A minha equipa venceu hoje o Marinhense por 1-0.
O golo foi marcado cerca da hora de jogo, por Breda, após jogada brilhante de Flávio.
Mais uma vez, a minha equipa desperdiçou uma "mão cheia" de oportunidades de golo. O resultado mais lógico teria sido Marinhense, 1 - Vigor, 4.
sábado, 24 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Os professores e o ministro
O FACTO
A maioria socialista chumbou hoje o projecto do CDS-PP para suspender o actual modelo de avaliação dos professores, com 116 votos contra e 113 a favor. O diploma contou com o voto a favor dos proponentes, do PSD, PCP, BE, PEV e dos dois deputados não inscritos. Ao lado da oposição votaram ainda quatro socialistas (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho) e a independente Matilde Sousa Franco. (in "Público")
A OPINIÃO DO MINISTRO
«A derrota do projecto do CDS será a vitória da agenda reformista do Governo. (...) Será a vitória dos deputados livres que não se deixam chantagear, daqueles que não estão na câmara corporativa a defender interesses profissionais, estão na Assembleia da República a defender os interesses dos portugueses». (Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares)
A MINHA OPINIÃO
Penso de maneira diferente do ministro. Felizmente.
Quem demonstrou ser efectivamente livre dá pelo nome de Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho.
Em breve teremos, com toda a certeza, a "prova dos nove" dessa liberdade. Vai uma aposta?
A maioria socialista chumbou hoje o projecto do CDS-PP para suspender o actual modelo de avaliação dos professores, com 116 votos contra e 113 a favor. O diploma contou com o voto a favor dos proponentes, do PSD, PCP, BE, PEV e dos dois deputados não inscritos. Ao lado da oposição votaram ainda quatro socialistas (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho) e a independente Matilde Sousa Franco. (in "Público")
A OPINIÃO DO MINISTRO
«A derrota do projecto do CDS será a vitória da agenda reformista do Governo. (...) Será a vitória dos deputados livres que não se deixam chantagear, daqueles que não estão na câmara corporativa a defender interesses profissionais, estão na Assembleia da República a defender os interesses dos portugueses». (Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares)
A MINHA OPINIÃO
Penso de maneira diferente do ministro. Felizmente.
Quem demonstrou ser efectivamente livre dá pelo nome de Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho.
Em breve teremos, com toda a certeza, a "prova dos nove" dessa liberdade. Vai uma aposta?
Professores: acto democrático
Esta dúzia de professores, deputados do Partido Socialista, votaram hoje ao lado do Governo e contra a proposta do CDS, que tentava dar força legal à vontade da esmagadora maioria dos professores, já manifestada de diversas formas.
A iniciativa de identificar os professores-deputados foi da Fenprof.
Uma iniciativa louvável.
Num regime democrático, como o nosso, qualquer deputado pode assumir as posições que a consciência lhe ditar. E nós, cidadãos eleitores, temos o direito de saber como votam.
Recordo que quando foi aprovada a "Lei do Aborto" quis saber como tinham votado os deputados eleitos por Coimbra. Contactei os serviços da Assembleia da República e diversos grupos parlamentares. E não consegui saber o que queria - apenas soube como votaram os deputados que apresentaram "declaração de voto".
Por tudo isso, acho louvável a atitude da Fenprof - uma organização de professores: dar a conhecer à comunidade (os professores e os não-professores) como votaram os deputados-professores numa questão que diz directamente respeito à sua actividade profissional.
Não, não é perseguição.
É, apenas, responsabilização.
Acidentes na auto-estrada
Nunca houve, que me lembre, tantos acidentes na auto-estrada, na zona de Coimbra, como agora.
Desde que a Brisa começou as obras de alargamento entre Condeixa e Coimbra-Norte quase não há dia sem acidentes neste troço. Hoje foi logo pela madrugada, junto à saída de Condeixa.
Quem faz a estatística destes últimos meses? E quem é responsável?
Desde que a Brisa começou as obras de alargamento entre Condeixa e Coimbra-Norte quase não há dia sem acidentes neste troço. Hoje foi logo pela madrugada, junto à saída de Condeixa.
Quem faz a estatística destes últimos meses? E quem é responsável?
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Freeport: a notícia do dia
Acompanhe o desenvolvimento do caso no "site" do SOL. E os comentários.
Nota pessoal: Já fui duas vezes à Academia do Sporting, em Alcochete, que tem uns seis ou sete campos de futebol. Mas nunca entrei no Freeport, que - soube hoje - ocupa uma área equivalente a 55 campos de futebol. Talvez porque seja "futebol" a mais para a minha camioneta...
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Portugal nos blogues
A tarde está fria.
Sentei-me "à lareira", a aquecer o corpo, com o computador nas pernas, à procura de temas que aquecessem o espírito.
Encontrei um texto belíssimo de Francisco Pinto Balsemão, a propósito da morte do amigo (irmão!) Luiz Vasconcellos, companheiro do "Expresso" e de uma vida.
Fui à procura do que se escrevia sobre a "argolada" da Liga de Clubes no regulamento da Taça Carlsberg e encontrei "flashes" de qualidade no blogue de António Boronha, alguém que admiro.
Os assuntos são como as cerejas e... acabei por dar uma olhadela ao "Do Portugal Profundo" do professor António Balbino Caldeira. É outro espaço de liberdade - e de qualidade - na blogosfera.
Dali fui "arrastado" para uma análise sobre o fenómeno da (alta) corrupção em Portugal, dissecada no "porta da loja". Li e reli.
Foi um final de tarde interessante - e proveitoso.
À margem - Permitam-me deixar aqui um desabafo/confissão de ordem pessoal: esta foi, por motivos outros, uma tarde muito feliz. Apesar de toda a "poluição sonora", ainda é possível continuar a ouvir aqueles que têm unhas a tocar guitarra. E como é bonito ouvir um intérprete afinado!
Sentei-me "à lareira", a aquecer o corpo, com o computador nas pernas, à procura de temas que aquecessem o espírito.
Encontrei um texto belíssimo de Francisco Pinto Balsemão, a propósito da morte do amigo (irmão!) Luiz Vasconcellos, companheiro do "Expresso" e de uma vida.
Fui à procura do que se escrevia sobre a "argolada" da Liga de Clubes no regulamento da Taça Carlsberg e encontrei "flashes" de qualidade no blogue de António Boronha, alguém que admiro.
