sábado, 22 de novembro de 2008
Vitória na Lousã
Os golos foram marcados por Fernando, de cabeça (a passe de cabeça de João Afonso), Girão (um golaço, no coração da área, após passe de Breda) e por Breda, de cabeça (na sequência de um pontapé de canto apontado por Flávio).
No final da 1.ª volta, a minha equipa soma 17 pontos e ocupa o 6.º lugar da tabela, a par do Fátima.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
A crise
O que hoje se dá a ver é que, afinal, a crise financeira está a destapar o lençol a muitas figuras que estiveram a fingir de cadáveres políticos, mas que continuavam a trabalhar pela calada nas maiores obscuridades.
E se o BPN foi a Dona Branca dos nossos colarinhos brancos, ainda vamos saber mais, muito mais.»
Luiz Carvalho, no "Instante fatal", o blogue que mais admiro.
Um homem sem medo
Manuel José, treinador de futebol. Hoje, no "Diário de Notícias".
Actualização
Inseri as fotos do último jogo, alguns "assuntos atrasados" e a crónica publicada no "Diário de Coimbra" na última terça-feira.
Amanhã, a minha equipa joga (15h00) na Lousã.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
O recuo da ministra (e do Governo)
Segundo afirmou, foram identificadas «três áreas de problemas». E disse ir tomar «um conjunto de medidas» para os ultrapassar.
É estranho que só agora o Ministério da Educação tome conhecimento do excesso de burocracia, da possibilidade de um professor ser avaliado por um colega de outra área de conhecimento, da excessiva carga horária que o processo exige aos professores e da avaliação do professor depender do sucesso dos alunos, entre outros aspectos.
(Por falar em sucesso dos alunos: o que aconteceria se este critério fosse aplicado aos professores universitários, sobretudo aos que leccionam "cadeiras" nas quais as taxas de insucesso chegam aos 70%-80%?...)
Parece-me tratar-se apenas de remendos, provando que a avaliação em curso não foi pensada (programada) com o rigor necessário - condição-base de qualquer processo de avaliação.
Também não me parece que os professores alterem, agora, as posições que vêm defendendo.
Quem é a ministra da Educação?
Nascida em Lisboa, a 19 de Março de 1956
Provas de Agregação em Sociologia no ISCTE, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa - 2003
Doutoramento em Sociologia no ISCTE - 1996
Licenciatura em Sociologia no ISCTE - 1984
Actividade Profissional
Presidente do Conselho Científico do ISCTE - 2004-2005
Docente no Departamento de Sociologia do ISCTE, na Licenciatura de Sociologia - 1986-2005
Investigadora do CIES, Centro de Investigação e Estudos em Sociologia.
Presidente do Observatório das Ciências e das Tecnologias do Ministério da Ciência e da Tecnologia - 1997-2002
Representante nacional no Grupo Indicadores para a Sociedade da Informação (WPIIS) da OCDE - 1999-2002
Representante nacional no Working Party of R&D and Innovation Survey, do Eurostat - 1996-2002
Representante nacional no Grupo NESTI (Working Party on National Experts on Science and Technology Indicators) da OCDE
Participação nos trabalhos de instalação do Arquivo Histórico-Social na Biblioteca Nacional de Lisboa - 1985-1989
Actividade profissional e funções de direcção, coordenação e consultoria, em diferentes instituições públicas e privadas, nos domínios da gestão dos recursos humanos e da formação profissional - 1978-1985
Coordenou projectos de investigação e grandes operações de inquérito e orientou teses de mestrado e doutoramento
Publicações
É autora de diversos trabalhos, publicados com bastante regularidade, com especial destaque nas áreas de Sociologia das Profissões e Sociedade da Informação
- (no prelo) «O papel social dos engenheiros», em Manuel Heitor (org.) A engenharia em Portugal no Século XX, Lisboa, D. Quixote
- (no prelo) «As mulheres engenheiras em Portugal», em Ana Cardoso de Matos e Álvaro Ferreira da Silva (orgs.), Engenheiros e Engenharia em Portugal. Séculos XIX e XX, Évora, CIDEHUS/Colibri
- 2004 «Entre culture française, myte anglais et esprit allemand: genèse de l`enseignement technique au Portugal» em La formation des ingénieursen perspective. Modeles de référence et réseaux de médiation (XIXe et XXe siècles), Rennes, Presses Universitaires de Rennes
