sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Citações

«O desvairado Lino dispara em todas direcções e não quer perceber que de nada adiantará gastar mais uns valentes milhões numa auto-estrada para o deserto de Bragança, onde nem já as brasileiras medram.»
(Luiz Carvalho, in "Instante fatal")

«O país não precisa de alcatifas novas nem de halls de entrada com embutidos. Infelizmente os nossos ministros pensam como os autarcas: em redondo, em rotunda. Uns rotundos idiotas.»
(idem, idem)

«O Diário As Beiras, em artigo não assinado, revela em exclusivo, que a “Académica não pagou telefones do estádio”. Depois, ficamos a saber que era a TBZ que pagava os telefones da divisão de desporto da Câmara Municipal de Coimbra, que está mais ou menos clandestina no Estádio que é Municipal. A festa dura há 5 anos. Mas ninguém liga!»

Recortes de família

"Despertar" de hoje

"Campeão das Províncias" de ontem
(clique nas imagens para ampliar)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O (triste) estado da Nação


Ontem à noite assisti parcialmente à entrevista de Henrique Medina Carreira, ex-ministro das Finanças, à SIC Notícias.

São palavras dolorosas – mas reais – sobre a sociedade em que vivemos.
Os dados económicos assustadores. O crescente empobrecimento da população. A insatisfação a aumentar.
Medina Carreira chega a comparar a situação actual com a que existia em 1973. Para bom entendedor...

A entrevista está disponível no sítio da SIC Notícias (11/12/2208 - Negócios da semana).
Vale a pena ver.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Alemanha gelada

Preço dos combustíveis

Como sei que há vários adeptos desta informação, publico os preços que a Cepsa está a praticar hoje em Fuentes de Oñoro, junto à fronteira com Portugal:
Gasolina 95 sem chumbo - 0,858
Gasóleo - 0,885

Som de jazz

Se gosta de trabalhar ao som de jazz clique aqui.

Postal de Boas Festas

BOAS FESTAS E EXCELENTE ANO NOVO!!!

Para todos aqueles que em 2008 me passaram correntes dizendo que, se as reenviasse, ia ficar rico ou milionário, informo que NÃO FUNCIONOU!

Em 2009 por favor mandem dinheiro, presentes ou vales de gasolina.

Obrigado.

PS - NÃO ACEITO ACÇÕES DO BPN!
(recebida por e-mail)

Vigília de apoio a jornalista

Hoje, em Viseu, realiza-se uma vigília de apoio à jornalista Maria João Barros.
A jornalista é trabalhadora da RTP na delegação de Viseu e - segundo o Sindicato dos Jornalistas - desde finais de Agosto não lhe são atribuídas quaisquer tarefas profissionais.

Dei conta desta acção na sexta-feira, dia 5.
Pouco depois de ter publicado o texto, surgiu um comentário a criticar a iniciativa do sindicato, em termos genéricos. (Comentário que esteve patente até há minutos atrás.)
Agora surgiu um novo comentário, a apoiar a vigília, referindo detalhadamente os motivos da acção e em que se fazem acusações graves.
Ambos os comentários são anónimos.

Colocou-se-me um dilema: manter o primeiro comentário e publicar o segundo?

Decidi retirar o primeiro e não publicar o segundo.
Se alguém se sentir "melindrado" com a decisão, pode optar por... "dar a cara" pelo que escreve. Tal como eu faço.

Entretanto, embora fisicamente em Coimbra, lá estarei hoje em Viseu.

Avaliação dos professores

Luiz Carvalho escreveu ontem no "Instante fatal" sobre a avaliação dos professores.

Transcrevo estas linhas:
«A verdade é que durante anos e anos os nossos sôtores tiveram uma vida airada com três meses de férias grandes, mais 15 dias no Natal, outros na Páscoa, mais meia dúzia no Carnaval.

Outra verdade: durante uma vida profissional muitos professores faltaram a seu belo prazer refugiados em atestados fantasmas e artigos quartos, viram as suas carreiras automaticamente actualizadas e desprezaram a nobre arte de ensinar.

Os professores comportavam-se como ainda hoje a classe dos juízes: achavam que eram donos dos alunos, dos pais, e que nada nem ninguém podia interferir nas suas aulas, consideradas coutadas invioláveis dos professores.»

Concordo no essencial com o que Luiz Carvalho escreveu.
Foi, aliás, por não aceitar alguns dos comportamentos descritos que, há 17 anos, senti que estava "a mais" no Ensino e, em face da oportunidade que me foi concedida pelo "Jornal de Notícias", optei por exercer outra profissão.

Tudo somado, porém, continuo a estar de acordo com o protesto dos professores.
Avaliação, sim. Mas com a participação dos directamente interessados. E com competência.