Os assuntos são como as cerejas e... acabei por dar uma olhadela ao "Do Portugal Profundo" do professor António Balbino Caldeira. É outro espaço de liberdade - e de qualidade - na blogosfera.
Dali fui "arrastado" para uma análise sobre o fenómeno da (alta) corrupção em Portugal, dissecada no "porta da loja". Li e reli.
Foi um final de tarde interessante - e proveitoso.
À margem - Permitam-me deixar aqui um desabafo/confissão de ordem pessoal: esta foi, por motivos outros, uma tarde muito feliz. Apesar de toda a "poluição sonora", ainda é possível continuar a ouvir aqueles que têm unhas a tocar guitarra. E como é bonito ouvir um intérprete afinado!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Governo, PIB e professores
O Governo prevê que o PIB português tenha um crescimento negativo de 0,8%. Bruxelas anuncia que o PIB português vai diminuir 1,6%. Ou seja, o dobro.
Eu acredito na previsão de Bruxelas.
O Governo diz que apenas 41% dos professores estiveram hoje em greve.
Aceitando que o Governo se engana na mesma proporção, acredito que hoje estiveram em greve, pelo menos, 82% dos professores.
Moral da história: eu não acredito no Governo.
(Aliás, é com alguma satisfação que penso, repetidamente, que «estes não me enganaram, são mesmo aquilo que sempre pensei»).
Eu acredito na previsão de Bruxelas.
O Governo diz que apenas 41% dos professores estiveram hoje em greve.
Aceitando que o Governo se engana na mesma proporção, acredito que hoje estiveram em greve, pelo menos, 82% dos professores.
Moral da história: eu não acredito no Governo.
(Aliás, é com alguma satisfação que penso, repetidamente, que «estes não me enganaram, são mesmo aquilo que sempre pensei»).
domingo, 18 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Sócrates no Louvre
Depois de mais uma reunião da UE alguns ministros, para "aliviar" apressão, resolvem passar pelo Louvre. Alguns deles param meditativos perante uma excelente pintura de Adão e Eva no Paraíso.
Desabafa Angela Merkel:
- Olhem, que perfeição de corpos: ela esbelta e esguia, ele com este corpo atlético, os músculos perfilados... São necessariamente estereotipos alemães.
Sarkozy reagiu imediatamente:
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras... ela tão feminina... ele tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Só poderiam ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça, oGordon Brown arrisca:
- Of course not! Notem... a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais de contemplação, Sócrates exclama:
- Não concordo. Reparem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma simples maçã para comer... não protestam e ainda pensam que estão no Paraíso. Não tenham a menor dúvida, são portugueses!
Desabafa Angela Merkel:
- Olhem, que perfeição de corpos: ela esbelta e esguia, ele com este corpo atlético, os músculos perfilados... São necessariamente estereotipos alemães.
Sarkozy reagiu imediatamente:
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras... ela tão feminina... ele tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Só poderiam ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça, oGordon Brown arrisca:
- Of course not! Notem... a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais de contemplação, Sócrates exclama:
- Não concordo. Reparem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma simples maçã para comer... não protestam e ainda pensam que estão no Paraíso. Não tenham a menor dúvida, são portugueses!
sábado, 10 de janeiro de 2009
Impressões na mudança de ano
O prometido é devido.
Embora com um dia de atraso («O homem põe e Deus dispõe»), cá estão as impressões sobre alguns acontecimentos do final de 2008 e início de 2009.
JAIME SOARES não concorda com a decisão de Manuela Ferreira Leite de impedir os candidatos autárquicos de concorrerem à Assembleia da República. Li as declarações no "Público". Jaime Soares diz que os autarcas que forem eleitos para a Assembleia só lá podem estar seis meses; depois terão de optar. Para ele é tudo claro. Penso que faltou ao jornalista fazer duas perguntas: se optar pela Assembleia, não estará a enganar os eleitores do concelho (que votaram para que ficasse na Câmara)? e se optar pela Câmara, não estará a enganar os eleitores do distrito (que votaram para ficasse na Assembleia)? Claro que Jaime Soares nem sequer pensa nisso. É por estas e por outras que a credibilidade dos políticos está como está. Basta ler os comentários no "Público" para perceber como a realidade do dia-a-dia, das pessoas que trabalham e pagam impostos, é diferente da realidade política.
A DERROTA mais dolorosa da "minha equipa" aconteceu no sábado passado em Porto de Mós, como já relatei no blogue respectivo.
OS "FOGUETES DE LÁGRIMAS", como se dizia quando era miúdo, voltaram a Coimbra na passagem de ano. Vi à distância, no terraço de um amigo. Foram 13 minutos a queimar, bem mais (e melhor) fogo do que nas Festas da Rainha Santa, quando dezenas de milhar de pessoas visitavam a cidade. Crise?! Qual crise? (A mesma Câmara que gastou milhares de euros com os foguetes veio, dias depois, pedir aos cidadãos para oferecerem cobertores para distribuir aos sem-abrigo. Parece que andamos a brincar, num "país de malucos"...)
APROXIMAM-SE ELEIÇÕES e o "Diário As Beiras" foi ouvir os responsáveis concelhios dos partidos. Tenho lido os títulos e olhado as fotos. (Prometi a mim mesmo perder pouco tempo com as "tricas" da Política: eles dizem uma coisa, a malta vota neles e depois eles fazem outra, impunemente. Então, já que não é possível puni-los, pelo menos não me sinto enganado. Não leio, pronto. E quanto a ir votar... estou a reflectir.) Mas voltemos ao jornal e às entrevistas. Manuel Oliveira: «Encarnação saberá ouvir Concelhia PSD na escolha dos vereadores». Henrique Fernandes: «PS vai ganhar as eleições em Coimbra». Francisco Queirós: «Candidato será conhecido a 14 de Fevereiro». Luís Providência: «CDS garante estabilidade da coligação na Câmara de Coimbra». Estes foram os títulos de 1.ª página. Agora olhem para as fotos que os acompanham e digam-me o que acham. Para mim, a única afirmação que acolho sem reservas é a do dirigente comunista.