- 2004 «A utilização de computadores e da Internet pela população portuguesa», Sociologia, Problemas e Práticas, n.º 43 (co-autoria)
- 2004 «Associativismo Profissional em Portugal: entre o público e o privado» em João Freire, Associações Profissionais em Portugal, Oeiras, Celta Editora
- 2003 «A profissão de engenheiro em Portugal e os desafios colocados pelo Processo de Bolonha», em jornadas O Processo de Bolonha e as Formações em Engenharia, Universidade de Aveiro (difusão em DVD e em http://paco.ua.pt/documentos/?p=Bolonha)
- 2003 «Qualificação da população activa em Portugal 1991-2001», em Grupo Parlamentar do PS, Novas Políticas para a Competitividade, Oeiras, Celta
- 2002 «Sociedade da informação em Portugal: estratégia e acção política (2000-2001)», Anuário da Comunicação 2001-2002, Lisboa, Observatório da Comunicação
- 2002 «O crescimento do emprego qualificado em Portugal», Sociologia, Problemas e Práticas, n.º 40
- 2002 «Engenharia e sociedade: a profissão de engenheiro em Portugal», em José Maria Brandão de Brito (org.), Engenho e Obra, Lisboa, D. Quixote
- 2002 «A sociedade da informação em Portugal: metodologias de observação», em Indicadores de Ciência y Tecnologia en Iberoamerica, Agenda 2002, Argentina, RICYT
- 2001 «O metro no quotidiano de Lisboa», em Fernanda Rolo (org.), Um Metro e Uma Cidade. História do Metropolitano de Lisboa, Vol. III, Lisboa, Edição do Metropolitano de Lisboa (co-autoria)
- 2000 «Rumo a uma sociedade do conhecimento e da informação», em António Reis (org.) Portugal no Ano 2000, Círculo de Leitores e Comissariado da Expo 2000 Hannover, Lisboa (co-autoria) (texto publicado também na versão alemã da mesma obra)
- 2000 «Recursos humanos na sociedade da informação», Cadernos de Economia, Lisboa (co-autoria)
- 2000 «Ciência e tecnologia», O Economista, nº 13
- 2000 «Os portugueses perante a ciência», em Maria Eduarda Gonçalves (org.), Cultura Científica e Participação Política, Oeiras, Celta
- 1999 Os Engenheiros em Portugal, Oeiras, Celta
- 1999 «A cidade subterrânea: Lisboa e o metropolitano (1957-1997)», Inforgeo, n.º14 (co-autoria)
- 1998 «Profissões: protagonismos e estratégias», Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta (co-autoria) (texto publicado também na versão inglesa da mesma obra)
- 1997«Le génie electrotechnique au Portugal», em Laurence Badel (org.), La Naissance de L´Ingénieur-Électricien. Origines et Développement des Formations Nationales Électrotechniques, Paris, Association pour L'Histoire de l'Electricité en France/PUF
- 1997 Sociologia das Profissões, Oeiras, Celta (2.ª edição 2001)
- 1996 «Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)», «Manuel Rocha», «Edgar Cardoso», «Duarte Pacheco» e «Congressos de Engenharia», em Fernando Rosas e J.M. Brandão de Brito (orgs.) Dicionário de História do Estado Novo, Lisboa, Círculo de Leitores (co-autoria)
- 1995 As Chefias Directas na Indústria, Colecção Estudos, Lisboa, IEFP (co-autoria)
- 1995 «Atitudes da população portuguesa perante o trabalho», Organizações & Trabalho, nº 14
- 1995 II Inquérito à Situação Socio-Profissional dos Diplomados em Engenharia, 1994. Relatório Global, Comité Nacional FEANI (policopiado)
- 1994 «A situação dos engenheiros em Portugal entre 1972-1991», Organizações & Trabalho, nº 10
- 1993 Sociedade, Valores Culturais e Desenvolvimento, Lisboa, Publicações D.Quixote (co-autoria)
- 1993 «Mulheres empresárias: contribuição para o estudo do trabalho feminino», Organizações & Trabalho, nº 5/6
- 1992 «Os encarregados na indústria portuguesa», Sociologia Problemas e Práticas, nº 11 (co-autoria)
- 1991 «Woman managers in Portugal»,Iberian Studies, 20 (1&2)
- 1990 Empresários e Gestores da Indústria em Portugal, Lisboa, D. Quixote (co-autoria)
- 1990 «Mulheres 'patrão'», Sociologia, Problemas e Práticas, nº 8
- 1989 «Mulheres na função empresarial», Organizações & Trabalho, n.º 1(in "Portal da Educação")
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Gasolina: não se deixe enganar!