Faço parte da maioria

«Apenas 30 por cento dos portugueses estão satisfeitos com o funcionamento da democracia, o que representa o ponto mais baixo de uma análise comparativa feita desde 1985. Os dados constam de um estudo (...) coordenado por André Freire e José Manuel Viegas, que será apresentado hoje no ISCTE.»
(hoje, no "Público")

Querido Macintosh!


Mudanças

«Mudar de um PC para um Mac é como sair de casa e ir para um hotel.

Perde-se aquele conforto, a familiaridade.
Uma pessoa, em casa, está habituada a conviver com aquela racha na parede, aquela porta que encrava, aquela torneira que pinga e o esquentador que se desliga a meio do banho. Uma gaveta de tralha que só abre com umas pancadinhas no sítio certo e aquele emaranhado monstruoso de cabos atrás do móvel, tão mau que até evitamos lá ir limpar o pó. O calcário nas torneiras, uma infiltração no canto do chuveiro, vizinhos intrometidos e por aí fora...
Problemas e desconfortos reais, mas aos quais nos habituámos e com os quais convivemos já sem consciência do incómodo (e perda de tempo) que nos impõem todos os dias. É a nossa casa, é a nossa vidinha de sempre. Conseguimos viver, comer e dormir ali. Está tudo bem.

E de repente uma pessoa muda-se de armas e bagagens para um hotel. Dos bons.
Nos primeiros dias é aquela sensação de luxo, misturada com um "não me sinto em casa". Mas, ao mesmo tempo, "nunca mais quero sair daqui". Não há "pequenos problemas" (nem grandes), é tudo como devia ser sempre. Um serviço de 5 estrelas.

As instalações são perfeitas, o serviço é rápido e eficaz, a cama aparece feita e o quarto limpo todos os dias. O que precisarmos, só temos de pedir. E é tudo mais bonito e arejado.»

domingo, 7 de dezembro de 2008

Matemática académica

A Académica venceu ontem (2-1) o Paços de Ferreira, em Coimbra, perante 3439 espectadores.
Os sócios da Académica tinham direito a 1, 2 ou 3 bilhetes grátis, conforme tivessem as quotas em dia, o bilhete de época ou fossem titulares de lugar cativo.

Se ainda bem me recordo, a situação poderá ser representada matematicamente do seguinte modo:

1x + 2x + 3x = 3439

Para apurar o resultado (quantos sócios com as quotas em dia foram ao estádio) é só - como dizia o outro - fazer as contas.

(Resposta: 573)


ACTUALIZAÇÃO (13 horas depois da publicação do texto)
Pelo que vejo na blogosfera académica, há muita gente que contesta o "número oficial" de espectadores no estádio. Há quem avance com 1000, outros com 1500. Recordo agora que um amigo meu, quando o questionei ontem à noite, foi peremptório: «Umas 1500 pessoas. Talvez menos...».

Deputados para todo o serviço

Nenhum deputado faltou na sexta-feira segundo lista no site do Parlamento

"Não espelha o que se passou na sexta-feira", nas palavras de Fernando Santos Pereira, secretário da mesa da presidência da Assembleia da República, mas é o que está online. Segundo uma lista de presenças na reunião plenária de sexta-feira publicada no site da Assembleia da República, apenas dez deputados estavam ausentes "em missão parlamentar". Todos os outros estiveram presentes, o que está longe de corresponder à realidade.
Santos Pereira estranha o caso e diz que na terça-feira vai averiguar. É que, na verdade, foram 48 os deputados que não votaram a proposta de suspensão da avaliação do desempenho dos professores apresentada pelo CDS, porque não estavam no plenário para a votação.
(in "Público" de hoje)

Quando isto sucede com os "representantes da Nação", conclui-se que a Nação está muito doente.
Que vergonha!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Derrota com o líder

A minha equipa perdeu hoje (1-2), em casa, frente ao Odivelas, líder do campeonato.
Ao intervalo registava-se uma igualdade (1-1).
Na 1.ª volta, o Vigor perdeu em Odivelas por 3-1, depois de ter estado a ganhar.

Hoje, a minha equipa voltou a ser a primeira a marcar.
À passagem do quarto-de-hora, na marcação de um pontapé de canto, João Afonso foi agarrado na grande área e o árbitro assinalou a justificada grande-penalidade.
Na marcação do castigo, Girão não perdoou.

O Odivelas chegou ao empate aos 40 minutos, na sequência de um lance rápido de contra-ataque.
Ainda antes do intervalo, porém, a minha desperdiçou uma oportunidade clara de golo.

A 2.ª parte começou do mesmo modo, com uma oportunidade de "baliza aberta" a ser desperdiçada.
E como dizem os "teóricos da bola", quem não marca acaba por sofrer. Foi o que sucedeu.
Aos 58 minutos, um mau alívio da defesa da minha equipa colocou a bola nos pés do adversário, no flanco direito. O jogador do Odivelas flectiu ligeiramente para o centro e rematou em arco. A bola bateu no poste e entrou.

