-me companhia dias seguidos, noites seguidas. Ia à varanda fumar um cigarro depois do jantar e olhava-te com um misto de ternura e admiração. Saía de casa de manhã e saudava-te.
Tu, humilde, quase terna, tornaste-te presença obrigatória na minha vida. E foi assim crescendo o nosso relacionamento.
Fotografei-te vezes sem conta nos últimos meses.
A tua existência ajudava os meus dias a serem melhores. E isso é algo que nunca te poderei pagar, embora saiba que estes sentimentos entre amigos ultrapassam o simples deve-e-haver da vida a correr que hoje todos somos obrigados a viver.
A tua presença era estímulo e conforto. Sabia-te protegida junto de mim e creio que tu sentias o mesmo.
Ontem, ao chegar a casa, com a rua transformada num rio de águas soltas e violentas, senti um aperto no coração. Pressenti o pior.
Olhei e não te vi. A chuva caía frenética. Mesmo assim, saí do carro e fui ver de ti. Não te encontrei. Caminhei rua abaixo à tua procura e... nada.
Concretizaram-se os piores receios. A enxurrada, com a sua força brutal e estúpida, não percebera que tu, minha amiga, eras diferente e arrastara-te para longe de mim.
Fiquei triste, muito triste, por te saber perdida. Para sempre.
Entrei em casa, abatido, a alma a doer. Sem saber o que fazer, surgiu-me o pensamento de honrar a tua memória. E comecei a cogitar este texto, como preito de homenagem a um convívio diário de tantos meses.
É o que aqui tentei fazer. Com o coração despedaçado por hoje já não ter tido a tua companhia pela manhã, quando saí de casa para o trabalho.
Até sempre, "minha" querida escova de dentes azul com risca branca!
(Dedico este texto aos responsáveis pela limpeza urbana em Coimbra, com votos de que em 2010 prossigam com o meritório trabalho que desenvolvem. Como a rua onde vivo não é varrida há 14 anos, creio que será inglório não conseguir chegar, pelo menos, aos três lustros. Vamos a isso!)
As nossas vidas cruzaram-se e num instante tornámo-nos amigos. Não sei bem como nem porquê. A verdade é que o nosso dia-a-dia passou a ser diferente depois daquele momento.
Fizeste-me companhia dias seguidos, noites seguidas. Ia à varanda fumar um cigarro depois do jantar e olhava-te com um misto de ternura e admiração. Saía de casa de manhã e saudava-te.
Tu, humilde, quase terna, tornaste-te presença obrigatória na minha vida. E foi assim crescendo o nosso relacionamento.
Fotografei-te vezes sem conta nos últimos meses.
A tua existência ajudava os meus dias a serem melhores. E isso é algo que nunca te poderei pagar, embora saiba que estes sentimentos entre amigos ultrapassam o simples deve-e-haver da vida a correr que hoje todos somos obrigados a viver.
A tua presença era estímulo e conforto. Sabia-te protegida junto de mim e creio que tu sentias o mesmo.
Ontem, ao chegar a casa, com a rua transformada num rio de águas soltas e violentas, senti um aperto no coração. Pressenti o pior.
Olhei e não te vi. A chuva caía frenética. Mesmo assim, saí do carro e fui ver de ti. Não te encontrei. Caminhei rua abaixo à tua procura e... nada.
Concretizaram-se os piores receios. A enxurrada, com a sua força brutal e estúpida, não percebera que tu, minha amiga, eras diferente e arrastara-te para longe de mim.
Fiquei triste, muito triste, por te saber perdida. Para sempre.
Entrei em casa, abatido, a alma a doer. Sem saber o que fazer, surgiu-me o pensamento de honrar a tua memória. E comecei a cogitar este texto, como preito de homenagem a um convívio diário de tantos meses.
É o que aqui tentei fazer. Com o coração despedaçado por hoje já não ter tido a tua companhia pela manhã, quando saí de casa para o trabalho.
Até sempre, "minha" querida escova de dentes azul com risca branca!
(Dedico este texto aos responsáveis pela limpeza urbana em Coimbra, com votos de que em 2010 prossigam com o meritório trabalho que desenvolvem. Como a rua onde vivo não é varrida há 14 anos, creio que será inglório não conseguir chegar, pelo menos, aos três lustros. Vamos a isso!)
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Contra o Acordo Ortográfico
«Um "intelectual" que fala em "uniformização da língua" não é um intelectual. É uma besta.»
(João Gonçalves, no "Portugal dos Pequeninos")
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Coimbra tropical
Tomar um café, às 9 da noite, numa esplanada a céu aberto, com 17 graus de temperatura, a quatro dias do final do ano, dá-nos a sensação de viver nos trópicos.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Uma excelente revista

Os jornais ainda continuam a ser o palco das notícias.
Hoje, porém, quem compra um jornal quer - cada vez mais - algo para além das notícias, porque estas chegam pela internet, pelo telemóvel, pela televisão e pela rádio. Não tão precisas, mas de uma forma muito mais rápida. Como um interminável enxurrada.
A revista "Especial 2009" que o Correio da Manhã hoje oferece com o jornal é uma daquelas mais-valias que faz acreditar no futuro dos jornais.
Se (ainda) tiverem tempo, vão a correr comprá-la. É excelente.
Previsões (alheias) para 2010
«Janeiro: legalização da eutanásia, adopção gay e casamento transgender, corte de relações diplomáticas com o Vaticano, referendo contra a Fox News, proibição dos rodeos e criação de cinco regiões administrativas. A parte das regiões é chata, mas trata-se de um dever patriótico. Em alternativa: acabar com o patriotismo.»
Para ler na íntegra as previsões de Luís M. Jorge clique aqui.
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