Preços de hoje, em Portugal (gasóleo e gasolina 95, respectivamente):
Cepsa: 1,116 e 1,205
Galp: 1,119 e 1,199
Preços de hoje, em Espanha (Fuentes de Oñoro, mesmo na fonteira):
Cepsa - 0,963 e 0,901
No caso da gasolina sem chumbo de 95 octanas, o preço em Espanha é mais baixo cerca de 40 escudos por litro, na moeda antiga!
(Ou seja, num depósito de 45 litros os espanhóis gastam menos 1.800 escudos!!!)
Não consigo evitar um sorriso sempre que os responsáveis das gasolineiras portuguesas aludem aos «preços no mercado ibérico» como justificação para os preços praticados em Portugal.
Como se explica, então, que em Espanha a gasolina seja mais barata que o gasóleo? (menos quase 13 escudos por litro!)
É por estas e por outras que sinto revolta sempre que tenho de abastecer...
Política: a pouca vergonha
Como se não houvesse problemas bem mais importantes no país.
A líder do PSD continua a sua "via sacra".
E os responsáveis do PS aproveitam para desviar as atenções dos cidadãos daquilo que é essencial.
O desemprego sobe? O PS não comenta.
O Governo recua na questão das faltas dos alunos? O PS não comenta.
Sucedem-se as trapalhadas na Educação? O PS não comenta.
O ministro das Finanças é considerado o pior de toda a Europa? O PS não comenta.
Sócrates entrega "Magalhães" e, minutos depois, as máquinas são retiradas às crianças? O PS não comenta.
Há uma qualquer polémica? O PS já comenta.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Governo PS: vale tudo!
No passado dia 12 de Novembro, o primeiro-ministro deslocou-se a Ponte de Lima para inaugurar duas escolas e entregar "Magalhães" aos 185 alunos da Escola do Freixo e 74 aos alunos de Refóios.
A distribuição foi feita pelo próprio José Sócrates e os miúdos não esconderam a sua alegria.
O que só ontem se veio a saber foi que, depois da comunicação social ter registado o momento e os governantes se terem ido embora, os alunos tiveram que devolver os computadores que tinham recebido.
Já nada espanta neste Governo.
São "trapalhadas" atrás de "trapalhadas". E já nem os jovens estudantes escapam ao "frenesim propagandístico".
Pobre país!
A importância da vírgula
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
Mensagem adicional:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
– Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
– Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Os impolutos (*)
É evidente que nestas coisas de bancos e banquetas os rumores valem o que valem e ninguém sabe ao certo até que ponto, nas barbas das autoridades supervisoras, dirigidas obviamente por gente completamente impoluta,se desenrolaram monumentais operações de branqueamento de muitos milhões. Os rumores, neste sítio manhoso, hipócrita, invejoso, pobre e cada vez mais mal frequentado, valem o que valem e não interessa andar por aí a desconfiar da imensa legião de impolutos, senadores desta República comandada nestes 34 anos de Democracia por grandes figurões do PS e do PSD, os verdadeiros donos do sítio, para o mal e para o bem. Particularmente para o mal se tivermos em conta os resultados obtidos em matéria de desenvolvimento económico, bem-estar social e nível de vida dos indígenas, que pacientemente vão alimentando tal gente a pão-de-ló com o dinheiro dos impostos que são obrigados a pagar e a vão mantendo no poder com os generosos votos nas muitas eleições autárquicas, legislativas e presidenciais.
A falência do BPN, que o querido Estado abraçou a tempo e horas para evitar males maiores, está a provocar muita excitação no espírito de muitos cidadãos, convencidos na sua eterna boa-fé de que desta vez os figurões que andaram a jogar com muitos milhões de um lado para o outro vão mesmo ser apanhados pela chamada Justiça e que a verdade vai ser, por uma vez na vida, totalmente conhecida. Cidadãos que andam obviamente iludidos com o espectáculo montado e com as declarações solenes dos responsáveis do costume.
Cidadãos que obviamente ainda acreditam no Pai Natal e que passam a vida a pensar que um dia destes ainda vão ser testemunhas de um qualquer milagre. Mas desenganem-se. Os figurões impolutos do sítio não estão apenas nos partidos políticos do Bloco Central, na administração central e local. Os figurões impolutos estão em todo lado. Os figurões impolutos do sítio também estão na Polícia e na Justiça. Os figurões impolutos do sítio, acreditem, comem tudo e não deixam mesmo nada. E enganam os tolos com papas e bolos.
domingo, 16 de novembro de 2008
Empate em casa
Ao intervalo os visitantes estavam em vantagem.