A BRIOSA continua, imparável, a caminhar para o abismo. O clube perdeu identidade e, como resultado disso, as bancadas do estádio situado dentro do ECC (Empreendimento Comercial do Calhabé) estão cada vez mais vazias. Esta semana, num jogo para a "Taça da Liga", terão estado 615 espectadores (números oficiais) ou 287 (contagem da Rádio Universidade). Ao que isto chegou! Há um amigo meu que está convencido que o sistema de contagem de espectadores soma os pés, mas que depois esquece-se de dividir o número por dois... Cá por mim, há cerca de ano e meio que decidi deixar de me deslocar ao estádio, porque não vou a sítios aonde me sinta maltratado. E como me sinto tratado de forma terceiro-mundista no estádio do Calhabé (se quiserem, eu explico porquê), deixei de lá ir. Mas fui pagando as quotas de associado da Briosa. Até há pouco.
LIXO na cidade é muito. A cidade está porca. Sobretudo em algumas zonas. Até pensei que tinha deixado de haver varredores. Mas não, não acabaram. Noutro dia encontrei vários deles, em plena actividade. Até tirei fotos aos homens, às vassouras e ao carro de mão. Sabem onde? Na Solum, nas imediações do "Dolce Vita". Na minha rua, na freguesia de Eiras, nunca os vi - e já lá moro há 13 anos. Ou seja, a "Coimbra dos ricos" tem varredores, a "Coimbra dos pobres" não tem. Porca miséria.
A OBRA DO ANO 2008 em Coimbra, para mim, é indiscutível: a rotunda da Estrada de Eiras. Uma beleza! Volto a escrever o que já aqui escrevi: o autor do projecto deveria ser distinguido e o seu nome conhecido de todos os conimbricenses. Foi construída, logo alterada e depois novamente alterada. Os acidentes sucedem-se. Os trabalhadores da Câmara estão no local repetidamente para "remendar" os estragos. É a obra mais acompanhada de sempre em Coimbra. Os veículos pesados vêm-se aflitos para a circundar, os camiões de abastecimento do "Minipreço" não conseguem entrar à primeira. É um óptimo local para recolher jantes, pára-choques e outros adereços automóveis. Basta passar perto das 8 da manhã para ver o espólio da rotunda aumentar. Tenho fotos de várias destas situações, que em breve aparecerão aqui no blogue. Bem sei que é uma simples rotunda. Mas é nas pequenas obras que, muitas vezes, se alicerçam as grandes políticas. A rotunda da Estrada de Eiras é exemplar.
CORTEJO DOS REIS voltou às ruas de Coimbra. Li os dois diários, pela manhã, e fiquei a saber que a cidade se alheara da iniciativa. Afinal, as notícias diziam uma coisa e a realidade tinha sido outra... Mais tarde, um amigo que se deslocara aos Olivais, para assistir à chegada dos Reis disse-me que muitas centenas de pessoas enchiam por completo a escadaria da Igreja de Santo António. Afinal, os jornais - pressionados pela hora tardia do cortejo e a necessidade de "fechar" as edições - falavam do início do cortejo; o meu amigo falou-me do final do cortejo. A "vida dos jornais" tem destes perigos.
O CHEQUE referia 25 euros em algarismos e «trinta e cinco euros» por extenso. A instituição bancária onde o cheque foi depositado decidiu devolvê-lo e debitar mais de 13 euros ao titular da conta. A proceder assim, não tenho dúvidas de que os lucros da Banca vão continuar a ser substanciais. O "caso do cheque" segue agora para o Banco de Portugal.
ASUS é marca de computadores de que nem quero ouvir falar. O computador de secretária, comprado há dois ou três anos, necessita de uma fonte de alimentação nova. Ando há dois meses a tentar comprá-la, já enviei uma dezena de e-mails para a Asus e... nada. Portanto, se comprarem um Asus, tiverem um problema como eu tive e ficarem com uma máquina quase nova inutilizada, não se queixem, por favor. Estão avisados.
«CARTÃO DE CONTRIBUINTE no país do Simplex» bem poderia ser o tema de um conto. Ou de uma novela. O cidadão que requereu a emissão de um cartão de contribuinte em Fevereiro de 2008 ainda continua à espera que as Finanças lho enviem. Afinal, só se passaram 11 meses!!! As televisões mostaram-nos um país de Empresa na Hora, Cartão do Cidadão, Simplex e Magalhães. A realidade, afinal, é bem mais negra. (Aliás, parece que uma televisão vai contar em breve este caso exemplar...).
CASO DO CONCURSO CAMARÁRIO. O tal que foi aberto durante três dias em pleno Verão. E que acabou em finais de Dezembro de forma pouco habitual. Prometo e cumpro: não falo nele. Mas penso que alguém deveria investigar.
Embora com um dia de atraso («O homem põe e Deus dispõe»), cá estão as impressões sobre alguns acontecimentos do final de 2008 e início de 2009.
JAIME SOARES não concorda com a decisão de Manuela Ferreira Leite de impedir os candidatos autárquicos de concorrerem à Assembleia da República. Li as declarações no "Público". Jaime Soares diz que os autarcas que forem eleitos para a Assembleia só lá podem estar seis meses; depois terão de optar. Para ele é tudo claro. Penso que faltou ao jornalista fazer duas perguntas: se optar pela Assembleia, não estará a enganar os eleitores do concelho (que votaram para que ficasse na Câmara)? e se optar pela Câmara, não estará a enganar os eleitores do distrito (que votaram para ficasse na Assembleia)? Claro que Jaime Soares nem sequer pensa nisso. É por estas e por outras que a credibilidade dos políticos está como está. Basta ler os comentários no "Público" para perceber como a realidade do dia-a-dia, das pessoas que trabalham e pagam impostos, é diferente da realidade política.
A DERROTA mais dolorosa da "minha equipa" aconteceu no sábado passado em Porto de Mós, como já relatei no blogue respectivo.
OS "FOGUETES DE LÁGRIMAS", como se dizia quando era miúdo, voltaram a Coimbra na passagem de ano. Vi à distância, no terraço de um amigo. Foram 13 minutos a queimar, bem mais (e melhor) fogo do que nas Festas da Rainha Santa, quando dezenas de milhar de pessoas visitavam a cidade. Crise?! Qual crise? (A mesma Câmara que gastou milhares de euros com os foguetes veio, dias depois, pedir aos cidadãos para oferecerem cobertores para distribuir aos sem-abrigo. Parece que andamos a brincar, num "país de malucos"...)