A minha equipa "arregaçou as mangas" e tentou tudo por tudo para restabelecer a igualdade. Primeiro, numa jogada de insistência, o avançado rematou ao lado, quando só tinha o guarda-redes pela frente. Já em "período de compensações", Fernando é impedido de rematar à baliza quando se encontrava na pequena área adversária. No último minuto de jogo, a minha equipa enviou a bola à trave, na sequência de um livre.

O Vigor - que jogou de igual para igual - pregou um susto enorme ao Odivelas, que passou a última meia hora a "queimar tempo", perante a complacência do árbitro.
Os visitantes, muito fortes fisicamente, "abusaram do corpo". A prestação futebolística, no entanto, foi uma desilusão, perante um Vigor enfraquecido com algums ausências por doença e por lesão. Esperava-se (muito) mais do líder da tabela classificativa.

Num jogo em que o resultado certo seria o empate, o árbitro não teve trabalho fácil e acabou por rubricar exibição sofrível.
Apenas um exemplo, entre vários possíveis: o jogador que causou a grande penalidade aos 15 minutos, e que depois disso cometeu várias faltas duras, só foi "amarelado" aos 80 minutos! (E foi logo substituído, claro).

PS - Um dado curioso do encontro: apesar dos jogadores do Odivelas serem mais altos e mais fortes, a minha equipa ganhou 90% dos lances de cabeça!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Vigília de apoio a jornalista

«O Sindicato dos Jornalistas (SJ) convocou para 10 de Dezembro - data em que se assinala o 60.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem - uma vigília de apoio à jornalista Maria João Barros, trabalhadora da RTP na delegação de Viseu, a quem desde finais de Agosto não são atribuídas quaisquer tarefas profissionais.»

Lá estarei – mesmo que não me possa deslocar a Viseu.

Professores: os números da greve

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Conselho à ministra

Depois do que afirmou hoje no Parlamento (quando disse estar disponível para alterar o processo de avaliação dos professores, mas só depois de o colocar em prática!!!), apenas há um caminho possível para a ministra da Educação: a "porta da rua".

Atrevo-me, por isso, a dar-lhe um conselho: apague as luzes e saia rapidamente.

Portugal vergonhoso

Aqui está um artigo com conta-peso-e-medida. Intitula-se "A vergonha de não ter vergonha na cara" e é da autoria do jornalista João Miguel Tavares.
Foi publicado há três semanas (18 de Novembro) no "Diário de Notícias", mas só agora o encontrei.
Aconselho vivamente a leitura.

Eis três excertos, para aguçar o apetite.

«Há quatro anos, o administrador do Banco de Portugal Manuel Sebastião foi procurador do administrador do Banco Espírito Santo Manuel Pinho na compra de um prédio em Lisboa. Esse prédio era propriedade do Banco Espírito Santo, tendo Manuel Sebastião servido de intermediário numa compra entre o BES e um administrador do BES.»

«Só que José Sócrates não ficou por aí. E acrescentou também não ter encontrado "nada que seja criticável do ponto de vista ético". Ora, isto são declarações absolutamente vergonhosas, e só mesmo por vivermos num país onde a mentira na política é aceite com uma espantosa tolerância é que um primeiro-ministro pode dizer uma barbaridade destas e sair de mansinho.»

«Se José Sócrates encontrasse um dos seus ministros a tentar arrombar um cofre com um berbequim diria aos jornais que ele estava só a apertar um parafuso. Afinal, também no caso da sua licenciatura o primeiro-ministro não viu nada de eticamente duvidoso nem de moralmente reprovável.»

Comité Olímpico de Portugal


O comandante Vicente de Moura quer continuar como presidente do Comité Olímpico Português, mesmo contra a vontade dos atletas.

Se eu fosse presidente do COP e ouvisse aquilo que Nélson Évora, um campeão olímpico, disse ontem em conferência de Imprensa, abandonava de imediato a função.

Parece-me que o comandante Vicente de Moura já perdeu a oportunidade para sair pela "porta grande". Como ainda recentemente, por exemplo, sucedeu com Jardim Gonçalves no BCP.

* * * *

Antóno Boronha, no seu (indispensável) blogue, continua a demonstrar rara capacidade de análise e de crítica.
Sob o título "Motim a bordo", escreve hoje o seguinte:
«Como é que se pode ser comandante de um exército sem soldados?... Apenas acompanhado por meia dúzia dos chamados 'senhores' da guerra, curiosamente, ou talvez não, na sua grande maioria os presidentes das 'federações' que não conseguem participação olímpica?...».

PS - Também concordo com o que António Boronha escreveu sobre Eusébio, num texto intitulado "Rei bobo".