O Vigor empatou de "penalty", por Girão, a meia hora do final do jogo.
Mais pormenores no blogue da equipa.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Pensamento do dia
Bom fim-de-semana!
Como toda a mensagem merece resposta, enviei o seguinte texto à Via Verde:
Muito bom dia.
Agradeço a vossa mensagem.
Fiquei sensibilizado quanto às vantagens que V. Exas. me oferecem se aderir ao extracto electrónico.
No entanto, e embora não o refiram na vossa mensagem, V. Exas. também beneficiam de várias vantagens:
1. Rapidez - evitam todo o processamento do correio
2. Comodidade - é mais fácil enviar um e-mail do que uma carta
3. Facilidade - evitam deslocações aos CTT, bastando um clique para o efeito
4. Apoiam o meio ambiente
5. Poupam em recursos humanos
6. Poupam em papel
7. Poupam em envelopes
8. Poupam em impressão
9. Poupam em despesas postais
Dado que os vossos benefícios são muito superiores aos meus, permito-me sugerir que me atribuam um desconto no valor da factura se eu resolver aderir ao extracto electrónico.
Enquanto isso não suceder, prefiro continuar a receber a habitual factura, até porque já gastei algum dinheiro na compra das pastas arquivadoras.
Com os melhores cumprimentos,
Mário Martins
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Gasolina: não se deixe enganar
terça-feira, 11 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Ao lado dos professores
[Aliás, cada vez reforço mais a minha convicção de há muito que a Educação só conhecerá melhores dias quando o ministro - ou a ministra - for um professor primário. Estamos fartos de ver o que dá ter como ministros professores do Ensino Secundário ou do Ensino Superior...]
Por isso, em homenagem aos professores de Portugal, sobretudo aos 120.000 (!!!) que se manifestaram no sábado em Lisboa, publico aqui um video retirado do blogue do meu grande amigo Carlos Carranca - também ele um professor que no sábado desfilou nas ruas da capital. E um verdadeiro socialista.
A manifestação no canal que eu vejo:
sábado, 8 de novembro de 2008
Vitória (nas Caldas) emocionante
O jogo teve uma 2.ª parte emocionante, como há muito não via. (Aliás, também é não todos os dias que a equipa visitante chega à meia hora de jogo a vencer por 3-0).
Os golos foram apontados por João Afonso (por volta dos 15 minutos), Flávio (cerca dos 25 minutos) e Girão (à meia hora, de "penalty", depois de falta cometida sobre João Afonso na grande área).
Mas houve mais duas grande-penalidades, ambas em "tempo de descontos". Ainda na 1.ª parte, aos 47 minutos, o Caldas reduziu para 1-3. No final do jogo, aos 93 minutos, o Caldas voltou a marcar de "penalty".
A emoção esteve no facto da minha equipa ter passado toda a 2.ª parte a defender a vantagem obtida no 1.º tempo. A defender?... Não; a defender, a defender, a defender, a defender!
Grande jogo, portanto, num belíssimo relvado sintético, na Mata da Rainha D. Leonor. Com final feliz. E justo, já agora.
PS - Uma curiosidade: os golos foram marcados pelos mesmos jogadores que tinham "facturado" na jornada anterior. E pela mesma ordem! Outra curiosidade ainda: na semana passada, João Afonso fez o passe para Girão marcar; desta feita, João Afonso sofreu a falta que deu origem ao "penalty" que Girão converteu.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Alma portuguesa
destino que nos amarra
por mais que seja negado
às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve um gemido
duma guitarra a cantar
fica-se logo perdido
com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
agora é que eu percebi
esta tristeza que trago
foi de vós que a recebi
E pareceria ternura
se eu me deixasse embalar
era maior a amargura
menos triste o meu cantar
Ó gente da minha terra
agora é que eu percebi
esta tristeza que trago
foi de vós que a recebi
Deixo aqui 6 minutos em que se sente palpitar a alma portuguesa.
Profunda. Enorme. Nossa.
Síntese noticiosa
Menos de 50 deputados estavam na Sala do Senado, no Parlamento, no início do debate sobre a mensagem do Presidente da República sobre a promulgação da mudança do regime jurídico do divórcio.
2.