APROXIMAM-SE ELEIÇÕES e o "Diário As Beiras" foi ouvir os responsáveis concelhios dos partidos. Tenho lido os títulos e olhado as fotos. (Prometi a mim mesmo perder pouco tempo com as "tricas" da Política: eles dizem uma coisa, a malta vota neles e depois eles fazem outra, impunemente. Então, já que não é possível puni-los, pelo menos não me sinto enganado. Não leio, pronto. E quanto a ir votar... estou a reflectir.) Mas voltemos ao jornal e às entrevistas. Manuel Oliveira: «Encarnação saberá ouvir Concelhia PSD na escolha dos vereadores». Henrique Fernandes: «PS vai ganhar as eleições em Coimbra». Francisco Queirós: «Candidato será conhecido a 14 de Fevereiro». Luís Providência: «CDS garante estabilidade da coligação na Câmara de Coimbra». Estes foram os títulos de 1.ª página. Agora olhem para as fotos que os acompanham e digam-me o que acham. Para mim, a única afirmação que acolho sem reservas é a do dirigente comunista.
A BRIOSA continua, imparável, a caminhar para o abismo. O clube perdeu identidade e, como resultado disso, as bancadas do estádio situado dentro do ECC (Empreendimento Comercial do Calhabé) estão cada vez mais vazias. Esta semana, num jogo para a "Taça da Liga", terão estado 615 espectadores (números oficiais) ou 287 (contagem da Rádio Universidade). Ao que isto chegou! Há um amigo meu que está convencido que o sistema de contagem de espectadores soma os pés, mas que depois esquece-se de dividir o número por dois... Cá por mim, há cerca de ano e meio que decidi deixar de me deslocar ao estádio, porque não vou a sítios aonde me sinta maltratado. E como me sinto tratado de forma terceiro-mundista no estádio do Calhabé (se quiserem, eu explico porquê), deixei de lá ir. Mas fui pagando as quotas de associado da Briosa. Até há pouco.
LIXO na cidade é muito. A cidade está porca. Sobretudo em algumas zonas. Até pensei que tinha deixado de haver varredores. Mas não, não acabaram. Noutro dia encontrei vários deles, em plena actividade. Até tirei fotos aos homens, às vassouras e ao carro de mão. Sabem onde? Na Solum, nas imediações do "Dolce Vita". Na minha rua, na freguesia de Eiras, nunca os vi - e já lá moro há 13 anos. Ou seja, a "Coimbra dos ricos" tem varredores, a "Coimbra dos pobres" não tem. Porca miséria.
A OBRA DO ANO 2008 em Coimbra, para mim, é indiscutível: a rotunda da Estrada de Eiras. Uma beleza! Volto a escrever o que já aqui escrevi: o autor do projecto deveria ser distinguido e o seu nome conhecido de todos os conimbricenses. Foi construída, logo alterada e depois novamente alterada. Os acidentes sucedem-se. Os trabalhadores da Câmara estão no local repetidamente para "remendar" os estragos. É a obra mais acompanhada de sempre em Coimbra. Os veículos pesados vêm-se aflitos para a circundar, os camiões de abastecimento do "Minipreço" não conseguem entrar à primeira. É um óptimo local para recolher jantes, pára-choques e outros adereços automóveis. Basta passar perto das 8 da manhã para ver o espólio da rotunda aumentar. Tenho fotos de várias destas situações, que em breve aparecerão aqui no blogue. Bem sei que é uma simples rotunda. Mas é nas pequenas obras que, muitas vezes, se alicerçam as grandes políticas. A rotunda da Estrada de Eiras é exemplar.
CORTEJO DOS REIS voltou às ruas de Coimbra. Li os dois diários, pela manhã, e fiquei a saber que a cidade se alheara da iniciativa. Afinal, as notícias diziam uma coisa e a realidade tinha sido outra... Mais tarde, um amigo que se deslocara aos Olivais, para assistir à chegada dos Reis disse-me que muitas centenas de pessoas enchiam por completo a escadaria da Igreja de Santo António. Afinal, os jornais - pressionados pela hora tardia do cortejo e a necessidade de "fechar" as edições - falavam do início do cortejo; o meu amigo falou-me do final do cortejo. A "vida dos jornais" tem destes perigos.
O CHEQUE referia 25 euros em algarismos e «trinta e cinco euros» por extenso. A instituição bancária onde o cheque foi depositado decidiu devolvê-lo e debitar mais de 13 euros ao titular da conta. A proceder assim, não tenho dúvidas de que os lucros da Banca vão continuar a ser substanciais. O "caso do cheque" segue agora para o Banco de Portugal.
ASUS é marca de computadores de que nem quero ouvir falar. O computador de secretária, comprado há dois ou três anos, necessita de uma fonte de alimentação nova. Ando há dois meses a tentar comprá-la, já enviei uma dezena de e-mails para a Asus e... nada. Portanto, se comprarem um Asus, tiverem um problema como eu tive e ficarem com uma máquina quase nova inutilizada, não se queixem, por favor. Estão avisados.
«CARTÃO DE CONTRIBUINTE no país do Simplex» bem poderia ser o tema de um conto. Ou de uma novela. O cidadão que requereu a emissão de um cartão de contribuinte em Fevereiro de 2008 ainda continua à espera que as Finanças lho enviem. Afinal, só se passaram 11 meses!!! As televisões mostaram-nos um país de Empresa na Hora, Cartão do Cidadão, Simplex e Magalhães. A realidade, afinal, é bem mais negra. (Aliás, parece que uma televisão vai contar em breve este caso exemplar...).
CASO DO CONCURSO CAMARÁRIO. O tal que foi aberto durante três dias em pleno Verão. E que acabou em finais de Dezembro de forma pouco habitual. Prometo e cumpro: não falo nele. Mas penso que alguém deveria investigar.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Regresso
Estou de volta.
Com o período das festas para trás, retomo o contacto com quem visita este espaço.
Amanhã vou tentar escrever sobre os assuntos que retive destas duas semanas:
- o desejo de Jaime Soares em ser e não ser deputado;
- a derrota mais dolorosa da "minha equipa";
- os "foguetes de lágrimas", como se dizia quando era miúdo, no Fim de Ano em Coimbra;
- as oportunas entrevistas que o Diário As Beiras está a publicar com os responsáveis partidários de Coimbra e a qualidade das fotos que as acompanham;
- os 300 (ou 600) espectadores no último jogo da Briosa;
- o lixo na cidade;
- a "Obra do Ano" de 2008 em Coimbra;
- a multidão no Cortejo dos Reis;
- o misterioso caso do cheque devolvido;
- a peça que a Asus não envia há dois meses.