Actualização de blogue

O blogue onde acompanho a minha equipa já está actualizado.
Foram publicadas as fotos dos últimos dois jogos, a par dos "recortes" sobre o desafio do último fim-de-semana.
Sábado, em Fala, a minha equipa recebe o líder do campeonato, o Odivelas, às 15 horas.

Revista... gelada!

(clique na imagem para ampliar)

Notícias cá da terra

(à espera de "recortes" do Diário de Coimbra de hoje)

A Página

"Centro" de ontem
(clique na imagem para ampliar)

Recortes (familiares) atrasados

Congresso da JSD

Eleições nos EDS

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Professores: Governo confuso, apesar dos Magalhães

Ouço neste momento (17h10), na SIC Notícias, um secretário de Estado da Educação divulgar os "números da greve" dos professores.
Afirma que são «números recolhidos às 11 horas».

O Governo das novas tecnologias, das novas oportunidades, do "Simplex" e dos computadores Magalhães (mas que soma tantas "trapalhadas" que já lhes perdi a conta) demonstra ao país que anda atrasado. No mínimo, seis horas, porque às 5 da tarde só consegue divulgar dados das 11 da manhã.

Ou seja: na era da comunicação instantânea, deve continuar a utilizar os pombos-correio para a transmissão de mensagens.

* * * * *

À hora do almoço, no restaurante, ouvi um governante (seria o mesmo das 5 da tarde?) dizer que as escolas estavam abertas, quando a questão colocada era saber se os professores estavam a trabalhar.
Falava-se de "alhos" e o homem respondia com "bugalhos". Que tristeza!

(Desejo que o senhor governante nunca precise de recorrer às "Urgências" num dia em que os hospitais se encontrem abertos mas os médicos estejam em greve...)

* * * * *

[desabafo]
Estou farto deste Governo, que usa e abusa da arrogância, da ironia e do cinismo.
Farto!

* * * * *

Não deixa de ser curioso que José Sócrates, que concluiu a formação escolar da forma atribulada que todos conhecemos, tenha no sector da Educação o seu caso mais bicudo.
Não deixa de ser irónico...

* * * * *

Sei de uma escola que esteve hoje aberta.
Trabalharam 6 professores, 140 fizeram greve.

(Desconheço se o governante que está na televisão já conhecia estes "números" – e se os considera uma «derrota dos professores», como o ouvi dizer agora mesmo.)


* * * * *

[outro desabafo]
Abandonei a carreira docente em 1991.
Para trás ficaram 13 anos de serviço como professor efectivo, de nomeação definitiva.
Fi-lo com alguma mágoa, porque gostava muito da profissão.
Mas – desculpem a imodéstia – foi uma das boas decisões que tomei na vida.

Adivinha quanto gosto de ti

André Sardet.
Um nome que honra Coimbra.

(No dia em que outro nome que honra Coimbra - Mário Nogueira - lidera o protesto dos professores.)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O preço da gasolina

Para que não se perca a tradição, aqui se divulga o preço dos combustíveis, hoje, em Portugal e Espanha.

GASOLINA 95 SEM CHUMBO
1,159 (Coimbra) e 0,861 (Fuentes de Oñoro
GASÓLEO
1,089 (Coimbra) e 0,929 (Fuentes de Oñoro)


ACTUALIZAÇÃO às 21h45
Petróleo fecha em mínimos de mais de 42 meses
Os preços do petróleo fecharam a sessão de terça-feira em forte queda marcando mínimos de mais de 42 meses.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Janeiro recuou 2,20 dólares, ou 4,6%, para os 45,77 dólares. Durante o dia, o crude tocou os 45,57 dólares, mínimo desde 17 de Fevereiro de 2005.
No mercado nova-iorquino, o barril de West Texas Intermediate encerrou a valer 47,18 dólares, uma descidfa de 2,10 dólares, ou 4,3%. Os preços tocaram o valor mais baixo desde 20 de Maio de 2005, nos 47,08 dólares.
Face ao máximo histórico de 147,27 dólares, atingido a 11 de Julho, o crude encontra-se mais de 100 dólares mais barato."
(in "Dinheiro Digital")

Justiça

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Ovos


(imagens recebidas por e-mail)

domingo, 30 de novembro de 2008

Reeleição


A Ana Filipa Janine foi reeleita directora do Gabinete de Relações Internacionais da JSD, durante o congresso da organização que hoje terminou em Penafiel.
Integrou a lista de Pedro Rodrigues, reeleito presidente com 308 votos. A lista opositora, liderada por Bruno Ventura, obteve 245 votos.

A Ana Filipa Janine foi ainda a relatora do grupo de trabalho que apresentou ao congresso a moção "Portugal no mundo", aprovada por unanimidade.

Parabéns, filha!