Martins do Santos, ex-árbitro de futebol, e António Henriques, ex-vice-presidente do Conselho de Abitragem, foram condenados, quarta-feira, a 20 e 28 meses de prisão, respectivamente, pelo crime de corrupção desportiva.
3.
O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santo Tirso deteve, esta quarta-feira, na Trofa, um indivíduo que se preparava para assaltar a mesma residência pela quinta vez. O homem, de 43 anos, está agora em prisão preventiva, tendo sido encaminhado para a prisão de Custóias.
4.
O Correio da Manhã retoma a partir de sexta-feira a distribuição de DVD com a compra do jornal. Comando, Marcado para Matar, Beijo da Morte, Desaparecido em Combate ou Chuva de Fogo são alguns dos filmes que o diário irá disponibilizar, todas as sextas-feiras até 12 de Dezembro por 1,95 euros.
5.
O Tribunal de Felgueiras condenou a presidente da Câmara local a três anos e três meses de prisão e perda do mandato.
Fátima Felgueiras foi condenada por três dos 23 crimes de que era acusada - peculato, peculato de uso e abuso de poder -, mas a pena foi suspensa pelo mesmo período de tempo.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Sócrates e a banha da cobra
SINTO-ME ENVERGONHADO ao ver o primeiro-ministro do meu país a desempenhar o papel de vendedor de banha da cobra numa cimeira de chefes de Estado e de Governo. De cada vez que a cena passa na televisão, sinto vontade de me enfiar num buraco. A cena revela falta de sentido de Estado, falta de bom senso e falta de vergonha.
E ninguém vai preso?!
BPN 1- e ninguém vai preso?
Ai ele é isso? E ninguém foi preso? E ninguém vai preso?
Onde está o apontado escroque Oliveira e Costa? Onde estão e quem são os compinchas dele na gestão do BPN contra quem Miguel Cadilhe terá feito participação à PGR?
Quem são os principais accionistas do BPN, que durante anos não "accionaram" nenhuns controlos sobre os gestores escroques?
E quem são os reais patrões da holding controladora do BPN, a SNL?
Onde estão e o que têm a dizer Manuel Dias Loureiro, Daniel Sanches e outros antigos e actuais administradores da SLN?
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O poder do futebol
Bem ao jeito africano, os jogadores cantavam e dançavam. Como se não houvesse amanhã.
Drogba impôs silêncio. Ajoelhou-se e pediu aos colegas que se ajoelhassem. Pegou num microfone, olhou para a câmara e de lágrimas nos olhos lançou um pedido sentido: «Perdoem-se».
Com palavras simples, implorou que os costa-marfinenses do norte, do sul, do este e o oeste depusessem as armas e fizessem a paz.
A Costa do Marfim rebentou num pranto.
«Eu chorei, a minha mulher chorou, todo o país chorou», disse um responsável político em reportagem da Vanity Fair.
O que é certo é que se perdoaram.
Cinco anos, milhares de mortos e milhões de refugiados depois, a Costa do Marfim estava disposta a respeitar um tratado de paz.
Poucos meses depois, por iniciativa do mesmo Drogba, a selecção recebeu Madagáscar em Bouaké, a capital do norte, ocupada pelos rebeldes.
Foi a primeira vez que os responsáveis do Governo puderam entrar no espaço. Melhor do que isso, foi a primeira vez que conseguiram entrar no espaço dos rebeldes e sair. Com vida.
Ora numa altura em que se discute com tanto barulho quem deve ser eleito o melhor jogador do mundo, não posso deixar de lembrar Drogba.
Não ganhou o prémio e provavelmente já não vai a tempo de o ganhar nunca mais. A escorregadela de John Terry, em Moscovo, ter-lhe-á roubado essa possibilidade.
Mas também não interessa.
Drogba não vai escrever o nome na eternidade do futebol, mas já o deixou na eternidade do mundo.
Merecia a Bola de Ouro mais do que Ronaldo ou Messi? Não sei, leitor, não olhe para mim. Está bem, olhe. Mas não sei na mesma. John Terry escorregou no momento fundalmental, lembra-se?
Sei que Drogba já tem o prémio mais importante. E isso também merece ser discutido. Nesta ou noutra altura qualquer. " (autoria de Sérgio Pereira, jornalista do MaisFutebol)
Encontrei este texto num blogue interessante, da autoria de um jovem guarda-redes.
Foi uma excelente maneira de começar o dia.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Pontapé nas máquinas
O jogador bem podia era tentar acertar na baliza e deixar quem trabalha em paz, não acham?...