Se tiver tempo ainda tentarei escrever sobre a rua em que vivo, que consegue um recorde digno do Guiness: nunca foi varrida nestes últimos 13 anos!
Quanto à "estória" do Cartão do Contribuinte, continua na mesma. Na mesma, não... Entretanto já se passaram 11 meses e as Finanças continuam a não emitir o cartão. (Será que se pode pedir uma indemnização pelos prejuízos que a situação acarreta?)
Estou mesmo a ver que, com tantos assuntos, nem sequer terei tempo de falar da entrevista (que não vi) do primeiro-ministro, nem sequer das iniciativas (bem "apanhadas") da Juventude Socialista a agitar a "paz podre política" em que vivemos em Coimbra.
Da "novela" do tal concurso camarário aberto durante três dias no mês de Julho é que, quase com toda a certeza, não escreverei. (Aliás, prometi a mim mesmo reduzir em 2009 o número de "temas tristes" aqui no blogue...)
Portanto, se quiserem cá voltar amanhã, haverá certamente muito para ler. E para deitar fora.
Com o período das festas para trás, retomo o contacto com quem visita este espaço.
Amanhã vou tentar escrever sobre os assuntos que retive destas duas semanas:
- o desejo de Jaime Soares em ser e não ser deputado;
- a derrota mais dolorosa da "minha equipa";
- os "foguetes de lágrimas", como se dizia quando era miúdo, no Fim de Ano em Coimbra;
- as oportunas entrevistas que o Diário As Beiras está a publicar com os responsáveis partidários de Coimbra e a qualidade das fotos que as acompanham;
- os 300 (ou 600) espectadores no último jogo da Briosa;
- o lixo na cidade;
- a "Obra do Ano" de 2008 em Coimbra;
- a multidão no Cortejo dos Reis;
- o misterioso caso do cheque devolvido;
- a peça que a Asus não envia há dois meses.
Se tiver tempo ainda tentarei escrever sobre a rua em que vivo, que consegue um recorde digno do Guiness: nunca foi varrida nestes últimos 13 anos!
Quanto à "estória" do Cartão do Contribuinte, continua na mesma. Na mesma, não... Entretanto já se passaram 11 meses e as Finanças continuam a não emitir o cartão. (Será que se pode pedir uma indemnização pelos prejuízos que a situação acarreta?)
Estou mesmo a ver que, com tantos assuntos, nem sequer terei tempo de falar da entrevista (que não vi) do primeiro-ministro, nem sequer das iniciativas (bem "apanhadas") da Juventude Socialista a agitar a "paz podre política" em que vivemos em Coimbra.
Da "novela" do tal concurso camarário aberto durante três dias no mês de Julho é que, quase com toda a certeza, não escreverei. (Aliás, prometi a mim mesmo reduzir em 2009 o número de "temas tristes" aqui no blogue...)
Portanto, se quiserem cá voltar amanhã, haverá certamente muito para ler. E para deitar fora.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Festas Felizes
O meu computador caseiro, um Asus, continua no hospital, à espera de uma peça que deverá chegar de Espanha.
Já lá vai mês e meio, porque conseguir que a Asus venda a peça é quase tão difícil como acertar no Totoloto.
O portátil está com um problema de excesso de glóbulos vermelhos, que irritam mesmo o mais calmo dos utilizadores.
Como se isto não bastasse o computador profissional teve um "apagão" que fez desaparecer todos os ficheiros dos últimos dois meses e meio.
Tudo junto é excessivo para um simples cidadão. Por isso, decidi regressar ao passado e virar as costas à informática durante este tempo de festas. Durante duas semanas, computador só - mesmo - para o essencial.
No entanto, não quero iniciar esta travessia do deserto sem desejar a quantos visitam este espaço
Já lá vai mês e meio, porque conseguir que a Asus venda a peça é quase tão difícil como acertar no Totoloto.
O portátil está com um problema de excesso de glóbulos vermelhos, que irritam mesmo o mais calmo dos utilizadores.
Como se isto não bastasse o computador profissional teve um "apagão" que fez desaparecer todos os ficheiros dos últimos dois meses e meio.
Tudo junto é excessivo para um simples cidadão. Por isso, decidi regressar ao passado e virar as costas à informática durante este tempo de festas. Durante duas semanas, computador só - mesmo - para o essencial.
No entanto, não quero iniciar esta travessia do deserto sem desejar a quantos visitam este espaço
Santo Natal
e
Óptimo 2009!
e
Óptimo 2009!
sábado, 20 de dezembro de 2008
Tarde-não
A minha equipa sofreu hoje pesada derrota, em Fala, por 6-2, frente ao Alverca. Ao intervalo, os visitantes venciam por 2-1.
A descrição do jogo pode ser feita de vários modos.
1
A minha equipa marcou a abrir e a fechar o jogo, mas pelo meio sofreu seis golos do Alverca.
2
A minha equipa marcou dois golos, ofereceu outros dois, o árbitro ofereceu outro e o Alverca marcou três.
3.
Num jogo de gritos (os jogadores do Alverca não pararam de gritar...), com a pior arbitragem desta época, o Vigor foi incapaz de aguentar o corpo-a-corpo com o Alverca e sofreu copiosa derrota.
4.
Depois de na 1.ª volta ter ido vencer a Alverca por 2-1, a minha equipa perdeu hoje em casa por 6-2, confirmando assim que se sente melhor a jogar em terrenos alheios.
Agora, mais formalmente...
O jogo começou com uma grande oportunidade de golo, desperdiçada pela minha equipa. Aos 8 minutos, uma bola perdida na pequena área ficou à frente de um jogador do Vigor que não foi rápido a rematar.
No minuto seguinte, porém, Flávio captou a bola à entrada do meio-campo do Alverca, correu para a baliza, aguentou a tentativa de desarme do adversário e marcou um bonito golo.
A minha equipa jogava de igual para igual.
Aos 14, ganha um livre a meio-campo e tenta marcá-lo rapidamente. A bola é interceptada por um contrário e na sequência do lance surge um pontapé de canto em que a bola cruza toda a baliza e... 1-1.
O equilíbrio era a nota dominante. E o Alverca (que na próxima época terá certamente uma grande equipa sénior...) não hesitava em recorrer ao anti-jogo sempre que os adversários tentavam iniciar jogadas de ataque.
Equipa matreira, futebolisticamente adulta (no mau sentido), a que ontem visitou Fala.
Por esta altura do jogo começou a notar-se que o árbitro não era "grande espingarda". Na dúvida, marcava sistematicamente contra o Vigor. Nos lances de choque, entre os corpulentos do Alverca e os franzinos do Vigor, assinalava sempre contra a minha equipa.
Apenas um exemplo da falta de categoria do árbitro: Breda prepara-se para receber a bola no peito, de costas para a baliza, junto à área e é carregado pelas costas. Carregado não, projectado! O "homem do apito" nada assinalou!
A quatro minutos do intervalo, noutro rápido contra-ataque, o Alverca chegou à vantagem.
Mas o resultado continuava em aberto quando as equipas regressaram aos balneários.
Tudo mudou nos primeiros cinco minutos da 2.ª parte.
Logo a começar, o Vigor falha um golo certo, num remate frouxo, já na área, frente ao guarda-redes forasteiro.
Depois, uma descoordenação entre um defensor e o guarda-redes da minha equipa dá o 3.º golo aos visitantes, que só não foi auto-golo porque um jogador do Alverca ainda tocou a bola em cima da linha de baliza.
Dois minutos depois, a equipa de arbitragem decide "participar" no resultado. Um jogador da minha equipa joga a bola em cima da linha lateral, mesmo bem em cima, numa saída para o ataque. O fiscal-de-linha decide assinalar "bola fora", o arremesso é feito rapidamente e um jogador do Alverca, quase sem saber como, chuta com a canela, a bola faz um efeito caprichoso e entra na baliza.
A perder por 4-1, no início da 2.ª parte, a minha equipa sentiu que o jogo estava definitivamente perdido. Continuou a lutar, mas sem grande clarividência. E em dois rápidos contra-ataques o Alverca chegou ao 6-1.
No "período de compensações", na marcação de um livre na meia-esquerda, Barreto assinou o golo da tarde, com um pontapé cruzado, forte, a fazer a bola entrar junto ao ângulo superior. Golaço!
A gorda vitória do Alverca não acalmou os ânimos de alguns adeptos. Um deles, no final do jogo, manifestou bem alto a sua discordância com a equipa técnica junto ao túnel de acesso aos balneários. "Espectáculo"!
(Recorde-se que, na 1.ª volta, houve pancadaria nas bancadas, entre adeptos do Alverca, tendo sido necessário mandar chamar um grande reforço policial! A reportagem foi aqui publicada.)
Quanto ao árbitro, é para já o grande candidato ao título de "pior do campeonato". Sem categoria.
A descrição do jogo pode ser feita de vários modos.
1
A minha equipa marcou a abrir e a fechar o jogo, mas pelo meio sofreu seis golos do Alverca.
2
A minha equipa marcou dois golos, ofereceu outros dois, o árbitro ofereceu outro e o Alverca marcou três.
3.
Num jogo de gritos (os jogadores do Alverca não pararam de gritar...), com a pior arbitragem desta época, o Vigor foi incapaz de aguentar o corpo-a-corpo com o Alverca e sofreu copiosa derrota.
4.
Depois de na 1.ª volta ter ido vencer a Alverca por 2-1, a minha equipa perdeu hoje em casa por 6-2, confirmando assim que se sente melhor a jogar em terrenos alheios.
Agora, mais formalmente...
O jogo começou com uma grande oportunidade de golo, desperdiçada pela minha equipa. Aos 8 minutos, uma bola perdida na pequena área ficou à frente de um jogador do Vigor que não foi rápido a rematar.
No minuto seguinte, porém, Flávio captou a bola à entrada do meio-campo do Alverca, correu para a baliza, aguentou a tentativa de desarme do adversário e marcou um bonito golo.
A minha equipa jogava de igual para igual.
Aos 14, ganha um livre a meio-campo e tenta marcá-lo rapidamente. A bola é interceptada por um contrário e na sequência do lance surge um pontapé de canto em que a bola cruza toda a baliza e... 1-1.
O equilíbrio era a nota dominante. E o Alverca (que na próxima época terá certamente uma grande equipa sénior...) não hesitava em recorrer ao anti-jogo sempre que os adversários tentavam iniciar jogadas de ataque.
Equipa matreira, futebolisticamente adulta (no mau sentido), a que ontem visitou Fala.
Por esta altura do jogo começou a notar-se que o árbitro não era "grande espingarda". Na dúvida, marcava sistematicamente contra o Vigor. Nos lances de choque, entre os corpulentos do Alverca e os franzinos do Vigor, assinalava sempre contra a minha equipa.
Apenas um exemplo da falta de categoria do árbitro: Breda prepara-se para receber a bola no peito, de costas para a baliza, junto à área e é carregado pelas costas. Carregado não, projectado! O "homem do apito" nada assinalou!
A quatro minutos do intervalo, noutro rápido contra-ataque, o Alverca chegou à vantagem.
Mas o resultado continuava em aberto quando as equipas regressaram aos balneários.
Tudo mudou nos primeiros cinco minutos da 2.ª parte.
Logo a começar, o Vigor falha um golo certo, num remate frouxo, já na área, frente ao guarda-redes forasteiro.
Depois, uma descoordenação entre um defensor e o guarda-redes da minha equipa dá o 3.º golo aos visitantes, que só não foi auto-golo porque um jogador do Alverca ainda tocou a bola em cima da linha de baliza.
Dois minutos depois, a equipa de arbitragem decide "participar" no resultado. Um jogador da minha equipa joga a bola em cima da linha lateral, mesmo bem em cima, numa saída para o ataque. O fiscal-de-linha decide assinalar "bola fora", o arremesso é feito rapidamente e um jogador do Alverca, quase sem saber como, chuta com a canela, a bola faz um efeito caprichoso e entra na baliza.
A perder por 4-1, no início da 2.ª parte, a minha equipa sentiu que o jogo estava definitivamente perdido. Continuou a lutar, mas sem grande clarividência. E em dois rápidos contra-ataques o Alverca chegou ao 6-1.
No "período de compensações", na marcação de um livre na meia-esquerda, Barreto assinou o golo da tarde, com um pontapé cruzado, forte, a fazer a bola entrar junto ao ângulo superior. Golaço!
A gorda vitória do Alverca não acalmou os ânimos de alguns adeptos. Um deles, no final do jogo, manifestou bem alto a sua discordância com a equipa técnica junto ao túnel de acesso aos balneários. "Espectáculo"!
(Recorde-se que, na 1.ª volta, houve pancadaria nas bancadas, entre adeptos do Alverca, tendo sido necessário mandar chamar um grande reforço policial! A reportagem foi aqui publicada.)
Quanto ao árbitro, é para já o grande candidato ao título de "pior do campeonato". Sem categoria.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Blogue actualizado
Estive ausente do blogue durante alguns dias devido a indisposição prolongada. Nem a "Página" para o "Centro" desta semana tive tempo de preparar.
Agora, já praticamente "em forma", regresso a este local de encontro.
Depois de dezenas de telefonemas, de longa troca de e-mails, parece que a "mini-fonte de alimentação" chegou esta tarde (será verdade?) a Coimbra. E talvez amanhã tenha o computador novamente em casa.
Tudo isto dura há cinco (!!!) longas semanas.
Talvez seja útil contar como se processa a assistência Asus no caso de uma peça avariar.
O meu fornecedor teve de pedir a peça a uma das empresas reconhecidas pela Asus, que por sua vez teve de a pedir a um dos três importadores de peças da Asus para Portugal (dois recusaram fornecer a peça) e, finalmente, o importador teve de pedir a peça à Asus, em Espanha.
Depois, o processo decorreu ao contrário: da Asus para o importador, deste para a "empresa reconhecida" em Coimbra e, finalmente, para as mãos do meu fornecedor/reparador - que também é uma empresa.
Cinco semanas para uma simples peça viajar de Espanha para Portugal!
(Há dias comprei um televisor em França e ele chegou a minha casa em menos de 72 horas. E moro num 3.º andar!).
Como estamos no Natal, esta informação sobre a Asus pode ter interesse para alguém...
E contei lá uma "estória" que fica aqui também, como forma de homenagem a um "gentleman" do desporto que conheci quando me iniciava nas lides jornalísticas – Juan Callichio, argentino, treinador de futebol.
Aqui fica ela...
«O jogo em Castelo Branco foi disputado sob um vento intenso, numa tarde gélida.
Na 1.ª parte o Vigor jogou a favor do vento e conseguiu marcar um golo.
Ao intervalo, comentava-se que a 2.ª parte iria ser muito difícil para o Vigor, já que o Benfica de Castelo Branco iria tentar o empate e, a favor do vento, abusar dos passes longos e dos remates de longe.
Lembrei-me, então, de uma vitória do U. Coimbra, no Estádio da Tapadinha (Lisboa), numa final do Campeonato Nacional da III Divisão.
O U. Coimbra chegou à vitória na 2.ª parte, a jogar contra o vento. No final do jogo, "provoquei" o treinador unionista, Juan Callichio, dizendo-lhe que tinha tido muita sorte por ganhar o jogo naquelas condições.
A resposta da "velha raposa" foi esclarecedora: «Amigo, as boas equipas jogam sempre melhor contra o vento!».
Eu, jovem jornalista a iniciar-me nas lides, fiquei com esta máxima guardada na memória até hoje.
No sábado passado, em Castelo Branco, quando se faziam prognósticos sobre a 2.ª parte, recordei aos companheiros de viagem o episódio vivido com Callichio há uns 35 anos.
Eles olharam-me com ar de quem não acreditava muito. E não ficaram convencidos.
Por isso, quando o jogo acabou (depois do Vigor ter marcado três golos na 2.ª parte, a jogar contra o forte vento), não fui capaz de evitar a pergunta:
– Então quem é que percebe de futebol, quem é?...»
PS - A fonte de alimentação da Asus chegou mas... não era a do meu computador! Para além do atraso, cheira-me a grossa incompetência.
Agora, já praticamente "em forma", regresso a este local de encontro.
* * * * *
Afinal, a ausência foi menos prolongada do que a espera por uma peça para o meu computador Asus de secretária.Depois de dezenas de telefonemas, de longa troca de e-mails, parece que a "mini-fonte de alimentação" chegou esta tarde (será verdade?) a Coimbra. E talvez amanhã tenha o computador novamente em casa.
Tudo isto dura há cinco (!!!) longas semanas.
Talvez seja útil contar como se processa a assistência Asus no caso de uma peça avariar.
O meu fornecedor teve de pedir a peça a uma das empresas reconhecidas pela Asus, que por sua vez teve de a pedir a um dos três importadores de peças da Asus para Portugal (dois recusaram fornecer a peça) e, finalmente, o importador teve de pedir a peça à Asus, em Espanha.
Depois, o processo decorreu ao contrário: da Asus para o importador, deste para a "empresa reconhecida" em Coimbra e, finalmente, para as mãos do meu fornecedor/reparador - que também é uma empresa.
Cinco semanas para uma simples peça viajar de Espanha para Portugal!
(Há dias comprei um televisor em França e ele chegou a minha casa em menos de 72 horas. E moro num 3.º andar!).
Como estamos no Natal, esta informação sobre a Asus pode ter interesse para alguém...
* * * * *
Entretanto, actualizei o blogue da minha equipa.E contei lá uma "estória" que fica aqui também, como forma de homenagem a um "gentleman" do desporto que conheci quando me iniciava nas lides jornalísticas – Juan Callichio, argentino, treinador de futebol.
Aqui fica ela...
«O jogo em Castelo Branco foi disputado sob um vento intenso, numa tarde gélida.
Na 1.ª parte o Vigor jogou a favor do vento e conseguiu marcar um golo.
Ao intervalo, comentava-se que a 2.ª parte iria ser muito difícil para o Vigor, já que o Benfica de Castelo Branco iria tentar o empate e, a favor do vento, abusar dos passes longos e dos remates de longe.
Lembrei-me, então, de uma vitória do U. Coimbra, no Estádio da Tapadinha (Lisboa), numa final do Campeonato Nacional da III Divisão.
O U. Coimbra chegou à vitória na 2.ª parte, a jogar contra o vento. No final do jogo, "provoquei" o treinador unionista, Juan Callichio, dizendo-lhe que tinha tido muita sorte por ganhar o jogo naquelas condições.
A resposta da "velha raposa" foi esclarecedora: «Amigo, as boas equipas jogam sempre melhor contra o vento!».
Eu, jovem jornalista a iniciar-me nas lides, fiquei com esta máxima guardada na memória até hoje.
No sábado passado, em Castelo Branco, quando se faziam prognósticos sobre a 2.ª parte, recordei aos companheiros de viagem o episódio vivido com Callichio há uns 35 anos.
Eles olharam-me com ar de quem não acreditava muito. E não ficaram convencidos.
Por isso, quando o jogo acabou (depois do Vigor ter marcado três golos na 2.ª parte, a jogar contra o forte vento), não fui capaz de evitar a pergunta:
– Então quem é que percebe de futebol, quem é?...»
PS - A fonte de alimentação da Asus chegou mas... não era a do meu computador! Para além do atraso, cheira-me a grossa incompetência.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Gala

Realizou-se ontem à noite a "Gala do Desporto", uma iniciativa da Câmara Municipal de Coimbra.
Homenagear os melhores é questão de justiça.
Justíssimo foi o troféu entregue ao César Pegado, a distinguir uma vida inteira dedicada ao desporto – com qualidade, com alegria e com espírito de voluntariado.
Teve mais dinâmica a "Gala" deste ano.
Mas nem por isso foram evitadas várias "gaffes", a principal das quais foi a entrega do prémio da Associação Distrital de Judo de Coimbra a um dirigente da... ACM.
****
PS – Ao jantar conversou-se sobre muita coisa. A certa altura disse da minha convicção quanto a um inevitável forte "abanão social", dada a crise em que vivemos. Uma crise profunda, a vários níveis. Como já é habitual, fui acusado de "pessimista". Hoje de manhã vejo que Mário Soares escreve no "Diário de Notícias" o seguinte: «Oiçam-se as pessoas na rua, tome-se o pulso do que se passa nas universidades, nos bairros populares, nos transportes públicos, no pequeno comércio, nas fábricas e empresas que ameaçam falir, por toda a parte do País, e compreender-se-á que estamos perante um ingrediente que tem demasiadas componentes prestes a explodir.» Está visto que Mário Soares é um pessimista.
Tema(s):
César Pegado,
CMC,
crise,
crise moral,
Gala do Desporto,
Mário Soares,
Política
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Sessão em directo

Dia histórico.
Pela primeira vez, um blogue está a transmitir em directo a sessão do Executivo municipal.
Memória
Placa em prédio fronteiro à igreja paroquial, onde ontem me fui despedir do João Maló, uma amizade iniciada na Agência Lusa
sábado, 13 de dezembro de 2008
Goleada ao frio
A minha equipa foi hoje a Castelo Branco derrotar o Benfica local por 4-0 (1-0 ao intervalo), numa tarde gélida, sem chuva mas com um vento forte que "cortava" a pele.
Com este triunfo, o Vigor tornou-se a equipa com mais vitórias em terrenos adversários: cinco em oito jogos! Uma percentagem de triunfos fora de casa (62,5%) pouco vulgar.
Com este triunfo, o Vigor tornou-se a equipa com mais vitórias em terrenos adversários: cinco em oito jogos! Uma percentagem de triunfos fora de casa (62,5%) pouco vulgar.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Mondego de areia
Para comprovar como o leito do Mondego é um imenso areal basta clicar aqui.As imagens do Google Maps não deixam dúvidas.
(E hoje a situação ainda estará pior...)
Gasóleo a 0,999
O posto da Total na Avenida Inês de Castro, em Coimbra, está hoje a vender o gasóleo a 0,999 euros/litro.
A gasolina sem chumbo de 95 octanas tem o preço de 1,114 euros/litro.
(Não consigo compreender. A gasolina já esteve apenas 6 cêntimos mais cara do que o gasóleo e agora volta a distanciar-se para os 11-12 cêntimos, por litro. Não percebo a razão desta disparidade, até porque aqui ao lado, em Espanha, a gasolina está mais barata do que o gasóleo, como aliás sucede um pouco por toda a Europa. Há qualquer singularidade portuguesa na formação dos preços, só pode ser isso...)
Para os adeptos desta informação, aqui ficam os preços que a Cepsa está a praticar hoje em Fuentes de Oñoro, mesmo junto à fronteira com Portugal.
A gasolina sem chumbo de 95 octanas tem o preço de 1,114 euros/litro.
(Não consigo compreender. A gasolina já esteve apenas 6 cêntimos mais cara do que o gasóleo e agora volta a distanciar-se para os 11-12 cêntimos, por litro. Não percebo a razão desta disparidade, até porque aqui ao lado, em Espanha, a gasolina está mais barata do que o gasóleo, como aliás sucede um pouco por toda a Europa. Há qualquer singularidade portuguesa na formação dos preços, só pode ser isso...)
Para os adeptos desta informação, aqui ficam os preços que a Cepsa está a praticar hoje em Fuentes de Oñoro, mesmo junto à fronteira com Portugal.
gasóleo - 0,869
gasolina 95 sem chumbo - 0,844
gasolina 95 sem chumbo - 0,844
Citações
«O desvairado Lino dispara em todas direcções e não quer perceber que de nada adiantará gastar mais uns valentes milhões numa auto-estrada para o deserto de Bragança, onde nem já as brasileiras medram.»
«O país não precisa de alcatifas novas nem de halls de entrada com embutidos. Infelizmente os nossos ministros pensam como os autarcas: em redondo, em rotunda. Uns rotundos idiotas.»
«O Diário As Beiras, em artigo não assinado, revela em exclusivo, que a “Académica não pagou telefones do estádio”. Depois, ficamos a saber que era a TBZ que pagava os telefones da divisão de desporto da Câmara Municipal de Coimbra, que está mais ou menos clandestina no Estádio que é Municipal. A festa dura há 5 anos. Mas ninguém liga!»
(Luiz Carvalho, in "Instante fatal")
«O país não precisa de alcatifas novas nem de halls de entrada com embutidos. Infelizmente os nossos ministros pensam como os autarcas: em redondo, em rotunda. Uns rotundos idiotas.»
(idem, idem)
«O Diário As Beiras, em artigo não assinado, revela em exclusivo, que a “Académica não pagou telefones do estádio”. Depois, ficamos a saber que era a TBZ que pagava os telefones da divisão de desporto da Câmara Municipal de Coimbra, que está mais ou menos clandestina no Estádio que é Municipal. A festa dura há 5 anos. Mas ninguém liga!»
(in "O sexo e a cidade")
Tema(s):
Bragança,
ECC,
Instante fatal,
Luiz Carvalho,
Mário Lino,
O sexo e a cidde,
Política,
TBZ
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